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#LCA
Aya Velázquez 5d

Aya Velázquez wrote that the German state must recognize that repression would backfire on it. CJ Hopkins has now been able to tell his story with Tucker Carlson; following the appearance of three prosecutors, this is yet another international embarrassment for the German "lawfare apparatus." Hopkins' banned book is once again a bestseller, she wrote. https://t.co/LCAcYDJBw7 #Deutschland #Freiheit #Repression (translated)

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Guia das Apostas 2w

PROIBIR NÃO É PROTEGER A Guia assina, ao lado das operadoras licenciadas do Brasil, o manifesto da ANJL e do IBJR. A proibição não acaba com as apostas no Brasil, mas com a proteção de quem aposta. Segundo o Ministério da Fazenda, 31 milhões de pessoas estão ativas nas plataformas de apostas legalizadas, cerca de 20% do eleitorado nacional, que, em sua imensa maioria, aposta de forma recreativa e responsável. Essas apostas não deixarão de ser feitas com uma medida provisória; apenas mudarão de endereço para ambientes sem controle, que aceitam menores de idade e cartões de crédito. No mercado autorizado, as plataformas verificam idade e CPF, adotam políticas de saúde mental e autoexclusão e recolhem impostos para políticas públicas. Compartilhamos a preocupação com o endividamento das famílias e com o jogo problemático, e quem tem as melhores condições de enfrentar esse problema é justamente um mercado altamente regulado. O mercado legal hoje impede que 3 milhões de beneficiários de programas sociais apostem e já atendeu 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão. Nenhum site ilegal faz isso. O mercado ilegal brasileiro tem um agravante: é explorado pelo crime organizado para aplicar golpes digitais contra a população mais vulnerável. O governo já bloqueou mais de 66 mil domínios ilegais. Mesmo assim, em uma só semana de setembro, 6.409 seguiam no ar, e 14 novos são criados por dia. O mercado clandestino já responde por 41% do volume apostado no país. Com a proibição, esse número saltará para 100%. Se a proibição atingir todo o mercado regulado, a consultoria LCA estima que até R$ 73 bilhões em arrecadação estariam em risco entre 2027 e 2030, caso 100% da demanda migre para operadores ilegais. Se o objetivo é proteger o cidadão, o caminho é mais fiscalização, não menos. Estamos prontos para discutir limites de depósito e de tempo, regras mais rígidas de publicidade, cuidado em saúde mental e mais rigor no combate aos sites ilegais. Nada disso pode ser exigido de quem opera na clandestinidade. Proibir não protege o apostador. Apenas o empurra para ambientes sem fiscalização. ANJL e IBJR #ProibirNaoEProteger #ApostasLegais #JogoResponsável #SegurançaFinanceira

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Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

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Raisa Simplicio 2w

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

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Gabriel Sá 3w

Domingos Duarte inicialmente tem suspeita de ruptura do LCA. Será novamente avaliado amanhã e passará pelo Dr Moisés Cohen para definir a recuperação. #LCA #Futebol #Saúde

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N. Dupont-Aignan 4w

Je propose 10 000 € sur un livret retraite pour chaque nouveau-né français, bloqués jusqu’à ses 60 ans. Coût : environ 6 milliards d’euros, soit la moitié de ce que nous versons chaque année à l’UE. À la place de financer Bruxelles, préparons la retraite de nos enfants. https://t.co/LcaaR2qGch #Retraite #NouveauxNés #Financement #FR #EU

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🇩🇪LilitThyra🩶 4w

Pistorius macht ernst! Im Herbst könnten die ersten Zwangsverpflichtungen für die Litauen-Brigade angeordnet werden. Es sollen bis zu 1000 Soldaten betroffen sein. https://t.co/LcaXWaBfVh #Litauen #Militär #Pistorius

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Arena Cruzmaltina 4w

Jair joga muita bola, a tranquilidade que ele traz para o meio campo é coisa de gênio. Uma pena a passagem dele pelo Vasco ser marcada por dois LCA. #Futebol #Vasco #Jair

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Pablo Rua Aug 31

Valência é visto como um diamante no futebol equatoriano. O jogador teve uma LCA que atrapalhou sua trajetória, mas há uma expectativa grande no futebol do rapaz e acredita-se numa evolução rápida. Eu confesso que pouco conheço, isso foi a avaliação do scout e diretoria do Flamengo. Jovem, com margem de crescimento e certa experiência no futebol europeu. 📸 : Flazoeiro https://t.co/Qpa4itTVPA #Futebol #Valência #Flamengo

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Venê Casagrande Aug 28

INFORMAÇÃO DO FLUMINENSE: O atacante John Kennedy apresentou, no sexto dia de pós-operatório de LCA, um derrame articular atípico, que pode causar infecção. O atleta retornou ao hospital preventivamente. #Fluminense #JohnKennedy #Futebol

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Gabriel Sá Aug 27

🚨 EXCLUSIVO: O São Paulo encaminhou o empréstimo do volante Hugo Leonardo, de 22 anos, ao Mito Hollyhock, clube recém-promovido à primeira divisão do futebol japonês. O acordo é válido até janeiro de 2027 e não prevê opção de compra. Hugo tem contrato com o São Paulo até dezembro de 2028. Recuperado de uma lesão no LCA sofrida na final da Copinha de 2025, ele vinha treinando com o grupo buscando recuperar espaço. Jogou 18 minutos contra o Remo, no Mangueirão, antes da pausa pra Copa do Mundo. Agora, buscará minutagem no futebol profissional nesse período de empréstimo no Japão. #Futebol #Empréstimo #SãoPaulo

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A
AC Sparta Praha Aug 25

Sportovní ředitel ACS Tomáš Rosický na adresu pětadvacetiletého obránce 🎙️ https://t.co/LCAMNXOTVt #fotbal #sport #ACS

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Ataque Futbolero Aug 17

Ayer Jamal Musiala se desmayó por el intenso calor en Munich, sufrió deshidratación y no pudo continuar en el amistoso vs Leipzig. El momento es escalofriante... 🙏🏼🇩🇪 https://t.co/lcAgUdfLaM #Musiala #Fútbol #Deporte

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RomaSpace.eu | AS Roma  Aug 11

Roma e Porto hanno trovato l’intesa per Rodrigo Mora: si viaggia spediti verso le firme. @LCanicchio #RomaSpace I #ASRoma https://t.co/dCpgRrBCao #Roma #Calciomercato #ASRoma

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Time do Povo Jul 31

🦅🚨FORA DA TEMPORADA! O meia Zakaria Labyad teve confirmada uma grave lesão no joelho esquerdo. Segundo o Canal GOAT, o jogador sofreu rompimento do ligamento cruzado anterior (LCA) e também do menisco, e precisará passar por cirurgia. Desejamos uma excelente recuperação ao atleta. 😞 📰 Canal GOAT / @biimolina 📸 Davi Bittencourt / Time do Povo #Lesão #Futebol #Recuperação

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SCCP News Jul 31

🚨 | Zakaria Labyad tem grave lesão confirmada e está fora da temporada. O meia sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) e também do menisco, lesões que exigirão intervenção cirúrgica. Com isso, Labyad não volta a atuar em 2026. O jogador iniciará o processo de recuperação após a cirurgia. 📰 | @CanalGOATBR 📸 | Rodrigo Coca/Ag. Corinthians #Lesão #Futebol #Recuperação

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Portal Vôlei Brasil 🏐🇧🇷 Jul 12

Julia Kudiess divulgou um vídeo em suas redes sociais falando sobre a lesão de LCA que teve na partida contra os Estados Unidos. Estamos na torcida por uma boa recuperação. Já deu tudo certo! 🙏🇧🇷 Bora deixar uma mensagem positiva pra ela lá no https://t.co/KZJuSv1dOE 💙 https://t.co/UOSPxgR0Sh #ForçaJulia #Cuidado #Recuperação

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Portal Vôlei Brasil 🏐🇧🇷 Jul 12

As notícias ruins seguem movimentando o dia. Segundo o site Sport Klub, Masa Kirov, central da Sérvia e do Sesc Flamengo, foi mais uma a ter lesão de rompimento do Ligamento Cruzado Anterior (LCA), o médico da Sérvia confirmou a informação. Kirov passará por cirurgia em breve ⚠️ https://t.co/ABOZDrvK8s #Lesão #Futebol #Saúde

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Lesbocine Jul 12

Que notícia triste… 😞 A CBV confirmou que Júlia Kudiess sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo durante a partida contra os Estados Unidos. A central já iniciou o tratamento fisioterapêutico, retornará ao Brasil para novas avaliações médicas e está fora do restante da VNL. Vale lembrar que, em 2024, Júlia rompeu o LCA do joelho direito, lesão que a tirou dos Jogos Olímpicos de Paris. Desta vez, a lesão ocorreu no joelho esquerdo. Pouco depois da divulgação da nota oficial, a atleta se pronunciou: “Difícil acreditar que isso aconteceu de novo. Justo no momento em que eu estava vivendo uma das fases mais felizes da minha vida. É difícil encontrar palavras para descrever a dor e a frustração que estou sentindo agora. […] Eu vou dar o meu melhor, como sempre dei.” — Júlia Kudiess Forças Julia. 🩷 #Lesão #ForçaJulia #VNL

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