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#Imparcialidade
Antonio Tabet 9h

Antonio Tabet wrote that impartiality should not be seen as a defect or offense and that, in other circumstances, it could be wise. But he stated that, in the face of what he called barbarism and inhumanity, neutrality became omission and negligence, and he argued that a response should be demanded. #Imparcialidade #Justiça #Sensatez (translated)

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Jeffrey Chiquini 2d

Jeffrey Chiquini stated that the reform of the Judiciary should eliminate political appointments to the higher courts. He said that a Judiciary made up of politicians in robes would not be independent and advocated for judicial independence as a condition for impartiality. Chiquini declared that, in the first week of the legislature, he would call public hearings to start discussions and present proposals for the reform of the justice system. According to him, entities from the sector, state and national associations of the judiciary, associations of the Public Prosecutor's Office, the Bar Association, and the Public Defender's Office would be invited. He also advocated for the appreciation of career judges, which he described as a right and a guarantee of society, and said that he would seek to restore legal security. #ReformaJudiciária #Justiça #IndependênciaJudiciária (translated)

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Flamengo 2d

Flamengo stated that the officiating by Anderson Daronco and the VAR official, Rodolpho Toski Marques, had serious errors and inconsistent criteria in the match against Santos. The club said that Barreal should have been sent off for a tackle on Carrascal but only received a yellow card. Flamengo also challenged the penalty decision and the expulsion of Jorginho after a handball. According to the club, the incident caused a stoppage of 9 minutes and 56 seconds, a record interruption in a VAR review in the history of the Brasileirão. The team stated that the decision left them a player short and removed Jorginho from the next match. A few minutes later, according to Flamengo, another penalty was awarded to Santos after a foul that should not have occurred, resulting in the second goal for the São Paulo team from the penalty kick. The club also mentioned the numbers of the championship: in 29 matches, they had received seven red cards, the second-highest total in the competition, despite being in 17th place in the foul ranking and leading in average ball-in-play time. Flamengo claimed to be one of the three teams that committed the fewest fouls yet still the second most expelled. The statement also noted that Daronco and Toski were scheduled for the classic between Palmeiras and Corinthians on Sunday and requested that the rules be applied with rigor and impartiality. The club added that they were among the five finalists for the Best Men's Club of the Year award at the Ballon d'Or and stated that officiating errors harmed the results and the image of Brazilian football. #Arbitragem #Futebol #Brasileirão (translated)

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Rogério Marinho🇧🇷 4d

Rogério Marinho said he considered the meeting between Minister Alexandre de Moraes, the Director-General of the Federal Police, and the Director of Intelligence of the institution concerning, especially in light of questions about the preparation of reports without evidentiary value involving Minister André Mendonça. Marinho stated that at that moment, it was essential to ensure transparency, independence, and impartiality. He said that society had the right to know the purpose and context of the meeting and to demand guarantees against interference in the electoral process. He also stated that no authority or public body should be exempt from oversight, accountability, and public scrutiny. #Transparência #Justiça #DireitosCivis (translated)

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Antonio Tabet 4d

Antonio Tabet stated that the press spent years trying to demonstrate impartiality, although, according to him, the dispute was not between left and right or liberals and conservatives, but between democracy and barbarism. He said that the press only realized this much too late and that it would have two weeks to save itself. #democracia #imprensa #barbárie (translated)

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Reinaldo Azevedo 1w

Impeccable note. From the first to the last line, reporting, including what is happening in the world of facts. An example to be followed by certain journalism that wishes to be "impartial." #jornalismo #imparcialidade #reportagem (translated)

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ℹ️IaraGB 🐒💨L🌻👉🇧🇷 2w

A direct line with the court means it articulates daily‼️ According to the editor, Lula would have exceeded institutional limits by calling Dino during a public event in Pará. The demonstration of intimacy between the president and the STF minister compromises the image of independence among the Powers and amplifies doubts about the impartiality of the Court. The episode is yet another blow to the credibility of the institutions. #Justiça #Instituições #Política (translated)

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Deltan Dallagnol 2w

O Supremo virou uma extensão do Palácio do Planalto? Durante um evento do governo, Lula ligou ao vivo para Flávio Dino para anunciar que sancionaria uma lei apresentada por ele quando ainda era deputado. Essa cena revela uma proximidade que não combina com a independência e a imparcialidade esperadas de um ministro do STF, especialmente quando a Corte julga assuntos de interesse direto do governo e da campanha de Lula. Compartilhe este vídeo se você concorda. #STF #Lula #IndependênciaJudicial

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Felipe Moura Brasil 2w

A noticiada presença do procurador-geral da República no casamento do filho do magistrado que ele tenta blindar contra abertura de investigação, defendendo nulidade de relatório policial, é mais um motivo de suspeição que torna indefensável sua atuação no caso Master. O corporativismo do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que na sexta-feira (25/9) blindou o PGR por 5 votos a 4 contra abertura de apuração, deixou Paulo Gonet à vontade para confraternizar no sábado (26/9) com a família Moraes, sob a proteção amiga de Gilmar Mendes, o supremo influenciador que exaltou em rede social a decisão do CSMPF e o modo de agir de seu ex-sócio e afilhado político, notadamente à sua imagem e semelhança. A amizade íntima entre o procurador-geral da República e Alexandre de Moraes - também organizador da degustação de charutos e whisky Macallan, na qual Gonet foi fotografado fumando à mesa com Daniel Vorcaro - turbina a desconfiança da sociedade em relação à sua capacidade de atuar com imparcialidade e independência. O mesmo sistema que desmantelou uma força-tarefa anticorrupção com base em ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens entre magistrado e procurador roubadas por hackers não tem agora qualquer cerimônia em demonstrar e legitimar a intimidade presencial entre as partes envolvidas no mesmo processo. Na República do Escambo, a casta do sistema tem uma ética própria de proteger-se acima de tudo e de todos, esfregando na cara dos demais cidadãos sua condição de pairar acima das regras impostas a eles em tribunais e órgãos de fiscalização e controle instrumentalizados por ela. É uma afetação deliberada de poder por parte de quem se apossou das instituições brasileiras, em razão da covardia e do rabo preso de políticos da esquerda lulista, do velho tucanato e do Centrão bolsonarista, todos eles hoje fingindo, em campanha eleitoral, ter interesse em reformar o sistema de Justiça que ajudaram a desvirtuar. O efeito dominó da ganância incontida resulta em regimes autoritários, onde a reação sistêmica contra quem ousa apontar meios indecentes de faturamento produz cada vez mais disfuncionalidade institucional, concentração de poder, intimidação, censura, retaliação e injustiça. O Brasil continua aprisionado neste ciclo, no qual, a julgar pelas preferências do eleitorado, está fadado a permanecer por mais quatro anos, pelo menos. Não por falta de aviso, os brasileiros seguirão tendo notícias, e pagando as contas, das festas nababescas da casta mais cínica de sua história. #justiça #corrupção #política

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hayy⚡️ 3w

🚨 URGENTE: Diego Muguet flagrou entrevistadores da DATAFOLHA realizando pesquisa ao lado de uma banquinha do PT e abordando pessoas que, segundo as imagens, seriam ligadas à esquerda. A situação é GRAVÍSSIMA. Como garantir a imparcialidade e a representatividade de uma pesquisa eleitoral nessas condições? CADÊ A TRANSPARÊNCIA, DATAFOLHA? https://t.co/GvsVGbvEh8 #PesquisaEleitoral #Transparência #Imparcialidade

20218
Paulo Figueiredo (8) 3w

🚨* Urgente: Deputados da União Europeia pedem análise de sanções contra autoridades brasileiras* Deputados da União Europeia enviaram hoje uma carta à Alta Representante da UE, @kajakallas, denunciando a crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Judiciário e as graves alegações de corrupção que envolvem o Supremo Tribunal Federal. Os signatários são @FidanzaCarlo, @AdamBielan e @Kaminski_M_. A carta aponta o ministro Alexandre de Moraes, os contatos com Daniel Vorcaro no escândalo do Banco Master, o contrato de R$ 130 milhões com o escritório da mulher do ministro e o papel central de Moraes na condenação de Jair Bolsonaro. Os eurodeputados mencionam expressamente as sanções americanas impostas pela Lei Magnitsky e pedem que a União Europeia estude medidas semelhantes. Não são só os Estados Unidos. O mundo civilizado está chocado com o grau de corrupção e de disfuncionalidade institucional do Brasil. Na carta, eles cobram três medidas concretas. Primeiro, uma avaliação urgente das acusações contra Alexandre de Moraes e da conduta do STF em processos politicamente sensíveis, inclusive possíveis violações da liberdade de expressão, do devido processo legal e do pluralismo político. Segundo, um exame sobre se a conduta documentada de Moraes, inclusive os fundamentos usados pelos Estados Unidos nas sanções Magnitsky, justifica sanções europeias contra os responsáveis. Terceiro, monitoramento independente e rigoroso de todo o processo eleitoral de 4 de outubro — não só da votação e da apuração, mas também da censura, do tratamento dos candidatos, das decisões judiciais e da imparcialidade das autoridades. #Brasil #UE #Corrupção

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Paulo Figueiredo (8) 3w

A carta traduzida: À Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Vice-Presidente da Comissão Europeia Sra. Kaja Kallas Senhora Alta Representante, Escrevemos-lhe à luz das alegações profundamente preocupantes sobre a crescente crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Poder Judiciário e o seu uso contra opositores políticos, bem como escândalos de corrupção de alto nível, incluindo relatos particularmente perturbadores em torno do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. A credibilidade das instituições democráticas brasileiras, a independência e a imparcialidade do seu Judiciário e a integridade do próximo processo eleitoral exigem a nossa particular atenção, especialmente à luz dos crescentes laços econômicos entre o Brasil e a União Europeia. Os desenvolvimentos recentes levantam sérias questões sobre a responsabilização judicial, a liberdade de expressão política, a igualdade na competição política e a possibilidade de interferência institucional indevida no processo democrático no Brasil. De particular preocupação é a conduta e a aparente falta de transparência do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que já esteve no centro de procedimentos altamente controversos relativos à liberdade de expressão. Como a União Europeia reafirmou recentemente perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ela “permanece firmemente comprometida com a defesa da liberdade de expressão e com a promoção de um ambiente seguro e favorável no qual essa liberdade possa ser exercida livremente”. Esse compromisso deve ser refletido de forma consistente nas relações da União com os seus parceiros internacionais, especialmente onde a UE busca aprofundar laços políticos e econômicos. Em 30 de julho de 2025, o Office of Foreign Assets Control do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções ao ministro de Moraes com base na Ordem Executiva 13818, que implementa a Lei Global Magnitsky de Responsabilização por Direitos Humanos. O Tesouro dos EUA acusou-o de autorizar prisões preventivas arbitrárias, suprimir a liberdade de expressão e conduzir processos politicamente motivados, inclusive envolvendo o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro. Revelações recentes intensificaram ainda mais as preocupações em torno do ministro de Moraes. Material divulgado a partir de uma investigação da Polícia Federal brasileira levantou questões sobre os seus contatos com Daniel Vorcaro, o banqueiro no centro do escândalo do Banco Master, incluindo possíveis trocas relativas à investigação. Outras preocupações decorrem de relatos de um contrato de R$ 130 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro de Moraes. Dado o papel central de de Moraes nos processos que levaram à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, essas revelações levantam sérias questões sobre a imparcialidade judicial e justificam um escrutínio independente e transparente. Nesse contexto, acreditamos que meras expressões de preocupação já não são suficientes. Por isso, apelamos à Alta Representante para que tome medidas concretas em resposta a esses desenvolvimentos. Primeiro, pedimos que o SEAE realize uma avaliação urgente das alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e da conduta mais ampla do STF em processos politicamente sensíveis, incluindo possíveis violações da liberdade de expressão, das garantias do devido processo legal, do pluralismo político e de outros direitos fundamentais. #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão #Democracia

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Paulo Figueiredo (8) 3w

Segundo, pedimos um exame sobre se a conduta documentada atribuída ao ministro de Moraes, incluindo os fundamentos citados pelos Estados Unidos ao impor as sanções da Lei Magnitsky Global, deve justificar medidas restritivas no âmbito do respectivo regime europeu de sanções por violações de direitos humanos. Caso provas credíveis estabeleçam responsabilidade por violações ou abusos graves de direitos humanos abrangidos por esse regime, a União deve estar preparada para impor medidas seletivas contra os indivíduos responsáveis. Terceiro, tendo em vista o primeiro turno da eleição presidencial em 4 de outubro de 2026, pedimos um monitoramento particularmente rigoroso e independente de todo o processo eleitoral, a fim de garantir a sua integridade e salvaguardar a credibilidade das eleições. A União Europeia deve utilizar todos os instrumentos diplomáticos e de observação eleitoral adequados de que dispõe para verificar se as eleições são realizadas de forma livre, justa e transparente e se os resultados oficialmente anunciados refletem com precisão os votos depositados pelos cidadãos brasileiros. Esse escrutínio deve abranger não apenas a votação e a apuração, mas todo o ambiente eleitoral, incluindo o tratamento dos candidatos, o acesso aos meios de comunicação, restrições ao discurso político, censura ou remoção de conteúdo político, decisões judiciais que afetem candidatos e campanhas, o funcionamento dos sistemas de votação e de totalização, a publicação e a verificação dos resultados, e a existência de procedimentos efetivos para impugnar alegadas irregularidades. Dada a extraordinária influência política exercida pelo STF nos últimos anos, deve ser dada particular atenção à questão de saber se as autoridades judiciais e eleitorais atuam com imparcialidade e se abstêm de medidas que possam favorecer ou prejudicar indevidamente qualquer candidato presidencial. A União Europeia não pode defender de forma credível a democracia, os direitos humanos e o Estado de Direito no plano internacional enquanto permanecer em silêncio quando graves violações ocorrem numa das instituições judiciais mais poderosas de um país parceiro crucial. Por isso, instamos Vossa Excelência a assegurar que a União Europeia trate a situação no Brasil com a seriedade que ela exige, monitore de perto a condução da próxima eleição presidencial, avalie as alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e ao STF, e esteja pronta a adotar medidas apropriadas quando provas credíveis estabelecerem violações graves de direitos fundamentais. Pedimos ainda que Vossa Excelência preste contas ao Parlamento Europeu e aos abaixo-assinados sobre essas questões, incluindo qualquer ação adotada ou prevista. Nesse sentido, apreciaríamos uma resposta descrevendo as medidas concretas que o SEAE pretende tomar antes da próxima eleição presidencial no Brasil. Atenciosamente, Adam Bielan, eurodeputado Carlo Fidanza, eurodeputado Mariusz Kamiński, eurodeputado Bruxelas, 21 de setembro de 2026 #DireitosHumanos #Eleições2026 #UniãoEuropeia

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Yves Adriano 3w

🚨 ANDRÉ MENDONÇA INOCENTADO Em mensagens Daniel Vorcaro diz: "Não confio no Mendonça... O Cara só fala de Deus" Tentei dialogar com ele "MAS NÃO DEU CERTO". E aí Dino, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes? Vão se retratar? #Justiça #AndréMendonça #Imparcialidade

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Estadão 🗞️ 3w

EDITORIAL | O mergulho do STF no descrédito – “Um STF que se deixa rebaixar ao rés do chão da maneira degradante a que todos assistimos corrompe o patrimônio simbólico do decoro e da imparcialidade, húmus de sua legitimidade”. Leia o texto completo: https://t.co/Ct9kAzSsnh https://t.co/edCmzEjuy1 #STF #justiça #imparcialidade

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xico sá 3w

Um power point falsificado, uma sabatina inquisitorial dando como verdade absoluta um "crime" do filho do presidente e uma cobertura enviesada sob o manto da imparcialidade, mas sempre prevalecendo a pauta da direita. Globo faz uma campanha quase igual a do Collor/PC Farias 89. #politica #imprensa #brasil

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DR. PAULO FARIA 3w

FLORIANO, UM MINISTRO AMIGO DE MORAES (E MUITO SUSPEITO) Por Paulo Faria A decisão monocrática de ontem (18) e que interrompeu a campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná coloca sob escrutínio não apenas seus fundamentos jurídicos, mas também as relações institucionais do ministro Floriano de Azevedo Marques Neto. Floriano é amigo - íntimo - de Alexandre de Moraes há décadas. Sua chegada ao TSE, em 2023, ocorreu após articulação explícita - e política - de Moraes, e sua recondução, em 2025, contou novamente com o apoio do ministro. Quem o nomeou? Lula. Agora, Floriano - o ministro pra lá de suspeito - solta uma decisão - monocrática - que atinge diretamente a candidatura de Deltan, adversário do PT na disputa pelo Senado paranaense, e que lidera todas as pesquisas. O quadro suscita questionamentos que não podem ser descartados com respostas protocolares. Quais são os fundamentos concretos para interromper imediatamente uma campanha autorizada pelo TRE? Por que a medida não poderia aguardar a apreciação colegiada, diante da repercussão e sensibilidade? As circunstâncias do caso justificam algum questionamento formal sobre a imparcialidade do julgador? A medida é reveresível? No Direito, uma liminar só poderá ser concedida se houver possibilidade de reversibilidade, ou seja, que seus efeitos não possam se confundir com o mérito (o que se busca na ação). Mas, no caso, a pouco mais de duas semanas do pleito, a liminar concedida poderá ser irreversível, violando normas processuais básicas e o próprio bom senso institucional da Corte eleitoral. Cautela? Às cucuias! O eleitor paranaense merece uma resposta jurídica fundamentada, transparente e submetida ao controle colegiado, e rapidamente, conforme os prazos eleitorais. A Justiça Eleitoral precisa demonstrar, pelos fundamentos de suas decisões, que atua com independência e igualdade de tratamento, sem favorecer ou prejudicar qualquer candidatura por razões políticas, e principalmente, com imparcialidade, que, ao que parece, o ministro Floriano deixou em casa antes de sair para o trabalho - mesmo que em home office. Mais grave: essa proximidade com Moraes e Lula, favorecendo diretamente a candidata petista concorrente de Deltan, não deixa qualquer dúvida que a decisão foi política, e não jurídico-eleitoral. O Brasil precisa de segurança jurídica, e não de militância política com atores disfarçados de juízes. #JustiçaEleitoral #Imparcialidade #Eleições2023

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Karina Michelin 3w

Ministro Gilmar Mendes, é difícil levar a sério uma advertência sua contra a “politização da Justiça Eleitoral” poucos dias depois de o senhor transformar o plenário do STF em palco de acusações explicitamente político-eleitorais contra um colega. Foi o senhor quem chamou André Mendonça de “boneco de campanha” e “pixuleco eleitoral” e vinculou a atuação de um ministro do Supremo à candidatura de Flávio Bolsonaro. Isso aconteceu publicamente e foi registrado pela imprensa. Agora o senhor escreve que quem tenta engajar o Tribunal em “proselitismo partidário” deveria avaliar se reúne condições de permanecer nele. Então aplique primeiro a si próprio o padrão que acaba de estabelecer para os demais. A Resolução 305 do CNJ determina aos magistrados cautela nas redes sociais e veda manifestações que revelem atuação político-partidária, além de restringir opiniões sobre processos pendentes e juízos depreciativos sobre decisões judiciais fora dos espaços próprios. O senhor exige uma Justiça “imparcial e apartidária”, mas há poucos dias introduziu candidato, campanha presidencial e acusações de finalidade eleitoral numa disputa entre integrantes da Suprema Corte. E há outra questão; ministro de Suprema Corte não é comentarista político. A autoridade de um magistrado depende também da percepção pública de independência e imparcialidade. Quanto mais um juiz abandona a contenção institucional para participar pessoalmente das disputas políticas do momento, mais ele próprio contribui para destruir essa percepção. O senhor tem todo o direito de defender juridicamente suas posições. O que não é coerente é denunciar a politização do Judiciário enquanto utiliza o plenário e as redes sociais para fazer exatamente aquilo que afirma combater. Se o senhor realmente considera o “proselitismo partidário” incompatível com a magistratura, comece respondendo a uma pergunta muito simples: o mesmo critério vale para Gilmar Mendes? O senhor poderia responder? #Justiça #STF #Politização

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F
Fabio Wajngarten 3w

Se fotos isoladas, mensagens sem todo o contexto formaram provas condenatórias de forma incontestável no 8/1, pq agora é diferente? Pq 2 pesos e 2 medidas? CHEGA! #Justiça #Imparcialidade #Igualdade

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Felipe Moura Brasil 3w

PGR se omite, claro, em relação a um magistrado que pressiona outros pelo WhatsApp a abandonarem processos… Um juiz de primeira instância ou de segunda poderia fazer isso? Um procurador? Um delegado da PF? Um advogado de defesa? Um empresário? Ou tudo depende de quem faz? #Justiça #Ética #Imparcialidade

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