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Jean Wyllys

Jean Wyllys

jeanwyllys_real dev.wrld.org
Brazilian politician, journalist and former federal deputy of Brazil (2011–2019)
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I am cleansed in my soul! Historic defeat of the oligarchies that have monopolized mass communication in the country for decades and imposed their plutocratic agenda (of the rule of the rich) on us. Historic victory against the Republic of Relatives. I'm like a child: I AM CLEAN IN MY SOUL! ✊🏽♥️ #VitóriaHistórica #JustiçaSocial #Mudança (translated)

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Bem discreto, pronto pra votar 1️⃣3️⃣5️⃣0️⃣ no próximo domingo. Deputado Federal por SP. https://t.co/9EmyhezgdV #Eleições2023 #VotoConsciente #DeputadoFederal

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São preocupantes as informações trazidas pela jornalista Maria Cristina Fernandes, na GloboNews, sobre articulações para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Nossa Senhora pertence a uma história maior do que qualquer altar. É a imagem negra que três pescadores pobres tiraram das águas do Paraíba do Sul em 1717. É a Santa que foi abraçada e escolhida pelo povo brasileiro. Está presente nas milhares de Marias Aparecidas deste país, na fé de uma nação. Foi em 1946 que Jorge Amado, um baiano como eu, deputado constituinte por São Paulo, lutou para colocar na Constituição a emenda que reforçou a liberdade religiosa no Brasil. Quase cinquenta anos depois, num 12 de outubro, o país assistiu indignado a imagem da agressão à Nossa Senhora em plena televisão. Pessoas de todas as fés se levantaram em repúdio. É essa tradição de respeito, construída a duras penas, que está em jogo agora. Essa articulação envolveria uma parcela de lideranças e jamais falou pelos milhões de evangélicos deste país. E ela abre um precedente perigoso: um Estado que aceita rebaixar uma fé abre a porta para desrespeitar qualquer outra, inclusive a igreja pequena da periferia ou a denominação que amanhã estiver em minoria. A liberdade religiosa protege o evangélico tanto quanto protege a católica e o filho de santo. Usar o poder político para rebaixar uma religião em nome de outra é transformar fé em arma eleitoral e colocar brasileiro contra brasileiro na mesa do almoço de domingo. Quem se beneficia dessa disputa são os mercadores da fé, que fazem da Bíblia palanque e do púlpito comitê de campanha. A resposta precisa vir de forma firme e inequívoca em defesa de um estado laico que respeite memória, cultura e fé. #LiberdadeReligiosa #NossaSenhoraAparecida #EstadoLaico

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