Portugal has not yet defined who will oversee the enforcement of the European regulation against deforestation, while Germany and Ireland have already established severe penalties for violations. #EUDR #Desflorestação #RegulaçãoClimática (translated)
The European Regulation on Deforestation (EUDR), by compromising the supply of protein for livestock production in the European Union without ensuring environmental benefits, may further weaken the competitiveness of the food sector and increase costs for producers and consumers. #EUDR #AlimentaçãoAnimal #Sustentabilidade (translated)
B24 stated that Ronaldo had requested to be punished for leaving the training camp and cited the disciplinary regulations of the FPF, according to which a player who abandons or unjustifiably misses a training session, game, or activity could be suspended for 1 to 6 months. #Ronaldo #FPF #futebol (translated)
Planet Football reported that the match between Vasco and Boca Juniors for the semifinals of the South American Cup was set to take place at Nilton Santos. According to the publication, the courts had denied the use of Maracanã, while Vasco was waiting for a decision from the Military Police about increasing the capacity of São Januário to 24,000 spectators. Conmebol expected the stadium designation by Monday and required a capacity of over 30,000 people, the page added, attributing the information to Diogo Dantas. #Vasco #BocaJuniors #SulAmericana (translated)
Colidio stated to TNT Sports Brazil that he considered it unfair to be out of the South American Cup and argued that Conmebol should review the regulations. He said he understood the rules, but argued that he hadn't played for River in the round of 16, and therefore found it illogical not to be able to play for Vasco. https://t.co/tlOuTusIln #Conmebol #SulAmericana #Futebol (translated)
Rodrigo Constantino stated that there was no electoral debate, but rather guardianship, and claimed that a court prohibited the absence of the incumbent from being shown. He said that another minister put a candidate on stage whom he considered of little relevance to disrupt the event and harm Flávio Bolsonaro, leading the broadcaster to cancel the debate instead of submitting to it. According to Constantino, Lula would benefit from exchanging the televised confrontation for a friendly podcast at the same time, while voters were treated as minors by the judiciary. He also accused Estela and Gilmar of changing the rules on the eve of the vote to control the narrative and described the situation as a coup. #LiberdadeDeImprensa #Eleições2024 #Democracia (translated)
Propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro expõe Lula como o pai do Tigrinho e das Bets! A mensagem é direta: quem criou, regulamentou e abriu espaço para esse mercado agora quer posar de solução. https://t.co/rSys9JkUMk #Eleições2022 #Política #Brasil
🚨 Panorama da situação das bets: • JUDICIALIZAÇÃO: empresas do setor devem recorrer à Justiça Federal já na próxima semana, alegando quebra de contrato. Ainda não está definido se as ações irão ao STF, TRF ou começarão na primeira instância. • QUEBRA DE CONTRATO: as bets devem argumentar que o próprio Governo regulamentou o mercado e atraiu as empresas para operar no Brasil. Cada empresa pagou R$ 30 milhões de outorga, além de investimentos para cumprir a regulamentação. Caso a proibição se mantenha, as empresas devem pedir INDENIZAÇÃO e a DEVOLUÇÃO do dinheiro. • BATALHA NO CONGRESSO: além da Justiça, haverá uma frente política. As bets devem atuar junto a deputados e senadores para buscar uma solução intermediária ou tentar fazer a MP caducar e perder a validade. • ELEIÇÃO: o futuro da MP deve ficar ligado também ao resultado eleitoral. Em caso de reeleição de Lula, deve haver NEGOCIAÇÃO NO CONGRESSO para discutir uma FLEXIBILIZAÇÃO. Se Flávio Bolsonaro for eleito, o tema deverá ser tratado conforme a visão do novo Governo. Assim, a discussão sobre as bets deve seguir em duas frentes principais: JURÍDICA, com ações na Justiça, e POLÍTICA, com o debate sobre o futuro da MP no Congresso. 🗞️ | 🎥 @CNNBrasil https://t.co/O3rb1sEghg #Apostas #Justiça #Política
“Quando esse prazo terminar e se não houver aprovação do Legislativo, as apostas poderão regressar com mais força, mas as eleições já terão passado”Flávio Bolsonaro acusou, por seu turno, Lula da Silva de promover uma “fraude eleitoral” por anunciar a proibição apenas a nove dias das eleições, uma vez que, argumentou, foi o próprio Governo do Partido dos Trabalhadores (PT), que regulamentou as apostas, autorizou 85 empresas a operar e arrecadou cerca de 20.000 milhões de reais (cerca de 3.855 milhões de dólares), em impostos dessas operadoras. #LulaDaSilva #ApostasDesportivas #Eleições2026
Temer criou e legalizou a modalidade de apostas de quota com um prazo inicial de até 4 anos para ser regulamentada. Bolsonaro deixou rolar SEM REGULAMENTAÇÃO SEQUER. Lula regulamentou, estabeleceu regras e, agora, DECRETOU O FIM. Bolsonaristas dizem que o Lula criou as bets. 🤣 #apostas #Brasil #política
Até o lixo da Globo admite: foi o Lula quem REGULAMENTOU as bets, lucrou com o vício do povo e agora, a 9 dias da eleição, proíbe tudo de uma hora pra outra. Hipocrisia pura. Abriu a porteira, encheu o bolso, destruiu famílias e agora quer posar de herói. Enquanto isso, a turma de esquerdista passador de pano ainda chama o ladrão de santo. Ninguém com um mínimo de memória vai votar nesse sujeito. O Brasil já viu essa peça mil vezes. Vote @FlavioBolsonaro 🇧🇷 #Lula #Eleições2022 #Hipocrisia
Medida Provisória que proíbe as bets no Brasil precisa ser votada em até 120 dias, e debate deve avançar após as eleições. A MP passa a valer assim que for publicada, mas é temporária. Para se tornar permanente, precisa passar por uma comissão de deputados e senadores e, depois, ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Os próximos passos devem ser dados após o primeiro turno das eleições. Inicialmente, a MP pode valer por até 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 60. A MP foi assinada por Lula menos de 3 anos depois de o Governo sancionar a Lei das Bets, que regulamentou o setor no país. 🗞️ @JornalOGlobo 📸 Reprodução/Canal UOL #Brasil #Política #Apostas
🇧🇷 ELEIÇÕES: Flávio Bolsonaro defende a proibição dos cassinos on-line e do “tigrinho” e detona Lula após o presidente, que regulamentou as apostas em 2024, anunciar a proibição a nove dias das eleições. 🎥 @FlavioBolsonaro https://t.co/7CEN0MKW2h #Eleições2024 #Apostas #PolíticaBrasileira
🚨 AGORA! Clubes preparam contra-ataque jurídico contra a 'MP das Bets'. O Governo já sabe que haverá contra-ataque dos clubes, que discutem novas notas conjuntas e PERGUNTAS AO PRESIDENTE LULA. Entre elas: por que o mesmo Governo que regulamentou as casas de apostas no Brasil e definiu o valor das outorgas agora pretende cancelar contratos em vigor? A certeza é de que amanhã será um sábado agitado, com plantões jurídicos e tentativas de liminares para manter os contratos. Muitos deles têm mais 2 a 3 anos. Flamengo e Palmeiras, por exemplo, têm contratos até o fim de 2028. Outro questionamento é a diferença para a Inglaterra, onde o cancelamento dos contratos foi anunciado 3 ANOS ANTES de entrar em vigor. Há divergências entre a própria equipe de Lula. Alguns defendem a proibição, enquanto outros são contra, argumentando que clubes atrasarão salários de atletas e funcionários e argumentarão que a culpa é do Governo Lula. 🗞️ @UOL | @PVC 📸 Reprodução/SBT News #MPdasBets #ClubesDeFutebol #Jurídico
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro
🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica
Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro
Uma coisa que ninguém tá falando: acabar com o mercado regulado de apostas vai deixar o futebol brasileiro mais vulnerável à manipulação. As casas autorizadas fazem parte do sistema de fiscalização. Operadores regulados tem obrigação de comunicar movimentações suspeitas. Se aparece uma quantidade completamente fora da curva de apostas em um jogador levar cartão, por exemplo, aquilo acende um alerta e gera uma denúncia. Foi assim que casos recentes começaram a aparecer e foram investigados. Apostas no futebol brasileiro vão continuar existindo em sites clandestinos e fora do Brasil. Não dá pra vender a ideia de que manipulação surgiu porque o Brasil regulamentou as bets. Em 2005 teve o maior escândalo do futebol brasileiro: a Máfia do Apito, numa época em que não existia mercado de apostas esportivas regulamentado no Brasil. Árbitros manipulavam partidas para beneficiar apostadores que jogavam em sites de apostas ilegais. O escândalo terminou com 11 partidas do Brasileirão anuladas. Ou seja: proibir o mercado legal não acaba com a demanda por apostas e ainda aumenta e facilita a possibilidade de manipulação. Vai acabar justamente com uma das ferramentas que hoje ajudam a ENCONTRAR e coibir a manipulação. O sujeito que quiser comprar jogador ou árbitro não vai desistir porque a bet regulamentada fechou. #ApostasEsportivas #FutebolBrasileiro #Regulamentação
Na iminência de perder a reeleição, Lula vai pro tudo ou nada e parte pra cima das bets com uma medida de enorme adesão popular em plena reta final da campanha. Difícil não enxergar o caráter eleitoreiro disso. Vai ter reação pesada do setor, da mídia e dos clubes de futebol, que hoje recebem bilhões desse mercado. E lembrando: foi o MESMO Governo Federal que regulamentou as apostas, cobrou milhões em outorgas e concedeu autorizações que abrangem apostas esportivas e cassinos online por cinco anos. Agora quer proibir a atividade que ele próprio autorizou. Brasil sempre proporcionando uma segurança jurídica incrível. 🥰 #Lula #Eleições2023 #Apostas
A Globo vai jogar com o regulamento debaixo do braço e chamar só os candidatos que é obrigada por lei. Renan Santos 3º em algumas pesquisas, mas ainda sem representação parlamentar mínima será usado como CORINGA. Se Lula ou Flavio pensarem em arregar vão chamar o Renan e soltar o palanque na mão dele. De qualquer forma vamos lutar pra reverter e o Renan estar lá DE QUALQUER JEITO! #Eleições2024 #Política #RenanSantos