André Ventura stated that the time for a legislative agreement with the PSD has passed and that Chega's focus should be to lead the alternatives to the current government, expressing a willingness to collaborate on specific matters. #AndréVentura #Chega #PolíticaPortuguesa (translated)
In his first television interview since leaving power, Passos Coelho stated that what he did in the past is more important than what he said, criticizing the continuity of António Costa's government and arguing that the right should be more united. #PassosCoelho #MárioCenteno #PolíticaPortugal (translated)

Pedro Passos Coelho, in an interview with SIC Notícias, admits the possibility of a return to the leadership of the PSD if the current leader, Luís Montenegro, fails in governing the country, highlighting the importance of a parliamentary agreement on the right for essential reforms. #PolíticaPortuguesa #PassosCoelho #PSD (translated)

Pedro Passos Coelho admits the possibility of returning to politics if the PSD fails in governance, emphasizing the need for interventions in public debate and criticisms of the current management of the SNS. #PedroPassosCoelho #PSDNasEleições #SaúdePortugal (translated)

The author noted that Pedro Passos Coelho would give an interview to Maria João Avillez on SIC Notícias, between 9 PM and 10 PM, and argued that his governance should be reassessed in light of the financial conditions he encountered. According to the author, Portugal had already requested external assistance when Passos Coelho arrived at the Government in 2011, and the adjustment program of 78 billion euros had been negotiated before he took office. He maintained that during the legislature, exports rose from about one-third of GDP to nearly 40% in 2015, including tourism, and that the tourism sector gained strategic momentum. Regarding privatizations, he acknowledged that some operations were questionable and warranted scrutiny but argued that they allowed the collection of billions of euros, the amortization of public debt, and reduce financing needs and interest burdens. He also considered that cuts in the public sector were painful but questioned what the alternatives would have been when the State could no longer finance itself normally. The author further highlighted that Portugal completed the financial assistance program in 2014 and returned to market financing without a precautionary program, recovering, in his view, decision-making leeway. He stated that Passos Coelho was the most relevant politician of the century in Portugal for having made unpopular decisions and contributed to an economic change whose effects surpassed his Government. #Portugal #Política #Economia (translated)
O artigo de António Covas analisa como a esfera pública e as leis gerais da governação política estão a ser subvertidas por interesses privados e demagogia, resultando em uma crise de representação e eficácia na mediação democrática na sociedade europeia contemporânea. #GovernaçãoPolítica #Democracia #EsferaPública
As eleições parlamentares na Suécia estão renhidas, com a imigração como tema central da campanha, e a diferença entre os blocos de esquerda e direita reduzida a pouco mais de 2 pontos percentuais, deixando diversos cenários de governação em aberto. #Suécia #Eleições #Imigração

Luís Neves perseguiu o Ku-klux-klan português. E os criminosos estão a tentar vingar-se, com a já habitual cumplicidade da grande media e do próprio governo - porque enquanto batem no Neves não se fala do desastre na governação na Saúde, na Economia e na Educação. #KuKluxKlan #Justiça #Mídia #PT
O Colapso Silencioso do Acesso ao Ensino Superior Enquanto o ministério trata da sua própria sobrevivência, dezenas de milhares de jovens continuam à espera de saber se têm futuro Há uns anos contrataram cá em casa um empreiteiro para resolver uma infiltração no tecto da sala. Ele chegou, olhou para a mancha, olhou para nós, e disse a frase que todo o português já ouviu de um profissional em apuros: "Isto não é nada, fica logo despachado." Três semanas depois, a mancha continuava lá, maior, mas a fachada do prédio, essa, tinha sido pintada de fresco. Perguntámos-lhe porquê. Respondeu que a fachada "era o que dava nas vistas". A sala, coitada, ficava para o "próximo orçamento". Este Verão, milhares de famílias portuguesas estão a viver a versão nacional dessa história. A fachada é um ministério. A infiltração é a crise no processo de acesso ao ensino superior. E quem vive por baixo dela, à espera que alguém a resolva, são dezenas de milhares de jovens. Os números, esses, não deixam grande margem para eufemismo: atrasos sucessivos na divulgação das notas do secundário, uma primeira fase de candidaturas que teve de ser adiada, uma auditoria externa anunciada ao processo de digitalização e uma factura de "poupança de dezenas de milhões de euros" que, entretanto, se transformou em custos de recrutamento urgente de trabalhadores para separar folhas de exame à mão. O ministro Fernando Alexandre garantiu, por escrito e em directo, que "nenhum aluno será prejudicado". Depois teve de desmentir-se a si próprio, adiar o calendário que jurava não precisar de tocar e, mais recentemente, anunciar uma época especial de exames em Setembro — a forma delicada de admitir, sem nunca o dizer nesses termos, que afinal houve alunos prejudicados. É a lógica do empreiteiro, aplicada à governação: quando a estrutura ameaça ruir, protege-se primeiro aquilo que os outros vêem — a narrativa, a demissão evitada, a moção de confiança contornada — e só depois, se sobrar tempo e argamassa, se olha para quem efectivamente vive dentro da casa. Os alunos que ficaram sem nota final na pauta, os professores acusados publicamente de "relatos falsos", os pais que telefonam para escolas sem resposta — esses são a infiltração que não dá nas vistas do lado de fora do prédio. Há qualquer coisa de muito português nesta cena, e não é preciso ir buscar Eça de Queirós para lhe encontrar antepassados — embora ele tivesse escrito páginas inteiras sobre funcionários públicos mais preocupados com a forma do que com a função. Basta lembrar como o Estado português, desde sempre, sabe fazer um requerimento perfeito para um problema que continua por resolver. A burocracia impecável como substituto da solução real: é quase uma tradição nacional, tão antiga como o carimbo. O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, resumiu a coisa sem querer, quando disse que o ministro "não perdeu qualidade" e "nunca deixou de estar ao leme dos acontecimentos". Estar ao leme, note-se, não é o mesmo que estar a conduzir o barco a bom porto — é apenas a garantia de que alguém continua agarrado ao volante enquanto o barco vai por onde a corrente o leva. É uma frase de defesa política, não de gestão de crise, e a diferença entre as duas é precisamente o assunto desta crónica. Porque o que separa este episódio de um mero acidente técnico é a ordem de prioridades que ele revelou, sem disfarce. Quando confrontado sobre se tem condições para continuar no cargo, o ministro respondeu que "deu o seu melhor". Quando confrontado por estudantes que atravessaram o país para lhe falar, disse-se disponível para os ouvir — depois de o vídeo já ter corrido as redes sociais. A gestão da própria permanência veio primeiro; a gestão do problema dos alunos veio a reboque, empurrada pela pressão pública e não pela urgência que devia ter tido desde o primeiro dia. Aos alunos que esperam a nota que decide se entram no curso que escolheram, fica o convite a não confundir as duas coisas: uma coisa é o ministro estar preocupado com o futuro; outra, bem diferente, é saber de quem é esse futuro. O dele resolve-se com uma auditoria, uma conferência de imprensa e a paciência do primeiro-ministro. O vosso resolve-se com uma nota que ainda não chegou. #Educação, #Fernando Alexandre, #Exames Nacionais, #Ensino Superior, #Governo, #Política Portuguesa, #Reforma na educação
João Moreira Rato, presidente do Instituto Português de Corporate Governance, afirma que não observa uma reforma profunda do Estado em Portugal, destacando a necessidade de uma verdadeira transformação na gestão de recursos humanos e na execução pública, além de criticar a falta de eficácia nas mudanças propostas. #ReformaDoEstado #GestãoDeRecursosHumanos #Governação

A Comissão Europeia reconhece as críticas aos novos estatutos da agência Lusa, apontando que podem ameaçar sua autonomia editorial e destacando a necessidade de monitorização do seu modelo de governação, especialmente em face das preocupações expressas por sindicatos e trabalhadores sobre a influência do Estado na gestão da agência. #ComissãoEuropeia #LiberdadeDeImprensa #Lusa

No artigo, Gonçalo Saraiva Matias argumenta que a inteligência artificial deve ser encarada como um instrumento para modernizar o Estado e melhorar serviços públicos, enfatizando a necessidade de agir antecipadamente em relação aos desafios e riscos que a tecnologia traz, para que os benefícios não sejam distribuídos de forma desigual. #InteligênciaArtificial #Tecnologia #GovernaçãoIA
A escolha que temos pela frente não é entre uma confiança cega na IA e o medo da mesma. É entre uma governação bem planeada e organizada e um rumo incerto, entregue ao acaso.
António Guterres, secretário-geral da ONU, apelou à criação de uma regulação internacional bem planejada da Inteligência Artificial durante a abertura do primeiro encontro global sobre a Governação da IA em Genebra, enfatizando a necessidade de evitar que o futuro da humanidade seja determinado de forma improvisada. #InteligênciaArtificial #Regulação #Governança

A comissão parlamentar de inquérito concluiu que o encerramento do Instituto Superior de Administração e Línguas da Madeira (ISAL) decorreu de uma gestão opaca e incapaz, recomendando o envio do caso ao Ministério Público por possíveis ilícitos penais e registrando que os estudantes foram informados da situação apenas pela mídia. #ISAL #Educação #Governação
Outra governação europeia? Se for outra forma de organizar as nossas economias para garantir a democracia e a paz. Onde os lucros não atropelam as garantias, os países têm todos as mesmas possibilidades, os esforços pela paz falem mais alto que a corrida ao negocio das armas. https://t.co/N3A3Ve2Fdn #GovernaçãoEuropeia #Paz #Democracia #Thetweetdoesnotdirectlymentionspecificcountries.Therefore #therearenocountrycodestoreturn.
Luís Montenegro, candidato a um terceiro mandato como líder do PSD, apresentou uma moção que promete coragem reformista e responsabilidade, reafirmando a recusa de acordos de governação com o Chega e o PS, enquanto enfatiza a necessidade de diálogo político e a busca por soluções concretas para os problemas dos cidadãos. #PSD #LuísMontenegro #Política
