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#Decano
Il Messaggero 20h

Pope Leo XIV made two important appointments before his hospitalization to ensure stability in the Curia, choosing Cardinal Luis Antonio Tagle as the new dean of the College of Cardinals and Archbishop Vittorio Francesco Viola as the archpriest of St. Peter's Basilica, marking a significant generational change. #PapaLeoneXIV #Curia #CambioGenerazionale (translated)

www.ilmessaggero.it
Papa Leone XIV e le due nomine prima del ricovero: le mosse del Pontefice per assicurare stabilità alla Curia
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lastampa.it 1d

Pope Leo XIV announced that he has a lung nodule and must undergo surgery, while also appointing Cardinal Luis Antonio G. Tagle as the new Dean of the sacred college, emphasizing the continuity of Vatican leadership in anticipation of his scheduled trip to South America. #PapaLeoneXIV #salute #Vaticano (translated)

www.lastampa.it
Il nodulo, il viaggio e quelle nomine dei vertici vaticani: cosa c’è dietro l’annuncio del Papa
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RC Recreativo de Huelva 7d

RC Recreativo de Huelva announced that it would face Rayo Vallecano in the first round of the Copa del Rey, at the Nuevo Colombino, and welcomed the team to its land. #RendirseNoEsCostumbre #DecanoDelFutbolEspañol https://t.co/0J5RidXd7r #CopaDelRey #Fútbol #RayoVallecano (translated)

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Michel c. sales🇧🇷🇮🇱🇺🇸 2w

AT A MINIMUM, CURIOUS: CLAUDIO raises a question that deserves reflection. (Not to say INVESTIGATION.) Why is GILMAR MENDES willing to give his life to protect ALEXANDRE DE MORAES? Until a little while ago, rumors suggested that GILMAR was even willing to SACRIFICE the PSYCHOPATH to save the MORAL of the STF. So, what has changed since then? Has some dirt on the DECANO been discovered by XANDÃO? #Política #STF #Reflexão (translated)

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Señor Fútbol Py 2w

Señoras y señores, Olimpia LE GANÓ a Libertad en La Huerta y es el 𝗡𝗨𝗘𝗩𝗢 𝗣𝗨𝗡𝗧𝗘𝗥𝗢 del Torneo Clausura 2026. El Decano bajó al Gumarelo en su propia casa con un solitario tanto de Franco Alfonso. Richard Ortiz, la figura indiscutida del encuentro. 🔥🇵🇾 El Franjeado quiere el bicampeonato. #Olimpia #TorneoClausura #FútbolParaguayo

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Nacional 2w

Bolsos, #FC27 ya está disponible 🙌🏼 👉🏼 https://t.co/8EOgFvjFHb 🎮 Jugá ahora con el Decano en tu consola favorita https://t.co/4VNm0be2Ze #Bolsos #Videojuegos #FC27

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RC Recreativo de Huelva 3w

Los cuartos de final de la #CopaFederacion contra el @conilcfoficial tendrán lugar en el Nuevo Colombino ⚽️🔜 #RendirseNoEsCostumbre #DecanoDelFutbolEspañol https://t.co/M8GR9A5QSE #CopaFederacion #FutbolEspañol #RendirseNoEsCostumbre

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RC Recreativo de Huelva 3w

⏱️90+3’. FINAL EN TAMARACEITE. Victoria importantísima del Decano en las Islas, remontando un encuentro que se puso cuesta arriba muy pronto 💪🏻 GRACIAS a todos los desplazados y buen viaje de vuelta, nos hemos sentido como en casa 🤍💙 Seguimos… 🔛 ⚽️ Leandro ⚽️ Segura ⚽️ Paolo 📸: @cornerecre 🔵⚪️ #TamaraceiteRecre 1-3 🤍 #Fútbol #Victoria #Deporte

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A @gazetadopovo é o único jornal no Brasil, entre os grandes, que pode utilizar o termo "imprensa". Jamais abriu mão de defender os direitos fundamentais dos brasileiros, diferentemente da militância de redação, que atuou como aparato de propaganda do regime, aplaudindo o mar de arbitrariedades dos últimos anos. Agora, publica um duro editorial sobre Gilmar Mendes, o "capo" do Supremo, segundo a publicação. Trecho: "E Gilmar Mendes parece entender tanto de máfia que incorporou o papel de capo do Supremo Tribunal Federal. O ministro é o decano da corte, mas se comporta como se fosse o dono do tribunal. Em público, exige que os demais ouçam calados suas insanidades e acusações, mas interrompe os colegas quando bem entende para insultá-los, como fez com Mendonça na terça-feira. Privadamente, pressiona-os para que aceitem seus ditames. “Assumam que estão ferrados e saiam dos processos. Abram as contas (...) Você tem de sair do TSE também (...) Abra as suas contas antes de julgar qualquer coisa desse caso na turma”, afirmou Gilmar a Nunes Marques no WhatsApp em 8 de setembro, mesmo dia em que o decano também disse a Luiz Fux que lhe faltou “postura institucional” – possivelmente em referência ao julgamento na Segunda Turma em que se formou maioria para manter o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, medida que seria revertida posteriormente. Aos amigos, o silêncio protetor; aos adversários, a intimidação. Quando diz que “até a máfia tem ética”, Gilmar Mendes não está usando uma hipérbole para criticar um comportamento que considera mais baixo que o de bandidos; ele está considerando que o código mafioso é algo digno de ser seguido. Não irá admiti-lo abertamente, é claro, mas seu comportamento o entrega. Fachin é o presidente, mas Gilmar é o capo do Supremo Tribunal Federal." Que porrada. #Imprensa #LiberdadeDeExpressao #GilmarMendes

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João Luiz Mauad 3w

SUR-PRE-SA!! 🤡 “Em dezembro de 2024, numa troca de mensagem em que Vorcaro discute com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, cobranças de atrasados que Dalide vinha fazendo, o auxiliar escreveu para o chefe: “Fala amigo! Aquele pagamento é para Dalide! Aqueles precatórios ! Ela é sócia do GM stf! O Leandro sócio dela é muito complicado e eles operam com o BTG. Autoriza esse.” A pressão frequente por repasses a Dalide consta no acervo do celular de Vorcaro apreendido pela Polícia Federal (PF). Os diálogos, obtidos com exclusividade pela equipe do blog, tratam de um atraso na liberação de uma fatura de R$ 15 milhões à advogada. Nesse caso, além da proximidade com Gilmar Mendes, o GM, pesava também uma suposta associação com o BTG Pactual de André Esteves, concorrente que o ex-banqueiro tinha como principal rival. Dalide deixou o IDP em 2016. Em Brasília circula a versão de que a advogada deixou a faculdade por desavenças com o ministro e sua família, mas a equipe da coluna apurou que ela e o decano são próximos até hoje e não se afastaram a despeito do desligamento do instituto.” #Política #Justiça #Corrupção

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Rodrigo Constantino 3w

A foto da infâmia e a reputação ilibada Gilmar Mendes publicou um texto de cinco parágrafos defendendo Paulo Gonet. O procurador-geral, segundo o decano, tem “reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita”, reconhecida em todos os espectros. Mesmo assim, teria tido a honra “injustamente manchada” pelo levantamento do sigilo de conversas que “nada de ilícito retratavam”. O estrago, diz Gilmar, já estava feito: ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário. No segundo bloco, ele descreve a cena de terça-feira. O próprio relator, André Mendonça, reconheceu “em alto e bom som” que nada havia contra Gonet. “Nada. Então por que expor?”. Quem atesta a honra só depois de arrastar o nome pela praça pública não corrige erro — confessa que era evitável. No terceiro, a acusação política. Mendonça publicou vídeo agradecendo apoio popular. Apoio a quê, pergunta Gilmar: a um ato que ele mesmo admitiu sem fundamento? “Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.” No quarto, a comparação com a Lava Jato. Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método: criar o fato consumado antes da ação penal, colher dividendos e deixar a defesa correr atrás de um julgamento que a opinião pública já fez. No quinto, o alvo. O levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro para “inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe”. No fundo, diz Gilmar, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça. O texto é impecável na forma. O problema é o conteúdo. Gonet aparece nas mensagens do celular de Daniel Vorcaro como alguém que sente saudades do banqueiro, torce por ele, aceita convite para degustação de charuto e Macallan em Londres e pede para o filho ir junto. O advogado Ciro Soares, intermediário, diz a Vorcaro que “Gonet é firme” e que “amizade é tudo”. O próprio Gonet admitiu o encontro e a ligação, mas classificou tudo como “brevíssimo e banal”. O Conselho Superior do Ministério Público marca para 25 de setembro a análise do caso. Enquanto isso, o próprio Gilmar tem proximidade documentada com o Master. Reuniu-se com Vorcaro no gabinete do STF em 11 de abril de 2024, acompanhado de advogados do banco, para tratar de causa bilionária de precatórios. Votou contra os interesses do Master depois — o que não apaga o encontro. O ex-cunhado, Chiquinho Feitosa, tinha contrato de quinhentos mil reais por mês com empresa ligada a Vorcaro e ajudou a viabilizar a audiência. Gilmar diz que desconhecia as tratativas. Há mais. A cúpula do Master tratava a advogada Dalide Corrêa, ex-diretora-geral do IDP — o instituto fundado por Gilmar — como “sócia do GM stf”. O banco pagou trinta e três milhões de reais ao escritório dela em 2024. O gabinete de Gilmar nega que ela tenha sido sócia do IDP e diz que ocupou cargo técnico. A advogada também nega. A PF não fez juízo final sobre a legalidade. Gilmar defende a reputação ilibada de Gonet com a mesma veemência com que protege a própria. A foto da infâmia, no fim, é a mesma para os dois: o celular de Vorcaro não distingue entre quem sente saudades e quem recebe no gabinete. Gilmar é Gonet, Gonet é Gilmar. #Justiça #Política #Reputação

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DR. PAULO FARIA 3w

A REPÚBLICA DA CHANTAGEM Por Paulo Faria O escândalo do Banco Master transformou o Supremo Tribunal Federal em palco de uma sucessão de acusações, vexames, pressões e disputas internas. O que deveria ser uma investigação sobre suspeitas de fraudes financeiras passou a expor relações entre um banqueiro, integrantes da mais alta Corte do país e autoridades da República. Primeiro, vieram as mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, reveladas em relatório da Polícia Federal divulgado por André Mendonça. Depois, Alexandre de Moraes reagiu acusando o colega de direcionar investigações para atingi-lo. Todos viram. A Procuradoria-Geral da República de Paulo Gonet - mencionado 33 vezes no relatório da PF - questionou a regularidade do procedimento e pediu sua anulação. Por outro lado, a "defesa de Moraes", formada por Gilmar Mendes - o decano -, Cristiano Zanin, Flávio Dino, e o próprio Moraes exigiram acesso integral ao conteúdo do aparelho, enquanto Mendonça sustentou que a divulgação poderia comprometer investigações em andamento. A disputa chegou à Presidência do STF, sob Edson Fachin. Agora, a crise ganha um novo e interessante capítulo, elevando as expectativas para uma real delação do ex-banqueiro. Segundo reportagens publicadas pela VEJA e pela Gazeta do Povo (18), Daniel Vorcaro teria enviado um recado ao Supremo: caso seu pai, Henrique Vorcaro, não seja libertado para tratamento médico, poderá revelar informações comprometedoras sobre autoridades. O ex-banqueiro alegaria possuir fotografias, comprovantes de pagamentos e documentos envolvendo integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal. As alegações ainda dependem de comprovação, obviamente. O quadro é perturbador. Ministros trocam acusações, questionam procedimentos e disputam o controle de informações sensíveis. Paralelamente, como um investigado (preso) afirma possuir documentos capazes de comprometer autoridades e, segundo a imprensa, condiciona sua divulgação à situação prisional do próprio pai? A resposta é simples: quais são os fatos que Vorcaro afirma conhecer e por que sua divulgação estaria condicionada à libertação de um familiar? Ora, se existem provas de irregularidades, devem ser entregues às autoridades competentes, preservadas e investigadas, independentemente de qualquer negociação. Essas provas devem ser entregues à PF de Andrei Rodrigues e PGR de Paulo Gonet, fiéis degustadores de charutos e whiskies? A República não pode funcionar como um balcão de troca de segredos, e chantagens para todos os gostos. Nem a Justiça pode depender de ameaças, relações pessoais ou acordos de conveniência. É indispensável esclarecer o que efetivamente ocorreu, sem transformar acusações em condenações antecipadas, ou armas retóricas. Quando informações potencialmente comprometedoras passam a ser utilizadas como instrumento de pressão - e chantagem -, a questão deixa de ser apenas quem está ameaçando quem, chegando ao cúmulo de autoridades se enfrentarem no picadeiro supremo, como tresloucados em busca de autoproteção. Resta saber agora quem está com a verdade e quem está blefando. Também há de se apurar o que existe por trás dessas ameaças e chantagens, e quem tem interesse em impedir que a verdade apareça, e prevaleça. A verdade é que ninguém quer a verdade. Com tudo isso à mesa, os próximos dias prometem fortes emoções. #justiça #corrupção #transparência

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Felipe Moura Brasil 3w

Foto do PGR Paulo Gonet com Daniel Vorcaro fumando charuto em Londres foi encaminhada ao banqueiro pelo advogado do Master, Ciro Soares. “PG me mandou agora”, escreveu. Gilmar Mendes esperneou quando André Mendonça sugeriu reflexão sobre esse tipo de conduta, mas imagine a gritaria do decano se Sergio Moro e Deltan Dallagnol tivessem aparecido degustando whisky Macallan na Lava Jato… O sistema quer manter “uma pessoa da estatura” do “PG” no caso Master, porque ele defende a nulidade das provas contra Alexandre de Moraes e ajuda a lançar cortinas de fumaça com suas baforadas. Suspeitos, claro, são sempre os outros. (https://t.co/cuuKi8eMR3) #Política #Justiça #LavaJato

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Rodrigo Constantino 4w

Gilmar Mendes saiu em defesa de Paulo Gonet com a solenidade de quem descreve um santo: reputação ilibada, lisura insuspeita, honra manchada por vazamento seletivo. Faltou só o halo. O decano, que acabou de chamar André Mendonça de pixuleco eleitoral, quer que o país acredite que o Procurador-Geral é um monge togado, vítima de linchamento. O detalhe inconveniente é que o monge e o decano foram sócios no IDP — a faculdade de Direito que Brasília trata, sem pudor, como a empresa da família Mendes. Em 2017, Gonet vendeu sua fatia — cerca de 43% — para Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar, por R$ 12 milhões. No mesmo dia, o IDP tomou R$ 26 milhões emprestados no Bradesco. Negócio particular, disseram. Timing de mercado, insistiram. Quem quiser chamar isso de coincidência está no direito de o fazer; quem quiser chamar de “lisura insuspeita” precisa de uma dose extra de desfaçatez. O PGR de hoje cobrou do ministro de ontem e o filho do ministro pagou. Depois disso, Gilmar virou cabo eleitoral da indicação de Gonet à PGR. Reputação ilibada, claro. Só não convém abrir o balcão. Agora o mesmo Gilmar explodiu porque Mendonça levantou o sigilo das conversas do caso Master. O relatório da PF descreve mensagens atribuídas a Gonet, via o advogado Ciro Soares: “já estou com saudade”, “estou na torcida”, “tomara que tenha charuto e Macallan”. Vorcaro retribuiu o carinho, autorizou o filho do PGR na viagem a Londres e pediu a Moraes que “reforçasse com Andrei e Paulo” para ninguém “de baixo” fazer “sacanagem”. Gonet diz que não é amigo do banqueiro e que a saudade era para o intermediário. Pode ser. O problema é outro: o chefe do Ministério Público aparece no celular do investigado falando de uísque e charuto no mesmo dossiê em que o banqueiro pede intervenção na ponta da investigação. Gilmar chama isso de nada ilícito e compara Mendonça a Moro e Dallagnol. É o clássico: vazamento só é método quando fere o clube. Quando o clube se protege, vira “instituição séria” e “devido processo”. O decano não defendeu um desconhecido. Defendeu o ex-sócio que vendeu a cota para o filho, o padrinho da PGR, o nome que Vorcaro citava quando o banco estava afundando. Se isso é lisura insuspeita, o verbete precisa de errata. E o código de ética que Mendonça cobrou hoje deixa de ser firula: vira manual de sobrevivência para uma Corte que ainda finge que sócio, genro, filho e PGR são coincidências estatísticas. #GilmarMendes #PGR #Ética

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Felipe Moura Brasil 4w

A lapada de Mendonça em Gilmar é inteiramente baseada nos fatos e na lei. O relator do caso Master no STF reage à postagem política do decano no X, citando vedação de opinião sobre processo pendente de julgamento e de juízo depreciativo sobre despachos e votos (art.36, III, LC 35/1979). Aponta a contradição de Gilmar, que defendeu, semanas atrás, em embate com o próprio Mendonça, a publicidade de todas as decisões judiciais, mas “hoje se diz indignado com a publicidade dos autos”. Mostrando ter determinado apuração de vazamentos, Mendonça critica a indignação “seletiva” do decano com a “exposição alheia” (como a de Moraes, em decisão judicial), enquanto se cala sobre “a divulgação, na imprensa, de conversas de toda ordem que constrangem, coincidentemente, apenas ministros de entendimento diverso”, como Nunes Marques e Fux. Isto, logo após Gilmar, Zanin e Moraes terem requisitado e obtido da PF todo o conteúdo do celular de Vorcaro. Para Mendonça, “se há uso indevido na publicidade desta Corte”, ele está em “insinuações de que determinados conteúdos poderão ou não vir a público conforme o rumo de certos julgamentos”. Ao dizer o que jamais fez, Mendonça ainda remete sutilmente às mensagens de WhatsApp enviadas por Gilmar para Nunes Marques e Fux, já noticiadas pela imprensa. “O relator jamais ameaçou quem quer que seja de execração pública, nem se valeu de linguajar impróprio para que alguém se retirasse de julgamento. Tampouco transformou o plenário num palanque ou picadeiro, vociferando aos berros, para tentar mascarar com truculência ilações vazias e que carecem de qualquer fundamento jurídico minimamente aceitável. A divergência é legítima e própria de um tribunal colegiado. Ilegítima é a tentativa de constranger o julgador.” Por fim, Mendonça defende a “aprovação de um código de ética” do STF “que discipline de modo próprio a postura esperada do magistrado ao se pronunciar em qualquer ambiente, dentro e fora da Corte, inclusive no trato com os pares”. Critica a “verborragia” de Gilmar em momento que “reclama serenidade, respeito às instituições e apego às normas da República, à liturgia e ao decoro”. “O respeito não é somente aos pares, é sobretudo à instituição, afinal, como bem disse o Ministro Presidente [Fachin], o Supremo Tribunal Federal não pertence a nenhum de seus membros.” Não é, repito, como entende Gilmar, que atua como se fosse dono do STF e do país. #STF #Justiça #Direito

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Sam Pancher 4w

“Por que expor?”, questiona o decano do STF sobre os contatos do chefe do MP com Daniel Vorcaro, como esse abaixo 👇🏻 https://t.co/xH3y8EEuIs #STF #MP #justiça

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Karina Michelin 4w

É extraordinário assistir Gilmar Mendes escrever esse texto como se estivesse falando de um personagem distante de sua própria história. Há um detalhe que o decano convenientemente não menciona: Paulo Gonet foi seu sócio. Gilmar Mendes, Paulo Gonet e Inocêncio Mártires Coelho fundaram juntos, em 1998, o Instituto Brasiliense de Direito Público, hoje IDP. Gonet permaneceu formalmente na sociedade até 2017. Não estamos falando, portanto, de dois desconhecidos que ocasionalmente se cruzaram na vida pública. E é justamente por isso que essa manifestação merece escrutínio. Gilmar exige que André Mendonça seja tratado como politicamente interessado por ter tornado público um relatório oficial da Polícia Federal, mas ele próprio entra em plenário e depois nas redes sociais para fazer uma defesa enfática da honra de seu ex-sócio. Mendonça não condenou Gonet, mas sim levou ao plenário elementos constantes de material produzido pela Polícia Federal. O próprio Gonet teve oportunidade de responder e afirmou que seu encontro com Daniel Vorcaro ocorreu uma única vez e foi “breve e banal”. Há, inclusive, representação atualmente submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal sobre as menções ao PGR. Ou seja: existe procedimento institucional para examinar os fatos. Mas o decano prefere transformar a discussão em julgamento moral do relator, falar em Lava Jato, eleição, linchamento e vingança, enquanto omite da própria postagem um dado absolutamente pertinente - o homem cuja honra ele se levanta para defender foi seu sócio durante anos. Se relações, proximidade e possíveis conflitos de interesse são tão graves quando você, Gilmar Mendes, aponta o dedo para os outros, deveriam ser ainda mais graves quando o escrutínio bate à sua própria porta. Esse seu duplo padrão é a própria corrosão da instituição. #GilmarMendes #Justiça #Política

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Eduardo Bolsonaro🇧🇷 4w

Gilmar Mendes expressou sua inveja da máfia. Ele desejaria que a corte se comportasse igual aos mafiosos, protegendo os seus acima de tudo Esta foi a maneira que o tal DECANO selecionou para ser contra investigar Moraes, cuja família recebeu ~R$ 200 milhões de extorsão a Vorcaro https://t.co/fvNVBxHMu2 #Justiça #Corrupção #Imparcialidade

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Felipe Moura Brasil 4w

“Não ponha palavras na minha boca”, disse André Mendonça para Gilmar Mendes. O decano tentou macular o relator atribuindo falsamente a Mendonça a fala de que “estava recebendo advogados para conduzir as delações”. O sistema joga sujo. #Política #Justiça #Brasil

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Eli Vieira 4w

Por que Gilmar Mendes está defendendo Moraes com tanto afinco? É porque ele é o sustentáculo, o tronco da ala podre do STF. Ele se poupou de manchar sua imagem muito abertamente com o Inquérito das Fake News, mas já confessou publicamente que participou das deliberações de Toffoli e Moraes para abrir esse instrumento de exceção. Em novembro de 2024, num evento em Cuiabá com Alexandre de Moraes presente, Gilmar remontou a história aos primeiros anos de Moraes no STF. Disse que ele, Moraes e Dias Toffoli “conversamos muito” sobre a situação política e acrescentou: “aventamos a possibilidade de que naquela quadra seria necessária uma investigação, um inquérito”. Em seguida, explicou que Toffoli assumiu o “ônus” de instaurá-lo e escolheu Moraes como relator. https://t.co/qnDp3yZNUO O politizador reclama de politização Quanto à acusação de Gilmar contra André Mendonça, de que o pedido de investigação contra Moraes seria um “Pixuleco, um instrumento eleitoral”, de politização o decano entende. Ele praticamente cobrou uma contrapartida ao STF por terem tirado Lula da cadeia: em 14 de outubro de 2023, durante o I Fórum Esfera Internacional, em Paris, num painel com Rodrigo Pacheco e Bruno Dantas, Gilmar disse: “Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. É preciso reconhecer isso.” “Excessos” jamais especificados Só uma vez Gilmar Mendes abriu exceção na sua atuação de escudo e sustentáculo dos abusos de Alexandre de Moraes. Em agosto de 2025, segundo Lauro Jardim, o decano reconheceu reservadamente “certos excessos” em decisões do colega. Naquela época, Moraes era alvo de sanções americanas sob a Lei Magnistky Global. Gilmar pode ter sentido a pressão em cancelamento de vistos para visitar os EUA. O decano do STF jamais explicou que excessos teriam sido esses. Fica a pergunta: entre os supostos excessos que agora Gilmar acusa André Mendonça de ter cometido, quais deles jamais foram cometidos por Alexandre de Moraes? #STF #GilmarMendes #AlexandredeMoraes

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