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#inquietação
Observador 5d

France is once again ablaze with violent protests emerging against a backdrop of increasing economic unrest and the possibility of Marine Le Pen winning the 2027 presidential elections. #França #Manifestações #Política (translated)

observador.pt
O destino da França é viver a ferro e fogo. E depois falir
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SAFiel Aug 19

NOTA SAFiel SOBRE INTERVENÇÃO JUDICIAL O CORINTHIANS PRECISA SER CAPAZ DE GOVERNAR O CORINTHIANS A investigação conduzida pelo Ministério Público sobre uma eventual intervenção judicial no Corinthians entrou em uma nova etapa. O presidente do clube já foi ouvido. Outros depoimentos serão realizados. Documentos serão analisados. E uma questão central está sendo colocada diante do Corinthians: as estruturas atuais do clube são capazes de enfrentar e solucionar sua própria crise? Independentemente de qual seja a conclusão do Ministério Público e da Justiça, chegar a esse ponto já deveria preocupar profundamente todo corinthiano. Uma instituição da dimensão do Corinthians não deveria precisar que agentes externos questionassem se seus mecanismos internos de administração, fiscalização e controle são suficientes para protegê-la. A SAFiel não pretende antecipar conclusões que cabem às autoridades. Mas também não aceitará tratar essa situação como normal. Essa inquietação já ultrapassou as conversas individuais e ganhou expressão coletiva. Manifestações nos jogos e nas redes, o ato realizado nesta quarta-feira diante da sede do Ministério Público e a mobilização anunciada para sábado, no Parque São Jorge, revelam uma Fiel que encontrou no espaço público uma forma de fazer sua voz ser percebida. Sem antecipar o mérito ou o desfecho das investigações, há um fato que não pode ser ignorado: quando milhares de vozes dispersas passam a expressar uma mesma exigência por respostas, elas deixam de ser apenas manifestações individuais e se tornam uma força coletiva que as instituições precisam saber ouvir. Há anos o Corinthians convive com uma dívida gigantesca, sucessivas crises políticas, disputas internas, investigações e problemas de governança que atravessam diferentes administrações. Trocam-se presidentes. Trocam-se dirigentes. As crises permanecem. É exatamente por isso que a discussão precisa deixar de ser apenas sobre quem governa o Corinthians e passar definitivamente a ser sobre como o Corinthians é governado. A SAFiel propõe uma transformação estrutural do futebol, com gestão 100% profissional, governança, transparência, controles independentes, solução para a dívida e mecanismos que protejam o Corinthians dos ciclos políticos que ajudaram a trazê-lo até aqui. Intervenção judicial é uma decisão que cabe às instituições competentes. Transformar o Corinthians é uma decisão que cabe aos corinthianos. E ela não pode mais esperar. #Corinthians #Governança #Futebol

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dono da c🅾️🅾️perativa ™ Aug 11

☢️ Reflexão da Cooperativa: olha, afinal a banana tem caroço! Fui ler as 34 páginas do requerimento redigido pelo ToZé ao Tribunal Constitucional a propósito da lei de estrangeiros e de concessão de asilo. Pesado. Muita palha, muita conversa. Algum Marcelo Rebelo de Sousa no sketch do RAP sobre o aborto. Decidi focar-me num ponto específico. ➡️➡️Aquele em que a lei admite expulsar determinados estrangeiros condenados por crimes muito graves apesar de terem filhos menores portugueses e o ToZé, tomado pela inquietação paternal, pergunta se afastar aquele progenitor não poderá ferir o superior interesse da criança. Sim, quem é que vai ensinar o puto a fazer uma bomba, ou a cometer um triplo homicídio. Para ser bem feito, é preciso técnica. É por isso uma preocupação comovente. Sobretudo porque pressupõe uma coisa que o resto do direito português passa os dias a desmentir aos próprios portugueses, que ter um pai ou mãe por perto é, por definição, melhor do que não o ter.⬅️⬅️ Há crianças que são retiradas aos pais sem que ninguém tenha morto, violado, raptado ou rebentado alguma coisa. Basta, e bem, que o Estado conclua que naquela casa existe violência, abandono, negligência grave, abuso ou um ambiente capaz de transformar uma infância num pesadelo. Nesses dias ninguém aparece diante do tribunal com um violino a explicar que separar uma criança dos progenitores é uma violência intolerável contra a unidade familiar. Chamamos-lhe proteção. Às vezes pomos a criança numa instituição, outras vezes noutra família, outras limitamos visitas, e fazemos tudo isto porque há uma evidência que até o mais modesto técnico de proteção de menores conhece, que um progenitor pode ser biologicamente indispensável para fabricar uma criança e perfeitamente dispensável para a criar. Não deveria, sou o mais possível contra, mas sabemos que há casos. Só que depois entra em cena a imigração e parece que a legislação muda. O mesmo homem pode ser condenado a uma pena longa por um crime suficientemente grave para o Estado lhe fechar uma porta de ferro durante anos, arrancando-o à rotina do filho e àquela extraordinária unidade familiar que aparentemente sobrevive sem dificuldades entre duas paredes de betão, barras de ferro e o horário de visitas. A criança pode passar cinco ou oito anos a ver o pai através das regras de um estabelecimento prisional e isso é uma consequência triste, mas juridicamente suportável, da circunstância bastante prosaica dum progenitor ter decidido cometer um crime grave. ⚠️Ora aparentemente a cadeia não destrói a família; já a fronteira, pelos vistos, sim. A Carregueira preserva afetos. Rabat desfaz laços de sangue, será isso? Estar a cinquenta quilómetros, fechado numa cela, continua a ser uma espécie de paternidade de proximidade; estar a duas horas de avião transforma uma criança portuguesa, filha de pais estrangeiros, numa vítima constitucional. Eu não sabia que o amor de um pai/mãe perde propriedades químicas para lá de Badajoz. E o mais extraordinário é que a lei nem sequer parte para esta história com o machado prontinha a degolar pessoas. Obriga a ponderar o caso concreto, a relação com o filho, a unidade familiar, o interesse da criança. Que pai é este? Que relação mantém realmente com o menor? É uma presença protetora, afetiva, estruturante, ou apenas um nome numa certidão e uma fotografia antiga na cómoda? O que representa para aquela criança? Que crime cometeu? Que risco oferece? Que dano provocaria a expulsão? Pode a relação continuar de outra forma? Talvez, feitas as contas, a conclusão seja que deve ficar. Mas talvez seja exatamente a contrária, e parece ser esta segunda possibilidade que deixa o Tó Zé particularmente desconfortável para um estrangeiro, mas que para os nacionais, está ótima. Ora bem ToZé, se a criança é realmente o centro da decisão, então temos de aceitar que, em certos casos, afastar um pai pode não ser uma tragédia acrescentada à sua vida. Pode ser o princípio do silêncio depois de anos de ruído. Pode ser a porta que finalmente deixa de bater durante a noite. Pode ser a ausência da presença errada. Os tribunais de família sabem-no, as CPCJ sabem-no, milhares de adultos que passaram infâncias inteiras a desejar que alguém o tivesse afastado dos seus progenitores, sabem-no. Só nesta discussão parece surgir a ideia infantil de que o pai, por ser pai, ou mãe, transporta consigo esta espécie de radiação benigna que deve permanecer geograficamente próxima da criança, ainda que separados por muros muito altos. Não transporta. Há pais extraordinários a milhares de quilómetros e há monstros a dormir no quarto ao lado. ➡️➡️O que me incomoda, portanto, não é o Seguro querer proteger crianças. É precisamente o contrário. É usar a criança como argumento para proteger o adulto e chamar a isso proteção da criança. A certa altura o menor deixa de ser uma pessoa cujo interesse devemos descobrir e passa a funcionar como uma pequena âncora constitucional, lançada pelo progenitor no território nacional, camaradas, daqui não me tiram, porque eu tenho descendência portuguesa. Nada disto poderia ser pior. Não pode ser, não são as fronteiras que transformam crianças em escudos. São os adultos. O Estado devia ter a decência de não ajudar à festa. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: o vídeo promocional é uma palermeira sem sentido, e no entanto, ajudou a ganhar umas presidenciais. Está tudo dito. #DireitosHumanos #Imigração #ProteçãoInfantil

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Planeta do Futebol 🌎 Jul 9

🚨 ATENÇÃO! Testemunhas afirmam que Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, retirava cerca de R$ 100 mil em espécie do clube por mês, desde janeiro de 2021 a janeiro de 2026. Os depoimentos são de duas testemunhas interrogadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. “Era um valor variável, acho que uma vez por mês. R$ 100 mil, R$ 115 mil, R$ 118 mil, R$ 100 mil, R$ 109 mil, R$ 118 mil… Em dinheiro. Num envelope, dentro de uma pasta ‘polionda’. O envelope vinha fechado, com plástico a vácuo. Então, eu não contava o valor, porque ele já vinha fechado. E tinha um recibo que especificava o valor”, disse uma das testemunhas. Segundo os depoimentos, os recibos justificavam que esses valores seriam para "ações promocionais", mas não explicavam quais eram essas ações. Depois, ainda de acordo com as testemunhas, o ex-presidente justificava as retiradas para "adquirir ingressos". O São Paulo não possui nenhum registro desses ingressos. “Eu não consigo esclarecer (para onde foi esse dinheiro). Quem tem que esclarecer iss é o presidente. São quase R$ 7 milhões. Eu tenho a documentação, o recibo”, afirma uma testemunha. O São Paulo possui um caixa mínimo para uso no dia a dia, quando necessário, como para o pagamento de premiação aos jogadores, de acordo com uma das testemunhas. À época, esses valores eram solicitados pelo departamento de futebol e pela presidência ao departamento financeiro, que encaminhava a solicitação aos bancos onde está o dinheiro. Há um cofre no Morumbis para guardá-los. “Quando havia a solicitação do futebol profissional e da presidência, a gente solicitava esse dinheiro via carro forte no banco. O carro forte vinha e trazia esse dinheiro ao São Paulo”, diz a testemunha. Uma das testemunhas, que trabalha no clube desde o início do século, respondeu que nunca havia presenciado ou intermediado entregas de dinheiro em espécie para outros ex-presidentes, como acontecia com Julio Casares. • POSICIONAMENTO DE JULIO CASARES: “A defesa de Julio Casares, representada pelos advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, com vistas a restabelecer a verdade, reitera que todas as movimentações financeiras de Julio Casares possuem origem lícita e legítima. No tocante a rubrica “ações promocionais”, reitera que tudo se acha regularmente acautelado na Contadoria do Clube. O numerário, que transitou pela conta contábil do SPFC, alocado nas movimentações financeiras em jogos e constante da pasta contábil “adiantamentos em jogos”, foram disponibilizados pela Diretoria Financeira e Contadoria do Clube para serem utilizados em despesas recorrentes de, no mínimo, 172 jogos do SPFC em diversas competições. Ou seja, tudo com destinação certa, específica e formalmente contabilizada. Com relação a ingressos, esclarece que todos os diretores, conselheiros, coordenadores de grupos políticos, atletas e familiares têm quota determinada de ingressos cortesia para eventos que são sediados no Estádio do São Paulo. Referidos ingressos, também disponibilizados para fins de relacionamento institucional e comercial, são permitidos pela política do Clube e não possuem valor financeiro. Por fim, a defesa repudia de forma veemente o seletivo vazamento do conteúdo de investigações que tramitam, por determinação do Poder Judiciário, sob sigilo. Causa estranheza e inquietação que a parcial inobservância do sigilo decretado pelo Poder Judiciário ocorra após o compartilhamento de peças selecionadas com o São Paulo Futebol Clube. De toda sorte, a defesa e seu constituinte confiam na seriedade das instituições e autoridades, que certamente apurarão – e responsabilizarão – os envolvidos.” 🗞️ @geglobo | @bgiufrida 📸 Reprodução #SãoPauloFC #Corrupção #JulioCasares

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Professor Bellei Jun 7

https://t.co/l0stsaq7Pc Fui surpreendido, confesso, pela indicação ao prêmio iBest de Influenciador de Política. Encontro-me, neste instante, em décimo quarto lugar: posição que me parece quase obscena de tão improvável. Pergunto-me, com genuína perplexidade: como pode um sujeito nascido numa cidadezinha esquecida do interior do Paraná, sem padrinho ilustre, sem parentes importantes, sem sequer o verniz obrigatório das boas famílias, ser alçado à condição de “influenciador” em escala nacional? Como pode alguém situado fora dos eixos sagrados de Rio-São Paulo, ou o mais moderno, Miami-Washington, possuir alcance superior ao de um torneio de cuspe à distância? São indagações que só o milagre das redes sociais consegue responder. Elas, e somente elas, romperam o monopólio que as grandes redes midiáticas exerciam outrora sobre o imaginário coletivo. Um milagre, sem dúvida. Um milagre que explica, por exemplo, a liderança de uma dona de casa como Bárbara sobre os figurões encanecidos da velha televisão, aqueles que ainda julgam reinar por direito divino de antena. Contudo, todo milagre carrega em si a semente da própria finitude. Não é difícil imaginar o desassossego que toma conta das grandes corporações. Basta olhar os prêmios iBest para constatar que perderam o protagonismo; o centro do palco já não lhes pertence. E não é preciso ser gênio, nem mesmo analista de terceira categoria, para perceber a inquietação que assola os grandes magistrados diante da “liberdade nas redes”. Dia sim, dia não, entoam o mantra da “regulação”, como se a palavra fosse neutra e desinteressada. A censura, aliás, já se exerce com desenvoltura acaciana no YouTube: invocam, com solenidade professoral, os algoritmos, as diretrizes comunitárias, o bem comum digital. Todo mundo sabe, no entanto, do que se trata: canais que ousam dizer a verdade são discretamente enviados para a geladeira, como o meu, por exemplo. Simples assim. Seja como for, o fato bruto permanece: ainda estamos vivos. Ainda estamos aqui, para usar a fórmula que a esquerda tanto aprecia. Muitos repetem que o essencial, agora, é sobreviver a 2026. Se chegarmos inteiros a janeiro de 2027, poderemos nos declarar ressuscitados. Antes de tudo, trata-se de uma questão de fé. E o iBest aí está, modesto e obstinado, para provar que milagres, ainda que provisórios, continuam a acontecer. Dito isso, Flávio 22. #Influenciador #RedesSociais #PrêmioiBest

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SAPO May 14

José Gil, um renomado filósofo português, enfatiza que o medo, alimentado por crises climáticas, políticas e tecnológicas, não apenas protege mas também paralisa a ação individual, moldando as subjetividades contemporâneas e criando um clima de angústia e solidão, especialmente sob regimes autoritários que o utilizam como ferramenta de controle. #medo #filosofia #inquietação

sapo.pt
José Gil: “O medo funciona como intensificador das emoções e pode puxar a tristeza para abismos sufocantes. É contagiante e abafador”
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