WRLD

Search

#Olimpicos
ABC TU DIARIO EN ESPAÑOL 2d

The International Olympic Committee has begun the selection process for the host city of the 2036 Olympic Games, allowing votes to choose among seven interested countries: Germany, Hungary, India, Qatar, South Korea, South Africa, and Turkey, each with its own challenges and proposals. #JuegosOlímpicos #2036 #Candidaturas (translated)

www.abc.es
Los Juegos Olímpicos vuelven a ser apetecibles
2891
Observador 2d

Álvaro Beleza defends Lisbon as the host for the 2036 Olympic Games, highlighting the city's favorable conditions and proposing a candidacy that could boost structural works and urban redevelopment. #JogosOlímpicos #Lisboa2036 #Desporto (translated)

observador.pt
Álvaro Beleza quer Lisboa como sede dos Jogos Olímpicos
2784
Observador 3d

Jorge Fonseca, bronze medalist at the Tokyo 2020 Olympics and world champion in 2019 and 2021, was eliminated in the first round of the -100 kg category at the judo World Championships in Baku, after losing by yuko to the Canadian Kyle Reyes. #Judo #JorgeFonseca #MundiaisDeJudo (translated)

observador.pt
Jorge Fonseca eliminado dos Mundiais de judo
2792
20 minutos 4d

María Pérez, champion in the mixed relay of Paris 2024, reveals that her main daily motivation is to win the gold medal at the Los Angeles 2028 Olympics, the only one missing from her impressive record. #MaríaPérez #OroOlímpico #Deportes (translated)

www.20minutos.es
María Pérez: "El oro en Los Ángeles es por lo que me levanto motivada todas las mañanas"
2806
Observador 4d

Olympic swimmer and European vice-champion Camila Rebelo signs a contract with Benfica, joining other prominent athletes as she prepares to compete in the Paris 2024 and Los Angeles 2028 Olympic Games. #Natação #CamilaRebelo #Benfica (translated)

observador.pt
Vice-campeã europeia Camila Rebelo reforça Benfica
1574
Observador 1w

Vasco Vilaça, Portuguese triathlon athlete, reflected on his recent achievement as world champion in Pontevedra and the importance of focusing on the present while preparing for the Los Angeles Olympic Games. #Triatlo #VascoVilaça #CampeãoMundial (translated)

observador.pt
"Jogos? Desde que tudo corra bem é no pódio que devo estar"
1709
E
EL MUNDO 1w

A team of students from the Centre de Formation des Journalistes de Paris debunks the black legend about doping through pregnancy in Soviet gymnasts at the 1968 Mexico Olympics, revealing that the supposed confession of Olga Kovalenko was false and that there was never any evidence of an official doping program based on pregnancy. #Dopaje #OlgaKovalenko #HistoriaDeportiva (translated)

www.elmundo.es
Unos estudiantes desmontan la leyenda negra del dopaje por embarazo en el deporte soviético: "Apareció en medios reputados de todo el mundo sin ningún tipo de verificación"
1485
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 NOW! Flamengo anticipates the clubs and files a request with the STF against the Provisional Measure that prohibited the bets. The Red-Black club requested today to Minister Luiz Fux to participate in the action that questions the MP. The club also wants its statement to be considered in the analysis of the request for suspension of the MP. In the petition, Fla states that the prohibition affects the FINANCING OF SPORTS. The club cites its master sponsorship of R$ 268.5 million per year, valid until the end of 2028. Flamengo considers the 10 days for the exit of the betting companies insufficient and warns about the effects of the sudden loss of revenue in football, in Olympic sports, in women's football, and in the youth categories. President Bap has criticized the MP since its signing. Other clubs are also organizing to act TOGETHER. The movement follows the initiative of the National Syndicate of Professional Football Associations (Sinafut) in the action of the National Association of Games and Lotteries (ANJL) and the Brazilian Institute of Responsible Gaming (IBJR). In addition to the suspension of the MP, the union requests a 6-MONTH transition. The mobilization against the MP brings together bets, clubs, federations, and the CBF. #Flamengo #Apostas #Futebol (translated)

28996
Dan Pimpão 2w

O ciclista Igor Nova fez um pronunciamento após ter fotos íntimas expostas para a diretoria de sua antiga equipe. Segundo ele, um e-mail anônimo foi enviado à diretoria de Foz do Iguaçu informando que ele produz conteúdo adulto e pedindo uma "solução" imediata. Em nota, Igor esclareceu que já não compete pela equipe desde os Jogos Regionais de 2025 e que o conteúdo foi vazado sem autorização. "Assim como muitos atletas ao redor do mundo, inclusive olímpicos, busquei na criação de conteúdo adulto uma forma de complementar minha renda e me manter no esporte, que exige altos custos e conta com pouquíssimo patrocínio". Ele segue competindo por outra equipe. #Ciclismo #Atletas #Privacidade

19722
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 "Não há nenhuma dúvida de que isso vai afetar muito o negócio. Você pensa no Flamengo, por exemplo, com 20% da receita comprometida. Para quem acha que vai ficar ruim para o futebol, vai ficar MUITO PIOR para o ESPORTE OLÍMPICO. São R$ 20 milhões a menos para o Flamengo nos esportes olímpicos, R$ 63 milhões a menos em placas de publicidade e R$ 27 milhões a menos em placas no Carioca. Quem achar que vamos contratar jogadores... NÓS NÃO TEMOS CONDIÇÕES HOJE, enquanto estou falando aqui, de honrar os compromissos que nós assumimos baseados em contratos legais e honestos que foram celebrados em função do marco regulatório brasileiro. Vamos buscar alternativas? Vamos, mas os valores serão muito abaixo dos atuais." 🎙️ Bap, presidente do Flamengo. 📸 Flamengo TV #Flamengo #Futebol #Esporte

15608
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Presidente do Flamengo, Bap dispara contra Medida Provisória proibindo as bets: "Como é que eu vou pagar o Paquetá em janeiro? Eu assumi um compromisso importante com o Flamengo. O Flamengo faz tudo dentro da lei. O Flamengo não precisa de ajuda do Governo para pagar suas dívidas. Agora, essa medida compromete as receitas. Isso afeta o futebol, os pagamentos que temos a fazer e os esportes olímpicos. A maior parte dos recursos vem de incentivos fiscais, e a maior parte do dinheiro vem das agências de bet. Também há problemas com as placas de publicidade. Para quem diz que, no passado, o futebol ganhou muito sem as bets, isso é o que a gente chama de sofisma. O mundo era outro, e, muitas vezes, quem pensa assim talvez esteja DESATUALIZADO. A gente não pode comparar o que vive hoje com o passado. Na Argentina, estão CELEBRANDO isso. Não tenha a menor dúvida de que haverá um enfraquecimento ainda maior do futebol brasileiro e um fortalecimento do futebol argentino. E você não vai diminuir o endividamento do brasileiro médio com essa decisão. A gente tem certeza disso!" 🗞️ @simpraisa 📸 Flamengo TV #Futebol #Flamengo #Apostas

35004
Raisa Simplicio 2w

BAP, presidente do Flamengo, falou sobre a MP que proíbe as bets no futebol brasileiro, em um vídeo na TV do clube: “Como é que eu vou pagar o Paquetá em janeiro? Eu assumi um compromisso importante com o Flamengo. O Flamengo faz tudo dentro da lei. O Flamengo não precisa de ajuda do governo para pagar suas dívidas. Nós pagamos as dívidas que tínhamos no passado. Agora, essa medida compromete as receitas do futuro. Isso afeta a folha do futebol, as contratações que fizemos, os pagamentos que temos a fazer e os esportes olímpicos. A maior parte dos recursos vem de incentivos fiscais, e a maior parte do dinheiro vem das agências de bet. Você também tem problemas com as placas de publicidade.” #Flamengo #Futebol #Betting

16412
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 Flamengo estima prejuízo de R$ 400 milhões por ano com fim das bets. A principal perda é o contrato do patrocínio máster, de R$ 268 milhões por ano, que também inclui valores para esportes olímpicos e futebol feminino. Outro impacto pode vir do contrato de cerca de R$ 63 milhões com a Brax pelas placas de publicidade do Brasileirão. A maioria dos anunciantes era de casas de apostas. No Campeonato Carioca, também há acordo com a Brax e naming rights de casa de apostas. O Fla recebe cerca de R$ 27 milhões, com boa parte dos direitos paga pela Globo à Brax e o restante vindo da parte comercial. A conta inclui ainda outros patrocinadores e recursos de leis de incentivo aos esportes olímpicos. O clube também estima ter 100 MIL CAMISAS produzidas pela Adidas com a marca da patrocinadora máster que não poderão ser vendidas, além da perda dos royalties. Há ainda possíveis impactos na COPA DO BRASIL e no BRASILEIRÃO, competições com naming rights de bets. Com tudo isso, o Flamengo calcula perda de cerca de R$ 400 MILHÕES POR ANO. Caso o cenário se confirme, o Rubro-Negro terá que REVER GASTOS para 2027. 🗞️ @UOL | @_rodrigomattos_ 📸 CRF #Flamengo #esporte #patrocínio

17955
ElBuni 2w

El Papa fue a Francia y la iglesia le hizo un mega evento mostrando toda la historia del pais Era por aca, no la pelotudes que hicieron en la apertura de los juegos olimpicos jsjs https://t.co/TdHDVPOPzm #PapaFrancisco #Francia #Iglesia

29006
Observador 2w

A atleta francesa Cyréna Samba-Mayela, vice-campeã olímpica em Paris 2024, foi suspensa provisoriamente por três falhas no sistema de localização antidopagem, o que pode resultar numa sanção de dois anos e comprometer sua participação nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. #Atletismo #Doping #JogosOlimpicos2028

observador.pt
Vice-campeã olímpica suspensa provisoriamente
1497
Planeta do Futebol 🌎 2w

⚠️ AGORA! Nota oficial do Fluminense: "O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm 6 meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa." 📸 FFC #Fluminense #Apostas #Esporte

21312
Fluminense F.C. 2w

O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm seis meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa. #Apostas #Regulamentação #Esporte

24422
Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

52771
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

30534
Raisa Simplicio 2w

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

15325