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Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 Agora! Deputada cobra explicações após veto de Flamengo e Fluminense ao Vasco pelo Maracanã. A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL) enviou hoje um ofício ao Consórcio Maracanã pedindo a revisão do "não" ao Vasco para mandar no estádio a semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. A Secretaria de Estado da Casa Civil também foi oficiada. "O Maracanã é público e não pode ser administrado como se tivesse dono. É preciso explicar por que o gramado serve para NFL e grandes eventos, mas, quando chega a vez do Vasco, surgem todos os tipos de justificativa para impedir o uso", afirmou. "Não estamos falando sobre qualquer clube de várzea, mas de um dos maiores do Brasil, jogando 3 dos maiores campeonatos do continente. O Vasco tem uma história que se confunde com a democratização do futebol e com a luta contra o racismo. A gigante torcida vascaína também é parte da história do Maracanã; não à toa existe a estátua do Bellini ali. Se existe um critério, que ele seja público e aplicado a todos, inclusive aos times do Consórcio. O que não pode existir é uma regra para cada clube", completou Dani Monteiro. 🗞️ @pedrosa 📸 Divulgação/Alerj #Maracanã #Futebol #Vasco

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Canal do Pedrosa 2w

⚠️ Deputada a estadual Dani Monteiro cobra explicações ao Consórcio e à Casa Civil após mais um veto ao Vasco no Maracanã A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL) encaminhou nesta terça-feira (29) um ofício ao Consórcio Maracanã cobrando a revisão da decisão que negou ao Vasco o direito de disputar no estádio a partida contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A Secretaria de Estado de Casa Civil também foi oficiada pelo mandato parlamentar, segundo apurou o #CanaldoPedrosa. Entre as justificativas apresentadas pelo consórcio estão as condições do gramado, o calendário de jogos e até os efeitos do fenômeno El Niño. No ofício, Dani Monteiro questionou os argumentos. “O Maracanã é um equipamento público e não pode ser administrado como se tivesse dono, estamos falando de uma concessão. É preciso explicar por que o gramado serve para uma partida da NFL, para grandes eventos e para diferentes programações, mas, quando chega a vez do Vasco enquanto mandante, surgem todos os tipos de justificativa para impedir o uso do estádio”, afirmou. Ainda no documento, a deputada solicita os estudos técnicos, laudos agronômicos e pareceres que fundamentaram a negativa, além dos critérios utilizados pelo Consórcio Maracanã para autorizar ou recusar partidas e eventos. O ofício também cobra tratamento isonômico entre os clubes que utilizam ou solicitam o estádio. “Não estamos falando sobre qualquer clube de várzea, mas de um dos maiores do Brasil, jogando três dos maiores campeonatos do continente. O Vasco tem uma história que se confunde com a democratização do futebol e com a luta contra o racismo. A gigante torcida vascaína também é parte da história do Maracanã; não à toa existe a estátua do Bellini ali. Se existe um critério técnico, que ele seja público, transparente e aplicado igualmente a todos, inclusive aos times do consórcio. O que não pode existir é uma regra para cada clube”, completou Dani Monteiro. #Vasco #Maracanã #Futebol

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Luciano Magaldi Sardella (PhD) Sep 5

From Yale University to Foggia: World Staging Premiere of Umberto Giordano's “Marina” at Foggia's Teatro Umberto Giordano SOURCE: https://www.linkedin.com/pulse/from-yale-university-foggia-world-premi%C3%A8re-scenic-sardella-ph-d--id9de/ SOURCE: https://www.foggiareporter.it/dalla-yale-university-a-foggia-la-prima-mondiale-in-forma-scenica-di-marina-al-teatro-giordano.html (With heartfelt thanks to the distinguished journalist, Dr Christiana Lenoci…) From the Frederick R. Koch Collection of the Beinecke Rare Book and Manuscript Library at Yale University to Foggia. Such is the extraordinary journey of Marina, Umberto Giordano’s first opera, which—after 138 years of oblivion—received its World Première in scenic form on 5 June 2026 at the Umberto Giordano Theatre in Foggia, inaugurating the GIO Festival – Giordano International Opera Festival. This remarkable rediscovery is recalled by Luciano Magaldi Sardella, Contributing Review of Books Critic at the London School of Economics (LSE). The project, conceived by Gianna Fratta and the artistic direction of the GIO Festival, seeks to transform Foggia, the Tavoliere plain, the Monti Dauni and the Gargano into a widespread stage dedicated to the city’s native composer, following the model of the great festivals devoted to Verdi, Rossini and Bellini. The vanished score At the age of twenty‑one, Umberto Giordano entered the Sonzogno Competition in Milan with Marina, a one‑act melodrama. Among seventy‑two competitors, he ranked within the top twelve. The prize was awarded to Pietro Mascagni’s Cavalleria rusticana. Giordano received an honourable mention, withdrew the score, and recycled part of its music in his later Mala Vita (1892). After his death in 1948, the manuscript disappeared and—entirely legally—ended up catalogued and forgotten within Yale’s collection. It was brought back to light by the musicologist and conductor Andreas Gies who, while studying the works of Leoncavallo, identified the autograph score in Yale’s online catalogue. Together with his colleague from San Severo, Emanuele d’Angelo, Gies prepared a rigorous critical edition that restored the work’s readability. Following its absolute première in concert form at the Teatro Dal Verme in Milan in February 2026—the very theatre that witnessed the early steps of Puccini and Leoncavallo—recorded live by Decca Classics with Eleonora Buratto in the title role and Freddie De Tommaso as Giorgio, praised by Gramophone and The Times of London, Marina finally returned home. Foggia reclaims it On 5 June 2026, the Umberto Giordano Theatre hosted the World Première in scenic form. The production was directed by Giandomenico Vaccari, who transposed the action to the era of the First World War; conducted by Matteo Dal Maso, winner of the Donatella Flick LSO Conducting Competition; and featured Valeria Sepe as Marina. A historic event for a city that lends its name to both its Theatre and its Conservatoire, yet until now had been the only among the cities of Italy’s great opera composers without a festival entirely dedicated to its own. The GIO Festival, from 5 to 20 June, unfolded across sixteen days and more than twenty events in seven municipalities of the Capitanata—Foggia, Manfredonia, Peschici, Vieste, Biccari, Roseto Valfortore and Torremaggiore—uniting opera, jazz, cinema and dance. The finale: opera as urban intervention On the evening of 20 June 2026, thirteen lorries arrived in Piazza Cavour in Foggia from Milan. They carried the entire production apparatus of Teatro alla Scala. The square was transformed into an open‑air theatre for Giordano’s Andrea Chénier, conducted by Gianna Fratta and featuring Maria Agresta and Jorge de León, before thousands of citizens. The opera of a revolutionary, erupting into the summer air of the city where Giordano was born. A gesture of proximity theatre demonstrating what a manuscript can achieve: turning a forgotten archive into a driver of economic and touristic development for the region, with Confcommercio’s puzzle‑based itineraries, Giordano‑themed menus, and QR codes featuring a digital avatar of the composer. Marina was lost for 138 years. To bring it back, six months, a library card, and a festival were enough.

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From Yale University to Foggia: World Staging Premiere of Umberto Giordano's “Marina” at Foggia's Teatro Umberto Giordano
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Luciano Magaldi Sardella (PhD) Sep 5

Dalla Yale University a Foggia: la Prima Mondiale in forma scenica di “Marina” al Teatro Umberto Giordano di Foggia SOURCE: https://www.linkedin.com/pulse/dalla-yale-university-foggia-la-prima-mondiale-forma-sardella-ph-d--jjthe/ SOURCE: https://www.foggiareporter.it/dalla-yale-university-a-foggia-la-prima-mondiale-in-forma-scenica-di-marina-al-teatro-giordano.html (Ringraziando la meravigliosa giornalista dr.ssa Christiana Lenoci...) Dalla Frederick R. Koch Collection della Beinecke Rare Book and Manuscript Library della Yale University a Foggia. È il viaggio incredibile di Marina, la prima opera di Umberto Giordano, che dopo 138 anni di oblio ha avuto la sua prima mondiale in forma scenica il 5 giugno 2026 al Teatro Umberto Giordano di Foggia, come evento di apertura del GIO Festival – Giordano International Opera Festival. A ricordarlo è Luciano Magaldi Sardella, Contributing ” Review of Books” Critic, London School of Economics (LSE). Il progetto è stato ideato da Gianna Fratta e dalla direzione artistica del GIO Festival per trasformare Foggia, il Tavoliere, i Monti Dauni e il Gargano in un palcoscenico diffuso dedicato al compositore foggiano, sul modello dei grandi festival di Verdi, Rossini e Bellini. La partitura scomparsa Il ventunenne Umberto Giordano partecipa al Concorso Sonzogno di Milano con Marina, melodramma in un atto. Su 72 concorrenti, si piazza tra i primi dodici. Il premio va alla Cavalleria rusticana di Pietro Mascagni. Giordano ottiene una menzione d’onore, ritira la partitura e ne ricicla parte della musica nella successiva Mala Vita (1892). Dopo la sua morte, nel 1948, il manoscritto scompare e finisce, del tutto legalmente, catalogato e dimenticato nella collezione di Yale. A riportarla alla luce è stato il musicologo e direttore d’orchestra Andreas Gies che, studiando le opere di Leoncavallo, ha individuato la partitura autografa nel catalogo online di Yale. Insieme al collega sanseverese Emanuele d’Angelo, Gies ha curato una rigorosa edizione critica che ha restituito leggibilità all’opera. Dopo la prima assoluta in forma di concerto al Teatro Dal Verme di Milano nel febbraio 2026 – lo stesso teatro che vide gli esordi di Puccini e Leoncavallo – incisa dal vivo da Decca Classics con Eleonora Buratto nel ruolo del titolo e Freddie De Tommaso come Giorgio, lodata da Gramophone e dal Times di Londra, Marina è finalmente tornata a casa. Foggia se la riprende Il 5 giugno 2026, al Teatro Umberto Giordano, la prima scenica mondiale. Regia di Giandomenico Vaccari, che ha trasposto l’azione all’epoca della Prima Guerra Mondiale, direzione di Matteo Dal Maso, vincitore del Donatella Flick LSO Conducting Competition, e Valeria Sepe nel ruolo di Marina. Un evento storico per una città che dà il nome al suo Teatro e al suo Conservatorio, ma che fino ad oggi era l’unica tra le città dei grandi operisti italiani senza un festival interamente dedicato al suo compositore. Il GIO Festival, dal 5 al 20 giugno, si è diffuso in 16 giorni e oltre 20 eventi in sette comuni della Capitanata – Foggia, Manfredonia, Peschici, Vieste, Biccari, Roseto Valfortore e Torremaggiore – unendo opera, jazz, cinema e danza. Il finale: l’opera come intervento urbano La sera del 20 giugno 2026, tredici tir sono entrati in Piazza Cavour a Foggia da Milano. Trasportavano l’intero apparato produttivo del Teatro alla Scala. La piazza si è trasformata in un teatro a cielo aperto per Andrea Chénier di Umberto Giordano, diretto da Gianna Fratta con Maria Agresta e Jorge de León, davanti a migliaia di cittadini. L’opera di un rivoluzionario, esplosa nell’aria d’estate della città dove Giordano è nato. Un’operazione di teatro di prossimità che ha dimostrato cosa può fare un manoscritto: trasformare un archivio dimenticato in un motore di sviluppo economico e turistico per il territorio, con percorsi a enigmi di Confcommercio, menù a tema giordaniano e QR code con avatar digitale del compositore. Marina è stata perduta per 138 anni. Per riportarla indietro sono bastati sei mesi, una tessera di biblioteca e un festival.

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Dalla Yale University a Foggia: la Prima Mondiale in forma scenica di “Marina” al Teatro Umberto Giordano di Foggia
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IndexHR Aug 19

U vinogradu u Francuskoj pronađeno je spaljeno tijelo influencerice Sonije Bellini, a dva muškarca su privedena zbog sumnje u njihovu povezanost s ovim brutalnim ubojstvom, što je izazvalo veliku medijsku pažnju i uznemiravanje obitelji. #ubojstvo #francuska #influencerica

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U vinogradu u Francuskoj nađeno spaljeno tijelo influencerice. Privedena dva muškarca
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Observador Aug 18

Marluci Bellini a Djalma António, condenados por tortura em uma clínica de reabilitação no Brasil, fugiram para os Açores, onde viveram incólumes por nove anos até serem localizados e presos pela Interpol após investigações que trouxeram à tona os abusos cometidos. #Brasil #Tortura #Crime

observador.pt
Tortura. Como casal foragido se escondeu nos Açores
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Il Fatto Quotidiano Aug 14

È morto a 91 anni Gianpaolo Bellini, un importante fisico dell'Università di Milano e dell'Infn, noto per il suo pionieristico lavoro sui neutrini e per aver guidato l'esperimento Borexino, che ha aperto nuove prospettive sulla conoscenza del Sole e dell'interno della Terra, contribuendo a stabilirlo come un centro di riferimento nella ricerca astroparticellare. #Neutrini #Fisica #GranSasso

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Addio a Gianpaolo Bellini, lo scienziato che “ascoltava” i neutrini. I colleghi: “Avrebbe meritato il Nobel”
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NA CZASIE Aug 8

🎭Sytuacja Fagaty z dnia na dzień robi się coraz cięższa. Bellinic Studio wystawiło na Instagramie zdjęcie z influencerką, podpisując ją jako „naszą wieloletnią ambasadorkę" - komentarze zjechały post równie szybko, a marka zamiast się wycofać, brnęła w polemikę i próbowała złośliwie odbijać każdy zarzut. Dopiero po fali krytyki publikacja została usunięta, a właścicielka wystosowała oświadczenie w stylu „jeśli kogokolwiek to rozczarowało - przepraszamy". 📸: Kuba77l #SytuacjaFagaty #Influencerzy #KrytykaMarki

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Timostene Aug 2

Alle 10.25 l’orologio della stazione di Bologna è fermo da quarantasei anni. Ottantacinque morti, più di duecento feriti, una sala d’aspetto di seconda classe in un sabato di partenze.   Due giorni dopo cade l’anniversario dell’Italicus. Quattro agosto 1974, dodici morti in galleria a San Benedetto Val di Sambro. Prima c’era stata piazza Fontana, diciassette morti nel dicembre del 1969. Piazza della Loggia a Brescia, 28 maggio 1974, otto morti sotto la pioggia durante un comizio antifascista. Gioia Tauro, sei morti. Peteano, tre carabinieri saltati in aria. La questura di Milano, quattro morti. Un elenco che quasi nessuno ricorda per intero, e già questo è una vittoria postuma di chi le bombe le ha messe.   Non sono opinioni. Sono sentenze passate in giudicato. Ordine Nuovo, Avanguardia Nazionale, i NAR. Fioravanti, Mambro, Ciavardini, Cavallini, Bellini. Licio Gelli e la P2 per i depistaggi. Tutto questo arriva dopo il tentativo di golpe Borghese del dicembre 1970, la notte in cui un pezzo di apparati dello Stato provò a prendersi il paese.   Il metodo aveva un nome tecnico: strategia della tensione. Funziona così. Si semina terrore tra gente qualunque, si aspetta che la paura produca domanda di ordine, si incassano leggi più dure, più controllo, più repressione. La bomba non serve a uccidere quelle ottantacinque persone. Serve a spaventare i cinquanta milioni rimasti vivi.   Adesso la parte scomoda.   Guardate cosa è successo in questi giorni a Ceuta. Migliaia di persone partite a nuoto da Castillejos, i corpi che il mare continua a restituire davanti al frangiflutti del Tarajal. Ottantaquattro finora, sessantasette recuperati dalla Guardia Civil e altri diciassette dalle autorità marocchine, e il conteggio non è chiuso. Al centro della reazione politica del nostro governo non ci sono stati quei morti. C’è stato il ripristino dei controlli alle frontiere con la Spagna per un mese, il vocabolario della “minaccia ibrida”, il richiamo al terrorismo. Il dramma trasformato in materia prima entro ventiquattr’ore. In Spagna peninsulare, va detto, non è arrivato nessuno.   La tecnica cambia. La logica no. Allora il terrore veniva prodotto con le bombe. Oggi la paura viene alimentata trasformando ogni tragedia in un’emergenza permanente. Cambiano gli strumenti, resta l’idea che una società impaurita sia più disponibile a rinunciare a libertà, diritti e garanzie in cambio della promessa di sicurezza.   Nel 1980 a pagare erano i pendolari di Bologna, con un nome, una faccia, una foto sul giornale. Oggi pagano corpi senza documenti che il mare restituisce a pezzi o non restituisce affatto. Quei morti finiscono per diventare funzionali a una narrazione politica fondata sull’emergenza permanente.   Dal 2014 a oggi l’Organizzazione internazionale per le migrazioni conta più di trentamila persone morte o disperse nel Mediterraneo. Nessuna commissione d’inchiesta. In compenso decreti sicurezza, CPR, accordi con la Libia, centri in Albania.   Gli eredi politici del MSI governano oggi il Paese. È legittimo chiedersi se abbiano davvero reciso ogni continuità culturale con quella tradizione oppure se ne abbiano semplicemente sostituito gli strumenti. Se ieri il consenso passava attraverso la paura delle bombe, oggi passa attraverso la paura dello straniero. Cambia il nemico, cambia il metodo, resta la funzione politica della paura al centro del discorso pubblico.   Mattarella oggi ha detto che la strategia neofascista voleva distruggere libertà e democrazia. Ha usato il passato. Io, quel passato, non riesco ancora a vederlo. #Memoria #DirittiUmani #Politica

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Dnevnik Jul 2

V Nemčiji so ob letošnjem prazniku glasbe zabeležili rekordnih 45.000 koncertov, medtem ko v Benetkah poteka restavriranje znamenitega, pol tisočletja starega Bellinijevega triptiha Frari. #Benetke #restavriranje #Bellini

www.dnevnik.si
45.000 koncertov: V Nemčiji rekordno ob letošnjem prazniku glasbe
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kaarolzx Jun 26

MAIS UM PRA JAULA Hoje foi a vez do Caê Bellini de ir pra cadeia, o imundo que colocou a gatinha Charlotte VIVA em uma churrasqueira. Ele havia sido preso e solto no mesmo dia, mesmo tendo gravado vídeos do próprio crime. Agora, voltou para a cadeia graças a nós do Twitter! Eu postei uma thread que viralizou, alcançando milhões de visualizações, ensinando passo a passo como denunciar o caso. As denúncias em massa fizeram com que o e-mail das autoridades ficasse sobrecarregado com milhares de mensagens, pressionando em massa para que ele voltasse pra CADEIA, e assim foi feito! #Justiça #Denuncie #Viralizou

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Sebastian Virtosu Jun 12

Alӑturi de Muzeul Pogromului, Institutul Francez din România la Iași vӑ invitӑ joi, 11 iunie, începând cu ora 17.00, la Muzeul Pogromului, unde va avea loc o prezentare de carte în format inedit, cu acompaniament muzical. Este vorba despre „Lumea idiș. Idiș, România și cultura pop”, a lui Olivier Peyroux, acompaniat la violoncel de Sebastian Vîrtosu. Sebastian Vîrtosu este conferențiar universitar în cadrul Universitӑții Națională de Arte „George Enescu” din Iași, la catedra de violoncel, desfășurând în paralel activitatea de pedagog și cea de interpret activ în recitaluri și concerte camerale. Este membru fondator al Cvartetului „Gaudeamus”, alături de care a obținut numeroase premii naționale și internaționale: „San Bartolomeo al Mare”, Italia (2000), Premiul al II-lea (primul premiu nefiind acordat) la Concursul Internațional de Muzică de Cameră „V. Bellini”, Caltanisseta, Sicilia (1995), Premiul Special al Juriului la Concursul Internațional de Cvartete de Coarde „Mozart”, Salzburg, Austria (1995). De asemenea, a susținut cursuri de măiestrie prin programul Erasmus, în calitate de profesor invitat la Academia de Muzică, Dans și Arte vizuale din Plovdiv, Bulgaria (aprilie 2018) și la Royal Conservatory din Birmingham, Marea Britanie (aprilie 2019). Imagine foto: Ben Brucker

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Sebastian Virtosu Jun 12

Alӑturi de Muzeul Pogromului, Institutul Francez din România la Iași vӑ invitӑ joi, 11 iunie, începând cu ora 17.00, la Muzeul Pogromului, unde va avea loc o prezentare de carte în format inedit, cu acompaniament muzical. Este vorba despre „Lumea idiș. Idiș, România și cultura pop”, a lui Olivier Peyroux, acompaniat la violoncel de Sebastian Vîrtosu. Sebastian Vîrtosu este conferențiar universitar în cadrul Universitӑții Națională de Arte „George Enescu” din Iași, la catedra de violoncel, desfășurând în paralel activitatea de pedagog și cea de interpret activ în recitaluri și concerte camerale. Este membru fondator al Cvartetului „Gaudeamus”, alături de care a obținut numeroase premii naționale și internaționale: „San Bartolomeo al Mare”, Italia (2000), Premiul al II-lea (primul premiu nefiind acordat) la Concursul Internațional de Muzică de Cameră „V. Bellini”, Caltanisseta, Sicilia (1995), Premiul Special al Juriului la Concursul Internațional de Cvartete de Coarde „Mozart”, Salzburg, Austria (1995). De asemenea, a susținut cursuri de măiestrie prin programul Erasmus, în calitate de profesor invitat la Academia de Muzică, Dans și Arte vizuale din Plovdiv, Bulgaria (aprilie 2018) și la Royal Conservatory din Birmingham, Marea Britanie (aprilie 2019). Imagine foto: Ben Brucker

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Vasco da Gama Jun 8

Capitão. Ídolo do Vasco. E dono de um gesto que entrou para a história. 💢🏆 Na semana que marca o início da Copa do Mundo 2026, relembramos o gesto de Bellini, ídolo vascaíno, que além de ter sido um dos representantes da Cruz de Malta na disputa da edição de 1958, também foi o capitão da Seleção Brasileira na conquista do primeiro título! ⭐🇧🇷 #VascoDaGama #Futebol #CopaDoMundo #HistóriaDoEsporte

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Verheerendes Erdbeben traf Kolumbien mit voller Wucht: Nachbarländer bieten Hilfe an [premium]
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Il Fatto Quotidiano May 15

Paolo Bellini, condannato all'ergastolo per la strage di Bologna del 1980, scrive dal carcere chiedendo l'eutanasia farmacologica e denunciando un complotto nei suoi confronti, mentre il suo coinvolgimento nel massacro è stato confermato dai giudici con prove schiaccianti. #Eutanasia #StrageDiBologna #Carcere

www.ilfattoquotidiano.it
“Contro di me un complotto”, Paolo Bellini dal carcere chiede “l’eutanasia farmacologica”. Sta scontando l’ergastolo per la strage di Bologna
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