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#Sessões
Renato Souza 3d

Renato Souza wrote that, alongside Davi Alcolumbre, Senator Cleitinho, elected governor of Minas Gerais, stated that he had asked the Senate president to schedule the end of the 6x1 shift for consideration by the plenary. According to Souza, the PEC would be voted on the following week and was on the agendas for the sessions on Tuesday, Wednesday, and Thursday. #Política #MinasGerais #Senado (translated)

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Observador 4d

The trial of the former mayors of Montalegre, Orlando Alves and David Teixeira, has resumed and has sessions scheduled until March 19, 2027, involving 59 defendants and various charges, including corruption and fraud in public tenders. #Justiça #Corrupção #Montalegre (translated)

observador.pt
Montalegre. Julgamento de ex-autarcas tem sessões até março
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Greve CLT 5d

StagePop stated that Erika Hilton accused Flávio Bolsonaro and allies of orchestrating absences from Senate sessions to prevent a sufficient quorum for the processing of the proposal that aims to end the 6x1 shift. According to the congresswoman, the strategy would keep workers subjected to this workload and jeopardize rights, health, and education. She urged society to mobilize in defense of the proposal. #FimDaEscala6x1 #DireitosTrabalhistas #SaúdeEDireitos (translated)

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The Weeknd Brasil 7d

The account The Weeknd Brasil stated that the bill proposing to end the 6x1 work schedule would begin to be discussed in the Senate plenary this Tuesday (6). According to the publication, the text proposed a maximum workweek of 40 hours, distributed over five working days and two days off, without salary reduction. The account also reported that, before the first round, the government leader, Randolfe Rodrigues, attributed the blockage of the voting advancement to the opposition, led by Flávio Bolsonaro and Rogério Marinho. After the first round of the elections, it added, the proposal would return to the agenda and would still go through discussion sessions before the vote. The publication recommended following the proceedings and the position of each senator. #Escala6x1 #Senado #PEC (translated)

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POPTime 1w

POPTime released partial numbers from an electoral tally for 2027, according to which Flávio Bolsonaro had 49.93% and Lula, 41.51%, with 3.38% of the sessions totaled. https://t.co/gdOSe61LTK #Eleições2027 #FlávioBolsonaro #Lula (translated)

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Gustavo Mioto 🍷 2w

Unmistakable Tour on the big screen! Are you ready? On October 30 and November 1, the special screenings will have lyrics on the screen, in a sing-along format. Tickets coming soon! https://t.co/q75BYjwXOv #InconfundívelTour #Cinema #SingAlong (translated)

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João Guilherme 2w

🚨 SUCESSO! Algumas sessões de 'Avengers: Doomsday' já estão esgotadas. Irmão imagina quando abrir a pré-venda pra sessões sem Infinity Vision. https://t.co/JWzz1FnHWM #Avengers #Cinema #Filmes

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Taverna Marvel 2w

DEMANDA!! 🚨Diversas sessões de 'AVENGERS: DOOMSDAY' já estão esgotadas em 30 minutos de pré-venda. https://t.co/LFvAioPYqL #Avengers #Cinema #Ingressos

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Marvel News 2w

🚨 CORRE! A pré-venda de AVENGERS: DOOMSDAY para salas Infinity Vision COMEÇOU, com a volta das sessões às 00h! Verifique o site ou app da Ingresso (ou do cinema de sua preferência). https://t.co/11NbBhQ9CO #Avengers #Doomsday #PréVenda

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Santos FC 2w

UMA MANHÃ MARCANTE! 🤍🖤 A pequena Áurea Munhoz, de 8 anos, teve uma manhã inesquecível no CT Rei Pelé. Ela foi convidada pelo Presidente Marcelo Teixeira para conhecer os jogadores, tirar foto e pegar autógrafos. A torcedora do Peixão foi diagnosticada, em 2025, com um raro tipo de câncer. Durante o tratamento, ela passou por sessões de quimioterapia e seis cirurgias. Quando perguntaram qual era o seu maior sonho, ela respondeu que era conhecer Neymar. O tão aguardado encontro finalmente aconteceu! Neymar presenteou Áurea com produtos do Santos e uma camisa personalizada especial, mas não foi só a torcedora que saiu com lembranças. O nosso camisa 10 recebeu, de Áurea, um presente, e até a pequena Mavie foi lembrada. Esperamos que você tenha gostado deste dia tão especial, Áurea! Obrigado pelo carinho e torcida! #MuitoAlémDoFutebol #Futebol #Inspiração #Esperança

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Rodrigo Constantino 3w

O vídeo da BBC News Brasil, apresentado pela repórter Stephanie Rodrigues, reconstrói como o Supremo Tribunal Federal saiu de um órgão relativamente discreto — em que muita gente nem sabia o nome dos 11 ministros — para o centro das disputas políticas do país. A reportagem deixa claro que a crise atual, marcada por decisões individuais que se anulam, guerra de liminares e, pela primeira vez, o plenário avaliando investigar um dos próprios ministros, não nasceu só do caso do Banco Master. Ela é o resultado de um processo longo. A Constituição de 1988 ampliou muito o papel do STF como “guardião da Constituição”. Ela criou mais direitos, mais tipos de ação e mais legitimados para provocar a Corte, inclusive partidos. Na falta de lei do Congresso, o tribunal passou a poder atuar — quase legislar, como o próprio Fernando Henrique Cardoso reconheceu anos depois. Nos anos 2000, com novas composições e uma leitura mais ofensiva da Carta (o chamado neoconstitucionalismo), o Supremo deixou de ser sobretudo colegiado e passou a dar mais espaço a decisões individuais dos relatores. Casos como a regulamentação da greve de servidores, a união homoafetiva e a judicialização da saúde ilustram essa mudança. O Mensalão e, sobretudo, a Lava Jato aceleraram a transformação: o STF passou a julgar processos criminais complexos e de enorme repercussão política, não só questões constitucionais. A TV Justiça, criada em 2002, deu visibilidade às sessões e transformou ministros em atores públicos. O resultado, segundo a reportagem e os juristas ouvidos, é um tribunal com enorme poder — 75% dos brasileiros já achavam, antes da crise atual, que os ministros têm poder demais — mas com legitimidade cada vez mais questionada, porque as decisões individuais e a atuação política superaram o desenho institucional original. https://t.co/u3B7XTpdzb #STF #Justiça #PolíticaBrasileira

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Folha de S.Paulo 3w

Flávio Bolsonaro usa Comissão de Segurança como vitrine eleitoral, mas faltou a 72% das sessões https://t.co/5t2JUVPfas #FlávioBolsonaro #SegurançaPública #PolíticaBrasileira

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Augusto Nunes 4w

Desde que Flavio Dino virou ministro, as sessões do STF têm de ser interrompidas a cada duas horas. Passado esse tempo, começa mais um dos devastadores assaltos à geladeira empreendidos por Gordola nos intervalos que separam as três refeições de praxe. Tudo por conta dos pagadores de impostos, claro #STF #FlavioDino #Impostos

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LUDMILLA 4w

FRAGMENTOS A EXPERIÊNCIA, AO VIVO ❤️‍🔥 O último ato de Fragmentos está chegando 06.10 sessões exclusivas nos cinemas 🎬 07.10 disponível em todas as plataformas digitais 🎧 https://t.co/sptf4Lm9rE #Fragmentos #Cinema #Música

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F
Fabio Wajngarten 4w

Desde 2016, ouvimos frequentemente os termos "união nacional" e "pacto pelo Brasil". A ideia de conciliação, pacificação e união institucional tornou-se o principal pilar dos discursos públicos e políticos — direcionados principalmente contra a Direita, como se ela fosse o único obstáculo para essa almejada fotografia do Brasil. Durante a corrida eleitoral de 2022, insistiu-se diversas vezes para que o vencedor convocasse um "pacto nacional" unindo a oposição, os governadores e os Três Poderes já nos primeiros dias de mandato. Mais recentemente, o termo voltou a ganhar força total nas falas do ex-presidente Temer, que passou a defender ativamente uma proposta de pacto envolvendo o STF, o Congresso e o Executivo para tratar de pautas delicadas de pacificação, como a revisão e a modulação das penas dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ontem, porém, testemunhamos de forma estarrecedora que o Brasil está por completo no caminho errado. Um presidente justo, honesto e incapaz de tolerar a corrupção está preso — impedido de conversar com filhos, familiares, amigos e aliados, e ainda carregando as sequelas de uma facada sem respostas. Ele é, definitivamente, a vítima e o protagonista desse Brasil atual. As eleições, a poucos dias de acontecerem, deixaram de ser a pauta principal e se tornaram secundárias diante de tamanha desfaçatez e do descrédito das instituições brasileiras. Neste momento, não temos Presidente, não temos Ministro da Justiça e não temos Forças Armadas. Não temos ninguém para recolocar o Brasil nos trilhos e reconstruir a tão desejada paz institucional. Cleriston ("Clezão") e Débora jamais devem ser esquecidos, assim como os empresários que acordaram com metralhadoras em suas casas. Ritos ao "gosto do freguês da vez" tomaram conta das sessões dos tribunais, e a Carta Magna foi simplesmente rasgada. O Bolsonarismo NUNCA foi uma ameaça a nada, e o dia de ontem foi a prova cabal disso. É hora de UNIÃO: união pelo Presidente, pelo Clezão, pela Débora e por todos. Precisamos de cada um, sem exceção. Falta muito pouco. #UniãoNacional #PactoPeloBrasil #PazInstitucional

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Deltan Dallagnol 4w

🚨 É AMANHÃ! LIVE DO FIM DO MUNDO: MORAES VAI CAIR? A partir das 9h, estarei ao vivo no meu canal do YouTube, ao lado de @marsiglia_andre, acompanhando cada voto e cada manobra do julgamento que pode decidir o futuro de Alexandre de Moraes no STF. Amanhã saberemos se Moraes será investigado como qualquer brasileiro ou se a toga continuará sendo usada como escudo para proteger os ministros. Será uma das sessões mais decisivas da história do Supremo. E você precisa acompanhar tudo ao vivo. 📲 Clique agora no link da bio e entre no meu grupo exclusivo FORA MORAES para receber o acesso à live e acompanhar todos os desdobramentos. #ForaMoraes #STF #Live

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Kriska Carvalho 4w

E lá se foram 12 sessões de quimioterapia. Três meses de duas quimioterapias semanais. E eu não sei como cheguei até aqui. Eu sei que ainda faltam dois meses, são quatro sessões da vermelha. Sei que não vai ser fácil, mas eu venci o pior. Venci o período mais difícil da minha vida inteira. Eu nem sei como consegui chegar até aqui, porque não tem sido fácil. Quimioterapia é algo que destrói muita coisa em você. Eu sei que é um tratamento, mas cheguei a um ponto em que já não me reconheço, me sinto sem forças, com acúmulo de reações. Desenvolvi uma espécie de alergia na mão, uma coceira que parece uma tortura, que me deixa totalmente cansada, me abala, e eu vivo entupida de antialérgico. Mas, finalmente, essa fase, que eu acredito que seja a pior, passou. Agora eu vou caminhar para o final, para o segundo ciclo. Faltam menos de dois meses e eu tenho certeza de que vou conseguir passar por isso. Quero agradecer a todos e me desculpar por não vir aqui fazer meus desabafos, conversar e falar sobre o tratamento. Foi tão pesado nesses últimos tempos que eu não tinha coragem. Eu não queria que vocês ficassem preocupados, nem que as pessoas que ainda vão passar por isso ou que já estão passando se sentissem desanimadas. É possível, mas é muito difícil. A quimioterapia tira muita coisa da gente para que a gente possa vencer o câncer. E, mais uma vez, eu digo: não existe propósito na dor. Ninguém merece passar por isso. Não existe razão, nada que justifique um sofrimento desse tamanho. É muito difícil não sentir o paladar, não sentir o cheiro, não ter nenhum tipo de prazer na vida, não se reconhecer, se sentir extremamente cansada, ficar cada vez mais reclusa e ter que simplesmente deixar tudo de lado. É muito pesado. Mas eu cheguei até aqui. Eu agradeço imensamente à minha família, aos meus amigos, a todos os que permaneceram comigo, com paciência, no pior período da minha vida até hoje. Desejo força para todas as pessoas que estão passando por isso. Eu vou voltar a ter sol na minha vida. Vou voltar a sentir o calor do sol, o sabor das coisas. Vou voltar a viver. #quimioterapia #câncer #força

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Rodrigo Constantino 4w

O que se vê hoje no Supremo Tribunal Federal não é um “desentendimento institucional”, como repetem os comentaristas de plantão, mas a exposição pública daquilo que há anos se operava nos bastidores: um órgão que deixou de ser tribunal para se tornar comitê revolucionário permanente. A crise detonada pelas mensagens do banqueiro Vorcaro, pelos relatórios da Polícia Federal e pelas liminares contraditórias de Dino e Moraes não revela um acidente de percurso; revela o caráter mesmo da Corte. Quando ministros passam a investigar uns aos outros, a cassar decisões uns dos outros e a disputar o comando da polícia como se fosse um ministério de gabinete, o que resta da ideia clássica de jurisdição? Resta apenas o poder nua e crua, aquele que os antigos chamavam de potentia sem auctoritas. Alexandre de Moraes, durante sete anos, usou o inquérito das fake news como instrumento de governo extra-constitucional. Abriu, fechou, prendeu, desprendeu, censurou e intimidou segundo o critério de conveniência política do momento. Agora que o mesmo mecanismo se volta contra ele — ou ao menos ameaça fazê-lo —, a Corte se estremece. Fachin, no papel de bombeiro tardio, tira-lhe a relatoria, suspende liminares cruzadas e convoca o plenário para o dia 15 como quem tenta tapar o sol com a peneira. Não se trata de restauração da legalidade; trata-se de contenção de danos. O monstro que alimentaram durante anos começou a morder a própria mão. O espetáculo seria cômico se não fosse trágico para o país. De um lado, o ministro nomeado por Bolsonaro tenta, ainda que tardiamente e de forma limitada, mostrar que existem vínculos entre um dos mais poderosos juízes da República e um esquema de fraudes financeiras. Do outro, o bloco que há muito se considera dono do Estado reage como se a mera divulgação de documentos fosse um atentado à “democracia”. Essa inversão de linguagem é o sinal mais claro da revolução cultural que Olavo denunciava: o direito deixou de ser medida objetiva para se tornar arma de facção. Quem controla a narrativa controla o inquérito; quem controla o inquérito controla o adversário. Enquanto isso, o cidadão comum assiste à cena com a mesma perplexidade dos animais que, no final de A Revolução dos Bichos, já não distinguiam o homem do porco. Sessões canceladas, pronunciamentos desmarcados, prazos dados e retirados, confiança pública em queda livre. A Suprema Corte, que deveria ser o último reduto da estabilidade jurídica, tornou-se o palco principal da instabilidade política em ano eleitoral. Não é coincidência. Instituições capturadas não suportam o exame da realidade; elas só sobrevivem no escuro dos procedimentos sigilosos e das decisões monocráticas. O Brasil não enfrenta apenas uma crise de corte. Enfrenta a consequência lógica de ter permitido que um grupo de homens, sem mandato popular e sem freio efetivo, se arrogasse o papel de tutor permanente da nação. Enquanto o povo discute candidatos e plataformas, o verdadeiro poder continua sendo exercido por quem não se apresenta às urnas. A sessão do dia 15 poderá produzir algum recuo tático. Não produzirá a reforma moral e intelectual de que o país precisaria. Essa reforma começa quando se deixa de tratar o STF como oráculo intocável e se passa a enxergá-lo pelo que ele se tornou: um dos principais instrumentos da revolução permanente que há décadas corrói as bases da civilização brasileira. #STF #Justiça #Política

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Cláudio Humberto Sep 10

Tempos muito estranhos Coisas muito estranhas têm acontecido no STF. É a primeira vez na História, segundo disse à coluna um veterano servidor do tribunal, em que o presidente cancelou dois dias de sessões deliberativas. #STF #Política #Brasil

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Augusto de Arruda Botelho Sep 9

Sem analisar o acerto ou erro de um ou outro, o STF é a corte mais alta da Justiça. Temas que impactam milhares de pessoas são ali decididos diretamente. Cancelar sessões de julgamento, por mais grave que seja a crise, prejudica cidadãos que não tem nada a ver com isso. #STF #Justiça #Cidadania

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