A investigação da PF que atinge Lulinha já expõe o que parece ser uma organização criminosa infiltrada no governo federal. Pelo menos quatro atuais ou ex-integrantes do Palácio e de ministérios aparecem nas apurações. Segundo a PF, a lobista Roberta Luchsinger atuava na defesa de interesses privados junto a órgãos federais em sociedade oculta com Lulinha e o empresário Fernando Bittar, o mesmo do sítio de Atibaia. Dinheiro vivo em malas, pagamentos a servidores e contratos milionários: o método clássico da bandidagem. Já surgem nas investigações Ranniêr Costa Ciríaco, José Martinho Ferreira de Araújo, Marco Aurélio Santana Ribeiro (o “Marcola”) e Swedenberger Barbosa, todos com passagem por cargos de confiança no governo. A rede não é acaso. É estrutura. A pergunta que fica não é só “até onde vai”. É: até quando o Brasil vai tolerar essa organização de golpistas usando o Estado como caixa particular da família e dos amigos? #Lula #Corrupção #PF