WRLD

Search

#Bielorrússia
Donald J. Trump 2w

Este mês, Donald Trump anunciou a negociação de um acordo comercial com a Bielorrússia para a importação de potássio, usado para a agricultura e pecuária, resultado “em grande parte do trabalho de Coale”. #GuerraNaUcrânia #Sanções #LibertaçãoDePrisioneiros

Trump quer trocar sanções por presos políticos russos
observador.pt
1949
Observador 4w

Um drone foi abatido na Lituânia por caças da NATO, marcando o primeiro incidente deste tipo no país, que ocorreu 30 minutos após a detecção do aparelho que entrou no espaço aéreo lituano vindo da Bielorrússia. #GuerraNaUcrânia #NATO #Lituânia

observador.pt
Drone abatido na Lituânia após mobilização de caças da NATO
18012
Observador Sep 8

A Rússia posicionou mísseis Oreshnik com capacidade nuclear na Bielorrússia, levantando preocupações em Kiev quanto à escalada do conflito e ao apoio militar de Minsk a Moscovo. #GuerraUcrânia #MísseisNucleares #RússiaBielorrússia

observador.pt
Rússia posiciona mísseis Oreshnik nuclear na Bielorrússia
12253
Observador Sep 8

O artigo discute a presença de mísseis russos na Bielorrússia, caracterizando-a como uma forma de coersão psicológica, e analisa as recentes reuniões entre enviados dos EUA e líderes da Rússia e da Ucrânia no contexto do conflito em andamento. #Bielorrússia #mísseis #Alemanha

observador.pt
Mísseis russos na Bielorrússia: é "coersão psicológica"
16921
Observador Aug 26

A Rússia está a considerar intensificar os ataques na Ucrânia, uma decisão que se deve ao impasse nas negociações de paz, enquanto o Kremlin aproveita as críticas de um ex-ministro ucraniano para destacar divisões políticas em Kiev, e uma nova troca de prisioneiros de guerra entre os dois países ocorreu na Bielorrússia. #GuerraTraduzida #Rússia #Ucrânia

observador.pt
Rússia estará a ponderar intensificar ataques na Ucrânia
13489
Observador Aug 17

A Rússia construiu dez bases secretas de drones ao longo de suas fronteiras com a Bielorrússia e a Ucrânia, com capacidade para atacar a NATO, o que aumenta as preocupações sobre uma possível provocação armada contra a Polônia, conforme indicado por uma investigação do jornal britânico The Telegraph. #GuerraNaUcrânia #Rússia #NATO

observador.pt
Rússia construiu bases secretas capazes de ameaçar a NATO
13531
Observador Aug 12

Autoridades letãs descobriram um túnel secreto utilizado por 15 imigrantes para cruzar ilegalmente a fronteira da Letónia a partir da Bielorrússia, o que levou ao reforço do controle fronteiriço para combater a imigração irregular e prevenir a desestabilização causada por ameaças híbridas. #GuerraNaUcrânia #ImigraçãoIlegal #Letónia

observador.pt
Letónia deteta túnel secreto para entrada de imigrantes
10017
Kiritkumar Gentilal Aug 6

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

118
Observador Aug 4

Rússia aktualizovala dohodu o vojenské spolupráci s Běloruskem, což má za cíl zkrátit lhůty dodávek nového vojenského vybavení, v kontextu rostoucího zapojení Běloruska do konfliktu na Ukrajině a nedávných společných jaderných cvičení. #GuerraNaUcrânia #Bielorrússia #VladimirPutin

observador.pt
Rússia agiliza entrega de armas à Bielorrússia
11807
Observador Jun 30

A ONU instou a Rússia e a Ucrânia a evitarem ações que possam expandir a guerra, expressando alarmes sobre a escalada do conflito e seus possíveis impactos regionais e globais, após um ataque com um alegado drone ucraniano na Bielorrússia. #GuerraNaUcrânia #ONU #Rússia

observador.pt
ONU insta Moscovo e Kiev a evitar alargar a guerra
18431
Observador Jun 24

O Kremlin condenou o ultimato do presidente ucraniano Zelensky a Lukashenko, exigindo a desativação de sistemas russos na Bielorrússia, considerando a declaração uma escalada agressiva e uma violação da soberania bielorrussa. #GuerraTraduzida #Ucrânia #Kremlin

observador.pt
Kremlin condena o ultimato de Zelensky a Lukashenko
12496
Observador Jun 24

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, chamou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de Fuehrer e o acusou de tentar envolver a Bielorrússia no conflito, ridicularizando sua atuação como se ele tivesse sido recrutado de um grupo de teatro amador para seu papel político. #GuerraUcrânia #Rússia #Zelensky

observador.pt
MNE da Rússia apelida Zelensky de "Fuehrer"
10712
Observador Jun 17

O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, pediu desculpas a Volodymyr Zelensky por críticas excessivas, reconhecendo que foi duro e que a Bielorrússia não representa uma ameaça para a Ucrânia, enquanto expressa preocupação com o impacto da guerra em seu país. #GuerraNaUcrânia #Lukashenko #Zelensky

observador.pt
Lukashenko pede perdão a Zelensky e admite exageros
16083

A Rússia está a preparar um novo ataque em grande escala e não descarto que a Bielorrússia possa ter algum tipo de envolvimento.

Zelensky avisa para "um ataque em grande escala" da Rússia
observador.pt
12540
Observador May 29

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy alertou sobre a preparação da Rússia para um ataque em grande escala, mencionando informações de inteligência e a possibilidade de envolvimento da Bielorrússia, enquanto também destacou a preocupante situação na central nuclear de Zaporíjia e condenou um ataque russo que atingiu um prédio na Romênia. #GuerraUcraniana #Zelensky #DefesaAérea

observador.pt
Zelensky avisa para "um ataque em grande escala" da Rússia
12540
Observador May 25

O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko e o presidente francês Emmanuel Macron discutiram por telefone questões regionais e relações da Bielorrússia com a UE e a França, com Macron pedindo a Lukashenko que não permita que o país seja arrastado para a guerra na Ucrânia, logo após um bombardeio russo que deixou mortos e feridos na região. #GuerraNaUcrânia #Bielorrússia #Macron

observador.pt
Lukashenko e Macron falaram por telefone
13145
Observador May 21

No artigo, João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, analisa a desconfiança sobre a abertura da Bielorrússia para negociação e critica a credibilidade dos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, que é marcado por constantes avanços e recuos nas suas estratégias no Médio Oriente, especialmente em relação ao Irão e às tensões com Israel. #RelaçõesInternacionais #ConflitosMédioOriente #Geopolítica

observador.pt
Lukachenko: "Parece-me um pouco sarcástico este comentário"
11357
Observador May 21

Putin declarou a intenção de adquirir armas nucleares para uso excecional após conversas com Alexandr Lukashenko e exercícios nucleares conjuntos entre Rússia e Bielorrússia, visando garantir a segurança nacional dos dois países. #GuerraTraduzida #Putin #SegurançaNacional

observador.pt
Putin quer "armas nucleares para uso excecional"
13748
Observador May 21

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, advertiu a Bielorrússia de que a Ucrânia responderá firmemente a qualquer ação agressiva, durante uma visita à fronteira entre os dois países, enquanto ocorrem exercícios conjuntos da Rússia e Bielorrússia com armamento nuclear. #GuerraNaUcrânia #Zelensky #Bielorrússia

observador.pt
Zelensky ameaça responder a qualquer ação de Minsk
14943
SAPO May 21

O Presidente ucraniano, Zelensky, alertou para a possibilidade de novos ataques russos ao norte da Ucrânia e a Kiev, afirmando que estão sendo preparadas respostas defensivas e que a Bielorrússia, ao realizar exercícios militares nucleares com a Rússia, poderia ser um ponto de origem desses ataques. #Zelensky #Ucrânia #Bielorrússia

sapo.pt
Zelensky alerta para novos ataques ao norte e a Kiev
12554