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#Autocracia
Giuseppe Conte 3d

There is this subtle but persistent nostalgia for the twenty years of fascism that still inspires you. For you, modern democracy is a covered illiberal regime, an autocracy. The leader of the M5S, Giuseppe Conte, accused the Executive of changing the norm out of "fear of losing" and to "perpetuate its power." #GiorgiaMeloni #ReformaElectoral #Italia (translated)

El Parlamento italiano aprueba la polémica reforma electoral de Meloni: 'Stabilicum' para ella y 'Melonellum' para la oposición
www.elespanol.com
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Giuseppe Conte 4d

For you, democracy is an unmasked illiberal regime, an autocracy. #ReformaElectoral #GiorgiaMeloni #PolíticaItalia (translated)

Meloni logra aprobar su polémica reforma electoral en Italia ante las críticas por querer perpetuarse en el poder
www.eldiario.es
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Observador 3w

O artigo discute a possível reemergência de uma Cortina de Ferro entre Oriente e Ocidente, destacando como o recuo das democracias e o fortalecimento das autocracias estão criando barreiras ideológicas, com ênfase nas tensões entre a Ucrânia e os EUA, especialmente em relação às declarações de Donald Trump e o financiamento de um oligarca russo à festa de casamento de seu filho. #Ucrânia #RelaçõesInternacionais #Geopolítica

observador.pt
Será que a "Cortina de Ferro" se está a levantar outra vez?
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Felipe Moura Brasil 3w

Frases de Moraes no mesmo dia 22/8/2025 em que viajou no jatinho de Vorcaro: “Impunidade, omissão e covardia nunca deram certo na história.” “Somente nas autocracias, o autocrata pode querer exercer sua liberdade sem limites e não ser responsabilizado!” “Todos aqui se recordam de [Joseph] Goebbels [ministro da Propaganda da Alaemanha nazista]: ‘uma mentira dita mil vezes vira uma verdade’.” “Um Judiciário que quer fazer acordos… não é um Judiciário independente.” “O Judiciário que não é independente não tem o direito de ser chamado Judiciário.” Moraes ainda prometeu que, em sua “gestão” como presidente do STF, “vamos dar um salto gigantesco no Brasil”, em matéria de “segurança jurídica”… Em abril de 2026, o então relator do inquérito das fake news diria também que “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”… Essa mentira, pelo menos, não virou verdade. Assista ao vídeo, com minha edição. #Justiça #Impunidade #Autocracia

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Paulo Henrique Araujo 3w

🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina

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Bruno Guzzo® 3w

Caiu como uma bomba o alerta da Flávia Oliveira na GloboNews sobre o golpe que Flávio Bolsonaro prepara caso seja eleito. “O plano de captura do STF, revelando o DNA golpista da família Bolsonaro, foi explicitado. Isso compõe o método de construção de autocracias: a capitulação do Judiciário.” #Golpe #STF #Autocracia

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Pedro J. Ramírez Sep 9

Sólo la Justicia y la prensa independiente se interponen en la huida hacia delante de Sánchez hacia la autocracia. Al liderar la denuncia ante la opinión pública de la trampa ilegal escondida en la Ley de Nietos, EL ESPAÑOL presta un servicio a la sociedad https://t.co/ogzuzT2i4k #Justicia #LibertadDePrensa #LeyDeNietos #ES

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Karina Michelin Sep 6

Na televisão russa, a Rossiya 24 transmite Igor Sechin, presidente da Rosneft, aliado próximo de Vladimir Putin e um dos homens mais poderosos do setor energético russo. Ele discursava durante o VIII Fórum Empresarial de Energia Rússia - China, realizado em Vladivostok nesta sexta-feira, 4 de setembro. Sechin exaltava a força energética russa, a parceria estratégica com Pequim, a capacidade de Moscou de abastecer a China e uma relação bilateral que, segundo ele, alcançou níveis sem precedentes. Chegou a encerrar sua fala citando Mao Tsé-Tung: “o vento do Leste prevalece sobre o vento do Oeste”. Enquanto isso, em Sochi, um russo assiste à transmissão ao vivo, ouve aquela narrativa falaciosa e ironiza: “tudo parece funcionar, tudo parece fantástico.” Então vira a câmera para a janela e mostra uma imensa coluna de fumaça. Era a região de Adler, onde uma instalação petrolífera da Lukoil havia sido atingida em meio a mais uma ofensiva de drones ucranianos. O homem que grava resume o absurdo: “em quem acreditar? No que seus próprios olhos estão vendo ou no que a televisão está dizendo?” Esse vídeo vale mais do que qualquer discurso sobre propaganda.Porque esse método não pertence apenas à Rússia. Regimes autoritários e governos cada vez mais dependentes de controle narrativo aprenderam a fabricar uma realidade paralela - Rússia, China e Brasil conhecem muito bem esse mecanismo. Selecionam números, escondem crises, repetem discursos otimistas, atacam quem contradiz a versão oficial e tentam convencer a população de que aquilo que ela vê, sente e vive não corresponde à “verdade” apresentada pelo regime. Mas existe algo que nenhuma máquina de propaganda controla para sempre: a realidade. E, no final, a pergunta do cidadão russo serve para qualquer um: em quem acreditar - na propaganda ou nos próprios olhos? Eu fico com a segunda opção. #Propaganda #Realidade #Autocracia

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Fernando Schüler Aug 16

Incriminar dissidentes, desafetos ou simplesmente figuras "inconvenientes" é uma das mais antigas práticas de regimes autocráticos, mundo afora. #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressao #Autocracia

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Daniel Lacalle Aug 2

La invasión de Ceuta con la que, una vez más, ha quedado reforzado Marruecos y humillada España, no ha ocurrido en el vacío. Sólo se entiende en el contexto de la peligrosa agonía de una autocracia personalista, incapaz de controlar ya sus constantes vitales. @pedroj_ramirez #Ceuta #Marruecos #España #MA #ES

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Rosa María Artal Aug 1

No es todavía un agosto como aquellos que truncaron el mundo en el siglo pasado. Pero que nadie se descuide: están muy crecidos y más organizados que entonces en ese mundo, como un pañuelo, que mueven con un dedo hasta autócratas de medio pelo. Un nuevo agosto rojo #AgostoRojo #Historia #Autocracia #Nocountrycodesfound.

Rosa María Artal Jul 31

No es todavía un agosto como aquellos que truncaron el mundo en el siglo pasado. Pero que nadie se descuide: están muy crecidos y más organizados que entonces en ese mundo, como un pañuelo, que mueven con un dedo hasta autócratas de medio pelo. Un nuevo agosto rojo #AgostoRojo #Autocracia #Revolución #Nocountrycodesarementionedinthetweet.

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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 Jul 24

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

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ABC TU DIARIO EN ESPAÑOL Jul 22

El director de ABC, Julián Quirós, advirtió a un grupo de jóvenes juristas hispanoamericanos sobre los peligros de confiar sin vigilancia en el poder, enfatizando la necesidad de proteger la democracia y el Estado de derecho frente a la creciente autocracia y la corrupción que se infiltra sin interrupciones violentas. #Democracia #Periodismo #EstadoDeDerecho

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«Cuando una sociedad confía sin vigilar al poder, se deteriora»
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Rodrigo Capelo Jul 7

Esse é o estrago que um autocrata desmiolado causa a um país. A seleção dos Estados Unidos ganhou antipatia por causa de Trump. A Copa norte-americana tem inúmeros asteriscos no trato aos estrangeiros. A Fifa deixou acontecer e sobrou para ela. Obrigado pela vingança, Bélgica. #Autocracia #Futebol #Política

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ABC TU DIARIO EN ESPAÑOL Jul 2

El artículo examina cómo las autocracias, como Pakistán, Turquía, China y Catar, han emergido como nuevos mediadores en conflictos globales, desplazando a actores tradicionales como la ONU, y cómo sus intervenciones se centran más en la estabilidad y los intereses económicos que en los derechos humanos y reformas democráticas. #Mediación #Paz #Geopolítica

www.abc.es
Le presentamos a los nuevos artífices de la paz del mundo
15453
Ignacio Escolar Jun 27

El Mundial después de Arabia Saudí 2034: ¿se puede sostener el negocio sin autocracias? https://t.co/fcR3NCSwuZ #Mundial2034 #Fútbol #Autocracias #SA

eldiario.es Jun 27

El artículo analiza la creciente dependencia de la FIFA en Estados autoritarios para la organización de los Mundiales de fútbol, que, a pesar de generar ingresos récord, no son rentables para los países anfitriones democráticos, planteando la pregunta sobre la viabilidad del futuro del Mundial sin la participación de estas autocracias. #Mundial2034 #DerechosHumanos #FIFA

www.eldiario.es
El Mundial después de Arabia Saudí 2034: ¿se puede sostener el negocio sin autocracias?
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Pablo Majluf Jun 20

Me contrataron para un webinar en Ingleterra donde piensan que Sheinbaum es una valiente científica progre. Pero yo les enseñaré que el poder real lo tiene un viejito iletrado que se alió con el crimen organizado para fundar una autocracia bananera. Lo cual es totalmente verdad. #Webinar #Política #México

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Gustavo Bolívar Jun 8

Buenos días. El 21 de junio el país debe decidir: Mafia o Patria. Muerte o vida. Democracia o autocracia. Estado garantizando derechos o Estado privatizado como botín de unos pocos… No hay término medio. RT #Democracia #Libertad #Justicia

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