A 28-year-old woman, a laboratory technician in Siberia, died of pneumonic plague after an accident with a test tube, prompting Russian authorities to place 200 people in medical isolation and to instigate containment measures. #Sibéria #Peste #SaúdePública (translated)
The Globo + Flávio Bolsonaro alliance to block Renan Santos from the debate only proves one thing: Bolsonaroism has become the biggest force against the creation of a true right in Brazil. Even traditional media are willing to play along. Flávio has revealed the essence of the movement and today they are, at most, harmless, when they are not partners in the power consortium. #Bolsonarismo #Direita #Brasil (translated)
🚨 URGENTE | Mais de 1000 posts estão sendo alvo de pedidos de remoção judicial e contenção após ação de Flávio Bolsonaro. Decisão atinge mais de 640 perfis, entre eles @jnascim @sobotelha @jairmearrependi e @lazarorosa25 Lista completa no fio #Justiça #LiberdadeDeExpressão #FlávioBolsonaro
Os três bombeiros feridos no incêndio em Arganil já tiveram alta, enquanto as operações de contenção continuam com quase 500 operacionais e sete meios aéreos, em um cenário de 600 hectares ardidos e risco de reacendimentos devido às altas temperaturas previstas. #Incêndios #VilaNovaDePoiares #ProteçãoCivil

Ministro Gilmar Mendes, é difícil levar a sério uma advertência sua contra a “politização da Justiça Eleitoral” poucos dias depois de o senhor transformar o plenário do STF em palco de acusações explicitamente político-eleitorais contra um colega. Foi o senhor quem chamou André Mendonça de “boneco de campanha” e “pixuleco eleitoral” e vinculou a atuação de um ministro do Supremo à candidatura de Flávio Bolsonaro. Isso aconteceu publicamente e foi registrado pela imprensa. Agora o senhor escreve que quem tenta engajar o Tribunal em “proselitismo partidário” deveria avaliar se reúne condições de permanecer nele. Então aplique primeiro a si próprio o padrão que acaba de estabelecer para os demais. A Resolução 305 do CNJ determina aos magistrados cautela nas redes sociais e veda manifestações que revelem atuação político-partidária, além de restringir opiniões sobre processos pendentes e juízos depreciativos sobre decisões judiciais fora dos espaços próprios. O senhor exige uma Justiça “imparcial e apartidária”, mas há poucos dias introduziu candidato, campanha presidencial e acusações de finalidade eleitoral numa disputa entre integrantes da Suprema Corte. E há outra questão; ministro de Suprema Corte não é comentarista político. A autoridade de um magistrado depende também da percepção pública de independência e imparcialidade. Quanto mais um juiz abandona a contenção institucional para participar pessoalmente das disputas políticas do momento, mais ele próprio contribui para destruir essa percepção. O senhor tem todo o direito de defender juridicamente suas posições. O que não é coerente é denunciar a politização do Judiciário enquanto utiliza o plenário e as redes sociais para fazer exatamente aquilo que afirma combater. Se o senhor realmente considera o “proselitismo partidário” incompatível com a magistratura, comece respondendo a uma pergunta muito simples: o mesmo critério vale para Gilmar Mendes? O senhor poderia responder? #Justiça #STF #Politização
Forte ventania atinge o Supremo durante o intervalo da sessão. Seguranças precisaram segurar as as faixas de contenção e a tenda montada para abrigar jornalistas desabou parcialmente. https://t.co/5AIMJstzc1 #Ventania #Supremo #Segurança
O que se vê hoje no Supremo Tribunal Federal não é um “desentendimento institucional”, como repetem os comentaristas de plantão, mas a exposição pública daquilo que há anos se operava nos bastidores: um órgão que deixou de ser tribunal para se tornar comitê revolucionário permanente. A crise detonada pelas mensagens do banqueiro Vorcaro, pelos relatórios da Polícia Federal e pelas liminares contraditórias de Dino e Moraes não revela um acidente de percurso; revela o caráter mesmo da Corte. Quando ministros passam a investigar uns aos outros, a cassar decisões uns dos outros e a disputar o comando da polícia como se fosse um ministério de gabinete, o que resta da ideia clássica de jurisdição? Resta apenas o poder nua e crua, aquele que os antigos chamavam de potentia sem auctoritas. Alexandre de Moraes, durante sete anos, usou o inquérito das fake news como instrumento de governo extra-constitucional. Abriu, fechou, prendeu, desprendeu, censurou e intimidou segundo o critério de conveniência política do momento. Agora que o mesmo mecanismo se volta contra ele — ou ao menos ameaça fazê-lo —, a Corte se estremece. Fachin, no papel de bombeiro tardio, tira-lhe a relatoria, suspende liminares cruzadas e convoca o plenário para o dia 15 como quem tenta tapar o sol com a peneira. Não se trata de restauração da legalidade; trata-se de contenção de danos. O monstro que alimentaram durante anos começou a morder a própria mão. O espetáculo seria cômico se não fosse trágico para o país. De um lado, o ministro nomeado por Bolsonaro tenta, ainda que tardiamente e de forma limitada, mostrar que existem vínculos entre um dos mais poderosos juízes da República e um esquema de fraudes financeiras. Do outro, o bloco que há muito se considera dono do Estado reage como se a mera divulgação de documentos fosse um atentado à “democracia”. Essa inversão de linguagem é o sinal mais claro da revolução cultural que Olavo denunciava: o direito deixou de ser medida objetiva para se tornar arma de facção. Quem controla a narrativa controla o inquérito; quem controla o inquérito controla o adversário. Enquanto isso, o cidadão comum assiste à cena com a mesma perplexidade dos animais que, no final de A Revolução dos Bichos, já não distinguiam o homem do porco. Sessões canceladas, pronunciamentos desmarcados, prazos dados e retirados, confiança pública em queda livre. A Suprema Corte, que deveria ser o último reduto da estabilidade jurídica, tornou-se o palco principal da instabilidade política em ano eleitoral. Não é coincidência. Instituições capturadas não suportam o exame da realidade; elas só sobrevivem no escuro dos procedimentos sigilosos e das decisões monocráticas. O Brasil não enfrenta apenas uma crise de corte. Enfrenta a consequência lógica de ter permitido que um grupo de homens, sem mandato popular e sem freio efetivo, se arrogasse o papel de tutor permanente da nação. Enquanto o povo discute candidatos e plataformas, o verdadeiro poder continua sendo exercido por quem não se apresenta às urnas. A sessão do dia 15 poderá produzir algum recuo tático. Não produzirá a reforma moral e intelectual de que o país precisaria. Essa reforma começa quando se deixa de tratar o STF como oráculo intocável e se passa a enxergá-lo pelo que ele se tornou: um dos principais instrumentos da revolução permanente que há décadas corrói as bases da civilização brasileira. #STF #Justiça #Política
Hoje, em Canoas, demos mais um passo para seguir reconstruindo o Rio Grande do Sul e proteger as cidades de novas enchentes. Assinamos novos termos para avançar em obras nas bacias dos rios Gravataí e dos Sinos, com reforço de diques e melhorias no sistema de bombeamento em Porto Alegre e Canoas. Desde as enchentes de 2024, o Governo Federal atua em várias frentes: moradia, apoio a empresas e produtores rurais, saúde, educação, assistência social e recuperação da infraestrutura. Os investimentos superam R$ 132 bilhões. Na Defesa Civil, foram aprovados 1,5 mil planos de trabalho em 274 municípios, com ações que alcançaram 730 pontes, 570 estradas e 118 obras de drenagem e contenção. Vamos seguir trabalhando junto com o governo do estado para fazer as obras avançarem e deixar o Rio Grande do Sul mais preparado para enfrentar eventos climáticos extremos. 📸 @ricardostuckert #RioGrandeDoSul #Enchentes #Infraestrutura
António Guterres reiterou, na cimeira da OCX, a necessidade de máxima contenção no Médio Oriente, um cessar-fogo imediato na Ucrânia e uma solução pacífica para o Irão, enfatizando a importância da reforma das Nações Unidas. #NaçõesUnidas #MédioOriente #CessarFogo
A Direção Executiva do SNS tem atrasado a aprovação dos Planos de Desenvolvimento Organizacionais dos hospitais, dificultando a contratação de enfermeiros e aumentando a preocupação entre gestores sobre uma possível estratégia de contenção de despesas que poderá comprometer a qualidade dos serviços prestados à população. #SNS #Enfermeiros #Saúde
Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência
Como muda uma pintura quando a observamos através dos olhos de uma personagem literária? Mona Lisa — Leonardo da Vinci (1452–1519) Elizabeth Bennet poderia sorrir diante de todas as teorias em torno daquele sorriso famoso. Emma Woodhouse provavelmente tentaria imediatamente decifrar a personalidade da mulher retratada. Nenúfares — Claude Monet (1840–1926) Anne Elliot poderia ver neles o tempo, a memória e a mudança. O Sr. Darcy talvez apreciasse precisamente a calma e a contenção da imagem. A Noite Estrelada — Vincent van Gogh (1853–1890) Catherine Morland poderia transformar o céu inquieto no início de um mistério. Marianne Dashwood talvez notasse primeiro a emoção e só depois a paisagem. Estas personagens pertencem ao mundo de Jane Austen (1775–1817), enquanto as pinturas vêm de períodos muito diferentes. Talvez uma forma interessante de olhar para a arte seja perguntar não apenas: “O que vejo?” mas também: “O que outra pessoa veria nesta pintura?” #HistóriaDaArte #PinturasFamosas #LeonardoDaVinci #ClaudeMonet #VincentVanGogh #ArteELiteratura #Museus #20260826 #0230 #MrCultureweise #CaptainWeb #Português
Eu ganhei em segunda instância uma ação que corre na justiça desde 2019. São anos sofrendo todo tipo de ataque misógino e gordofóbico nas redes. A vitória de hoje é muito importante porque o misógino em questão tem milhões de seguidores, tem programa de TV, influencia muita gente e finge que tudo não passa de piada. Na verdade, pelo alcance que ele tem, acaba por estimular que tantos outros façam o mesmo tipo de ataque: e foi justamente isso o que aconteceu desde seus primeiros posts contra mim, com uma série de perfis publicando conteúdo igual ou semelhante. Essa vitória jurídica me dá mais força e convicção sobre o necessário projeto de criminalização da misoginia e de regulamentação das redes, na contenção de grupos e conteúdos de Redpills. E para as demais pessoas "influentes" que me atacam, estejam cientes de que sei me defender e buscarei sempre mover ações por reparação aos danos causados. Essa já é a terceira ação do tipo que ganho e, se precisar, moverei quantas forem necessárias. #Justiça #Misoginia #DireitosDasMulheres
Como muda uma pintura quando a vemos através dos olhos de uma personagem literária? Mona Lisa — Leonardo da Vinci (1452–1519) Elizabeth Bennet poderia sorrir perante todas as teorias em torno daquele famoso sorriso. Emma Woodhouse provavelmente tentaria imediatamente decifrar o carácter da mulher retratada. Nenúfares — Claude Monet (1840–1926) Anne Elliot poderia ver ali o tempo, a memória e a mudança. Mr. Darcy talvez apreciasse precisamente a calma e a contenção da imagem. A Noite Estrelada — Vincent van Gogh (1853–1890) Catherine Morland poderia transformar aquele céu inquieto no início de um mistério. Marianne Dashwood talvez percebesse primeiro a emoção e só depois a paisagem. As personagens pertencem ao mundo de Jane Austen (1775–1817), enquanto as pinturas vêm de épocas muito diferentes. Talvez uma forma interessante de olhar para a arte seja perguntarmo-nos não apenas: «O que vejo eu?», mas também: «O que veria outra pessoa?» #HistóriaDaArte #PinturasFamosas #LeonardoDaVinci #ClaudeMonet #VincentVanGogh #ArteELiteratura #Museus #20260825 #0237 #CaptainWeb #MrCulturewise #Português
Na aldeia Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, a PSP deteve oito suspeitos de tráfico de droga durante uma operação policial que acabou por resultar no vandalismo de quatro viaturas da polícia por populares, obrigando os agentes a efetuar disparos para o ar como medida de contenção. #TráficoDeDroga #PSP #RaboDePeixe

Alguns lugares a gente leva pra vida inteira. São Sebastião é um deles. Foi aqui que a gente chorou junto, compartilhou a dor de quem perdeu tudo e fez uma promessa: ninguém seria deixado para trás. Em menos de um ano após a tragédia de 2023, conseguimos, pela graça de Deus e muito trabalho, entregar centenas de moradias para as famílias atingidas. Levamos saneamento, obras de contenção, drenagem, recuperação das vias, radar meteorológico, sirenes e mais segurança para que essa tragédia nunca mais se repita. Mas o que mais me marcou foram as pessoas, a coragem e a solidariedade de um povo que mostrou ao Brasil o significado de resiliência e esperança. É por vocês que queremos continuar trabalhando todos os dias. #Solidariedade #Resiliência #Esperança
O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história
No artigo, Francisco Pereira Coutinho destaca a grave situação da Ucrânia, que enfrenta uma falta crítica de mísseis Patriot, dificultando sua capacidade de defesa, e analisa o ciclo cíclico das ameaças de Donald Trump ao Irã, além do impacto da influência regional na contenção de um ataque militar americano. #Ucrânia #DireitoInternacional #DonaldTrump

O artigo aborda a crescente colaboração entre a Arábia Saudita e os EUA como uma nova aliança nuclear, destacando o papel estratégico da Arábia Saudita na contenção do Irão e a complexidade do cenário geopolítico no Médio Oriente, onde conflitos regionais e ambições nucleares se entrelaçam. #ArábiaSaudita #Irão #RelaçõesInternacionais

🇧🇷🇺🇸 Jair Bolsonaro, Donald Trump e a PANDEMIA de 2020 O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi um defensor aberto de algo que a humanidade sempre fez: buscar soluções para novos problemas. Ele não inventou a recomendação da hidroxicloroquina, ele conversou com médicos e cientistas do Brasil e de outros países. A mídia brasileira, com objetivos políticos nas redações, transformou isso em um atentado contra a vida humana, fez chacota e destruiu a imagem pública do chefe de Estado. Anos se passaram, diversos países, como o Reino Unido, apresentaram estudo de que sim, o medicamento era eficaz no combate à enfermidade em níveis substanciais. Agora, o Dr. Fauci, burocrata americano, utilizado como muro de contenção e validação, está sendo escrutinado nos EUA. A Casa Branca está divulgando documentos e provas dos absurdos cometidos por ele e seus “benfeitores”, bem como dos resultados promissores da hidroxicloroquina e da ivermectina. Essa mesma mídia e redações que hoje falam tanto em “soberania”, consoante com o governo Lula, acusaram INJUSTAMENTE o então presidente de ser contrário à compra das vacinas, quando o Brasil foi um dos países com o programa de vacinas mais eficaz e RÁPIDO do mundo. Jair Bolsonaro questionava as CLÁUSULAS impostas sobretudo pela Pfizer, que não assumia nenhum risco ou responsabilidade sobre o medicamento, exigindo que os governos ASSUMISSEM A RESPONSABILIDADE por futuros processos ou danos à saúde dos indivíduos “inoculados”. A primeira vacina no mundo foi aplicada no dia 08/12/2020 no Reino Unido. A primeira vacina foi aplicada no Brasil em 17 de janeiro de 2021. Bolsonaro foi vítima da maior operação de destruição de reputação e imagem pública da história do Brasil, foi imputado de diversos crimes que não cometeu e ainda hoje está pagando o preço por tudo isso. Eu, como jornalista, entendo que nossa responsabilidade é falar a verdade e, quando erramos, temos o dever MORAL de esclarecer os fatos ao nosso público. Quantos colegas farão isso agora? Deixo aqui a questão. #Pandemia #Bolsonaro #VaccineDebate