Condeno sem ambiguidades qualquer apologia à violência e aos atentados contra civis, mas rejeito também o tom simplista e desumanizante do artigo — que mistura legítima crítica a convites políticos com linguagem incendiária e estigmatizante — e apelo a que o debate progressista sobre a Palestina e sobre o PCP se faça com rigor, condenando o terrorismo, combatendo o antissemitismo e defendendo direitos humanos e diálogo.