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#Arrecadação
Taylor Swift Brasil 20h

Taylor Swift Brasil reported that a representative of the group asked Vice President Geraldo Alckmin about tax justice and income distribution. To address the economy, she mentioned the revenue from The Eras Tour and stated that Taylor Swift distributed bonuses of thousands and thousands of dollars to the production team, asking how a similar initiative could be applied in the Lula government. The group described the moment as historic. #JustiçaTributária #DistribuiçãoDeRenda #Economia (translated)

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dono da c🅾️🅾️perativa ™ 1d

The author noted that Pedro Passos Coelho would give an interview to Maria João Avillez on SIC Notícias, between 9 PM and 10 PM, and argued that his governance should be reassessed in light of the financial conditions he encountered. According to the author, Portugal had already requested external assistance when Passos Coelho arrived at the Government in 2011, and the adjustment program of 78 billion euros had been negotiated before he took office. He maintained that during the legislature, exports rose from about one-third of GDP to nearly 40% in 2015, including tourism, and that the tourism sector gained strategic momentum. Regarding privatizations, he acknowledged that some operations were questionable and warranted scrutiny but argued that they allowed the collection of billions of euros, the amortization of public debt, and reduce financing needs and interest burdens. He also considered that cuts in the public sector were painful but questioned what the alternatives would have been when the State could no longer finance itself normally. The author further highlighted that Portugal completed the financial assistance program in 2014 and returned to market financing without a precautionary program, recovering, in his view, decision-making leeway. He stated that Passos Coelho was the most relevant politician of the century in Portugal for having made unpopular decisions and contributed to an economic change whose effects surpassed his Government. #Portugal #Política #Economia (translated)

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Jornal Expresso 4d

The government has revised down its forecast for IMT revenue in 2027, marking the first decline in four years. #JavaScript #AdBlocker #WebDevelopment (translated)

expresso.pt
Habitação: Governo prevê arrecadar menos IMT em 2027, com a primeira quebra em quatro anos
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Antonio Tabet 5d

Antonio Tabet stated that, in seven years, the person he referred to had presented two projects that were still in progress: one about lottery collection and another about electric vehicle batteries. He said he had saved the readers' time, but not the time or money of the taxpayers. #Economia #Política #Desperdício (translated)

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Intercept Brasil 2w

A few hours remain until we conclude our fundraising campaign. ⏰ While attention is divided, the far-right has already started its maneuvering to dominate the Senate in 2026, and few people realize the extent of the risk this poses to our democracy. We do not wait for the crisis to explode. In our series of reports "Senate in the Crosshairs," we dive into the backstage and uncover the hidden alliances to dominate the Senate. This is only possible because our investigative journalism is free and relies solely on the strength of readers like you. Join the community that will finance the next major investigation from Intercept Brasil: https://t.co/dfBlUuemtl https://t.co/dfBlUuemtl #Democracia #JornalismoInvestigativo #Senado (translated)

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Planeta do Futebol 🌎 2w

Fim das bets fará União perder cerca de R$ 800 milhões por mês e exigirá ajustes no Orçamento. Essa é a média mensal de arrecadação com as plataformas. De janeiro a agosto de 2026, foram R$ 6,3 bilhões. Desde o início do mercado regulado, em janeiro de 2025, a União arrecadou R$ 15,3 bilhões em impostos sobre o setor. Como o Orçamento de 2027 já contava com essa receita, o Governo terá de encontrar uma forma de compensar a perda. A regulamentação de 2023 criou uma cobrança de 12% sobre a receita bruta das bets, além de outros impostos. Uma lei aprovada em 2025 elevou essa taxa gradualmente, até 15% em 2028. Cada empresa autorizada também pagou R$ 30 milhões por uma licença de 5 anos. No 1º semestre de 2026, havia 84 bets licenciadas, responsáveis por 193 marcas. A receita bruta dessas empresas foi de R$ 20,28 bilhões, alta de 6,2% sobre os R$ 19,09 bilhões do mesmo período de 2025. Em todo o ano passado, foram R$ 40,69 bilhões. Do valor arrecadado no 1º semestre deste ano, R$ 2,49 bilhões tinham destinação obrigatória para políticas públicas: R$ 870,15 milhões para o Esporte, R$ 677,52 milhões para o Turismo, R$ 329,08 milhões para a Segurança Pública e R$ 493,84 milhões, somados, para a Seguridade Social e a Educação. 🗞️ @JornalOGlobo 📸 Reprodução/Palácio do Planalto #Apostas #Orçamento #Economia

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Observador 2w

A previsão de arrecadação de 750 milhões de euros com a taxa de carbono este ano é acompanhada de críticas da esquerda ao governo sobre a condução do próximo Orçamento do Estado, em um contexto de alta nos preços dos combustíveis e descontentamento com políticas que afetam o custo de vida. #ImpostoCarbono #Orçamento2027 #TransiçãoEnergética

observador.pt
As notícias das 10h
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Planeta do Futebol 🌎 2w

Mais de 15 mil vagas de emprego podem acabar com fim das bets; ministérios se preocupam com perda de receita. A proibição pode eliminar cerca de 15,5 mil empregos, principalmente no setor de informática. As empresas do setor já sinalizaram que devem recorrer ao STF caso a medida seja mantida. De janeiro a julho de 2026, o setor gerou R$ 8,75 bilhões em arrecadação, além de R$ 2,5 bilhões em outorgas pagos em 2025 para operar no Brasil por 5 anos (até 2029). Há PREOCUPAÇÃO nos Ministérios da Fazenda, da Justiça e da Saúde com a perda da receita. A legislação das bets prevê repasses para assistência social e projetos da Justiça e da Saúde. Com uma eventual proibição, o Governo teria de buscar recursos para manter esses programas. 🗞️ @CNNBrasil 📸 Reprodução #Emprego #Economia #Legislação

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Roberto Reis 2w

A decisão de Lula de acabar com as bets a nove dias da eleição abre um flanco enorme para a equipe marketing de @FlavioBolsonaro Eu faria um programa de TV muito simples: Uma família endividada. Propagandas de bets. A cronologia da regulamentação. Empresas autorizadas. Arrecadação. Corta para: “9 DIAS PARA A ELEIÇÃO.” E Lula anuncia o fim das bets. Sem ataque. Só uma pergunta: “Se fazia tão mal às famílias, por que só agora?” Em política, a cronologia pode ser mais devastadora que qualquer medida. #Eleições2023 #Lula #MarketingPolítico

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Planeta do Futebol 🌎 2w

⚠️ AGORA! Nota oficial do Fluminense: "O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm 6 meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa." 📸 FFC #Fluminense #Apostas #Esporte

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Fluminense F.C. 2w

O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm seis meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa. #Apostas #Regulamentação #Esporte

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Guia das Apostas 2w

PROIBIR NÃO É PROTEGER A Guia assina, ao lado das operadoras licenciadas do Brasil, o manifesto da ANJL e do IBJR. A proibição não acaba com as apostas no Brasil, mas com a proteção de quem aposta. Segundo o Ministério da Fazenda, 31 milhões de pessoas estão ativas nas plataformas de apostas legalizadas, cerca de 20% do eleitorado nacional, que, em sua imensa maioria, aposta de forma recreativa e responsável. Essas apostas não deixarão de ser feitas com uma medida provisória; apenas mudarão de endereço para ambientes sem controle, que aceitam menores de idade e cartões de crédito. No mercado autorizado, as plataformas verificam idade e CPF, adotam políticas de saúde mental e autoexclusão e recolhem impostos para políticas públicas. Compartilhamos a preocupação com o endividamento das famílias e com o jogo problemático, e quem tem as melhores condições de enfrentar esse problema é justamente um mercado altamente regulado. O mercado legal hoje impede que 3 milhões de beneficiários de programas sociais apostem e já atendeu 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão. Nenhum site ilegal faz isso. O mercado ilegal brasileiro tem um agravante: é explorado pelo crime organizado para aplicar golpes digitais contra a população mais vulnerável. O governo já bloqueou mais de 66 mil domínios ilegais. Mesmo assim, em uma só semana de setembro, 6.409 seguiam no ar, e 14 novos são criados por dia. O mercado clandestino já responde por 41% do volume apostado no país. Com a proibição, esse número saltará para 100%. Se a proibição atingir todo o mercado regulado, a consultoria LCA estima que até R$ 73 bilhões em arrecadação estariam em risco entre 2027 e 2030, caso 100% da demanda migre para operadores ilegais. Se o objetivo é proteger o cidadão, o caminho é mais fiscalização, não menos. Estamos prontos para discutir limites de depósito e de tempo, regras mais rígidas de publicidade, cuidado em saúde mental e mais rigor no combate aos sites ilegais. Nada disso pode ser exigido de quem opera na clandestinidade. Proibir não protege o apostador. Apenas o empurra para ambientes sem fiscalização. ANJL e IBJR #ProibirNaoEProteger #ApostasLegais #JogoResponsável #SegurançaFinanceira

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Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

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Raisa Simplicio 2w

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Magalzão Show 3w

Então não se criminaliza nada no país e pronto! Não se criminaliza estelionato, golpe… Não compra teu celular em loja! Compra ele roubado, pq continua acontecendo tudo isso mesmo sendo proibido. Legalizaram as bets pra que? Pra acabar com o jogo proibido! Mas continua tendo jogo do bicho, casino clandestino… A única coisa que mudou com legalização das bets é que 15% do país agora aposta legalmente. “Legal” e “ilegal” não são a mesma coisa! O “ilegal” se esconde, o “legal” vira cultura, que nem tu vê agora um monte de molecada sendo influenciada pelas milhões de lives de casino. A criança / adolescente quer crescer e virar streamer de casino e não bicheiro. Proibir não é ZERAR! É controlar! Desde que foi feito o controle na propaganda abusiva do cigarro, por exemplo, no Brasil reduziu DRASTICAMENTE o consumo de cigarro. E foi proibido APENAS a forma que a propaganda era feita, e o consumo em vários lugares. Esse argumento não defende bet, defende que a gente desista de qualquer lei que não for perfeita. Liberdade individual é apostar com teu dinheiro. O que tem no Brasil não é isso! É gente usando dinheiro que não tem, dinheiro do Bolsa Família, 20 propagandas prometendo mudar de vida nos Stories e na televisão. Isso não é liberdade, é arrecadação com vítima. #Liberdade #Legalização #JogosResponsáveis

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Somos São Paulinos 3w

🚨 Para celebrar o título da Série D, o Uberlândia negocia um amistoso com o São Paulo no Parque do Sabiá. O plano é que o duelo seja disputado durante a Data FIFA — uma possível data é o dia 26 de setembro. Os custos para realização do amistoso seriam arcados pelo Uberlândia e uma cota da arrecadação seria destinada ao Tricolor. 🗞 ge 📸 Reprodução #Futebol #Amistoso #Uberlandia

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✨ B-ARMY360 🇧🇷 4w

💜 | INFORMATIVO - Projeto de Luzes Enquanto seguimos trabalhando internamente em relação aos hand banners, pedimos calma e compreensão. Estamos alinhando tudo para trazer a vocês uma atualização completa assim que possível sobre nossos próximos passos. Enquanto isso, seguem alguns registros da produção realizada pelas voluntárias e voluntários envolvidos no Projeto de Luzes. A produção e preparação dos materiais seguem acontecendo diariamente. Além disso, o B-ARMY360 está auxiliando na compra e no envio de materiais para os voluntários, utilizando recursos da arrecadação da última rifa, que ainda está em andamento. Abaixo, compartilhamos alguns registros desse processo. 🧵 B-ARMY... vai dar tudo certo. Brasileiro é cabeça dura e não desiste fácil. 🙏 #BARMY360 #OurSevenLights #ProjetoDeLuzes #Voluntariado #Solidariedade

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✨ B-ARMY360 🇧🇷 4w

🚨 COMUNICADO | HAND BANNERS Pessoal, precisamos atualizar vocês sobre a situação dos nossos hand banners para os shows do BTS no Brasil. A BARMY360 vem trabalhando há meses na organização do projeto e, durante todo esse processo, recebemos orientações iniciais positivas em relação aos banners. Inclusive, tivemos confirmação de que o material estava dentro do tamanho permitido pelo estádio. Foi com base nessas orientações que seguimos com o planejamento, a arrecadação e, posteriormente, a produção dos 270 mil hand banners destinados aos três shows, que estão prontos e 100% pagos. Também entramos em contato diretamente com o MorumBIS, que nos desejou sucesso com o projeto e nos encaminhou o contato da gerente de projetos da Live Nation para que pudéssemos avançar mais rápido com a formalização. Por isso, nós e algumas fanbases, recebemos com surpresa uma comunicação da Live Nation informando que não seria mais permitida a realização de NENHUM Fan Project nos shows do BTS, especificamente no Brasil, neste ano. Essa orientação veio após todo o planejamento já estar em andamento e depois de termos recebido orientações anteriores diferentes. Diante disso, simplesmente não aceitamos a primeira devolutiva. Enviamos DUAS réplicas por email, com vários representantes da Live Nation em cópia, apresentando novamente o projeto, sua logística, todo o contexto da produção e buscando uma nova possibilidade de negociação para que os hand banners pudessem acontecer. Até o momento, ainda não recebemos retorno dessas duas tentativas de contato. Existem várias fanbases e fãs trabalhando há meses, arrecadando dinheiro, produzindo materiais, organizando voluntários e preparando projetos para proporcionar momentos especiais ao BTS e aos ARMYS. Por isso, é natural que existam muitas dúvidas sobre o que acontecerá agora com todos esses materiais, projetos e investimentos que já foram realizados. Enquanto aguardamos essa resposta, seguimos trabalhando internamente para entender os caminhos que ainda podem ser buscados para que os banners produzidos tenham a possibilidade de chegar aos shows. Também entendemos que, nas últimas semanas, houve um grande volume de sugestões, solicitações e projetos enviados à organização. É possível que isso tenha contribuído para uma reavaliação mais rígida e repentina da situação, mas não cabe a nós afirmar o motivo dessa decisão. O que podemos afirmar é que fomos surpreendidas pela mudança de cenário. E é exatamente isso que queremos fazer agora: buscar diálogo. Questionamos o porquê os shows do Brasil estão sendo tratados de forma DIFERENTES dos shows do exterior. Não queremos conflito. Não queremos ataques à Live Nation, ao MorumBIS, às equipes envolvidas ou a qualquer pessoa. Queremos apenas entender o que mudou, porque mudou e buscar uma solução para projetos que foram planejados durante meses (que já existem há anos), tanto os OT7 quanto para todos os membros, com muito trabalho, dedicação e investimento de fãs. Caso a resposta permaneça negativa, vamos recorrer a outros meios e alternativas que possam existir para garantir a entrada e a distribuição dos banners. Não temos, neste momento, uma definição concreta de como isso será feito (mas já está em andamento) e, justamente por isso, não queremos antecipar informações. Agora fica o questionamento: o que acontecerá com os itens distribuídos por fãs? O que acontecerá com projetos que possuem SIM itens permitidos dentro do evento? Como serão tratados materiais que não apresentam qualquer risco e que já foram planejados e produzidos, até mesmo pelas fãs? POR QUE O BRASIL ESTÁ SENDO TRATADO DE FORMA DIFERENTE?! O que podemos garantir é que não vamos simplesmente deixar todo esse trabalho de meses de lado. São 270 mil hand banners produzidos para os três shows, resultado de planejamento, arrecadação, produção e investimento do fandom, realizados a partir das orientações que recebemos durante o desenvolvimento do projeto. É APENAS PAPEL. Não machuca, não possui mastro ou parte rígida. Assim que tivermos um retorno (ou não) ou uma definição concreta sobre os próximos passos, vamos compartilhar tudo com vocês. Por enquanto, pedimos que aguardem nossas orientações e evitem qualquer tipo de confronto, ataque ou tentativa individual de contornar as regras do evento. Porque no fim, é muito simples: nós só queremos fazer pelo BTS aquilo que ARMYS fazem há anos… preparar uma recepção especial, celebrar juntos e criar memórias inesquecíveis. Seguimos trabalhando. Pelo BTS e pelo ARMY. #BARMY360 #BTS #ARMY #FanProject

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Engfa Waraha Brasil Official Fan 🇧🇷 4w

🚛🍔 FOOD TRUCK PARA ENGFA! O encerramento de Murder In The Kitchen dia 23/08 está chegando e queremos preparar um Food Truck especial para a nossa P’Fah! 🥹🤍 🇧🇷 Meta Engfa Brasil: R$ 900,00 Toda contribuição é recebida com muito carinho. Vamos juntos tornar esse momento ainda mais especial para Engfa! 🫂✨ 📌 Pix: [email protected] Arrecadação até dia 21 de Setembro. ENGFA THE BELOVED STAR17 #EngfaWaraha #อิงฟ้ามหาชน @EWaraha #FoodTruck #EngfaWaraha #MurderInTheKitchen

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