WRLD

Search

#Vaidades
Observador 4d

The article by Bruno Bobone criticizes the excessive influence of a football player on the national team, emphasizing how vanity and fear distort the competitive excellence of the team, while justice and reason take a back seat. #Futebol #Vaidades #Comportamento (translated)

observador.pt
É um país de pequenas vaidades e de muitos medos
1686
Renato Rovai 6d

Renato Rovai stated that Lula needed to delegate digital communication to a decentralized structure, bringing together people already involved in the campaign, winners on social media who were elected, artists, and influencers. Otherwise, he said, the group would face a very bad situation. Rovai described the moment as an asymmetric war and stated that the group had the best "guerrillas" in the country and could reverse the scenario, as long as they put their vanities aside. #Lula #Campanha2024 #ComunicaçãoDigital (translated)

3397
Xico Graziano 7d

Xico Graziano wrote that Renan Santos led the MBL, founded the Missão party, presented proposals that he considered interesting for the country, and contested the elections with idealism. According to Graziano, ideological polarization consumed the energy of the campaign, and politicians rarely engaged in self-criticism after a defeat, preferring to attribute it to others or external factors. The author stated that Santos had launched good ideas but questioned whether Missão had been able to find fertile ground for them or if the proposals themselves hindered their realization. He also mentioned that the party's challenge continued to be formulating a development model without populism, based on economic freedom, technological education, and the empowerment of individuals, without public assistance that he called handouts or oversight of progressive agendas. He added that the model should include fighting organized crime and expressed hope that it would be viable in Brazil. #política #RenanSantos #ideologia (translated)

3629
Voz da Arquibancada FC Sep 2

O Voz da Arquibancada FC agradece publicamente pelas inúmeras mensagens positivas que estamos recebendo dos torcedores em reconhecimento ao trabalho realizado. É muito gratificante saber que, de alguma forma, estamos contribuindo neste processo tão difícil e necessário: levar informações corretas, com transparência, responsabilidade e sem qualquer viés político ou interesse financeiro ao torcedor corinthiano. Nosso agradecimento também a todos os parceiros que estão nessa mesma luta por meio de seus canais e perfis nas redes sociais. Hoje, mais uma vez, essas pessoas colocaram o Corinthians acima de qualquer vaidade, disputa por audiência ou interesse pessoal e direcionaram seus públicos para acompanhar nossa entrevista. Agradecemos, de forma sincera, a absolutamente TODOS que ajudaram a divulgar, compartilhar e fortalecer esse trabalho. Entre tantas manifestações que acompanhamos no chat durante a live, deixamos um agradecimento especial ao Reis (@tapanaorelhayt ), Douglas Blasi (@BlasiDouglas ), Samuka (CTC @canalctc ), Manfio (@Corintiamo78 Lança (@rodrigolanca12 ) (IDC - @IDCorinthiana ), Marcelo e Diogo(@DiogoRanzani ) (FMF @falamuitofiel ), Delecrode( @_delecrode ), Presida(@presidatv ), Salve Drew (@Salvedrew ), Cacá Catalão(@cacacatalao e Teleco (@TelecoSCCP). Mais uma vez, nosso muito obrigado a TODOS! Quando o Corinthians está acima das vaidades, quem ganha é o torcedor. Voz da Arquibancada FC Informação, transparência e compromisso com o Corinthians. #Corinthians #Futebol #Torcida

12983
Flávio Bolsonaro Aug 6

**NOTA DO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO SOBRE O ROMPIMENTO DE LULA COM A ARGENTINA** 1. Repudio, com veemência, a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, nação irmã, nosso maior parceiro comercial na América do Sul e amiga histórica do povo brasileiro. Romper com Buenos Aires não é um fato inevitável: é o resultado direto de uma política externa ideologizada e confrontacionista, que em poucos meses fabricou crises com três países da nossa região — os Estados Unidos, nosso maior parceiro no continente, o Paraguai, vizinho e aliado histórico, e agora a Argentina. Nenhum governo da história recente conseguiu isolar tanto o Brasil em tão pouco tempo. 2. Mais uma vez, a retórica da "defesa da dignidade nacional" é usada como instrumento de propaganda. A soberania e o prestígio do Brasil não se protegem com bravatas eleitoreiras e rompimentos diplomáticos. Protegem-se com economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação — não com as vaidades do governante de plantão. A escalada é unilateral: o próprio governo argentino já declarou que não retaliará. 3. A verdadeira razão desse desespero é evidente. O projeto do Foro de São Paulo está colapsando na América Latina. Os regimes que ele apadrinhou — sustentados pelo narcotráfico e pela repressão — trouxeram miséria, êxodo e violência aos seus povos, e agora caem um a um. Lula assiste à derrocada dos seus aliados e reage rompendo com os vizinhos que escolheram a liberdade. 4. O preço dessa irresponsabilidade não será pago por quem a cometeu. Será pago pelo produtor rural, pelo industrial, pelo exportador e pelo trabalhador brasileiro, que dependem dessas relações para produzir, vender e empregar — e que não participaram das escolhas políticas que provocaram esta crise. 5. O próximo país a se livrar desse projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como parceiros, não como adversários ideológicos, e reconstruiremos as pontes com a Argentina, o Paraguai, os Estados Unidos e todas as nações livres do continente. Ao povo argentino, em especial ao presidente @JMilei , meu estimado amigo, deixo uma mensagem: esta crise não é entre nossas nações — é obra de um governo em fim de linha. Haverá paz e prosperidade para os nossos povos. **Senador Flávio Bolsonaro** *Futuro Presidente do Brasil* #Diplomacia #RelaçõesInternacionais #AméricaLatina

54517
Kiritkumar Gentilal Jul 6

Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.

356
✠Estagiário do VASCO✠ Jun 27

POSICIONAMENTO OFICIAL DO PERFIL ESTAGIÁRIO DO VASCO O Perfil Estagiário do Vasco, através de Gustavo Cunha (@gustavotutinha) e Lucas Sereno (@Serenocrvg), se posiciona de forma clara e inequívoca: estamos ao lado do presidente Pedrinho, sempre respeitando o direito à ampla defesa, porque entendemos que, neste momento, esse é o caminho para preservar o Vasco da Gama e viabilizar a venda da SAF para Marcos Lamacchia. Também nos posicionamos frontalmente contra TODOS os dissidentes da Sempre Vasco e contra TODOS os agentes políticos que ajudaram a afundar o clube durante décadas. Agora, chega de distorção. "Nada impede a venda." Essa frase deixou de fazer sentido no exato momento em que o próprio investidor declarou que o negócio depende da permanência de Pedrinho na Presidência. Ignorar essa realidade não é informar. É fazer política. Alguns preferem fingir que a entrevista de José Roberto Lamacchia nunca aconteceu. Este texto não pede que Pedrinho ou qualquer outro afastado deixe de ser investigado. Muito pelo contrário. Investiguem tudo. Quebrem sigilos, analisem contratos, apurem responsabilidades. O próprio Pedrinho afirmou que não tem nada a esconder e colocou seu sigilo bancário à disposição. Mas não usem investigações como instrumento para inviabilizar a venda da SAF. Se houver culpados, que respondam. Se houver crimes, que sejam punidos. Se tiver que cortar na própria carne, que corte. O que não aceitaremos é transformar uma investigação em ferramenta política para impedir uma negociação que pode mudar a história do Vasco. Vocês já tiveram a oportunidade de comandar o clube. O resultado está aí: décadas de destruição, dívidas, rebaixamentos, humilhações e um clube entregue. Não aceitamos mais discursos vazios nem narrativas convenientes. Se a condição imposta pelo investidor para concluir a compra é a permanência de Pedrinho na Presidência, essa é a realidade dos fatos. Quem insiste em dizer que "nada impede a venda" está, deliberadamente, distorcendo o que foi dito pelo próprio comprador. O Vasco está acima de projetos pessoais, grupos políticos e vaidades. Chega. Deixem o Vasco seguir em frente. #Vasco #Futebol #POLÍTICA

14989