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#Fiscalização
Jones Manoel 2d

Jones Manoel stated that Meta admitted to a flaw in the counting of video views on Instagram during the second round of elections and that, until then, it had not clarified which content was affected, the extent of the problem, or whether the distribution of posts was harmed. He said that Instagram and Facebook had a significant influence on the circulation of information, while the criteria of their algorithms remained little transparent. He argued that digital and data sovereignty should occupy a central position in Brazilian politics and that foreign companies should be subjected to transparency, oversight, and accountability. Manoel also stated that Brazil needed to develop its own capacity to protect data and ensure algorithmic transparency. He said he intended to put the topic at the center of the debate in the National Congress in 2027 and rejected, in his words, that the country should be treated as the backyard of the United States. #SoberaniaDigital #Algoritmos #Transparência (translated)

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Rogério Marinho🇧🇷 4d

Rogério Marinho said he considered the meeting between Minister Alexandre de Moraes, the Director-General of the Federal Police, and the Director of Intelligence of the institution concerning, especially in light of questions about the preparation of reports without evidentiary value involving Minister André Mendonça. Marinho stated that at that moment, it was essential to ensure transparency, independence, and impartiality. He said that society had the right to know the purpose and context of the meeting and to demand guarantees against interference in the electoral process. He also stated that no authority or public body should be exempt from oversight, accountability, and public scrutiny. #Transparência #Justiça #DireitosCivis (translated)

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Observador 4d

The socialist deputy Francisco César advocated for an end to digital discrimination in the Azores, warning that the Azoreans should not be treated as second-class Portuguese when accessing products from platforms like Amazon, and he requested oversight of shipping costs to ensure equality in digital commerce. #Açores #DiscriminaçãoDigital #ComércioEletrónico (translated)

observador.pt
PS quer fim da discriminação digital nos Açores
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poponze 5d

Poponze stated that the federal deputy Captain Augusto (PL) presented a bill aimed at abolishing the National Film Agency (ANCINE). According to the author, the agency was responsible for promoting, regulating, and overseeing the Brazilian film and audiovisual market. https://t.co/xCQ6YPmkxp #Cinema #Audiovisual #Política (translated)

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Flamengo 5d

Flamengo announced a campaign with Zé Delivery and asked users to select the club as their favorite team in the app. According to the club, 10% of the value of Brahma orders made by those who chose Flamengo would be directed to the construction of the Miniestádio do Ninho. The post mentioned Urubão and João Guilherme and stated that the app was prohibited for those under 18 years old. #Flamengo #ZéDelivery #Brahma (translated)

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Rogério Marinho🇧🇷 5d

Rogério Marinho stated that threats attributed to ministers of the Supreme Court, made through the press, reinforced his opinion that the Supreme Court should not act as a police station. He considered it unacceptable for members of the Court to try to pressure Parliament with inquiries or judicial measures to prevent Congress from overseeing the Supreme Court. Marinho advocated for an urgent reform of the Judiciary so that the Supreme Court would be limited to the function of a constitutional court, as he believes occurs in mature democracies. He also said that this change would restore democratic normality and the balance between the branches of government, and stated that the population had rejected abuses at the polls. #ReformaJudiciária #Supremo #Democracia (translated)

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Saymon 6d

Saymon wrote to Claudio Dantas that he came to understand that the place would serve to collect fraudulent pen drives. He said he imagined that the space was filled with military or police accompanying a minister of the TSE, but stated that there were left-wing public servants and no oversight. #Brasil #corrupção #política (translated)

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Carol De Toni 6d

Carol De Toni said that she affirmed, during the Balanço Geral, that no one should be above the law. She added that, in the Senate, her mission would be to defend the Constitution, supervise firmly, and seek balance among the Powers. https://t.co/xX1zaAs9px #Justiça #Direitos #Constituição (translated)

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Sabrina Carpenter Brasil | fan account 7d

The Sabrina Carpenter Brasil fan account congratulated Erika Hilton and Cortez for their achievement and stated that the victory represented attention to the fans and the youth. According to the publication, they advocated for safety at shows, oversight of ticket sales companies, and safe access to culture. The account also thanked them for listening to Sabrina Carpenter's community and including it in their projects, and wished both a brilliant term. #Cultura #Juventude #Segurança (translated)

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Alexandre Ramagem 1w

Alexandre Ramagem published episode 09/10 of his series on public security and advocated for protecting the borders, strengthening intelligence and permanent oversight, and integrating security forces to combat the trafficking of weapons and drugs. In the publication, he also mentioned Rebeca Ramagem, identified as a candidate for federal deputy from Rio de Janeiro with the number 2217, and Flávio Bolsonaro, linked to the number 22 and the Presidency. #SegurançaPública #CombateaoCrime #TráficoDeDrogas (translated)

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Flamengo 2w

How to protect those who bet? Limits per bettor, data crossover, and active monitoring. The paths that Bap pointed out on MengoCast. https://t.co/iuMsFsWDb8 #Apostas #JogosResponsáveis #Flamengo (translated)

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Rui Pinto 2w

É oficial. O comunicado divulgado hoje pela Premier League acaba por confirmar, perentoriamente, a veracidade de tudo aquilo que foi revelado através do Football Leaks. A Comissão Independente é também especialmente dura na forma como classifica as acções praticadas pelos dirigentes do Manchester City, que, sem sombra de dúvida, actuaram com a maior impunidade, desafiando tudo e todos. Demonstraram, desde sempre, não ter qualquer respeito pelas regras, pelas entidades de fiscalização e regulação, pela integridade da competição, pelos outros clubes e, acima de tudo, pelos fãs. Anos e anos de batota, mentira e manipulação terão, finalmente, consequências. #PremierLeague #ManchesterCity #FootballLeaks

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Observador 2w

O artigo destaca que, apesar do progresso legislativo em Portugal em relação aos direitos das pessoas com deficiência, a efetividade e a equidade na aplicação desses direitos ainda são insuficientes, evidenciando a necessidade de melhorias na execução, fiscalização e alocação orçamentária. #DireitosDasPessoasComDeficiência #Inclusão #Acessibilidade

observador.pt
O desafio dos direitos das pessoas com deficiência
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Byanu 2w

Excelentíssimo Senhor Presidente @Lulaoficial, Venho, por meio desta, apresentar um apelo. É de conhecimento público que, durante anos, diversos influenciadores digitais promoveram casas de apostas e plataformas de bets sem a devida fiscalização. Essa divulgação contribuiu para que milhares de pessoas comuns fossem induzidas a gastar recursos de que sequer dispunham para a própria subsistência. Solicito a Vossa Excelência que tais influenciadores sejam devidamente apurados e, se for o caso, penalizados, em conformidade com as leis soberanas vigentes em nosso País. Cito, nominalmente, para fins de apuração, os influenciadores @felipeneto e @Casimiro, bem como todos aqueles que tenham tido envolvimento nessa prática. Desde já, agradeço a atenção. #Apostas #Influenciadores #Justiça

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Felipe Moura Brasil 2w

A noticiada presença do procurador-geral da República no casamento do filho do magistrado que ele tenta blindar contra abertura de investigação, defendendo nulidade de relatório policial, é mais um motivo de suspeição que torna indefensável sua atuação no caso Master. O corporativismo do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que na sexta-feira (25/9) blindou o PGR por 5 votos a 4 contra abertura de apuração, deixou Paulo Gonet à vontade para confraternizar no sábado (26/9) com a família Moraes, sob a proteção amiga de Gilmar Mendes, o supremo influenciador que exaltou em rede social a decisão do CSMPF e o modo de agir de seu ex-sócio e afilhado político, notadamente à sua imagem e semelhança. A amizade íntima entre o procurador-geral da República e Alexandre de Moraes - também organizador da degustação de charutos e whisky Macallan, na qual Gonet foi fotografado fumando à mesa com Daniel Vorcaro - turbina a desconfiança da sociedade em relação à sua capacidade de atuar com imparcialidade e independência. O mesmo sistema que desmantelou uma força-tarefa anticorrupção com base em ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens entre magistrado e procurador roubadas por hackers não tem agora qualquer cerimônia em demonstrar e legitimar a intimidade presencial entre as partes envolvidas no mesmo processo. Na República do Escambo, a casta do sistema tem uma ética própria de proteger-se acima de tudo e de todos, esfregando na cara dos demais cidadãos sua condição de pairar acima das regras impostas a eles em tribunais e órgãos de fiscalização e controle instrumentalizados por ela. É uma afetação deliberada de poder por parte de quem se apossou das instituições brasileiras, em razão da covardia e do rabo preso de políticos da esquerda lulista, do velho tucanato e do Centrão bolsonarista, todos eles hoje fingindo, em campanha eleitoral, ter interesse em reformar o sistema de Justiça que ajudaram a desvirtuar. O efeito dominó da ganância incontida resulta em regimes autoritários, onde a reação sistêmica contra quem ousa apontar meios indecentes de faturamento produz cada vez mais disfuncionalidade institucional, concentração de poder, intimidação, censura, retaliação e injustiça. O Brasil continua aprisionado neste ciclo, no qual, a julgar pelas preferências do eleitorado, está fadado a permanecer por mais quatro anos, pelo menos. Não por falta de aviso, os brasileiros seguirão tendo notícias, e pagando as contas, das festas nababescas da casta mais cínica de sua história. #justiça #corrupção #política

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Planeta do Futebol 🌎 2w

⚠️ AGORA! Nota oficial do Fluminense: "O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm 6 meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa." 📸 FFC #Fluminense #Apostas #Esporte

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Fluminense F.C. 2w

O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm seis meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa. #Apostas #Regulamentação #Esporte

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Guia das Apostas 2w

PROIBIR NÃO É PROTEGER A Guia assina, ao lado das operadoras licenciadas do Brasil, o manifesto da ANJL e do IBJR. A proibição não acaba com as apostas no Brasil, mas com a proteção de quem aposta. Segundo o Ministério da Fazenda, 31 milhões de pessoas estão ativas nas plataformas de apostas legalizadas, cerca de 20% do eleitorado nacional, que, em sua imensa maioria, aposta de forma recreativa e responsável. Essas apostas não deixarão de ser feitas com uma medida provisória; apenas mudarão de endereço para ambientes sem controle, que aceitam menores de idade e cartões de crédito. No mercado autorizado, as plataformas verificam idade e CPF, adotam políticas de saúde mental e autoexclusão e recolhem impostos para políticas públicas. Compartilhamos a preocupação com o endividamento das famílias e com o jogo problemático, e quem tem as melhores condições de enfrentar esse problema é justamente um mercado altamente regulado. O mercado legal hoje impede que 3 milhões de beneficiários de programas sociais apostem e já atendeu 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão. Nenhum site ilegal faz isso. O mercado ilegal brasileiro tem um agravante: é explorado pelo crime organizado para aplicar golpes digitais contra a população mais vulnerável. O governo já bloqueou mais de 66 mil domínios ilegais. Mesmo assim, em uma só semana de setembro, 6.409 seguiam no ar, e 14 novos são criados por dia. O mercado clandestino já responde por 41% do volume apostado no país. Com a proibição, esse número saltará para 100%. Se a proibição atingir todo o mercado regulado, a consultoria LCA estima que até R$ 73 bilhões em arrecadação estariam em risco entre 2027 e 2030, caso 100% da demanda migre para operadores ilegais. Se o objetivo é proteger o cidadão, o caminho é mais fiscalização, não menos. Estamos prontos para discutir limites de depósito e de tempo, regras mais rígidas de publicidade, cuidado em saúde mental e mais rigor no combate aos sites ilegais. Nada disso pode ser exigido de quem opera na clandestinidade. Proibir não protege o apostador. Apenas o empurra para ambientes sem fiscalização. ANJL e IBJR #ProibirNaoEProteger #ApostasLegais #JogoResponsável #SegurançaFinanceira

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Vasco da Gama 2w

COMUNICADO O Vasco da Gama informa que foi realizada nesta sexta-feira (25) a audiência referente ao processo competitivo para alienação da UPI Equity, correspondente a 90% da Sociedade Anônima do Futebol do Vasco. Concluída essa etapa, a proposta apresentada pela Almirante Participações e Empreendimentos S.A. foi declarada vencedora, representando um importante avanço na construção de uma nova etapa para o Vasco da Gama. O resultado integra o processo de reestruturação conduzido pelo Club de Regatas Vasco da Gama e pela Vasco SAF, no âmbito da Recuperação Judicial e sob acompanhamento dos órgãos e auxiliares responsáveis por sua fiscalização. A operação seguirá agora para o cumprimento das etapas jurídicas, societárias e estatutárias necessárias à sua conclusão, incluindo as aprovações previstas nas instâncias competentes do Club de Regatas Vasco da Gama. O Vasco considera o resultado um passo relevante para a construção de um projeto sustentável e responsável, que fortaleça a instituição, amplie sua capacidade de investimento e crie condições para o desenvolvimento do clube no longo prazo. O Vasco manterá seus associados, torcedores e o mercado informados sobre os próximos passos. #VascoDaGama #Futebol #Vasco #VascoSAF

197209
Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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