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#Arenas
Abelardo De La Espriella 2h

Abelardo De La Espriella stated that the Military Forces carried out an operation in Cajibío, Cauca, against members of the Fredy Martínez column, belonging to the Jaime Martínez structure of the Central General Staff of alias Iván Mordisco and the Jacobo Arenas Western Bloc. He wrote that two members of the group died in the El Dinde neighborhood and that weapons, a mortar, grenades, and a drone were seized. He also said that a laboratory with 105 kilos of base cocaine and 1,500 gallons of ACPM was found. De La Espriella added that the forces continued to confront the narcoterrorists and ended his message with patriotic and religious slogans. #Cauca #Narcotráfico #EjércitoColombiano (translated)

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eldiario.es 4d

The Tagus Hydrographic Confederation has opened a sanctioning file for an unauthorized discharge at the Wastewater Pumping Station of Arenas de San Pedro, Ávila, where cases of gastroenteritis have also been reported among summer visitors using unsupervised natural pools. #ArenasDeSanPedro #ContaminaciónDelAgua #Gastroenteritis (translated)

www.eldiario.es
La Confederación Hidrográfica del Tajo abre un expediente sancionador por un vertido en Arenas de San Pedro, Ávila
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SMICHO15 2w

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Jorge_Most 2w

ANUNCIADO EL COMPETITIVO DE FORTNITE PARA 2027: - Campeonato de Recarga. - Campeonato de Recarga en Zero Build. - FNCS. - Arenas Fight Night. https://t.co/Lsls6Y633t #Fortnite #FNCS #Gaming

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Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

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Raisa Simplicio 2w

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Olivia Rodrigo Brasil | Fã-site 3w

Rolling Stone aclama Olivia Rodrigo como a melhor atração de rock em arenas dos últimos anos. "Olivia jamais vai se contentar em ser apenas mais uma das grandes estrelas do pop. Ela exige ser a perfeita estrela americana do rock. O-Rod conquistou sua coroa como a roqueira mais autêntica, mais verdadeira e mais sem pudor da atualidade. Colaborando com lendas e incendiando palcos, ela é a estrela do rock de que precisamos agora." #OliviaRodrigo #Rock #Música

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Cartoons On The Moon 4w

Primer clip del regreso de JOSÉ ARENAS como Jake el perro en el doblaje de Adventure Time: Side Quest. https://t.co/hXx5PIMFky #AdventureTime #JakeElPerro #Doblaje

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Cartoons On The Moon 4w

Después de casi 10 años, José Arenas regresa como la voz de JAKE EL PERRO en el doblaje de la nueva serie de Adventure Time. https://t.co/UQwNxicU5f #AdventureTime #Doblaje #JoséArenas

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José Norberto Flesch 4w

Produção do Rock in Rio falou sobre dificuldade de trazer certos artistas e citou Beyoncé como exemplo: “A dificuldade é que hoje tem muitas ofertas de arenas. Muitos artistas não estão saindo em tour, muitos estão fazendo só one-off (um único momento). A dificuldade de montar um line-up, óbvio, é grande, mas não é só para o Rock In Rio. É para qualquer festival, o Coachella, o Lollapalooza. Perguntam assim: 'Por que você não traz a Beyoncé?'. Parece que vocês não estão buscando a Beyoncé e que ela está em casa esperando. Nem reparamos na Beyoncé, não lembramos dela. Na verdade, ela viaja com uma tour de 200 pessoas. Para uma arena, é muito mais fácil de ser adaptado do que para um festival.” A informação é do “O Globo”. #RockInRio #Festivais #Música

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Cortinas ao Contrário Sep 2

Do jeito que as coisas funcionam pra gente é capaz do ministério público investigar o contrato da arena e a dívida subir pra 7 bilhões #MinistérioPúblico #Arenas #DívidaPública

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Cruzeiro 🦊 Sep 1

A Nação Azul vai marcar presença em peso na Arena MRV de novo porque hoje é #DiaDeCruzeiroCimed! 👊🦊 https://t.co/APX1EvvGC3 #Cruzeiro #Futebol #Arenas

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Atlético Aug 20

O Galo é finalista em cinco categorias do Prêmio Confut Sudamericana 2026, uma das principais premiações da indústria do futebol na América do Sul.🐔🏆 Confira as categorias: Melhor Programa de Sócios – Galo Na Veia Profissional de Medicina – Dr. Rodrigo Lasmar Profissional de Tecnologia e Inovação – Leandro Evangelista Profissional de Gestão e Operação de Arenas – Leonardo Barbosa Profissional de Gestão de Pessoas – Sarah Lorentz Vote no Galo e nos representantes do Clube: https://t.co/YPCPwuJBIJ Saiba mais em: https://t.co/UFlaC8WbvH #Galo #PremioConfut #Futebol

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Abelardo De La Espriella Aug 13

Otro golpe contundente contra el narcoterrorismo. Fue dado de baja Dubán Ramiro Castillo Cortés, alias “Max Max”, el principal explosivista del Bloque Occidental Jacobo Arenas y de la estructura Jaime Martínez, con cerca de 10 años de trayectoria criminal. Este bandido fue responsable del asesinato de muchos miembros de nuestra Fuerza Pública y de atentados terroristas que sembraron muerte y dolor entre cientos de civiles. Además, se desempeñaba como instructor de explosivistas y era responsable de decenas de acciones criminales. Por él se ofrecía una recompensa de hasta $500 millones. La operación se desarrolló en la vereda La Cabaña, zona rural de Jamundí, Valle del Cauca. Voy por todos. No habrá lugar donde puedan esconderse de la justicia y de nuestra Fuerza Pública. Quien atente contra la vida y la seguridad de los colombianos tendrá que responder. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E.) 🇨🇴🐅 #Narcoterrorismo #Justicia #Colombia

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Tendencias en Argentina Aug 12

"Arenas movedizas" Porque un gendarme argentino vio a una familia desesperada porque su hijo estaba hundiéndose en el barro del Río Bermejo, y le salvó la vida a él y a su padre: ocurrió en Formosa y el héroe se llama Cristian Rojas. https://t.co/Q2cHXvpojO #Héroe #Argentina #Solidaridad

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Le Canard enchaîné Aug 11

Bally Bagayoko n’est pas le seul ! La RATP a fait bénéficier à 200 élus d’un emploi à temps plein, mais pas trop prenant, pour les aider à exercer facilement leur mandat en échange de leur soutien. Une information « que tout le monde connaît », admet le député LFI de Paris Rodrigo Arenas. Surtout depuis que « Le Canard » l’a publiée. https://t.co/EvtLeaPS5s #Politique #Emploi #Transparence

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Objetivo.atletico Aug 2

🚨💣 ÚLTIMA HORA: Gabriel Fernández Arenas apunta a ser la persona que se va a encargar de la estrategia a balón parado. Diego Pablo Simeone quiere recuperar uno de los fuertes de antaño. @marca https://t.co/MknlMJ6wtv #Fútbol #Estrategia #Simeone

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E
EL MUNDO Jul 30

Vesinos de Arenas de San Pedro defienden a José Gil, conocido como El Perejil, acusado de provocar el mayor incendio forestal de España, argumentando que solo cumplía órdenes de su empresa y que la responsabilidad recae en su jefe y la falta de autorización para las labores realizadas. #IncendioForestales #ArenasDeSanPedro #Responsabilidad

www.elmundo.es
En el pueblo del 'Perejil': "Se la han liado, él sólo cumplía órdenes"
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