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#falência
Sommelier de Detergente Ypê Mafinha 5d

Mafinha warned that a measure by Lula could trigger a chain reaction and lead to the bankruptcy of centennial football clubs. He said that some teams were facing financial difficulties and that, in his assessment, a bankruptcy would be irreversible, especially given the current interest rates. He also attributed all the blame to Lula if anyone were to lose their team forever. #futebol #Lula #criseeconômica (translated)

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JH Fonseca 2w

More important reforms than fiscal: - Abolishment of corporate taxes - End of tax exemptions, equality. - Bankruptcy reform (end of zombies!) - Reform of the Reform, without exceptions - Double taxation agreements - Extinction of the IOF - Free trade with the USA #ReformaFiscal #Economia #Impostos (translated)

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DR. PAULO FARIA 2w

⚰️NOTA DE FALECIMENTO ⚰️ A 7 dias das eleições, morre, aos 94 anos, de falência múltipla dos órgãos, o inesquecível TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, mais conhecido como “tse”. O velório do TSE está ocorrendo na sede do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Prestemos nossas condolências a todo o povo brasileiro por essa inestimável perda. 🥺😢 #Luto #Eleições2023 #Brasil

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Observador 2w

O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país continua disposto a negociar com os Estados Unidos para encerrar a guerra iniciada em fevereiro, apesar das tensões e da recente falência do memorando de entendimento entre as duas nações. #Irão #EUA #Diplomacia

observador.pt
Irão diz que continua disposto a chegar a acordo com EUA
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Lula 3w

📝 Discurso do presidente Lula na Assembleia Geral da ONU Esta é a décima ocasião em que abro o Debate Geral desta Assembleia. Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis – os que não têm exército, nem arsenais – nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel. Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício de origem da Carta da ONU conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança. O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista. Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma conflagração de proporções globais. Os que detêm as rédeas das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço as realidades do poder. Mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isso não é idealismo. É o mais puro realismo. A guerra não é a continuação da política por outros meios. É a falência total da política. Num mundo interdependente, liderar é conciliar os interesses da pátria com os da humanidade. Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade. Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado. É a convicção de um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome. Esta Assembleia corrigiu recentemente distorções históricas. Reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade. Aprovou a representação mais precisa do mapa-múndi. Agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade. Somos chamados a optar entre o multilateralismo ou unilateralismo. A democracia ou extremismo. Soberania ou subordinação. Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um Estadista. 📸 @ricardostuckert #ONU #Paz #Liderança

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Brooklyn Guy 3w

Ai o time toma gol, ta perdendo, brigando pra não cair, e do banco entram JESSE LINGARD e PEDRO RAUL Série B e FALÊNCIA estão chegando, chega desse sofrimento #SérieB #Futebol #Time

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Brooklyn Guy 4w

> Rescinde com o Memphis > Ele processa o clube > Decretamos falência É a única solução, por favor meu Deus #Futebol #Falência #Memphis

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SPACE LIBERDADE  4w

🚨AGORA - Flávio Bolsonaro diz que ninguém suporta mais 4 anos de Lula “Ninguém suporta mais 4 anos de Lula. Ele levou o Brasil à falência e deve seu mandato a Alexandre de Moraes” https://t.co/FztiKRkFvT #Lula #Brasil #Política

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SPACE LIBERDADE  4w

🚨AGORA - Flávio Bolsonaro diz que ninguém suporta mais 4 anos de Lula “Ninguém suporta mais 4 anos de Lula. Ele levou o Brasil à falência e deve seu mandato a Alexandre de Moraes” #Lula #FlávioBolsonaro #Eleições2024

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Observador 4w

O artigo discute como a ascensão do partido AfD na Alemanha, impulsionada por fatores económicos e sociais, revela a falência da estratégia de isolamento político por parte dos partidos tradicionais e levanta questões sobre a preservação da democracia. #Extremismo #Política #Alemanha

observador.pt
O que a Alemanha e a Suécia nos dizem sobre o “não é não”
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Blog do Noblat 4w

O País acaba de tomar conhecimento de que Flávio Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PL, é oficialmente investigado pela Polícia Federal (PF) por sua associação com o banqueiro Daniel Vorcaro para o suposto financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, apura se Flávio cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Como se sabe, Flávio pediu de viva voz R$ 134 milhões a Vorcaro, tendo recebido mais de R$ 60 milhões, segundo a PF. O candidato, inclusive, esteve pessoalmente com o banqueiro vigarista no curto interstício em que ele esteve livre, condicionado ao uso de tornozeleira eletrônica, entre uma prisão e outra. É gravíssimo o fato de um candidato favorito, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, concorrer à Presidência da República na condição de investigado – e sob tão sérias suspeitas. Isso só reforça que Flávio Bolsonaro não reúne condições morais nem sequer para disputar cargos eletivos, quanto mais para ser chefe de Estado e de governo. Ao que tudo indica, o financiamento do tal filme pode ter sido apenas um meio de obtenção de dinheiro sujo da rede de operações de Vorcaro para bancar uma série de gastos de figuras de proa do bolsonarismo – desde a produção do filme propriamente dita até o sustento da vida de playboy que o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, leva nos Estados Unidos. Um fundo de investimentos no Texas, cujo titular é um advogado amigo de Eduardo, recebeu dinheiro de sócios de Vorcaro para, supostamente, cobrir despesas da produção de Dark Horse, uma transação inusual no setor audiovisual. Ademais, há suspeita, ainda a ser investigada, de que parte dos milhões recebidos por Flávio de Vorcaro possa ter sido usada no financiamento de sua própria campanha eleitoral, o que caracterizaria “caixa dois”. Louve-se aqui a iniciativa do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de pedir a Mendonça, relator do caso Master na Corte, que levantasse o sigilo das investigações, pedido este atendido, ainda que parcialmente. Por mais graves que sejam as informações que ora vêm a público, é incerto se elas prejudicarão a candidatura presidencial de Flávio. Mas isso pouco importa. O eleitor tem o direito de ir às urnas sabendo exatamente de tudo o que pesa contra quem pretende governá-lo. A decisão de voto diz respeito apenas à sua consciência. Diante dessa mixórdia entre interesse público e interesses privados, Flávio não só segue devendo explicações convincentes ao País, como chega a ser cínico ao insistir que tudo não teria passado de uma relação “privada”, envolvendo dinheiro “privado”. É uma dupla mentira. Em primeiro lugar, porque há fundadas suspeitas de que recursos de emendas ao Orçamento da União do deputado federal Mario Frias (PL-SP) tenham sido direcionados para o orçamento de Dark Horse, como revelou a Operação Make Up, deflagrada pela PF há poucos dias. Em segundo lugar, porque o dinheiro de Vorcaro não pode ser tratado naturalmente como recurso privado: trata-se de fruto da maior fraude financeira de que o País já teve notícia. O que Flávio trata como dinheiro “privado” é o prejuízo de milhões de correntistas, investidores, servidores públicos e aposentados, o maior rombo já coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos. Se Flávio Bolsonaro considera normal financiar uma hagiografia do pai – e sabe-se lá mais o quê – com recursos de origem tão gritantemente espúria, a fragilidade jurídica da defesa é o menor de seus problemas. Está-se diante, isso sim, de sua própria falência ética. Espera-se que um candidato à Presidência da República saiba distinguir entre o certo e o errado, o público e o privado, o lícito e o ilícito. Alguém que se perde entre essas noções elementares, evidentemente, não está qualificado para governar o Brasil. Pode não parecer, mas caráter ainda importa. E ele se revela nas escolhas feitas por um candidato. Flávio fez as suas: chamou Vorcaro de “irmão” no áudio em que lhe pediu R$ 134 milhões e não teve pudor em ignorar a origem do dinheiro. Que os eleitores se perguntem que espécie de irmandade é essa – e o que ela diz sobre quem aspira à Presidência da República. (Editorial do Estadão) #FlávioBolsonaro #Corrupção #Eleições2024

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Marina Helena Sep 9

FALÊNCIA TOTAL! Fachin derruba o afastamento do chefe da PF determinado por Mendonça e confirmado pela Segunda Turma. Isso no mesmo dia em que Dino dá uma decisão ilegal cassando a dos próprios colegas. O recado é o seguinte: você, brasileiro, terá que se conformar com a PF investigando o responsável pela maior fraude financeira da história sob o comando de alguém que tomava uísque com ele e era citado em suas mensagens como parceiro para BLOQUEAR a investigação. Impedir isso, para eles, é que é inaceitável. #Justiça #Corrupção #Brasil

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Helena Ferro de Gouveia Sep 8

O Daniel continua em negação. Os motivos que decidiram esta eleição foram por esta ordem : migração, segurança interna e só depois a economia. Transformar a vitória da AfD numa história de falência do capitalismo é mais um sinal de que não entendem nada do que se passou. Nada. #eleições #AfD #política

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BCharts Sep 8

Já já a P!nk vai no story reclamar: designer palestina, Yasmeen Mjalli revela que sua marca foi salva por Olivia Rodrigo. A Nöl Collective estava à beira da falência depois que a alfândega israelense destruiu envios de tecido, até que Olivia encomendou um vestido para usar no Daisy Chains: “Foi como uma intervenção divina”, disse para a Vogue Arábia. #PINK #OliviaRodrigo #ModaPalestina

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Paula Schmitt Sep 7

Esta é a história de como políticos do PT da Bahia deixaram uma instituição estatal chegar próxima da falência p/vendê-la a preço de banana e, por decreto, transformá-la numa fonte bilionária de empréstimo consignado vindo do salário d funcionário público https://t.co/iRrPf8KHJk #PT #Bahia #Corrupção

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Biazita Gomes Sep 4

Vorcaro faliu pq todo o tempo do dia dele era usado para administrar inúmeras resenhas no ZAP e faltou tempo para administrar o banco #falência #administração #ZAP

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Atenção, Vascaínos! Sep 3

JUSTIÇA ADIA PRAZO DE MANIFESTAÇÃO ​A Justiça do Rio de Janeiro atendeu ao pedido conjunto apresentado pelos órgãos de fiscalização e administração judicial e prorrogou o prazo para cumprimento de despachos relativos aos processos de recuperação judicial do Club de Regatas Vasco da Gama e da Vasco da Gama SAF. ​O pedido de dilação foi protocolado nesta quarta-feira, dia 2 de setembro de 2026, pelo administrador judicial (Wald Administração de Falências) em conjunto com a watchdog (Neves, Figueiredo, Cerqueira & Souza Advogados) e o gatekeeper (Gussem e Lemos Basto Advogados Associados). ​De acordo com o documento submetido à 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, o adiamento até a próxima sexta-feira, 4 de setembro de 2026, foi motivado por fatos supervenientes, com destaque para o fechamento do fluxo de caixa da Vasco SAF referente ao mês de agosto de 2026, finalizado na data atual. ​A medida garante que a análise técnica e a prestação de informações ao juízo ocorram com base nos dados financeiros consolidados do último mês, assegurando rigor e transparência no andamento do processo de reestruturação financeira da instituição. #Justiça #VascoDaGama #RecuperaçãoJudicial

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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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ANCAP.SU Aug 29

Visão Libertária: Onda de falências: Habibs, Casas Bahia, Marisa e muitas outras em recuperação judicial! Faz o L! https://t.co/33rRBys7fc #Economia #Falências #RecuperaçãoJudicial

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Roger Rocha Moreira Aug 27

Painel: Campanha de Flávio vai associar onda de falências a 'irresponsabilidade' de Lula https://t.co/S7CN8O0yAH // Ué? Foi mesmo! #Flávio #Lula #Política

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