WRLD

Search

#Balcãs
Observador Aug 29

O artigo analisa o impacto da diplomacia europeia sobre a diplomacia portuguesa, discutindo temas como o apoio à Ucrânia, a importância estratégica da Albânia e as implicações do pacto de migração na crise migratória em Ceuta. #DiplomaciaEuropeia #BalcãsOcidentais #Migração

observador.pt
A diplomacia europeia choca com a diplomacia portuguesa?
15821
Observador Aug 15

Vários países europeus, incluindo França, Bélgica e Sérvia, enfrentam incêndios florestais de grandes dimensões que já consumiram milhares de hectares, resultando na evacuação de comunidades e em esforços intensivos de combate ao fogo por parte das autoridades locais. #Incêndios #França #Balcãs

observador.pt
Fogos atingem França, Bélgica e Balcãs
11302
Observador Aug 6

Volodymyr Zelensky se prepara para a sua primeira visita à Sérvia, um país tradicionalmente aliado da Rússia, em uma tentativa de afastar a nação dos Balcãs da influência russa, o que ele considera uma bofetada a Moscovo. #GuerraNaUcrânia #Sérvia #Zelensky

observador.pt
"Bofetada a Moscovo." Zelensky visita país amigo da Rússia
16522
Kiritkumar Gentilal Aug 6

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

118
Observador Jun 15

Montenegro avançou nas negociações para adesão à União Europeia ao fechar dois novos capítulos, totalizando 16 de 33, e poderá tornar-se o 28.º Estado-membro da UE até 2028, caso continue a progredir nas reformas exigidas. #Montenegro #AdesãoUE #BalcãsOcidentais

observador.pt
Montenegro fecha dois capítulos e aproxima-se da adesão à UE
16683
Luís Montenegro Jun 5

E isso foi um grande avanço face àquilo que tinha sido a última cimeira que decorreu em Bruxelas entre a UE e os Balcãs Ocidentais.

Cimeira UE. Portugal apoia integração gradual dos Balcãs
observador.pt
16109
Observador Jun 5

Na Cimeira da UE em Tivat, Montenegro, o Primeiro-Ministro português Luís Montenegro reiterou o apoio de Portugal para a integração gradual dos Balcãs Ocidentais na União Europeia e o estatuto de membro associado para a Ucrânia, enfatizando a necessidade de mecanismos que acelerem esses processos e fortaleçam a presença da Europa no cenário global. #UniãoEuropeia #BalcãsOcidentais #Integração

observador.pt
Cimeira UE. Portugal apoia integração gradual dos Balcãs
16109
Observador Jun 4

A União Europeia aprovou a abertura de negociações com países dos Balcãs Ocidentais para garantir a isenção de taxas de roaming para cidadãos europeus, permitindo-lhes utilizar serviços telefónicos sem custos adicionais na região, desde que os países adotem as normas comunitárias pertinentes. #Roaming #Balcãs #UniãoEuropeia

observador.pt
UE aprova isenção de roaming nos Balcãs
16112
Notícias ao Minuto May 11

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reunirão hoje em Bruxelas para discutir a situação no Médio Oriente, a guerra na Ucrânia e a relação com os países dos Balcãs Ocidentais, com expectativa de progressos nas sanções contra Israel e na análise das garantias de segurança a Kiev, enquanto Portugal é representado pelo ministro Paulo Rangel. #MédioOriente #GuerraNaUcrânia #BalcãsOcidentais

www.noticiasaominuto.com
MNE da UE discutem hoje sanções a Israel por colonatos na Cisjordânia
10174