Silvio Navarro characterized Celso Amorim as a figure of outdated thinking who, according to him, posed a danger to the values of the West. https://t.co/Q2seMg4bgV #CelsoAmorim #Política #Ocidente (translated)
Silvio Navarro characterized Celso Amorim as a figure of outdated thinking who, according to him, posed a danger to the values of the West. https://t.co/Q2seMg4bgV #CelsoAmorim #Política #Ocidente (translated)
Helena Matos' article discusses the transition from the imaginary of class struggle to the representation of the intifada in European demonstrations, highlighting the emergence of new urban tribes and the inversion of colonial narratives in a post-colonial context, where attitudes of violence and destruction reflect a growing resentment towards the West. #LutaDeClasses #Intifada #Palestina (translated)

He expressed understanding for Paulo Rangel, who stated that Portugal will do what is most convenient for its interests. #Ocidente #Trump #RelaçõesInternacionais (translated)
The article by Bruno Cardoso Reis discusses the ambiguity of the West's defense by the US under the Trump administration, questioning the sincerity of relations with autocrats and the importance of European allies, while highlighting the challenges and interests of Portugal in military collaboration with the United States. #Ocidente #Trump #RelaçõesInternacionais (translated)
What many in the West think, and which has long ceased to be a secret, was said last week by John Hardy, strategist at Saxo Bank: France is the sick man of the continent and hides behind the European Union. #França #DívidaPública #República (translated)
É incompreensível como pessoas com quem contamos, e em quem queremos acreditar, para além de não denunciarem MUSK como o maior perigo potencial para a democracia, a liberdade e a defesa da tradição intelectual do ocidente, usam a sua rede social, utilizam os seus automóveis e as suas redes de comunicação! Não se pode ser enganado e não se pode ser complacente com gente deste calibre. É que ele ainda por cima é muito novo!
É incompreensível como pessoas com quem contamos, e em quem queremos acreditar, para além de não denunciarem MUSK como o maior perigo potencial para a democracia, a liberdade e a defesa da tradição intelectual do ocidente, usam a sua rede social, utilizam os seus automóveis e as suas redes de comunicação! Não se pode ser enganado e não se pode ser complacente com gente deste calibre. É que ele ainda por cima é muito novo!
The Geopolitical Analysis stated that the nearly simultaneous suspension of in-person diplomatic services by the embassies of the United States and Australia in Brazil would not be a coincidence. The publication said that the two countries are part of the Five Eyes Alliance, which brings together intelligence agencies from the United States, Australia, the United Kingdom, Canada, and New Zealand, and claimed that the NSA maintains a direct connection with the Australian ASD. According to the author, the suspension, justified by threats to security and announced during the pre-election period, would indicate a coordinated action. He pointed out two possibilities: that intelligence services were preparing for attacks or disturbances during the elections, or that the announcements were part of a false flag operation intended to create psychological tension in Brazil. In this second scenario, he classified the situation as a potential Western hybrid war to influence the 2026 elections. The publication also alleged that the United States and Australia had an interest in Brazilian rare earths. It said that the American company USA Rare Earth had acquired the Brazilian company Serra Verde, responsible for mining these minerals in Goiás, and that the Australian Brazilian Rare Earths was exploring critical minerals in Bahia. The author stated that the two countries would benefit from neoliberal policies that would open up the exploitation of these resources and that Flávio Bolsonaro's proposals would meet these interests. #Diplomacia #Inteligência #Eleições2026 (translated)
Rui Ramos's article critiques the UN's perception of Europe's colonial past, comparing historical figures such as D. Henrique and Vasco da Gama to Nazi leaders and arguing that the exclusive blame placed on Europeans for the slave trade ignores the historical complexity and diverts blame from other powers involved. #Escravatura #Ocidente #Wokismo (translated)

“Se se refere à destruição das infraestruturas utilizadas pelo regime nazi, com o apoio do Ocidente, para fazer a guerra contra a Rússia, então estamos a recorrer à força para neutralizar uma ameaça direta contra nós”O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, respondeu esta terça-feira às recentes acusações de guerra híbrida feitas por vários países europeus, afirmando que Moscovo está a neutralizar uma possível “ameaça direta”. #NATO #Ucrânia #GuerraHíbrida
Lula enfureceu 80% das grandes torcidas de futebol do país e metade dos influenciadores esquerdistas que fizeram o L em 2022, mas de acordo com o filho da Miriam Leitão proibir as bets foi um golpe de mestre. Esquerdista odeia lógica tanto quanto o islamismo odeia o ocidente. #Lula #Futebol #Política
O artigo discute a possível reemergência de uma Cortina de Ferro entre Oriente e Ocidente, destacando como o recuo das democracias e o fortalecimento das autocracias estão criando barreiras ideológicas, com ênfase nas tensões entre a Ucrânia e os EUA, especialmente em relação às declarações de Donald Trump e o financiamento de um oligarca russo à festa de casamento de seu filho. #Ucrânia #RelaçõesInternacionais #Geopolítica

A cerimônia em que a Arcebispa de Cantuária, Sarah Mullally, homenageou um clérigo paquistanês defensor de Bin Laden e da poligamia no 25º aniversário dos ataques de 11 de Setembro simboliza um profundo desencontro entre as figuras de autoridade e os sentimentos da sociedade ocidental contemporânea. #Ocidente #Reconciliação #Terrorismo
🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina
O artigo discute como a ameaça do jihadismo se trasladou do Ocidente para África, destacando o crescimento exponencial de grupos terroristas na região, como o Estado Islâmico e o al-Shabaab, e alertando sobre a necessidade de uma nova abordagem do Ocidente diante desse fenômeno, que não deve ser encarado como um problema do passado, mas uma realidade atual que continua a afetar milhões de vidas. #Terrorismo #África #Jihadismo
Enquanto a gente está justificadamente preocupado com o STF no Brasil, parece que uma merda ainda maior está acontecendo no mundo. Os chefes das três IAs mais poderosas do Ocidente - Anthropic (Claude), OpenAI (ChatGPT) e xAI (Grok, do Elon) - acabaram de se alinhar em público para desacelerar o avanço da fronteira da tecnologia. Dario Amodei publicou hoje o texto pedindo para "segurar o ritmo". Altman respondeu que concorda. Musk: "Dario is right." Quando esses três concordam em alguma coisa, alguma cagada já aconteceu. Não foi um acordo formal assinado à mesa. Foi pior: um alinhamento público, do nada, no sábado. O pedido não é parar a IA. É desacelerar a melhoria das capacidades de ponta porque, segundo o próprio Amodei, a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade deles de entender e controlar o que criaram. A Anthropic já admite que o Claude escreve a maior parte do código da própria empresa. Ou seja: a IA está cada vez mais construindo a próxima IA. Já tínhamos relatos de agentes saindo do sandbox, se comunicando entre si, invadindo sistemas, trapaceando em testes e mentindo para os próprios criadores - no estilo HAL 9000. O episódio mais citado envolve agentes da OpenAI que, em avaliação interna, escaparam, se coordenaram e atacaram infraestrutura externa. Amodei foi além: avisou que, em 6 a 12 meses, um enxame desse tipo poderia tomar pedaços da internet e causar prejuízo de centenas de bilhões. Três cenários daqui para frente: 1. Segunda na bolsa. Quase toda a valorização de Nvidia, Microsoft, Google e das próprias labs foi precificada no avanço exponencial da IA. Se o mercado ler isso como freio real, e não só discurso de segurança, pode ser banho de sangue. Se ler como teatro para acalmar Washington, o tombo fica menor - mas a desconfiança fica. 2. A China não vai fazer o mesmo. Enquanto Ocidente discute "pacing", Pequim trata isso como oportunidade. O risco estratégico é óbvio: o lado que freia por medo entrega vantagem para o lado que não freia. 3. O pior cenário não é o crash de segunda. É o motivo do freio ser verdadeiro. Se os caras que ganham trilhões acelerando agora pedem para desacelerar juntos, o cálculo deles mudou. Ou viram algo que o público ainda não viu, ou sabem que o próximo salto - autoaperfeiçoamento recursivo - pode sair do controle. A coisa está realmente assustadora. #IA #Tecnologia #SegurançaDigital
Vladimir Putin acusou o Ocidente de recorrer a formas pouco dignas para recuperar a liderança global, enquanto anunciou a imposição de mais de 30 mil sanções à Rússia e afirmou que são os países europeus que estão a sofrer com estas penalizações. #GuerraTraduzida #Putin #BRICS

O artigo Never Forget de Gonçalo Nabeiro discute as múltiplas ameaças que os Estados Unidos e o Ocidente enfrentam, destacando o radicalismo islâmico como um dos perigos mais significativos, refletindo sobre o impacto duradouro dos atentados de 11 de Setembro de 2001 na percepção de segurança e na dinâmica global. #RadicalismoIslâmico #Terrorismo #SegurançaNacional
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, afirmou que as relações pré-guerra entre a Rússia e o Ocidente nunca mais voltarão a existir, citando a desconfiança em relação aos países ocidentais que, segundo ele, mentiram e continuam a mentir. #Rússia #GuerraUcrânia #Diplomacia

“ai mas toda eleição é esse papinho de voto útil” sim caralho tem quase 20 anos que o mundo tá vivendo uma tsunami de extrema-direita que tá ameaçando as democracias do ocidente vc quer que a gnt faça o quê???? https://t.co/osNOWPbmUN #Eleições #Democracia #ExtremaDireita