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#Realidades
eldiario.es 1d

The socialist MEP Leire Pajín advocates for a European policy that is more aware of territorial realities and demands greater protection for humanitarian aid and workers in the sector, while defending sustainability in fishing and the ceramics industry. #UniónEuropea #TrabajoHumanitario #IndustriaSostenible (translated)

www.eldiario.es
Leire Pajín, eurodiputada socialista: “La UE debe desplegar su diplomacia para proteger a los trabajadores humanitarios”
2408
Sérgio Humberto 2d

The author stated that mental health should receive the same attention, respect, and seriousness as the other areas of health. On World Mental Health Day, he emphasized the importance of listening to those who live these realities and integrating those experiences into the development of responses. https://t.co/9urPsFXq9L #SaúdeMental #BemEstar #ApoioPsicológico #BR (translated)

3238
Observador 2d

The Portuguese government acknowledges the urgency of increasing the housing supply, but the lack of clarity about the necessary changes to urban planning rules and the insufficiency of supply in relation to demand highlight a housing crisis that requires effective solutions tailored to local realities. #habitação #política #mercadoimobiliário (translated)

observador.pt
OE 2027: o que o dinheiro não resolve
2893
Observador 3d

The state budget is criticized by deputies who consider it empty and disconnected from the needs of families, reflecting a dependence on old budget models that do not meet current economic realities. #Orçamento #Política #RessacaFiscal (translated)

observador.pt
Orçamento: "Casa bem arrumada, mas frigorífico vazio"
2794
E
EL MUNDO 3d

Ukraine is implementing specialized training for its soldiers in combat tactics against FPV drones, adapting to the new realities of modern conflict while NATO adapts slowly. #UAV #EntrenamientoMilitar #Drones (translated)

www.elmundo.es
Juegos de guerra para aprender a "cazar" drones
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EL PAÍS 4d

In his opinion piece, Manuel Vilas celebrates Anne Carson, recently awarded the Nobel Prize in Literature, highlighting her ability to transform poetry and connect classical antiquity with contemporary realities, which reaffirms the necessity and relevance of poetry in today's world. #AnneCarson #PremioNobel #Poesía (translated)

elpais.com
Anne Carson en el abismo
2804
eldiario.es 4d

The directors of the documentary 'Naza', Yuval Abraham and Rachel Szor, expose the harsh realities of the genocide in Gaza through testimonies from Israeli soldiers and face hostile reactions in Israel, including threats of revocation of their citizenship. #Naza #Gaza #Documental (translated)

www.eldiario.es
Los directores de 'Naza', el documental que enfurece a Israel: “Ojalá destituyan a Netanyahu”
1911
eldiario.es 5d

The theater group Escena Libre in Logroño, promoted by the association El Llavero, offers women in homelessness a platform to make their realities visible and confront the stigma and violence they suffer, becoming a space for support and personal renewal. #TeatroSocial #MujeresSinHogar #Visibilización (translated)

www.eldiario.es
El teatro como salvavidas de las mujeres sin hogar en Logroño: "Es un chute de vida y nos da voz a las que estamos en la calle"
1354
Marta Kos 5d

"Our assessment shows that the EU can welcome a larger number of members. However, there are areas where we see challenges that we must address. As candidate countries for accession progress in their reform processes, the EU must be prepared to welcome them. This means preparing our institutions, adapting our policies to new realities, and ensuring that our budget reflects our common ambitions," added Von der Leyen, in an idea shared by the Commissioner for Enlargement, Marta Kos. #AmpliaciónUE #IntegraciónEuropea #EstadoDeDerecho (translated)

La UE, ante su ampliación: menos vetos, integración por fases y opción de suspender el voto a quien no cumpla
www.20minutos.es
2145
Chaiany Andrade 💎 5d

Chaiany Andrade stated that she had been studying and learning about politics and that her perspective had changed over time. She said she was from the interior of Goiás and that she knew the difficulties faced by her community, similar to those still faced by millions of Brazilians. According to Andrade, changing one's life did not mean forgetting one's origins, and recognizing that her old choices no longer represented her was part of her growth. For the second round, she declared support for number 13. #Política #RealidadeSocial #Cidadania (translated)

2937
eldiario.es 7d

The Danish city of Odense has become a pioneering center for the development and testing of drones, adapting to the new realities of modern warfare and transforming its industry with an ecosystem that unites tech companies and universities focused on the innovation of unmanned aerial systems. #Drones #Guerra #Odense (translated)

www.eldiario.es
Odense, el laboratorio de Dinamarca donde Europa ensaya la guerra con drones
1703
Juliette 1w

Juliette stated that her political position was shaped by her own reality and not by trends, theories, or party passion. She said that a social policy helped her family to survive, recalling that her grandmother even ate palm and that her mother still bears the scars of childhood malnutrition. #Política #RealidadeSocial #Desigualdade (translated)

29365
Estefania Molina 2w

Many of the things that are happening, and will happen in Spain, demonstrate why Jon González was uncomfortable: his work was impeccable, necessary, explaining realities about housing, pensions, salaries... He opened people's eyes to why problems are not solved or why some measures are just populism. On the other hand, there are those who only expect to live off the narrative. Jon contributed ideas on how to improve this country. But maybe that was bothersome. #España #Vivienda #Sociedad (translated)

18903
Renato Souza 2w

Desde criança sonhava em ser jornalista para transformar realidades e ajudar pessoas. Nunca sentiria que fiz meu papel de jornalista se meu trabalho fosse atrelado a um mal severo que destrói a vida de centenas de milhares de pessoas. Nunca colocaria meu emprego acima da vida e da saúde mental de gente inocente. Há dois anos recebo proposta de bet toda semana, mas nunca aceitei, nem mesmo quando estava vivendo de freelancer, sem emprego fixo. #Jornalismo #SaúdeMental #Ética

13703
STRAY KIDS LATAM PROJECT 3w

Y recuerden, un evento cultural, por más relevante que sea, no debe ser utilizado como una cortina de humo o distractor de las realidades nacionales que requieren soluciones urgentes. #Cultura #RealidadesNacionales #ConcienciaSocial

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Pablo Quirno 3w

El discurso del Presidente @JMilei ante la Asamblea General de las Naciones Unidas fue contundente y claro. Argentina es un faro de esperanza y está demostrando que la libertad económica y la defensa de los valores occidentales son pilares del progreso.  Defender la libertad y los principios occidentales implica también proteger lo nuestro: la firmeza en la defensa de nuestros legítimos derechos de soberanía sobre las Islas Malvinas estuvo siempre en el centro de nuestra política exterior. En mi viaje a la ONU en mayo había marcado que la organización se alejó de las realidades de los Estados y se arriesgaba a perder la relevancia que le dio sentido a su creación, algo que hoy el Presidente ratificó. La Argentina sigue marcando el rumbo. Es momento de que la comunidad internacional abandone la burocracia y vuelva a los principios que la fundaron. TMAP 🇦🇷🇦🇷🇦🇷 #Argentina #Libertad #NacionesUnidas

23092
Lula 3w

📝 Discurso do presidente Lula na Assembleia Geral da ONU Esta é a décima ocasião em que abro o Debate Geral desta Assembleia. Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis – os que não têm exército, nem arsenais – nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel. Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício de origem da Carta da ONU conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança. O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista. Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma conflagração de proporções globais. Os que detêm as rédeas das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço as realidades do poder. Mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isso não é idealismo. É o mais puro realismo. A guerra não é a continuação da política por outros meios. É a falência total da política. Num mundo interdependente, liderar é conciliar os interesses da pátria com os da humanidade. Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade. Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado. É a convicção de um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome. Esta Assembleia corrigiu recentemente distorções históricas. Reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade. Aprovou a representação mais precisa do mapa-múndi. Agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade. Somos chamados a optar entre o multilateralismo ou unilateralismo. A democracia ou extremismo. Soberania ou subordinação. Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um Estadista. 📸 @ricardostuckert #ONU #Paz #Liderança

50388
Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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Observador 4w

O professor Bernardo Valente, da Universidade de Lisboa, afirma que o terrorismo evoluiu desde os ataques de 11 de Setembro de 2001, com os grupos terroristas a adaptarem-se a novas realidades geopolíticas. #terrorismo #11deSetembro #geopolítica

observador.pt
“O terrorismo de hoje é diferente do início do século XXI”
15719
Ursula von der Leyen Sep 10

Nuestras regiones ultraperiféricas cuentan con identidades sólidas, activos únicos y una ubicación geográfica que proyecta a Europa a los cuatro rincones del mundo. Sin embargo, es necesario tener más en cuenta sus realidades locales y sus limitaciones específicas

Bruselas lanza su plan para las regiones alejadas como Canarias con exenciones fiscales, flexibilidad climática y apoyo al asilo
www.20minutos.es
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