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#movimentações
Observador 4d

The article analyzes the political movements of the PS, the Ministry of Education, and the Livre party regarding the budget, highlighting the confusion and uncertainties generated by their decisions and actions. #Educação #Orçamento #Política (translated)

observador.pt
O PS volta a entrar em modo barata tonta
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Karina Michelin 6d

Karina Michelin wrote that a CNN report released on Tuesday, October 6, pointed out that a faction of the Supreme Court (STF) was seeking dialogue with bolsonarism after the election, in light of the new composition of the Senate and the possibility of impeachment of ministers. According to the investigation by Jussara Soares and Caio Junqueira, cited by Michelin, Flávio Bolsonaro’s circle reportedly identified signs of a possible negotiation to spare ministers of the Court in exchange for the review of Jair Bolsonaro's imprisonment and the acceptance of amnesty for those convicted for January 8. Michelin stated that the PL party rejected the proposal and, according to CNN, did not intend to negotiate the permanence of Alexandre de Moraes in the STF. The party was reportedly working to promote his impeachment in 2027. In the PL's calculations, there would be 49 favorable votes for his removal in the new Senate, five less than the 54 considered necessary. Flávio Dino was also on the party's radar, depending on his actions. Michelin added that, according to Caio Junqueira, Michel Temer's support for Flávio Bolsonaro was interpreted as one of the first gestures to establish bridges. Temer appointed Moraes to the STF in 2017 and, according to the report she cited, would be a political link between the minister and the Bolsonaro family. The author noted that the impeachment of STF ministers has become an explicit electoral agenda for Flávio Bolsonaro and that the right also concentrated efforts on the election of senators, who are responsible for processing and judging Supreme Court ministers for crimes of responsibility. Michelin argued that any attempt at an agreement would have to take into account that millions of Brazilians voted to change the balance of power in the Senate. She advocated for Brasília to respect the electoral results, reestablish limits between the branches of government, and seek to pacify the country. #Brasil #Política #STF (translated)

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Tiago Barbosa 1w

Tiago Barbosa stated that the recent movements of coup groups made, in his assessment, voting for Lula even more of a national salvation issue. He claimed that external adversaries and sectors of the right and the media were trying to prevent or undermine the election, and used derogatory terms to refer to these sectors. Barbosa also said that voting for Lula would save Brazil. #Lula #Eleições #Brasil (translated)

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Futebol na TV 3w

Uma coisa que ninguém tá falando: acabar com o mercado regulado de apostas vai deixar o futebol brasileiro mais vulnerável à manipulação. As casas autorizadas fazem parte do sistema de fiscalização. Operadores regulados tem obrigação de comunicar movimentações suspeitas. Se aparece uma quantidade completamente fora da curva de apostas em um jogador levar cartão, por exemplo, aquilo acende um alerta e gera uma denúncia. Foi assim que casos recentes começaram a aparecer e foram investigados. Apostas no futebol brasileiro vão continuar existindo em sites clandestinos e fora do Brasil. Não dá pra vender a ideia de que manipulação surgiu porque o Brasil regulamentou as bets. Em 2005 teve o maior escândalo do futebol brasileiro: a Máfia do Apito, numa época em que não existia mercado de apostas esportivas regulamentado no Brasil. Árbitros manipulavam partidas para beneficiar apostadores que jogavam em sites de apostas ilegais. O escândalo terminou com 11 partidas do Brasileirão anuladas. Ou seja: proibir o mercado legal não acaba com a demanda por apostas e ainda aumenta e facilita a possibilidade de manipulação. Vai acabar justamente com uma das ferramentas que hoje ajudam a ENCONTRAR e coibir a manipulação. O sujeito que quiser comprar jogador ou árbitro não vai desistir porque a bet regulamentada fechou. #ApostasEsportivas #FutebolBrasileiro #Regulamentação

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Renato Souza 3w

O ministro André Mendonça, segura, desde março deste ano, um pedido da Polícia Federal para investigar repasses feitos por Daniel Vorcaro para autoridades com foro privilegiado. Com a decisão travada, investigadores não podem ter acesso a relatórios de movimentações financeiras https://t.co/wpNEOVPJLV #Política #Investigações #Justiça

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Renato Souza 3w

O ministro André Mendonça, segura, desde março deste ano, um pedido da Polícia Federal para investigar repasses feitos por Daniel Vorcaro para autoridades com foro privilegiado. Com a decisão trava, invstigadores não podem ter acesso a relatórios de movimentações financeiras https://t.co/wpNEOVPJLV #PolíciaFederal #Corrupção #Justiça

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Blog do Noblat Sep 11

Há sete meses, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tem em mãos um relatório da Polícia Federal que apresenta suspeitas gravíssimas sobre a relação do ministro Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro. Em um trecho, o relatório, ao qual a piauí teve acesso, levanta a suspeita de que Toffoli seja “o beneficiário final” ou o “proprietário de fato” do Arleen, um fundo de investimento que recebeu 35 milhões de reais de Vorcaro. Por meio de uma transação com uma holding, a Egide I, os recursos foram parar nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe. O fundo Arleen era sócio do Tayayá, o resort que pertence a Toffoli e sua família em Ribeirão Claro, no interior do Paraná. A certa altura, segundo o relatório da PF, o Arleen, que pertencia ao banqueiro, mudou de proprietário, passando para as mãos de um empresário amigo de Toffoli. Em seguida, o fundo fez uma alteração em seu regulamento para permitir que fizesse investimentos no exterior e, meses depois, transferiu todos os seus ativos para o Egide I, registrado no paraíso fiscal caribenho. Diz o relatório, depois de informar que Vorcaro aportou “ao menos” 35 milhões de reais no fundo Arleen: “Foram identificados diversos elementos de informação que, analisados de forma conjunta, apontam no sentido de que o ministro José Antonio Dias Toffoli possa ter figurado como beneficiário final ou proprietário de fato do FIP Arleen, bem como de seus ativos”. Em outro trecho, o relatório afirma: “Documentos e comunicação [...] sugerem uso de interpostas pessoas e estruturas no exterior, incluindo movimentações envolvendo a Edige I Holding nas Ilhas Virgens Britânicas.” (piauí) #SupremoTribunalFederal #Corrupção #Justiça

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Pedro Cerize Sep 8

Não importa a forma. Enquanto Alexandre de Moraes não provar que ele não ajudou Vorcaro em troca de milhões ele não tem legitimidade pra decidir mais nada. E pior, tudo que ele decidiu no passado perde legitimidade. Todas movimentações bancárias e todos contratos do escritório da mulher deverm ser investigados e comparados com as decisões dele na corte. Não dá para o Brasil desver o que foi revelado! #Justiça #Transparência #Corrupção

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Observador Sep 5

O mercado de transferências em Portugal foi marcado por movimentações significativas, com FC Porto, Sporting e Benfica gerando mais de 400 milhões de euros em transferências, cada um seguindo sua própria estratégia: o FC Porto fortaleceu sua base, o Sporting iniciou um novo ciclo após uma temporada sem títulos, e o Benfica adaptou seu plantel às ideias do novo treinador Marco Silva. #MercadoDeTransferências #Sporting #FCPorto

observador.pt
O mercado em que os "grandes" faturaram mais de 400 milhões
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ERIKA HILTON Sep 4

ESCÂNDALO DO BOLSOMASTER Estou acionando a Procuradoria-Geral da República e pedindo uma investigação sobre o novo repasse, de mais de 8 MILHÕES de reais, de Daniel Vorcaro para a "produção de um filme" sobre Bolsonaro. Revelado pela Revista Piauí, o novo repasse foi feito oito dias após Flávio Bolsonaro cobrar seu "irmãozão" Daniel Vorcaro nos famigerados e desonrosos áudios de whatsapp. Com esse repasse, só com o patrocínio Master de Vorcaro, a "produção do filme" de Bolsonaro recebeu mais de 60 MILHÕES em recursos. E, a julgar pelo trailer do filme, este dinheiro não parece ter sido muito bem investido. Ou sequer investido, de fato, no filme. Por isso, exigimos respostas. Queremos que todas as movimentações de Vorcaro em benefício da família Bolsonaro sejam devidamente investigadas e queremos saber onde esse dinheiro foi parar. #Bolsonaro #Investigação #Corrupção

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Observador Sep 3

André Ventura apresentou uma moção de censura no Parlamento contra Luis Neves, aproveitando a falta de resposta de António José Seguro para questionar a continuidade do Governo, enquanto se discute a crescente tensão da guerra híbrida da Rússia na União Europeia e as movimentações no mercado de transferências de futebol em Portugal. #Censura #GuerraHíbrida #Política

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Ventura censura Governo para derrotar Neves
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Kim D. Paim Sep 2

No vídeo de hoje vou trazer algo que ninguém comentou, como possivelmente ocorreram as movimentações desde a última quinta até o vazamento de ontem. A engenharia reversa mostra que Mendonça calculou todos os passos. #engenhariacomplicada #análises #movimentações

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Observador Aug 26

O especialista em direito internacional Francisco Pereira Coutinho afirma que as declarações de Trump sobre a desminagem do Estreito de Ormuz são infundadas e desconsideradas pela comunidade internacional, enquanto outras questões estratégicas, como a recente visita do diretor da CIA a Moscovo, levantam especulações sobre possíveis movimentações no âmbito da guerra na Ucrânia. #EstreitoDeOrmuz #Trump #GuerraUcrânia

observador.pt
EUA limparam o Estreito de Ormuz ou é só conversa de Trump?
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paiN Gaming Aug 26

Após muito trabalho no decorrer do ano, encerramos a nossa participação no #Circuitão em 2026 sabendo que temos muitas promessas para o futuro! Agradecemos pela jornada e toda a dedicação no projeto, foi especial dividir a temporada com vocês, @Zoen_lol, @Samkzlol, @namirulol, @Marvinnlol, @Gatovisck2 e @CoachPaivaa! Ainda esse ano, iremos atualizar sobre as movimentações na lineup. #GOpaiN #Circuitão #E-sports #GOpaiN

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Amanda Miranda Aug 21

Vamos desenhar: Flávio Bolsonaro (candidato): relação direta com Daniel Vorcaro - telefonemas, visitas, cobrança de dinheiro sem intermediários, transações para fundos dos EUA. Lulinha (não é candidato): amigo da amiga do careca do INSS - sigilo bancário sem movimentações suspeitas, nenhum rastro de vinculação ao careca, nenhum contrato suspeito assinado. Essa avalanche midiática é desinformativa e vai nos custar caro! #Desinformação #Política #Eleições

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Karina Michelin Aug 13

Na noite desta quarta-feira, 12 de agosto, o sistema da Justiça Eleitoral registrou a desfiliação de Flávio Bolsonaro do PL e sua filiação ao Missão - partido ligado ao MBL que já lançou Renan Santos à Presidência. O acontecimento não pode ser tratado como simples “inconsistência cadastral”. Flávio estava filiado ao PL desde novembro de 2021. Participou da convenção nacional e teve sua candidatura presidencial aprovada em 25 de julho. Mas, quando o PL tentou protocolar o registro no TSE, surgiu a surpresa - ele aparecia vinculado à legenda de um adversário, impedindo o procedimento. A campanha denuncia fraude e considera a hipótese de ataque hacker. Ainda não existe perícia que permita afirmar como ocorreu a alteração. Mas o fato objetivo já é gravíssimo; alguém conseguiu inserir no sistema oficial duas movimentações partidárias capazes de atingir diretamente o candidato da oposição, a menos de três dias do fim do prazo eleitoral. Quem solicitou a desfiliação? Quem registrou a nova filiação? Quais credenciais foram utilizadas? De onde partiu o acesso? O Missão recebeu ou validou essa operação? E como um candidato à Presidência pôde ser transferido de legenda sem sequer ser informado? O TSE afirma que os dados do Filia são lançados sob responsabilidade dos partidos. Portanto, não basta corrigir silenciosamente o cadastro. É indispensável preservar os registros de acesso, realizar perícia, identificar os responsáveis e apresentar ao país uma explicação pública e documentada. Se foi invasão, estamos diante de uma violação gravíssima do sistema eleitoral. Se houve uso interno de credenciais partidárias, o caso pode ser ainda mais perturbador. Em qualquer hipótese, não se trata apenas de Flávio Bolsonaro; trata-se da integridade da eleição presidencial. Às vésperas do prazo final, o sistema oficial criou um obstáculo artificial ao registro do candidato da oposição. Chamar isso apenas de “erro” seria ingenuidade. O episódio cheira a sabotagem eleitoral - e, enquanto não houver transparência absoluta, a suspeita de golpe continuará pairando sobre a eleição brasileira. #Eleições2023 #JustiçaEleitoral #Transparência

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Sheep Esports Brasil Aug 13

FLUXO CONDENADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. 🚨 A organização foi condenada em uma ação referente a reconhecimento de vínculo empregatício, verbas rescisórias e FGTS e terá de pagar um montante de R$ 250 mil. O processo é referente a contratação de Gafone, Head Coach de LoL que estava acertado com a equipe antes da fusão com a W7M no final de 2024, e após isso acontecer, todas as negociações foram canceladas. O treinador entrou com uma ação na justiça por ter pedido demissão em outra organização para acertar com o Fluxo, mas teve a negociação cancelada, mesmo após acertar movimentações de elenco, tryouts e bases salariais. #JustiçaDoTrabalho #Fluxo #LoL

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FG Noronha Aug 5

Caballero foi o melhor e o pior jogador do Santos no primeiro tempo. Tudo de bom foi criado pela movimentações dele. Tudo deu errado porque ele não sabe chutar de esquerda. #SantosFC #futebol #análise

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Professor Bellei Aug 4

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

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Pablo Rua Aug 3

🚨 A negociação envolvendo Luiz Henrique passa, neste momento, diretamente pelo futuro de Thiago Almada. O Flamengo ainda não apresentou uma proposta oficial ao Zenit. Até aqui, os contatos aconteceram apenas em nível de representantes, enquanto a diretoria rubro-negra concentra todos os esforços para concluir a contratação de Thiago Almada. A informação inicial é de que o Zenit ainda pretende negociar Luiz Henrique nesta janela de transferências. Conseguimos descobrir que o atacante já teria desocupado seu apartamento, está morando de aluguel e também vendeu o carro em São Petersburgo, movimentações que reforçam a possibilidade de uma saída a curto prazo. Apesar disso, o clube russo mantém uma posição firme: não pretende reduzir significativamente sua pedida, já que entende que Luiz Henrique segue valorizado no mercado. A avaliação é que poucos clubes possuem capacidade financeira para realizar uma operação de 35 milhões de euros. Nos bastidores do Flamengo, o planejamento também está traçado. Caso Thiago Almada não seja contratado, Luiz Henrique passa a ser o principal Plano B da diretoria ainda nesta janela. Por outro lado, se o acordo por Almada for concretizado, a tendência é que o Rubro-Negro retome as tratativas por Luiz Henrique apenas na janela de dezembro, quando pretende voltar ao mercado em busca do atacante. O jogador já deu o 'ok' ao Flamengo, agora depende só de QUANDO vai acontecer esse movimento, agora ou ao fim do ano. Com @Oliveira32Pablo #Flamengo #Transferências #Futebol

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