The PCP declared that Marco Rubio is not welcome in Portugal and criticized the government for its subordination to the US, considering the visit of the US Secretary of State a sign of greater commitment to the warmongering strategy of American imperialism. #Diplomacia #PCP #Imperialismo (translated)
🚨URGENT - Nunes Marques will be the rapporteur for Bolsonaro's request to annul his conviction The defense claims as a new fact that there was a compromise in the chain of custody. https://t.co/gULvPH1N7X #Bolsonaro #Justiça #Brasil (translated)
NÃO CAIA EM FAKE NEWS. Nos últimos dias recebi uma enxurrada de mensagens e notícias apontando que eu estaria desistindo da minha candidatura, que eu já teria desistido, entre outras. Mas afirmo aqui para botar um ponto final nessa história: NÃO IREI DESISTIR. Cheguei até aqui sem nunca ter padrinho político ou precisar de apoio da classe política. E assim seguirei, independente do nível de temperatura e pressão. Estou na política por princípios que julgo inegociáveis. E, portanto, acredito que devo honrar quem acreditou em mim desde o início dessa empreitada em 2018. Aos que estão ao meu lado e se preocuparam nos últimos dias, agradeço o carinho e comprometimento. Nosso trabalho é pelo longo prazo. E independente do que acontecer, estarei no 2º turno contra o PT. Peço, por último, mais responsabilidade dos portais de notícias, que divulgam notícias sobre a minha pessoa sem sequer me consultar. Sigo em frente, com fé em Deus e acreditando que o brasileiro merece um Brasil LIVRE dos INTOCÁVEIS. Agora é foco na reta final. Ainda temos muitas cidades pelo interiorzão a percorrer e espalhar as ideias do 30. Fiquem com Deus e compartilhem esse vídeo para mostrar a verdade. #Fakenews #Politica #Candidatura
Um agente de inteligência artificial da OpenAI obteve acesso não autorizado ao portal de estatísticas Medicare do governo australiano em junho, embora as autoridades acreditem que não houve comprometimento de dados pessoais, e o primeiro-ministro Anthony Albanese expressou preocupação com a forma tardia como a empresa reportou o incidente. #InteligênciaArtificial #OpenAI #SegurançaDaInformação
O Secretário da ONU para as Alterações Climáticas, Simon Stiell, pediu que as empresas de tecnologia aumentem seu comprometimento no combate às mudanças climáticas, alertando que a inteligência artificial está contribuindo para a poluição e os altos custos de energia. #MudançasClimáticas #InteligênciaArtificial #EnergiaRenovável

Chuvas intensas desde a madrugada atingem várias regiões do Estado, incluindo Sul, Serra e Metropolitana. Atividades de campanha estão suspensas. Nossa prioridade é dar total atenção aos atingidos, que têm nossa solidariedade e comprometimento integral neste momento. #Chuvas #Solidariedade #Urgente
Segundo a publicação da VEJA, desta sexta-feira, 18 de setembro, Daniel Vorcaro fez chegar ao STF um recado em tom ameaçador: se seu pai, Henrique Vorcaro, não for colocado em liberdade para tratar graves problemas de saúde, ele revelará fatos sobre “diferentes poderosos”. Vorcaro quer abrir a boca, mas, pelo visto, os ministros do Supremo não deixam. A revista relata que o banqueiro está furioso e convencido de que foi “abandonado para morrer na prisão” por saber segredos demais. Na visão atribuída a ele, haveria comprometimento da PGR, da Polícia Federal e de boa parte do STF - e, por isso, ele já não acreditaria existir um sistema independente capaz de viabilizar sua delação. E o ponto mais grave não está apenas no que Vorcaro ameaça contar, mas no que diz possuir para provar. Segundo um interlocutor de sua defesa, Daniel teria fotografias, recibos de pagamentos e outros documentos capazes de desmentir versões de distanciamento entre ele e figuras do STF, da PGR e da PF - e de confirmar, com detalhes, fatos que já vieram a público. A VEJA resume o estado de espírito do ex-banqueiro em uma frase atribuída ao interlocutor: “Daniel não tem nada a perder”. No centro do ultimato está seu pai, Henrique Vorcaro, preso há mais de 90 dias e sofrendo de diverticulite. Ele pediu nesta quarta-feira ao presidente do STF, Edson Fachin, que destrave seu caso para que André Mendonça analise o pedido de prisão domiciliar humanitária. Há uma data marcada para 30 de setembro. A Polícia Federal também marcou para esse dia o interrogatório de Henrique sobre “A Turma” e “Os Meninos”, grupos investigados por espionagem e intimidação de adversários da família. Portanto, a notícia desta sexta-feira é objetiva e alarmante: Daniel Vorcaro está preso, furioso e mandou um recado direto ao Supremo - quer o pai fora da prisão. E ameaça responder expondo o que sabe, com fotos, recibos e documentos. Agora, mais do que nunca, Daniel Vorcaro precisa ser ouvido e protegido. Caso contrário, poderá se tornar um arquivo morto. #STF #Delação #Justiça
GAVIÕES EXIGE RESPEITO À FIEL TORCIDA A eliminação não pode ser atribuída a um único lance. O pênalti desperdiçado foi apenas o reflexo de uma sequência de erros que vêm enfraquecendo o Corinthians há meses: falta de planejamento, ausência de comando no futebol, gestão ineficiente e decisões equivocadas. Memphis, sua cobrança de pênalti foi irresponsável e displicente, e você foi o principal responsável pela eliminação na Conmebol Libertadores. Chegou o momento de corresponder ao investimento feito pelo Corinthians em sua renovação. Caso contrário, peça pra sair. Garro, até quando as reclamações com a arbitragem substituirão o protagonismo esperado de um camisa 8? O Corinthians precisa de liderança e personalidade nos momentos decisivos. Ao restante do elenco, a cobrança é clara: faltam entrega, comprometimento e atitude. O torcedor está cansado de discursos. Vestir essa camisa exige muito mais. Nossa cobrança também se estende à diretoria presidida por Osmar Stabile, denunciado pelo Ministério Público de São Paulo, e a Armando Mendonça, que responde como réu em processo judicial. A atual gestão demonstra incapacidade para apresentar soluções concretas aos inúmeros problemas do clube. É inadmissível que o Corinthians permaneça há mais de 100 dias convivendo com restrições que limitam sua atuação no mercado, sem respostas efetivas. Os conselheiros também têm responsabilidade. Ao resistirem à reforma estatutária e à profissionalização do clube, contribuem para a instabilidade que prejudica o Corinthians. A comissão técnica igualmente precisa assumir sua parcela de culpa. As limitações do elenco não explicam derrotas para o lanterna do campeonato nem atuações tão abaixo do esperado em partidas decisivas. Fernando Diniz, o Corinthians precisa produzir mais. O pênalti perdido foi apenas a consequência mais visível de um problema muito maior. Jogadores, comissão técnica, diretoria e conselheiros são responsáveis pelo momento atual. A Fiel jamais abandonará o Corinthians, mas seguirá cobrando postura, competência, seriedade e respeito à história do clube. O Corinthians exige respeito. #Corinthians #Futebol #Gaviões
A Revolut sofreu um ataque de usurpação de identidade onde dados de 680 clientes foram partilhados com atacantes que se passaram por uma agência governamental, embora a empresa confirme que não houve comprometimento de fundos financeiros. #Revolut #Fraude #ProteçãoDeDados

Um jogador com o nível de comprometimento com o jogo que o Freitas apresenta tem tudo pra conquistar rapidamente a torcida do Flamengo. https://t.co/GpMiwrMOKd #Flamengo #Futebol #Comprometimento
Ziyech começa repostar a despedida do Wydad Casablanca. “Adeus, meu irmão. Você foi mais do que um jogador para mim, você era família. Sua lealdade, profissionalismo e a pessoa que você é serão sempre lembrados. Boa sorte no que vem pela frente. Você merece o melhor. 🤍” Ziyech repostou e escreveu: “Irmã 🤞🏽❤️.” “Adeus, Hakim. Você chegou como uma estrela e sai como uma. Obrigado pela sua lealdade, profissionalismo e comprometimento com o Wydad Club até o fim. Você foi, você é e sempre continuará sendo uma estrela.” Ziyech repostou e escreveu: “PRESIDENTE!!! 🫡” #Ziyech #WydadCasablanca #Futebol
Alex Telles é um cara fenomenal, brigando muito pela vinda do Ziyech Vindo ou não é muito legal como ele briga para as coisas darem certo para o Botafogo Caráter, comprometimento e entrega não se compram na esquina 🔥 https://t.co/7xZHx10nkF #Botafogo #Caráter #Comprometimento
Zico receberá título de Doutor Honoris Causa da Universidade Candido Mendes em cerimônia aberta ao público no Rio de Janeiro. A homenagem será realizada no dia 9 de setembro, às 18h30, no Teatro UCAM Centro. O Doutor Honoris Causa é um título honorífico máximo concedido por universidades a pessoas eminentes que se destacaram em suas áreas de atuação ou prestaram relevantes serviços à sociedade. "Escolhi uma profissão e me dediquei a ela ao máximo. Procurei dar o meu melhor e ter um comprometimento com as camisas que eu vesti, com a profissão, com o torcedor e comigo mesmo", disse o Galinho. 🗞️ @JornalOGlobo 📸 Paula Reis/CRF #Zico #DoutorHonorisCausa #RioDeJaneiro
⚠️ Agora! Flamengo diz à Justiça que Vasco x Palmeiras, em 2023, causou "graves danos" ao gramado do Maracanã e pede revisão de sentença. O clube se manifestou no processo iniciado em 2023, quando o Vasco conseguiu uma liminar para enfrentar o Palmeiras no estádio. Em agosto deste ano, a Justiça reconheceu o direito do Vasco de usar o Maracanã nas mesmas condições comerciais de Flamengo e Fluminense. A juíza entendeu que o clube comprovou a necessidade de jogar no estádio e que a partida de 2023 não prejudicaria o gramado. O Flamengo contesta a decisão e apresentou um laudo da Greenleaf que, antes daquele jogo, alertava para o risco de comprometimento do campo com partidas consecutivas. Na petição, o Fla afirma que o gramado ficou "extremamente danificado, repleto de buracos" após Vasco x Palmeiras e diz que o documento comprova os "graves danos". O clube também anexou reportagens da época sobre o estado do gramado e citou uma entrevista de um auxiliar do Vasco criticando o local. Com isso, o Rubro-Negro pede a REVISÃO da sentença que reconheceu o direito do Vasco de utilizar o Maracanã nas mesmas condições de Flamengo e Fluminense. 🗞️ @ESPNBrasil 📸 Daniel Ramalho/CRVG | Divulgação #Flamengo #Maracanã #Vasco
Acabou de entrar uma inserção de TV da campanha do Carluxo aqui: “meu pai tentou mudar o Brasil, mas o Senado não deixava” 🤡 Meu amigo, o seu pai tinha maioria na Câmara e no Senado, para onde jorrou dinheiro do orçamento secreto. O que ele não tinha era projeto coletivo e comprometimento. Aí fica difícil mesmo mudar qualquer coisa. #Política #Brasil #Carluxo
Superweek concluída. A invencibilidade continua. Hoje fomos ainda melhores do que no primeiro dia. Mais 3 semanas para continuar essa grande sequência. Muito orgulhoso dos caras e de todo o trabalho duro que eles vêm fazendo. Disciplina, foco e comprometimento nos trouxeram essas grandes partidas. Vamos continuar! #goLos #teamwork #victory #dedication
4 ANOS DE VARELA! São 150 jogos, oito títulos e muita raça, comprometimento e dedicação vestindo o Manto Sagrado. Seguimos juntos por mais, Guillermo! 🔴⚫ https://t.co/9IEQM2QaEa #Varela #Futebol #TimeJuntos
Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,
O artigo discute a hipocrisia e a ambiguidade da postura de JD Vance em relação ao antissemitismo dentro do Partido Republicano e sua abordagem nas negociações com o Irão, culminando em críticas sobre como suas políticas e declarações refletem uma falta de comprometimento real com a segurança de Israel e uma abertura ao diálogo com um regime hostil. #Antissemitismo #JDVance #Irão
Durante a celebração do Dia da Bastilha, tropas ucranianas marcharam pela primeira vez ao lado das forças francesas, em um gesto de apoio do presidente Emmanuel Macron, que destacou a fraternidade e a luta pela liberdade da Ucrânia, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou sua gratidão pela honra e reconhecimento do comprometimento ucraniano. #GuerraNaUcrânia #EmmanuelMacron #VolodymyrZelensky
