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#provocação

The author of the publication presented a tarot reading regarding the second round of the presidential elections of 2026 and said that it reflected the trend of October 9, and should not motivate hasty decisions. Regarding Flávio, she stated that the feeling of an early victory was consolidated among his supporters, who, according to her, were already planning a succession and articulating names and party agreements. The reading would also point to the involvement of a female figure with spiritual strength and the revelation of a hidden fact after a provocation, something that could be costly for "01". The author associated the outcome with dissatisfaction, distancing, and indignation. Concerning Lula, she said that the cards were practically the same as in her two previous readings and indicated a connection between his campaign and that of Bolsonaro’s son. According to the author, a situation could shake Lula’s campaign, while Flávio would be more at ease. She also predicted a division among Lula’s supporters and stated that he would seek support from his wife and close associates, who would begin to outline plans for the opposition's succession. The author added that the hidden fact could change votes and that the reading pointed to a very difficult and tight victory. About the final period of the campaign, she said that ten complementary cards indicated conflicts, including a clash between an assertive female figure and an impulsive and energetic man. Although she associated the cards with a feeling of defeat, she asserted that a situation could renew hopes and end with good news and relief. She said she would leave the reading about the developments until March or April for another occasion. #Eleições2026 #eleição2026 #Eleições2026 #eleição2026 #PolíticaBrasil (translated)

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Renato Souza 2w

JORGE MESSIAS (AGU): "É preocupante o uso ostensivo do Sistema de Justiça pelo candidato Flávio Bolsonaro contra cidadãos que se manifestam nas redes sociais, transformando os tribunais em mera extensão da disputa política. A provocação judicial sobre conteúdos próprios da arena política, especialmente durante as campanhas eleitorais, deve ser comedida e orientada por critérios objetivos, justificáveis e de fácil compreensão pela sociedade. O Poder Judiciário não é lugar para que candidatos desafoguem suas frustrações em detrimento da liberdade de expressão". #LiberdadeDeExpressão #Justiça #Eleições

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Deltan Dallagnol 3w

A resposta de Jô Soares ao advogado de Lula. O combate à corrupção ocupava o centro do debate nacional em 2016 e eu estive no Programa do Jô para falar sobre a Lava Jato. Durante o programa, Jô Soares leu uma manifestação enviada por Cristiano Zanin, então advogado de Lula. O texto questionava a legalidade da divulgação de conversas telefônicas, citava garantias fundamentais e criticava a acusação contra Lula por tentativa de obstrução da Justiça. A defesa sustentava que a acusação estava baseada na delação de Delcídio do Amaral, a quem classificava como alguém “sem credibilidade”. Jô, então, fez uma provocação direta: se Delcídio não tinha credibilidade, como permaneceu durante tanto tempo em posição de destaque e chegou a ser líder do governo no Senado? O apresentador também manifestou apoio ao trabalho de esclarecimento dos fatos que realizávamos na Lava Jato. Para ele, tudo aquilo que fosse feito em benefício do Brasil deveria ser reconhecido. Um registro histórico de quando a Lava Jato representava a esperança de um Brasil sem impunidade. Você tem saudades daquela época? #lavajato #corrupção #Brasil

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Observador 4w

No seu artigo, José António Rodrigues do Carmo argumenta que, face aos repetidos ataques híbridos da Rússia e ao padrão de comportamento belicoso de Putin, a Europa deveria inverter a presunção de inocência, tratando Moscovo como o principal suspeito em casos de provocação ou desestabilização, ao invés de seguir o protocolo exageradamente cauteloso que tem predominado nas suas respostas. #Putin #Geopolítica #Rússia

observador.pt
Putin, os lorpas e o benefício da dúvida
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Planeta do Futebol 🌎 4w

🚨 Guga, do Fluminense, comemorou a classificação em direção a seus familares na torcida, e a comissão técnica do Platense achou que foi provocação. No meio da confusão, torcedores do time argentino invadiram o campo e roubaram faixas da torcida do Flu. 🗞️ | 🎥 @geglobo https://t.co/t2wbjrs9Nf #Futebol #Fluminense #Platense

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Observador 4w

Na reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, Pedro Penim escolhe Macbeth para reativar a discussão sobre a tragédia histórica do incêndio de 1964, abordando temas de violência, dúvida e provocação numa peça marcada pela superstição. #TeatroNacional #Macbeth #PedroPenim

observador.pt
Na reabertura do D. Maria II, quem tem medo de "Macbeth"?
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Esse é o trecho mais cínico da defesa de Moraes: "Assim, é absolutamente vedada a instauração de investigação de ofício, havendo necessidade de provocação do Procurador Geral da República..." O homem passou 7 anos censurando, prendendo e perseguindo pessoas com base num inquérito aberto de ofício, contra a manifestação expressa da PGR, que pediu o arquivamento ainda em 2019. Agora que virou investigado, redescobriu que investigação aberta de ofício por juiz é nula. O garantismo chegou. Só que apenas para ele. Em tempo: o inquérito conduzido por Mendonça não foi aberto de ofício. Moraes apareceu fortuitamente numa investigação instaurada seguindo todos os trâmites previstos em lei. Exatamente os trâmites que ele nunca seguiu. #Justiça #DireitosHumanos #Censura

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Karina Michelin 4w

Horas antes de o STF analisar, nesta terça-feira, 15 de setembro, se deve avançar a apuração sobre a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro e o Banco Master, Moraes apresentou uma defesa pífia de 44 páginas pedindo a nulidade da investigação e atacando André Mendonça. Moraes sustenta que a apuração teria sido aberta “de ofício”, sem provocação da PF ou da PGR e sem autorização prévia do Plenário. Curioso argumento vindo de quem passou anos conduzindo e defendendo esse mesmo modelo excepcional. O infame Inquérito 4.781, o inquérito das fake news, foi aberto de ofício por Dias Toffoli, sem pedido da PGR. Moraes assumiu a relatoria e transformou a excepcionalidade em método. Quando alcançava jornalistas, empresários, parlamentares e cidadãos, servia para “defender a democracia”. Agora que o escrutínio se aproxima dele, virou motivo para anular tudo. A defesa também tenta esvaziar as mensagens de Vorcaro: afirma que não existem respostas de Moraes e que 47 das 52 anotações atribuídas ao banqueiro não aparecem na área de conversa do WhatsApp. Mas há metadados analisados pela PF indicando que o contrato milionário entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes teve sua última modificação feita por usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”. O próprio escritório confirmou que o ministro foi consultado sobre a contratação. Há ainda mensagens de Vorcaro relatando encontros com Moraes, inclusive a Martha Graeff, mencionando-o em Campos do Jordão. É material que precisa ser investigado. Só que Moraes prefere escrever “VINGANÇA” em caixa alta e sustentar que a ofensiva contra ele seria continuação da tentativa de golpe de 8 de Janeiro, apenas com outro modus operandi. Perceba a inversão: investigar Alexandre de Moraes passa a ser apresentado por ele como ataque à própria democracia. Não. Moraes não é a democracia, não é a justiça e muito menos a Constituição. Nenhum ministro pode passar anos esticando os limites do sistema contra os outros e, quando a régua finalmente se volta contra ele, declarar que a própria régua é ilegal - enquanto insiste na falsa narrativa de um golpe que ele mesmo ajudou a construir. #STF #AlexandreDeMoraes #Justiça

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O Jornaleiro 4w

Xandão foi pra cima de André Mendonça — e a defesa é muito mais pesada do que uma simples negativa. Em 44 páginas e 121 tópicos, Alexandre de Moraes acusa Mendonça de ter conduzido uma investigação de ofício, sem provocação da PF ou da PGR, com “desvio de finalidade político-eleitoral” e direcionamento contra ele e Davi Alcolumbre. Moraes cita relatórios internos da própria PF que falam em “indícios crescentes de enviesamento da condução da supervisão judicial” e interesse do relator em provocar a abertura de investigação formal contra ele. Na parte em que rebate as suspeitas sobre o Banco Master, Moraes sustenta que não existe uma única mensagem de sua autoria para Daniel Vorcaro. Segundo a defesa, das 52 anotações usadas para tentar reconstruir supostos diálogos, 47 não foram encontradas em nenhuma conversa de WhatsApp. As outras cinco seriam apenas associações por proximidade de horário, sem comprovação de destinatário ou conteúdo efetivamente enviado. Moraes também afirma que os 7.742 documentos liberados não registram contato dele com o juiz do caso, procuradores, PGR ou diretor-geral da PF sobre a Operação Compliance, nem qualquer evidência de conhecimento prévio da prisão de Vorcaro. E lembra que Vorcaro foi preso em Guarulhos com passaporte verdadeiro e o próprio celular — justamente o aparelho que acabou apreendido. Sobre o escritório da família, confirma um contrato com o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, diz que os honorários foram declarados e documentados, nega a existência de um segundo contrato e afirma que jamais julgou qualquer processo envolvendo Master ou Vorcaro no STF. A defesa termina em tom de guerra: Moraes chama a investigação de “farsa”, acusa Mendonça de perseguição política e diz que o caso seria uma tentativa de vingança de aliados dos condenados pela trama golpista. Hoje o STF vai decidir se essa investigação continua de pé — ou se cai junto com tudo que foi produzido a partir dela. #STF #Justiça #Política

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Observador 4w

Helena Ferro Gouveia critica a promessa de Donald Trump de oferecer 5 mil dólares por voto como uma tentativa de suborno e alerta para a provocação russa com um ataque aéreo próximo à Polónia. #Trump #Rússia #Guerra

observador.pt
"Trump não pode mercantilizar o voto"
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Planeta do Futebol 🌎 4w

Torcedores do Al-Taawoun provocam Rúben Neves, do Al-Hilal, com gritos de "Diogo Jota" em jogo do Campeonato Saudita. O caso ocorreu durante a goleada do Al-Hilal por 6 a 0 sobre o Al-Taawoun. A torcida do time mandante gritou "Jota! Jota!" em referência a Diogo Jota, amigo do meia português que morreu em um acidente de carro no ano passado. Neves, inclusive, tem uma tatuagem em homenagem a Jota. Rúben Neves olhou para a arquibancada, reprovou a atitude e apontou para o céu. Depois da partida, ao ser questionado sobre o episódio, declarou: "Só espero que depois não vão rezar por causa do que fizeram." A provocação foi condenada pela imprensa saudita e gerou revolta entre jogadores. Saleh Abu Al-Shamat, do Al-Ahli, classificou a atitude como inaceitável. 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução | Divulgação/Seleção de Portugal #ComportamentoImpróprio #Futebol #CampeonatoSaudita

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Planeta do Futebol 🌎 4w

O GOLAÇO do Bruno Guimarães e a provocação ao Sunderland! 😳 🎥 @ESPNBrasil | @SportsCenterBR https://t.co/NQ9WGmQGjK #Futebol #Golaço #BrunoGuimarães

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Planeta do Futebol 🌎 Sep 10

Estudiantes pede suspensão de Memphis Depay e tenta tirar atacante do jogo de volta das quartas de final da Libertadores. O clube argentino acionou a Conmebol após o atacante do Corinthians mostrar o dedo do meio para a torcida em La Plata. O Estudiantes alega conduta antidesportiva e provocação à sua torcida. Com base nas imagens, pediu o enquadramento de Depay em 2 artigos que preveem suspensão por pelo menos 1 jogo ou por determinado período. A Conmebol analisará, e os clubes devem ser notificados em breve. 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução/ESPN #Libertadores #futebol #Estudiantes

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Futmais | Menino Fut Sep 10

Neymar responde provocação da torcida do Atlético-MG: “Eu sem joelho sou melhor que todo o seu time”. https://t.co/wxkpBXJED2 #Neymar #AtléticoMG #Futebol

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Blog do Noblat Sep 8

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que há elementos que apontam para a incompetência da Segunda Turma para analisar a decisão do ministro André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação. Ao justificar o pedido de vista que suspendeu o julgamento, o decano também questionou o fato de a medida ter sido adotada a partir de uma solicitação de partido político. Gilmar afirmou que pediu vista por três razões. A primeira delas foi o curto intervalo entre a inclusão do caso em pauta e o início do julgamento virtual: segundo ele, o processo entrou na pauta menos de uma hora antes da abertura da sessão, o que impediu uma análise integral dos autos e da decisão. O ministro também levantou dúvidas sobre a possibilidade de o afastamento cautelar ter sido determinado a partir de um pedido de partido político. Para Gilmar, a medida ocorreu em “aparente contrariedade” ao Código de Processo Penal e ao Regimento Interno do STF, que, segundo ele, estabelecem exigências decorrentes do sistema acusatório. Outro ponto ressaltado pelo decano é a definição de qual colegiado do Supremo deve analisar o caso. Gilmar afirmou que incidentes relacionados à mesma investigação foram encaminhados por Mendonça a colegiados diferentes e sustentou haver elementos indicando que a discussão deve ocorrer no plenário, e não na Segunda Turma. Na manifestação, Gilmar cita como um desses elementos a própria decisão que afastou os integrantes da cúpula da PF. Segundo o ministro, Mendonça registrou a existência de indícios de que o relatório de inteligência que embasou a medida teria sido produzido pelo diretor-geral da corporação “por provocação de membro da Primeira Turma” do Supremo. Para Gilmar, se essa premissa for considerada, a análise de atos atribuídos a um integrante da Corte cabe ao plenário. Gilmar lembrou ainda que o próprio Mendonça havia afirmado, em decisão de 1º de setembro, que o exame da matéria deveria ocorrer no plenário, em sessão presencial e pública. O decano também citou o procedimento aberto pelo presidente do STF, Edson Fachin, para analisar as questões relacionadas ao caso, no qual foram solicitadas informações a autoridades como Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes. O prazo de cinco dias para essas manifestações ainda está em curso. O terceiro argumento apresentado por Gilmar envolve os possíveis reflexos eleitorais da decisão. O ministro afirmou que é necessário analisar a medida à luz de precedente do plenário que, segundo ele, estabeleceu a inconstitucionalidade de decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral, em razão da necessidade de neutralidade do Estado em relação a partidos e candidatos. (Globo) #STF #GilmarMendes #Política

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LISA BRASIL Sep 5

Pessoal, o debut foi ótimo, considerando a nova filtragem, e a Lisa está indo bem também em outras plataformas! Continuem fazendo stream e apoiando muito. Não caiam na provocação de quem esquece que a língua é o chicote do rabo. E parabéns aos Lilies e Blinks brasileiros: superamos todas as nossas metas! https://t.co/fONEuSBNkb #Kpop #Lisa #LiliesBlinks

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LOUD xyno Sep 5

Menos por favor, a vida não é um anime e provocações deveriam ser contestadas dentro do jogo, não no twitter. Aliás nem sabia que vocês tavam podendo usar de novo kkkkkkkk Mas tudo bem daqui a um mês vocês estão na China e lá o tt é bloqueado 😅😅😅 #anime #provocação #Twitter

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Observador Sep 4

O artigo discute a crescente provocação da Rússia na Europa, evidenciada por incidentes com drones e alegações de sabotagem, ao mesmo tempo que explora a possibilidade de negociações de paz sob pressão de grandes potências como a China e os Estados Unidos. #Rússia #Europa #GuerraHíbrida

observador.pt
Europa irá aguentar provocações da Rússia? — Debate
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Karina Michelin Sep 4

Alexandre de Moraes acaba de transformar o Supremo Tribunal Federal num campo de guerra. Dois dias depois de André Mendonça retirar o sigilo do relatório da PF que o identificou como destinatário de dezenas de mensagens de Daniel Vorcaro, Moraes reagiu tentando colocar sob investigação o ministro que expôs o caso. Moraes pediu a Edson Fachin a abertura de uma investigação contra Mendonça por “improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade”. O acusa de direcionar, por razões políticas, as operações Compliance Zero, que apura o Banco Master, e Sem Desconto, sobre o saque bilionário aos aposentados do INSS. Para executar o contra-ataque, Moraes recorreu ao infame inquérito das fake news - a investigação sem fim aberta sem provocação da PGR, relatada por ele próprio e na qual concentra os papéis de vítima, investigador e julgador. O inquérito-curinga, que já engoliu todas as fronteiras legais, agora é apontado contra um ministro do próprio STF. O escândalo é ainda maior: a ofensiva se apoia em relatórios de inteligência produzidos paralelamente pela PF, sem assinatura de delegado e carimbados pela própria corporação como “sem valor probatório”. Os documentos registram que não servem para imputar crimes, embasar representações ou instruir procedimentos. Mesmo assim, nas mãos de Moraes, viraram “fortes indícios” contra Mendonça. A lógica é obscena; quando um relatório expõe Moraes, o sistema tenta anulá-lo. Quando um documento sem valor probatório ataca quem permitiu a exposição, ele vira munição para uma investigação. Isso sim é criminoso - autoproteção com a máquina do Estado. Agora Fachin terá de decidir se submete os dois casos ao plenário ou se ajuda a enterrar as provas sob mais uma camada de sigilo e manobras processuais. O Supremo, que deveria conter abusos, transformou-se no epicentro da maior crise institucional da história do Brasil. Um ministro citado em provas usa o poder para retaliar outro - enquanto ninguém responde ao essencial: qual era, afinal, a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro? #STF #Justiça #CriseInstitucional

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LIBERTA DEPRE Sep 2

Torcida do Atlético-MG devolve provocação de Kaio Jorge após a classificação do Galo para a semifinal da Copa do Brasil. "Uh, papai chegou" 📽️@geglobo https://t.co/yIx6QLlmEh #CopaDoBrasil #AtléticoMG #Futebol

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