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#Fronteiras
Arthur Machado 2d

Arthur Machado stated that what was happening in France was part of a project to weaken national sovereignties across Europe. According to him, after the Great Depression of 1929, neoliberals would have advocated for the end of nations as a way to reduce instability, transferring economic decisions to a global structure and leaving political and social management to the states. Machado said that tariffs bothered globalists because they presupposed borders and economic sovereignty. He also linked the proposal by Jamie Dimon of JPMorgan to strengthen Europe economically and militarily to Mario Draghi's plan, which he claimed sought to centralize European economic, financial, and military power. The author stated that the goal would be to transform Europe into a state, with an integrated financial system, army, common institutions, and centralized power, reducing the full sovereignty of France, Germany, and other countries. He attributed this project to liberals and described it as a transfer of power from nations to supranational structures. #França #Globalismo #SoberaniaNacional (translated)

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Flamengo 4d

Flamengo announced Comigo Mengão, a line of payroll credit aimed at workers with a formal contract who support the club. According to Flamengo, the product would be operated by Zilicred and would use the club's brand through a licensing agreement. The club reported that the service would be entirely digital and would allow users to simulate credit for free, without commitment. The installments could be deducted directly from the payroll and divided into up to 48 months. Flamengo explained that the contracting process would involve the presentation of conditions, data confirmation, and contract formalization, and that the simulation did not mean the loan was being contracted. Flamengo also announced that Comigo Mengão would include a 25% discount in the first year of the Nação Sem Fronteiras membership plan. According to the club, the news would be announced on the brand's Instagram. Ricardo Hinrichsen, CMO of Flamengo, stated that the initiative would bring the club's brand closer to fans in their daily lives. Fabio Isaack, a partner at Zilicred, said that the company would commit to presenting the conditions clearly before contracting and to avoiding surprises afterward. #Flamengo #CréditoConsignado #TorcidaRubroNegra (translated)

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Observador 4d

Felipe VI warned that the threat to the southern flank of the European Union represents a danger to all member states and called for solidarity after the massive influx of 70,000 people in Ceuta, emphasizing the need for collaboration and joint protection at European borders. #Espanha #Ceuta #UniãoEuropeia (translated)

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Felipe VI: ameaça ao "flanco sul" da UE é ameaça a todos
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Karina Michelin 5d

Karina Michelin stated that the PT had adopted, in the second round, a strategy of repeating information that it considered false. According to her, Janja posted a video on Tuesday, October 6, about what could happen if Flávio Bolsonaro were elected, but the predictions were not included in the government plan. Michelin said that the document outlined the program "Brasil por Elas," which included shelters, daycare centers, professional training, credit, and electronic ankle bracelets for aggressors. She also stated that the plan proposed measures against criminal factions, asset blocking, border reinforcement, and the construction of five maximum-security federal prisons. The author added that the plan did not provide for the end of the Popular Pharmacy or a workweek of seven days. Regarding international relations, she said that the document defended national sovereignty and ties with the United States, China, Europe, and Asia. Michelin also stated that Janja, Gleisi Hoffmann, André Janones, and other leftist figures intensified their activity on social media after a meeting with Lula, held after an electoral defeat she described as significant. She said that campaigning and criticizing opponents was legitimate, but accused the mentioned individuals of lying about the content of the plan and recommended that readers consult the document. #PolíticaBrasil #Eleições2022 #Desinformação (translated)

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Alex Moretti 1w

Alex Moretti stated that MQ-9 Reaper drones from the United States were already operating near Brazil. According to him, the surveillance and attack aircraft were active in the Amazon, close to the Brazilian borders, focusing on combating drug trafficking by the Southern Command (SOUTHCOM). https://t.co/mXDpx8itPZ #Drones #Brasil #Narcotráfico (translated)

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Alexandre Ramagem 1w

Alexandre Ramagem published episode 09/10 of his series on public security and advocated for protecting the borders, strengthening intelligence and permanent oversight, and integrating security forces to combat the trafficking of weapons and drugs. In the publication, he also mentioned Rebeca Ramagem, identified as a candidate for federal deputy from Rio de Janeiro with the number 2217, and Flávio Bolsonaro, linked to the number 22 and the Presidency. #SegurançaPública #CombateaoCrime #TráficoDeDrogas (translated)

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Observador 2w

A Comissão Europeia propôs um plano de cinco pontos para reforçar as fronteiras externas da União Europeia, visando aumentar a resiliência e a capacidade de antecipar chegadas imprevistas de migrantes em situação irregular, após os desafios enfrentados durante a crise migratória em Ceuta. #UniãoEuropeia #Migração #FronteirasExternas

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Bruxelas propõe plano para reforçar fronteiras externas
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Hoje no Mundo Militar 2w

Letônia denuncia sabotagem contra novo sistema de vigilância nas fronteiras com Rússia e Belarus https://t.co/E7FiI73bHu #Letônia #Vigilância #Fronteiras

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Observador 2w

A moção apresentada pelos Verdes britânicos, que classifica o sionismo como uma ideologia racista e legitima a resistência palestiniana por todos os meios disponíveis ao abrigo do direito internacional, provoca uma reavaliação preocupante das fronteiras entre ativismo político, violência legitimada e terrorismo, desafiando assim os princípios democráticos estabelecidos na resposta ao terrorismo na Europa. #Terrorismo #Radicalização #AtivismoPolítico

observador.pt
Do ativismo à legitimação do terrorismo
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McQueeИ Infos 🚗 3w

Não consigo alcançar a razão de isto acontecer. Por mais que reflita, continuo sem compreender… De que é que Rui Costa tem exatamente medo? Porque motivo recusa expor sem panos quentes o que se passou ontem? Que receio é este de denunciar o sistema? Marco Silva colocou a responsabilidade exatamente onde ela devia estar, na instituição Sport Lisboa e Benfica. Então, porque razão ninguém assume publicamente a nossa defesa? Compreendo a tese dos que defendem que estes assuntos se resolvem no backstage, longe dos holofotes. Mas pergunto, é mesmo assim que se resolve alguma coisa? Rui Costa adota essa postura há anos e os resultados estão à vista. Não estará mais do que na hora de um antigo jogador de dimensão mundial, hoje presidente da maior instituição do país, dar finalmente a cara e escancarar esta vergonha? Vocês têm noção do impacto real que essa tomada de posição teria? Têm consciência de que abriria noticiários e canais de televisão além fronteiras, colocando, de uma vez por todas, os pontos nos is? Medo de quê, afinal? De uma suspensão? De uma multa de uns milhares de euros? Não consigo, genuinamente, entender… #Benfica #RuiCosta #Futebol

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Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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Observador 3w

O professor Bernardo Valente defende que o apoio à Ucrânia é crucial para a defesa das fronteiras europeias e alerta sobre a ameaça crescente dos partidos nacionalistas na Europa. #Ucrânia #Rússia #Eleições

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"A Ucrânia é a defesa das fronteiras europeias"
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Observador 3w

O artigo de Rui Ramos analisa a crise do Estado na Europa, exemplificando-a através da incapacidade do governo português de garantir a Segurança Social e a falha das autoridades em proteger as fronteiras, como visto na recente invasão de Ceuta, refletindo um estado de deslegitimação crescente das elites políticas. #SegurançaSocial #CriseDoEstado #Imigração

observador.pt
A crise do Estado, entre Ceuta e a Segurança Social
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Lula 4w

Recebi hoje, no Palácio do Planalto, pastores e pastoras evangélicos do Brasil, dos Estados Unidos e de Cuba para uma conversa sobre fé, justiça social, combate à fome, ao racismo e às desigualdades, respeito à democracia e promoção da paz. Foi também uma oportunidade de lembrar o legado de Martin Luther King Jr. e uma mensagem que continua atual: a dignidade humana não tem fronteiras. Como ouvi hoje dessas lideranças, as igrejas evangélicas têm uma presença fundamental na vida de muitas comunidades, conhecem de perto suas necessidades e podem colaborar para fazer as políticas públicas chegarem a quem mais precisa. Conversamos também sobre a responsabilidade de enfrentar juntos a pobreza, o racismo, a violência e a intolerância. Tenho profundo respeito pela fé evangélica e pelo trabalho de tantas igrejas e lideranças que estão todos os dias ao lado das pessoas, especialmente nas comunidades mais pobres. Como disse no encontro, a religião, para mim, é uma coisa sagrada. Respeito muito a fé das pessoas e o compromisso individual que cada pessoa tem com Deus. Governar é cuidar de quem mais precisa e fazer com que os direitos cheguem a todos. Agradeço à Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito e a todas as lideranças que participaram desse encontro e trouxeram suas experiências e contribuições. 📸 @ricardostuckert #JustiçaSocial #Fé #Paz

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Adolfo Sachsida 4w

A quem Cármen Lúcia pediu desculpas? Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos. Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.” Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa. Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade. Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende. #CármenLúcia #STF #Justiça

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Flamengo 4w

Pode esgotar a qualquer momento, Nação! O segundo lote é limitado e estamos nas últimas peças. Corre porque vai acabar. ➡️ Compre agora em https://t.co/5D4yNdyr1B —————— 🏷️ Cupom BETANO50 pra ter R$50 OFF no frete. ⚠️ Promoção: na compra de 2 ou mais, cada unidade sai por R$239,99. 🔴⚫ Nação Sócio-Torcedor: Comprou 1, vira Nação Sem fronteiras por 1 mês. Comprou 2, vira Nação Sem fronteiras por 3 meses. #Promoção #Nação #Compras

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Flamengo 4w

Nação, o segundo lote da Urubu de Lima tá acabando! Não perca a chance de garantir a sua. Aproveite a vitória do Mengão e faça a boa. ➡️ Compre agora em https://t.co/5D4yNdyr1B —————— 🏷️ Cupom BETANO50 pra ter R$50 OFF no frete. ⚠️ Promoção: na compra de 2 ou mais, cada unidade sai por R$239,99. 🔴⚫ Nação Sócio-Torcedor: Comprou 1, vira Nação Sem fronteiras por 1 mês. Comprou 2, vira Nação Sem fronteiras por 3 meses. #Mengão #Nação #UrubuDeLima

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Observador 4w

Os imigrantes ilegais entram em Portugal principalmente através de autocarros e comboios, aproveitando a ausência de controlo sistemático nas fronteiras internas do espaço Schengen. #ImigraçãoIlegal #Portugal #InteligênciaArtificial

observador.pt
Afinal como é que os imigrantes ilegais entram em portugal?
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Flamengo 4w

As duas versões da Urubu de Lima tão lindas demais! Aproveite o segundo lote e garanta já a sua. ➡️ Compre agora em https://t.co/5D4yNdyr1B —————— 🏷️ Cupom BETANO50 pra ter R$50 OFF no frete. ⚠️ Promoção: na compra de 2 ou mais, cada unidade sai por R$239,99. 🔴⚫ Nação Sócio-Torcedor: Comprou 1, vira Nação Sem fronteiras por 1 mês. Comprou 2, vira Nação Sem fronteiras por 3 meses. #UrubuDeLima #Promoção #NaçãoSócioTorcedor

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Observador 4w

O responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP rejeitou as acusações de caça aos imigrantes, defendendo que a abordagem é inteligente e focada em locais com riscos de irregularidade, embora reconheça que muitos cidadãos estrangeiros ainda permanecem em Portugal sem autorização de residência. #Imigração #UnidadeNacional #SegurançaPública

observador.pt
UNEF rejeita estratégia de caça ao imigrante
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