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#Abastecimento
Hoje no Mundo Militar 2d

Today in the Military World mentioned a doubt attributed to the Polish chancellor about Russia's capacity to export fuels. According to the publication, the Polish embassy reported shortages even in Moscow, a city that would be prioritized for supply, while serious sources claimed that Ukraine had already damaged about 50% of Russia's refining capacity. The author questioned where the surpluses for export would come from. #Polônia #combustíveis #Ucrânia (translated)

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Observador 3d

The Borralha Mine, located in Portugal, was selected by the European Commission as a strategic project for the extraction of tungsten, copper, and tin, aiming to strengthen the EU's supply of critical raw materials. #Minas #Economia #Tungsténio (translated)

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Mina da Borralha selecionado pela UE como ponto estratégico
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Observador 3d

The European Regulation on Deforestation (EUDR), by compromising the supply of protein for livestock production in the European Union without ensuring environmental benefits, may further weaken the competitiveness of the food sector and increase costs for producers and consumers. #EUDR #AlimentaçãoAnimal #Sustentabilidade (translated)

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Uma União Europeia que compromete
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Observador 3d

The article discusses the feasibility of a buyer's OPEC in Europe, a cooperative that would bring together oil importing companies to negotiate collectively and obtain better supply conditions, although it faces significant challenges in coordinating and gaining the participation of both large and small companies. #Petróleo #Energia #UniãoEuropeia (translated)

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Uma Cooperativa Europeia do Petróleo
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Observador 5d

Sao Tome and Principe is facing a shortage of gasoline and domestic oil supply, due to financial difficulties for new imports amid rising prices in the international market, with a new delivery expected in a week. #SãoToméePríncipe #CriseEconômica #EnergiaRenovável (translated)

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São Tomé e Príncipe. Rotura de gasolina e petróleo doméstico
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Observador 5d

Infarmed prohibited the export of 52 medications, including antidepressants and analgesics, due to a microbial contamination at a Greek factory that affects the supply of quetiapine in Portugal and other EU countries. #Infarmed #Medicamentos #Saúde (translated)

observador.pt
Infarmed proibe exportação de 52 medicamentos
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Observador 2w

O tufão Dujuan no Japão resultou na morte de 12 pessoas, com três desaparecidos e um ferido grave, enquanto 11 mil residências permanecem sem eletricidade e 2.600 sem abastecimento de água potável devido às intensas chuvas e inundações causadas pela tempestade. #Tufão #Japão #DesastresNaturais

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Japão. Novo balanço do tufão Dujuan aponta para 12 mortos
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Observador 2w

O Partido Socialista (PS) solicita esclarecimentos ao Governo sobre uma suposta transferência de 132 mil toneladas de reservas de combustível para França, com o líder José Luís Carneiro afirmando que irá questionar a ministra do Ambiente e levar o tema ao parlamento, destacando a importância de garantir reservas estratégicas adequadas para evitar crises de abastecimento no país. #combustíveis #reservasenergéticas #custosdevida

observador.pt
PS quer esclarecer alegado envio de reservas para França
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Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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Observador Sep 9

O Governo pediu uma solução técnica para reforçar o abastecimento de água à margem sul do rio Tejo, incluindo novas origens como o Castelo de Bode, em resposta ao aumento de consumo decorrente do novo aeroporto de Lisboa e à crise de água em Almada. #Água #Abastecimento #Tejo

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Água. Governo pede solução para abastecimento à margem sul
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Observador Sep 3

A Comissão Europeia assegurou que, apesar dos níveis de armazenamento de gás na UE estarem abaixo dos anos anteriores, não existe risco imediato para o abastecimento de gás durante o inverno, com reservas atuais a 65,85% e Portugal destacando-se com 93,08%. #GásNatural #Energia #UniãoEuropeia

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Bruxelas afasta risco imediato no abastecimento de gás
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Lula Aug 29

Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência

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Tarcísio Gomes de Freitas Aug 29

Estamos trabalhando para garantir uma coisa que não pode faltar para ninguém: água. As barragens Duas Pontes e Pedreira vão ajudar a garantir o abastecimento de 28 municípios e 5 milhões de pessoas na Região Metropolitana de Campinas. A verdade é que nunca se investiu tanto, já são R$ 9 bilhões investidos em segurança hídrica e mais de 400 reservatórios em todo o estado. Com coragem e trabalho sério, a gente vai garantir o futuro para as próximas gerações. #água #segurançahídrica #sustentabilidade

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Observador Aug 20

A central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, ocupada pela Rússia, perdeu sua última linha de abastecimento elétrico externo, recorrendo agora a geradores de emergência, enquanto a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) alerta para uma situação de segurança extremamente frágil na maior instalação nuclear da Europa. #GuerraNaUcrânia #Zaporijia #EnergiaNuclear

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Central de Zaporijia perde última linha de abastecimento
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Observador Aug 20

Bruxelas anunciou que as reservas de gás da União Europeia estão a 62% e garantiu que não há riscos iminentes para o abastecimento no inverno, embora o fornecimento esteja a ser mais lento devido a fatores como a guerra no Irão que tem desviado gás natural liquefeito para a Ásia. #MédioOriente #energia #GásNatural

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Bruxelas descarta riscos nas reservas de gás para o inverno
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Observador Aug 12

Na edição das 23h do programa Noticiário da Rádio Observador, destaca-se que o Ministério da Defesa de Portugal assegurou que todos os documentos relativos à compra de três fragatas a uma empresa italiana serão disponibilizados ao Parlamento, enquanto a presidente da Câmara de Almada afirmou que os problemas de abastecimento de água no município estão resolvidos, e que as farmácias receberão novos óculos para observação do eclipse solar. #Noticiário #CristianoRonaldo #Colômbia

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As notícias das 23h
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Observador Aug 5

Águas de Portugal ainda enfrenta dificuldades na recuperação total de seus sistemas após um ciberataque complexo, embora a qualidade e o abastecimento de água estejam garantidos, sem evidências de vazamento de dados pessoais. #ÁguasdePortugal #Ciberataque #SegurançaInformática

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Águas de Portugal ainda não recuperou tudo após ciberataque
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Observador Aug 4

O Infarmed suspendeu a exportação de medicamentos com quetiapina devido a problemas de abastecimento causados por contaminação microbiana na produção na Grécia, afetando também outros países da União Europeia. #Infarmed #SaúdeMental #Medicamentos

observador.pt
Infarmed suspende exportação de medicamentos com quetiapina
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Observador Aug 2

As autoridades japonesas atualizaram o balanço do sismo de magnitude 7,1 ocorrido na ilha de Kyushu, elevando o número de mortes para 38 e registrando pelo menos 143 feridos, enquanto mais de 9.200 pessoas estão refugiadas em centros de acolhimento e 72.000 lares permanecem sem abastecimento de água. #Japão #sismo #Kumamoto

observador.pt
Japão atualiza balanço para 38 mortos após sismo
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Observador Jul 28

Taiwan está a realizar exercícios militares anuais que incluem simulações de operações de contrabloqueio marítimo, em resposta ao aumento da pressão militar da China, que considera a ilha parte do seu território e pode estar a preparar uma quarentena marítima para interromper o abastecimento de bens essenciais. #Taiwan #China #Militares

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Taiwan. Exercícios militares simulam contrabloqueio marítimo
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