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#Iraque
poponze 5d

Poponze stated that the government of Donald Trump deported dozens of LGBTQ+ migrants to third countries where queer people would face criminalization, persecution, or a serious risk of violence. According to the author, a Reuters investigation identified 40 cases involving individuals from Iraq, Jamaica, and Russia. #Refugiados (translated)

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Observador 2w

Professor Jorge Rodrigues analyzes how Russia has intensified its attacks in Ukraine to wear down the economy and the morale of the population, while the American withdrawal from Iraq strengthens Iran's position in regional dialogue. #GuerraUcrânia #Geopolítica #Terrorismo (translated)

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"Putin tem desenvolvido uma nova estratégia"
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Observador 2w

Iran urged US voters to remove Republicans in the upcoming elections, denouncing malevolent politicians and celebrating the withdrawal of American troops from Iraq. #Guerra #EUA #Irão (translated)

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Irão apela aos eleitores dos EUA para afastarem republicanos
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Observador 2w

O primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, anunciou na Assembleia-Geral das Nações Unidas a ambição do país de se tornar um centro global de produção de energia e solicitou investimentos internacionais, enquanto o governo inicia um processo de desarmamento de milícias a partir do dia 30 de setembro. #Iraque #Energia #NaçõesUnidas

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Iraque quer ser "centro global de energia"
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Observador 3w

O Conselho da Paz de Donald Trump deve anunciar hoje um plano de reconstrução de Gaza, avaliado em 2,5 mil milhões de dólares para operações de seis meses, enquanto o Irão cancela voos para o Iraque e Omã devido a pressões dos EUA. #Gaza #ConflitoMédioOriente #Reconstrução

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Conselho da Paz anuncia hoje plano de reconstrução de Gaza
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Paulo Henrique Araujo 3w

🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina

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Observador Aug 18

Israel propôs um novo plano para desarmar o Hamas, que exige a entrega total das armas pelo grupo antes da retirada das tropas israelitas de Gaza, enquanto o Irã busca fortalecer laços com o Iraque. #GuerraTraduzida #Israel #Hamas

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Israel sugere novo plano para desarmar o Hamas
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Observador Aug 13

Os Estados Unidos devem retirar-se do Iraque até ao final de setembro, num contexto de presença militar contínua desde 2003, enquanto Marcelo Rebelo de Sousa recebeu alta hospitalar após uma indisposição e a presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior expressou preocupações sobre o aumento da criminalidade e a necessidade de melhorar a segurança na área. #Iraque #EclipseSolar #MarceloRebeloDeSousa

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23h. E.U.A devem retirar-se do Iraque até final de setembro
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Ted Cruz Aug 7

Armem os manifestantes. É algo que eu ando a pedir desde o início. Não vamos mandar os americanos para o terreno. O presidente Trump não vai enviar milhares de militares americanos para o Irão, como aconteceu no Iraque. Simplesmente é algo que não vai acontecer. A resposta óbvia é que o Irão é um país de 92 milhões de pessoas. O que eu acredito que devemos fazer, o que eu pedia ao presidente Trump repetidamente, foi para darmos armas aos manifestantes, dar-lhes armas para deixá-los derrotarem o próprio governo e para que não sejam os militares americanos em solo iraniano. Que sejam os iranianos a lutar pelo próprio país.

Irão estará a preparar-se para a morte de Mojtaba Khamenei
observador.pt
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Observador Aug 1

A Arábia Saudita, pressionada pelos Houthis e buscando afirmar-se frente ao Irão, lançou ataques aéreos no Iraque e contra as instalações houthis no Iémen, embora prefira dialogar e evite abrir um novo conflito militar significativo na região devido às suas prioridades internas. #ArábiaSaudita #Iémen #MédioOriente

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Arábia Saudita quer mostrar ao Irão que não é "presa fácil"
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Observador Jul 29

Donald Trump afirmou que os recentes ataques aéreos dos EUA e Arábia Saudita no Iraque foram coordenados com o Governo iraquiano, enquanto promete retaliar severamente contra o Irão, embora Bagdad não tenha confirmado essa coordenação. #MédioOriente #EstadosUnidos #Irão

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Trump diz que ataques no Iraque foram coordenados com Bagdad
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Observador Jul 29

Os Estados Unidos e a Arábia Saudita realizaram um ataque conjunto contra bases pró-Irão no Iraque, resultando em pelo menos 20 mortos e feridos, em resposta a mais de 30 ataques iranianos nas últimas 72 horas, provocando condenações de Bagdade e Teerão e promessas de vingança de grupos armados iraquianos. #MédioOriente #Irão #EUA

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EUA e Arábia Saudita atacam bases pró-Irão no Iraque
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Observador Jul 29

O Irão deverá receber nas próximas semanas um primeiro lote de até 400 lançadores de mísseis antiaéreos portáteis de fabricação chinesa, em um acordo avaliado entre 50 e 60 milhões de euros, enquanto o primeiro-ministro iraquiano adiou uma visita à Arábia Saudita em decorrência de recentes ataques conjuntos dos EUA e da Arábia Saudita a grupos apoiados pelo Irão no Iraque. #Irão #MédioOriente #GuerraTraduzida

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Irão vai receber 400 lançadores de mísseis da China
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Observador Jul 29

Os Estados Unidos e a Arábia Saudita realizaram um ataque conjunto contra alvos iranianos no Iraque, em resposta a um ataque surpresa do Irão contra tropas americanas, encerrando assim uma breve pausa nas negociações. #EUA #ArábiaSaudita #Iraque

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EUA e Arábia Saudita atacam alvos iranianos no Iraque
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Observador Jul 14

O artigo de Manuel Castello Branco analisa o paradoxo do Iraque, destacando como a influência iraniana no país, simbolizada pelas cerimônias fúnebres de Ali Khamenei, contrasta com a recente iniciativa do primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, em buscar laços mais estreitos com os Estados Unidos, evidenciando a crescente autonomia de Bagdá em relação a Teerão em um contexto de tensões geopolíticas. #Iraque #Irão #PolíticaMédioOriente

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O Paradoxo do Iraque
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Observador Jul 10

Cerca de 43 milhões de pessoas participaram nas cerimónias fúnebres do ex-líder supremo do Irão, Ali Khamenei, que ocorreram em cinco cidades do Irão e Iraque, culminando com seu enterro em Mashad, após sua morte no início da guerra provocada pelos Estados Unidos e Israel. #Irão #Khamenei #cerimóniasfúnebres

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Cerca de 43 milhões de pessoas no funeral de Khamenei
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Vitor Sergio Rodrigues VSR Jul 6

Posse de bola da Noruega nas Eliminatórias e na Copa do Mundo. Números do @FlashscoreBR. Noruega 66% x 34% Brasil Noruega 53 x 47 Costa do Marfim Noruega 43 x 57 França Noruega 42 x 58 Senegal Noruega 61 x 39 Iraque Noreuga 42 x 58 Itália Noruega 68 x 32 Estônia Noruega 54 x 46 Israel Noruega 71 x 29 Moldávia Noruega 62 x 38 Estônia Noruega 38 x 62 Itália Noruega 56 x 44 Israel Noruega 69 x 31 Moldávia A postura do Brasil ontem é do nível da Estônia e da Moldávia. Isso é muito pior do que ser eliminado. E mesmo assim tinha total chance de passar, se não fossem finalizações péssimas e se o Ancelotti não quisesse mexer e enterrar o time com duas mudanças totalmente desncessárias pelo momento do jogo. #Futebol #CopaDoMundo #Noruega

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Observador Jun 30

O Iraque juntou-se a outras ameaças na região, estabelecendo um prazo de 30 de setembro para a desmilitarização de grupos pró-Irão, enquanto surgem incertezas sobre potenciais negociações entre os EUA e o Irão. #Iraque #Irão #Negociações

observador.pt
Iraque junta-se às ameaças e define deadline: 30 de setembro
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Copa Além da Copa Jun 26

O novo cerimonial pré-jogo da Copa do Mundo inclui todos os jogadores em campo e bandeiras enormes colocadas no chão no momento dos hinos nacionais. Quanto às bandeiras, porém, há duas exceções: as de Arábia Saudita e Iraque precisam ficar suspensas. Mas por que? A resposta é simples: tanto a bandeira saudita quanto a iraquiana contêm escritos sagrados islâmicos, e é considerado extremamente desrespeitoso no islã colocar escritos sagrados no chão, onde as pessoas pisam. Na bandeira saudita, há a Shahada, a primeira das cinco declarações de fé do Islã, que diz "testemunho que não há divindade além do Deus Único e que Mohammed é o seu servo e mensageiro". O país é constituído sobre o wahabismo, uma interpretação radical da religião que foi usada pela família bin Saud, ainda hoje mandatária do local, em sua formação. O Iraque, por sua vez, conta em sua bandeira com a inscrição "Allahu Akbar", traduzida como "Deus é grande". Ela foi adotada em 2008, com a queda do regime baathista de Saddam Hussein. As palavras substituíram as três estrelas símbolo do baathismo na porção central da bandeira. Para os muçulmanos, é considerado um desrespeito ter inscritos sagrados ou o nome de Alá no chão ou em superfícies que são pisadas pelas pessoas. O ato simboliza "sujar o nome de Deus", já que locais que são pisados ou até sentados têm um aspecto de sujeira. Antes de aprovar a mudança do cerimonial pré-jogo, a FIFA consultou as federações nacionais sobre a nova disposição das bandeiras. Arábia Saudita e Iraque informaram que colocar suas bandeiras no chão é um ato de desrespeito, e por isso, nas partidas envolvendo essas equipes tanto as suas bandeiras, quanto as dos países adversários, ficam suspensas. #CopaDoMundo #Futebol #CulturaIslâmica

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Vitor Sergio Rodrigues VSR Jun 26

Dembélé fez uma partida apagada contra Senegal. Contra o Iraque, um gol e uma assistência. Hoje, em 45 minutos, três gols contra a Noruega. Se junta a Messi, Vini Jr. e Undav com 5 participações em gol na Copa do Mundo! #CopaDoMundo #Futebol #Dembélé

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