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#politicaeconomica
VOX 🇪🇸 1d

Santiago Abascal stated that if the number of homes had not changed while five million people had arrived, it meant that there were not enough houses. He argued that the solution was to increase the supply, although he noted that construction could not be done quickly, and he called for the initiation of a process of “remigration” for those who, according to him, were in Spain without working or contributing. #CrisisDeVivienda #Inmigración #PolíticaEconómica (translated)

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Donald J. Trump 2d

The price for the consumer has skyrocketed. This week he has been in Nebraska, a state of farmers and ranchers, and Trump has acknowledged: “The price for the consumer has skyrocketed. So, in the very short term, we are importing a bit of meat from a couple of countries, from Argentina, from Brazil. The situation has become really unacceptable for the electorate, and we have to get elected because, if we don't, your ranchers and farmers will be in serious trouble.” #Elecciones2026 #Trump #PolíticaEconómica (translated)

"Tenemos que ganar estas elecciones": a Trump le vale todo para evitar el descalabro electoral
www.eldiario.es
3008
eldiario.es 2d

Donald Trump is doing his utmost to win the elections on November 3, promising economic incentives and making international agreements, even contradicting previous policies, in an attempt to prove his effectiveness to an electorate that is showing discontent with his management. #Elecciones2026 #Trump #PolíticaEconómica (translated)

www.eldiario.es
"Tenemos que ganar estas elecciones": a Trump le vale todo para evitar el descalabro electoral
3008
Observador 3d

The article analyzes the State Budget for 2027 from the perspective of various experts, highlighting the budgetary limitations and the need for a tax relief that appears inadequate in light of the current economic difficulties affecting Portuguese families. #Orçamento2027 #Fiscalidade #PolíticaEconómica (translated)

observador.pt
Especial Opinião: o Orçamento do Estado área a área
3021
Michele Boldrin 4d

The author had joked about the problem of high prices and rates, arguing that the solution was to convince those asking for the same things to abstain, possibly banning them from doing so. He had referred to the proposal as a simplification of economic policy. (translated)

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Giorgia Meloni 5d

To address such a leap, Giorgia Meloni has asked the President of the European Commission, Ursula von der Leyen, for greater flexibility in the application of the budget rules provided for in the Stability and Growth Pact revised in 2024. #Inflazione #SpesaPubblica #PoliticaEconomica (translated)

Ma ora il governo deve ridistribuire la spesa pubblica
www.lastampa.it
1803
L
lastampa.it 5d

The Italian government, faced with an increase in inflation to 4.2% and the request for flexibility in the application of budget rules, must tackle the challenge of redistributing public spending while maintaining fiscal discipline to avoid further increases in debt and inflationary pressures. #Inflazione #SpesaPubblica #PoliticaEconomica (translated)

www.lastampa.it
Ma ora il governo deve ridistribuire la spesa pubblica
1803
Observador 5d

The Bank of Portugal has revised upwards its growth forecast for the economy to 2.3% in 2023, reflecting a more positive performance of exports and budgetary measures. #CrescimentoEconômico #BancoDePortugal #PolíticaEconômica (translated)

observador.pt
12h. Banco de Portugal prevê crescimento da economia
1806
ANSA.it 1w

The Italian government is in a difficult situation to finance the budget plan, with measures under pressure due to high debt and political demands, while the need for greater flexibility with the EU is becoming increasingly urgent. #manovra #deficit #politicaeconomica (translated)

www.ansa.it
Rebus risorse per la manovra dopo il Dpfp, le misure in bilico
1479
Observador 1w

The article by Manuel Cabral de Ascensão warns about the outdated Portuguese law on the control of foreign investments, which does not adequately address the new geopolitical and technological risks, and highlights the urgent need for reform before the mandatory implementation of the new European Union rules in 2026. #InvestimentoEstrangeiro #SegurançaNacional #PolíticaEconómica (translated)

observador.pt
Um alarme de 2014 para os riscos de 2026
1481
Gustavo Petro 2w

In just one month of Abelardo's government, his economic policy caused unemployment to rise by 0.8 points from a year ago and by 0.5 points compared to the last month of my government. I warned that if the economic policy is to incur more debt and not tax the richest who create very little employment in the country, and if in addition, vital wages and the state's social spending—which Abelardo stupidly calls waste—are attacked, the loss of jobs in Colombia will increase. #EconomíaColombiana #Desempleo #PolíticaEconómica (translated)

19818
Juan Ramón Rallo 3w

@edugaresp Porque la inflación galopante que tus políticas fiscales y monetarias han generado en Argentina es un robo mucho mayor, más indiscriminado y más distorsionador. Aparte de que Milei sí ha bajado los impuestos (además de la inflación). https://t.co/POmCURCcxm #Inflación #Argentina #PolíticaEconómica

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Riccardo Puglisi 3w

Ottime notizie per i conti pubblici italiani grazie al programma di politica economica del @Mov5Stelle, privo di copertura per decine di miliardi di euro ALL'ANNO. Un po' stile bonus 110 sulle ristrutturazioni, ma peggio. #PoliticaEconomica #ContiPubblici #Italia

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Daniel F. Briceño 3w

Usted siempre me verá defendiendo el aparato productivo del país en el Congreso y gratis. ¿Sabe por qué? Porque yo creo que las constructoras, mineros, empresas, petroleros, comerciantes, sistema financiero, Fintech, emprendedores y el sector privado es más importante que cualquier político. En cambio usted cree que quienes producen el verdadero desarrollo del país deben someterse a los políticos. Esa es la diferencia entre usted y yo. #DesarrolloEconómico #SectorPrivado #PolíticaEconómica

38358
Pascal 4w

En este video les comparto mi punto de vista sobre las declaraciones de la presidenta Sheinbaum sobre el crecimiento económico. Subir salarios por decreto y transferir apoyos ayuda, pero sin crecimiento la recaudación se estanca y el gasto social se vuelve insostenible. Den play https://t.co/8YH2xexAsA #CrecimientoEconómico #Salarios #PolíticaEconómica

16153
E
EL MUNDO Sep 8

El Gobierno de España se muestra dispuesto a incumplir por cuarto año consecutivo el plazo constitucional de presentación de los Presupuestos Generales, priorizando su preparación y negociaciones con los grupos parlamentarios antes de su eventual presentación. #Presupuestos2026 #GobiernoEspañol #PolíticaEconómica

www.elmundo.es
El Gobierno, dispuesto a incumplir el plazo legal de presentación de Presupuestos por cuarto año consecutivo: "Se hará cuando estén preparados"
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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

936
malena pichot Sep 2

Como hacen para separar las políticas económicas de un gobierno de la realidad laboral de las personas! COMO hacen??? COMO ? #PolíticaEconómica #RealidadLaboral #Gobierno

17550
L
lastampa.it Aug 30

La Melonizzazione ha trasformato la politica economica italiana in una direzione ambigua e senza una visione chiara, compromettendo non solo la crescita economica ma anche la stabilità democratica. #Melonizzazione #PoliticaEconomica #Democrazia

www.lastampa.it
Ma ora serve una politica economica
12303
Julen Bollain Aug 27

Vox gana apoyo entre parados y trabajadores, pero ¿qué propone para ellos? - Eliminar el SMI. - Recortar las prestaciones por desempleo. - Bajar la indemnización por despido. - Rebajar impuestos a las rentas altas. - Permitir ampliar la jornada laboral. - Recortar sanidad, educación, pensiones, etc. - Eliminar el Ingreso Mínimo Vital. - Eliminar leyes que protegen derechos. Prometen patria, pero te quitan el pan. Ahora vas y los votas. #DerechosLaborales #TrabajoDigno #PolíticaEconómica

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