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#Difamação
Felipe Leme 5d

Felipe Leme stated that the defamation campaign against Camponiano would make her almost a female version of Nikolas in popularity. He also said that the left never learned and used a derogatory term to refer to its members. #CampanhaDeDifamação #Popularidade #Comunidade (translated)

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Paulo Kogos 6d

Paulo Kogos said that, before taking office in ALESP, he would begin to fulfill the campaign promise of providing legal support to the right. He stated that he would make his legal team available to Chief117Br to evaluate possible legal actions in light of offensive statements attributed to Renan Santos, known as "3%". According to Kogos, the person could appeal to the courts if they believed they had been a victim of slander, defamation, or another offense. He also stated that the right should not accept attacks without a legal response. #Direita #Justiça #Lawfare (translated)

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Só Quem é LULA 2026 2w

🚨 URGENT 🚨 Daniela Lima has brought a bombshell on Pulso Político. Everyone needs to share it. The tone around Flávio is no longer campaigning. It is a threat. Flávio claims to be moderate. Yesterday he presented Pablo Marçal as an active part of the campaign. In the live stream with Daniela Marques, his economic guru, the title was holy war. Catholics and evangelicals against each other. Macumba and satanism in the middle of the sentence. Fear as a method. If you thought it was heavy, it gets worse. Allan dos Santos, a fugitive in the United States, convicted of threats, defamation, and slander, attacked a bishop of the Catholic Church. The bishop had asked for mercy from Our Lady Aparecida in the face of gunfire at the CNBB. The response was insults. The Church is already monitoring the attacks on bishops on social media. This is the group. This is the tone. With Flávio's victory, the message goes from live stream to government. Persecution of the Christian faith is not a theory. It’s already in the video. No coup ever again is trending. Lula 1 and 2 is trending too. Three more to go. The weakness is thinking this stops at the election. Don't watch the debate and pretend you didn't see it. Globo goes unnoticed. Flow too. Cármen Lúcia and Merval occupy the scroll. The play is different. Share it. The Brazilian people need to hear this before voting. #Política #Eleições2023 #LiberdadeDeExpressão (translated)

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Marina Silva 2w

Minha solidariedade à querida parceira de chapa Simone Tebet diante das absurdas e inaceitáveis agressões que sofreu de Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado – cassado em 2025 e já objeto de condenação por difamação contra Tabata Amaral – usa um velho expediente machista: quando alguns homens não conseguem enfrentar uma mulher no campo das ideias, recorrem a ataques de natureza pessoal, sexualização, humilhação e à tentativa de desqualificá-la moralmente. Nós, mulheres, conhecemos bem esse padrão tóxico. Podemos divergir, disputar eleições e defender posições diferentes. O que não podemos aceitar é que o debate público transforme mulheres em alvo de ofensas que dificilmente seriam dirigidas a um homem. Nenhuma mulher deve ser intimidada ou silenciada por ocupar seu espaço na política. Simone não está sozinha. Juntas por São Paulo e pelo Brasil. #MulheresNaPolítica #Respeito #Feminismo

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Alexandre de Moraes 2w

O juiz Alexandre de Moraes, que presidiu ao processo no Congresso, concluiu que as declarações eram infundadas e prejudicaram a reputação de Tabata Amaral. #EduardoBolsonaro #SupremoTribunalFederal #Difamação

Eduardo Bolsonaro condenado por difamação contra deputada
observador.pt
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Observador 2w

Eduardo Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a um ano de prisão por difamação contra a deputada Tabata Amaral, em um caso que também incluiu uma multa de 80 mil reais. #EduardoBolsonaro #SupremoTribunalFederal #Difamação

observador.pt
Eduardo Bolsonaro condenado por difamação contra deputada
1497
Renato Rovai 2w

O pedido de prisão de George Marques por Flávio Bolsonaro por conta de um tweet absolutamente bobo, que não tem sequer calúnia e difamação, é algo que mostra exatamente o risco que estamos correndo se esse elemento se tornar presidente e dominar o Congresso e o STF. #GeorgeMarques #FlávioBolsonaro #LiberdadeDeExpressão

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Jones Manoel 2w

Hoje, no ato de Lula em Recife, passei quase duas horas parado falando com as pessoas e com fila para me cumprimentar e tirar fotos. A vida é diferente do twitter. Aqui tem campanha de difamação, ataques e terrorismo eleitoral. Na rua, o povo trabalhador e a juventude tá com a gente. Cuida! #5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #Lula #Recife #Eleições2024

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moonkase 3w

NOTA Nos últimos dias, tenho sido alvo de uma série de publicações, republicações e comentários ofensivos nas redes sociais, muitos deles ultrapassando claramente os limites da crítica, da opinião e da liberdade de expressão. Quero deixar registrado que estou atenta a cada uma dessas manifestações e que repudio qualquer forma de ataque pessoal, ofensa, difamação, exposição vexatória ou tentativa de atingir minha honra e minha imagem. Meu jurídico já foi formalmente cientificado e está realizando a coleta, preservação e organização das provas, com o registro das publicações, perfis, comentários, republicações e demais elementos necessários para a identificação de seus responsáveis. A internet não é uma terra sem lei. A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não autoriza agressões pessoais, imputações falsas, ameaças ou condutas que possam gerar responsabilidade civil e, conforme o caso, repercussões criminais. Os responsáveis pelas condutas ilícitas serão oportunamente identificados e responsabilizados pelas vias legais cabíveis, inclusive mediante notificação, intimação e adoção das medidas judiciais pertinentes, quando necessárias. Não pretendo transformar minhas redes sociais em palco para discussões ou confrontos. Continuarei exercendo meu trabalho normalmente, mas não permanecerei inerte diante de ataques que ultrapassem os limites legais. Críticas são legítimas. Ofensas e ataques ilícitos, não. #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos #Justiça

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Luís Reis 3w

Violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais. A violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais tornaram‑se um dos fenómenos mais preocupantes do espaço público digital. O que começa muitas vezes como um comentário impulsivo transforma‑se rapidamente num ambiente tóxico que afeta a dignidade humana, corrói a convivência democrática e normaliza práticas discriminatórias. O discurso de ódio — seja através de insultos, ameaças, difamação, racismo, sexismo ou desinformação — funciona como um veneno social, porque alimenta preconceitos, fomenta discriminação e pode até abrir caminho para violência real. 🧭 A lógica do ódio digital O ambiente das redes sociais favorece a impulsividade: anonimato, velocidade, ausência de contexto e mecanismos de recompensa (likes, partilhas) amplificam comportamentos agressivos. O ódio expressa-se tanto de forma explícita — insultos diretos, ataques pessoais — como de forma subtil, através de narrativas de desumanização, construção de grupos como ameaça ou linguagem codificada, tal como identificado no manual da APAV. As consequências são profundas: afetam a autoestima, o bem‑estar emocional e a saúde mental, sobretudo de crianças e adolescentes, que são mais vulneráveis a estes ambientes hostis . 🛡️ Como combater o ódio e a violência verbal O combate ao discurso de ódio exige ação simultânea em várias frentes — individual, comunitária, institucional e tecnológica. As principais recomendações internacionais e nacionais convergem em estratégias claras: Empatia ativa — colocar-se no lugar do outro antes de publicar, reconhecendo que palavras têm impacto real. Pensamento crítico — verificar informação, desconfiar de conteúdos manipulados e distinguir opinião de agressão. Diálogo construtivo — conversar sobre temas complexos com respeito, desmontando preconceitos e promovendo compreensão. Denúncia responsável — usar as ferramentas das plataformas para reportar conteúdos ofensivos, como recomenda a ONU . Educação digital — ensinar crianças e jovens a reconhecer ódio, proteger a privacidade e compreender que liberdade de expressão não inclui agressão . Confiança na informação — combater a desinformação, que alimenta discursos discriminatórios, como alerta a CIG . Apoio às vítimas — disponibilizar canais de ajuda legal, psicológica e institucional, como os oferecidos pela APAV . Responsabilidade individual — usar o espaço digital para criar oportunidades, fortalecer vínculos e não cair em provocações, evitando responder agressão com agressão . 🌐 Dimensão democrática O discurso de ódio não é apenas um problema de convivência: é uma ameaça direta à democracia. A ONU e o Conselho da Europa alertam que estas práticas minam o respeito pela diversidade, deterioram normas sociais e normalizam exclusão e hostilidade . A liberdade de expressão é essencial, mas não inclui o direito de humilhar, discriminar ou incitar violência. ✒️ Síntese final O ódio nas redes sociais não é apenas ruído: é um ataque à dignidade humana e à saúde democrática. Combatê-lo exige empatia, educação, denúncia, responsabilidade e políticas públicas firmes. Cada utilizador tem o poder — e o dever — de transformar o espaço digital num lugar mais seguro, mais humano e mais respeitador.

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Paulo Figueiredo (8) 4w

O fumador de charuto do Vorcaro chama de aporte ilícito, mas não aponta qual o crime cometido. Diz que Eduardo geria os recursos, mas não apresenta nenhuma evidência sequer. A PGR foi transformador pelo Apóstata nisso aí: um órgão de difamação política. E pensar que há 3 anos, Gonet tinha fama de católico fervoroso e técnico de biografia respeitável. Hoje, só restou a fama de corrupto e cadela do Alexandre. Já perdeu o visto, está sob ameaça de sanções, caminha a passos largos para a lata de lixo da história e, possivelmente, para a prisão. Mas o pior ainda está por vir: o fogo e o enxofre do inferno. Que se arrependa antes da morte para escapar desta punição. Porque das outras não escapará. #Política #Corrupção #Justiça

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Vinicios Betiol Aug 19

RESUMO DO DIA: 1) Danilo Gentili é condenado por injúria e difamação contra o padre Júlio Lancellotti. 2) Jornalista Paulo Motoryn descobre longo histórico de ligações do Flávio Bolsonaro pro Vorcaro. 3) Argentino Fernando Cerimedo, picareta que fez live com o Eduardo Bolsonaro atacando as urnas eletrônicas, é preso por tentar matar a esposa. 4) Ex-comandante da Força Aérea brasileira afirma que o risco de golpe era iminente. 5) Laura Cardoso e Glória Menezes se despedem no mesmo dia. #Notícias #Política #Brasil

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Orlando Lima 🇦🇲🇹🇼 Aug 13

Não achei graça do que houve hoje por uma razão simples: chance grande ser filhadaputagem contra a Missão. Falar o que falamos também gera reação. Fiquemos mobilizados para desmentir a todos os difamadores. #Mobilização #Difamação #Verdade

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LM10 Brasil Aug 8

Messi chorou muito durante a Copa do Mundo porque queria dar ao seu pai, Jorge Messi, um último momento de alegria. Foi uma luta interna, Messi deu tudo de si em campo, lutou até o fim para dar a última alegria ao seu pai que sempre o apoiou. O mundo inteiro se uniu para atacar um homem enquanto o pai dele lutava pela vida. Existe um lugar especial no inferno para todos vocês e para quem quer que tenha financiado aquela campanha de difamação contra Messi. #Messi #CopaDoMundo #Família

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MarioFrias Aug 6

Não se enganem. O objetivo nunca foi descobrir a verdade. O objetivo sempre foi produzir uma manchete. A esquerda aprendeu há muito tempo que, na política, uma acusação vale mais do que uma condenação. Basta plantar a suspeita. O resto é trabalho da imprensa militante, que transforma ilações em “fatos”, destrói reputações e condena pessoas antes mesmo que exista qualquer decisão da Justiça. É assim que funciona a máquina de difamação: primeiro o linchamento moral, depois o silêncio conveniente. Nunca houve preocupação com a verdade. Houve preocupação apenas em causar dano político. A calúnia virou método. A reputação alheia virou munição. E muitos veículos de imprensa deixaram de exercer o jornalismo para atuar como instrumentos de uma guerra política, na qual o adversário deve ser destruído primeiro e ouvido depois. Quem ainda acredita que isso acontece por acaso já não está sendo enganado pela propaganda; escolheu acreditar nela. Porque, quando o mesmo roteiro se repete sempre contra os mesmos alvos, deixa de ser coincidência. Passa a ser estratégia. #Jornalismo #Política #Desinformação

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Paulo Figueiredo (8) Aug 6

Quando a militância e o ódio são tão grandes que não dá tempo de fazer apuração antes da difamação. https://t.co/G197XmjMIL #Militância #Ódio #Difamação

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Felipe Moura Brasil Aug 6

Sobre o caso da juíza Gabriela Hardt.👇 (A propósito: jornalistas que ousam enfrentar a corrupção sistêmica também “são alvos de campanhas incessantes de difamação e assédio judicial”.) Além da TI Brasil, a ANPR se solidarizou, como mostra a nota linkada no fim. #Justiça #Corrupção #LiberdadeDeImprensa

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BoysLove Hub Jul 31

🚨 Ford Allan acaba de se pronunciar após acusações de relacionamento tóxico e agressão ao ex-namorado. O ator afirma que nunca agrediu fisicamente o ex-companheiro e que as discussões ocorreram durante disputas por seu celular, motivadas por crises de ciúmes. Ele admite ter usado um tom inadequado em um áudio divulgado, no qual estava bêbado, e acusa o ex de ciúmes excessivos, comportamento controlador, ameaças e difamação nas redes sociais. Por fim, diz que aguardará a decisão da Justiça para provar sua inocência. #FordAllan #RelacionamentoTóxico #Justiça

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Rafael Rizzo Jul 29

Inventaram as maiores mentiras, criaram dossiês, tentaram prender Renan e sua família, tentaram criar mentiras sobre o Kim (o foda é achar), e promoveram campanhas de difamação. Eles são sujos demais. #FakeNews #Difamação #Corrupção

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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 Jul 24

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

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