WRLD

Search

#gramática
CD Eldense 1w

CD Eldense published a "first lesson" in which it conjugated the verb to win in different grammatical persons and accompanied the message with the tags #AupaDeportivo and #LALIGAHYPERMOTION. #AupaDeportivo #LALIGAHYPERMOTION https://t.co/Hwno8M84Le #AprenderEspañol #GramáticaEspañola #Idiomas (translated)

16897
Rodrigo Constantino 4w

Moraes, o semiletrado de toga Não é preciso ser um gramático de gabinete para perceber o que salta aos olhos de qualquer brasileiro que ainda não tenha sido lobotomizado pela escola pública e pela televisão: o ministro Alexandre de Moraes, titulado doutor, professor de Direito e ocupante de uma das cadeiras mais altas da República, escreve como um aluno da quinta série que copiou o dever no intervalo. Troca “mas” por “mais”, põe crase onde a língua portuguesa, essa pobre viúva maltratada, não pede nem admite, conjuga verbos no infinito quando deveriam estar no presente, e ainda tem a ousadia de gritar em caixa alta, com cinco pontos de exclamação, que “a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”. A justiça pode até ser cega; o autor da frase, evidentemente, é surdo, mudo e analfabeto funcional. Essa não é uma simples “falha de revisão”, como os bajuladores de plantão tentam explicar. É o retrato nítido de uma casta que se julga acima da língua que o povo fala e que os clássicos consagraram. Moraes escreve “à partir”, “à favor”, “mensagem realmente achadas”, “whatzap”, data o documento em 3026 e troca “contexto” por “contesto” — como se o próprio vocabulário lhe contestasse o direito de usá-lo. Quem não consegue distinguir uma conjunção adversativa de um advérbio de intensidade não está apto a distinguir o lícito do ilícito, o fato da narrativa, o Direito da vingança pessoal disfarçada de despacho. O episódio do “mais” em vez de “mas” não é anedota. É revelação. Um homem que decide sobre a liberdade de milhões, que manda prender, silenciar e cassar, não consegue sequer articular uma frase de efeito sem tropeçar na primeira pedra da sintaxe. E depois de ser ridicularizado, corrige o “mais” mas esquece a vírgula. Ou seja: nem o constrangimento público o ensina. Continua o mesmo semiletrado de toga, agora com a correção malfeita e o capricho de manter as maiúsculas e os cinco pontos de exclamação, como se o volume da letra compensasse a pobreza do pensamento. Isso não é acaso. É o resultado de décadas de destruição sistemática do ensino, da substituição da gramática pela “expressão”, da lógica pela ideologia, do rigor pela pose. As mesmas universidades que formaram esse ministro ensinaram que a norma culta é opressão, que Camões é elitista e que a clareza é fascismo. O produto está à vista: um Supremo Tribunal Federal que emite sentenças em português de WhatsApp mal digitado, enquanto se arvora em tutor moral da nação. Quem não respeita a língua que herdou não respeitará a Constituição que jurou defender. No fundo, o erro ortográfico de Moraes é apenas o sintoma visível de um erro muito maior: a usurpação do poder por gente que nunca aprendeu a pensar com precisão. Uma sentença mal escrita não é só feia; é perigosa. Porque a palavra, como bem sabiam os antigos, é o instrumento do Direito. Quando o instrumento está quebrado nas mãos de quem o empunha, o que sobra não é justiça. É arbítrio semianalfabeto, gritado em caixa alta, pontuado com exclamações e assinado com ares de majestade. #Justiça #Direito #Educação

38120
SPACE LIBERDADE  Sep 7

🚨AGORA - Professor de português mostra erros gramaticais em decisões de Alexandre de Moraes https://t.co/hOZhJRo4SB #Português #Gramática #Educação

22068
Eli Vieira Sep 4

Caros comentaristas da @GloboNews: o voto do Luiz Fux no julgamento da suposta tentativa de golpe existiu. Aconteceu em 10 de setembro de 2025, e durou 13 horas e 46 minutos. No voto, Fux desmascarou a fragilidade da peça acusatória elaborada por Paulo Gonet, aquele que disse que tinha saudades de Vorcaro, e do tirano-relator, Alexandre de Moraes, que tratou um batom como arma de destruição em massa e mandou detidos do 8 de Janeiro para a prisão preventiva com base em opiniões políticas postadas por eles nas redes sociais. (Como eu e David Ágape provamos.) Antes, Fux havia ajudado Moraes a perseguir muitos desses cidadãos comuns. Mas, como disse Fux, um juiz deve ter “humildade para absolver quando houver dúvida”. Como sabemos, Moraes e humildade são como água e óleo. O tirano careca desconhece negociação e empatia, e sua cabeça lustrosa é ocupada 100% por uma diretriz: dobrar a aposta. Falta até espaço para regras da gramática. Fux é um homem que vai levar arrependimento para a cova. Sabe que cometeu um pecado pelo qual deve se confessar. “Essa é a coragem que eu invoco ao reconhecer que meu entendimento anterior [...] incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitiam sustentar”, disse ele, em 21 de outubro de 2025. Comentaristas, a sua alegação recorrente de que é caso resolvido que houve uma "tentativa de golpe" em 2023 é, portanto, muito mais controversa do que vocês pensam. Digo mais: a tese alexandrina de que a tentativa aconteceu atrapalha a crítica à cogitação, que de fato aconteceu. Ocorre que cogitar não é crime, embora seja certamente imoral. Pela atenção, obrigado. #Justiça #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão

13091
Mario Sabino Sep 2

Na nota para justificar o injustificável, o fato de Moraes ter editado o contrato de R$ 131 milhões com o Master, o escritório de Viviane Barci de Moraes escreveu que quis saber do ministro se havia ações contra o banco “SOBRE sua relatoria”. A falta de gramática está longe de ser detalhe nessa história. #Política #Justiça #Brasil

17200
Daniel Ibarra Andrade Aug 24

No ponen una sola tilde, no diferencian entre ay, hay y ahí, y escriben haber en lugar de a ver... Pero cuando se trata de decir niños y niñas se convierten en miembros honorarios de la RAE, Migueles de Cervantes, Marías Molineres, Caros y Cuervos. #Lenguaje #Gramática #Educación

13853
tatooo Jun 30

@N4ylas11037 Piden un posesivo y cuando les digo "tu, tus, su, sus, nuestro, nuestra, nuestros y nuestras" me mandan alv #gramática #lenguaje #comunicación

12604