WRLD

Search

#Empregos
Kristalina Georgieva 2h

The managing director of the IMF, Kristalina Georgieva, stated on Monday, at the same event, that AI is expected to affect about 60% of jobs in advanced economies, compared to 23% in low-income countries, but this difference is mainly because the technology has not yet been fully disseminated in many lower-income economies. #InteligênciaArtificial #Emprego #DesenvolvimentoEconômico (translated)

Banco Mundial. IA pode gerar emprego em países emergentes
observador.pt
1617
Tarcísio Gomes de Freitas 2d

Tarcísio Gomes de Freitas criticized the PT and the left, stating that they were neglecting the situation in the Amazon. He said that São Paulo demonstrated that a right-wing government could reconcile environmental preservation and development. According to Freitas, in 2025 the area affected by fires in state conservation units fell by 91% compared to 2024. He also stated that in August 2026, the state recorded the lowest number of hotspots for that month since the beginning of the historical series in 1998. He mentioned that more than R$ 400 million had been mobilized to prevent and combat wildfires, with investments in technology, satellite monitoring, and artificial intelligence. The governor also declared that over 44,000 hectares were in the process of forest restoration and that 13.2 thousand hectares had been incorporated into state protected areas. Regarding river recovery, he cited R$ 22 billion in investments in IntegraTietê, more than 1.5 million households connected to the sewage network, and 6.5 million cubic meters of sediments removed from the Tietê basin. According to him, the organic pollution load of the river had decreased by almost 30%, and the pollution stain had receded by 33 kilometers, about 16%. Freitas stated that these actions had not impeded economic development, job creation, and the growth of São Paulo, and he argued that environmental protection depended on responsibility and work, not ideology. #MeioAmbiente #DesenvolvimentoSustentável #SãoPaulo (translated)

2999
Daniella Marques 3d

Daniella Marques reposted a message from Carlos Bolsonaro stating that the automatic withdrawal of funds from companies could threaten jobs and investments, as well as raise prices. The post claimed that the economic impacts of the measure should be assessed before any support and encouraged the sharing of information. It also mentioned Flávio Bolsonaro as "President" and included the number 22. #Economia #Empregos #Investimentos (translated)

2787
Lula 4d

Lula celebrated the Day of the Northeasterners and expressed pride in his origins. He stated that he wanted to expand actions in the Northeast, with more water for those facing drought, jobs, opportunities, and development. He also thanked the Northeasterners for their support, political awareness, generosity, and love for Brazil, saying that they inspired him in building the country they dreamed of. #Nordeste #DiaDoNordestino #OrgulhoNordestino (translated)

3478
Observador 4d

In the second quarter of 2026, the North region of Portugal created more than 37,000 jobs and reduced the unemployment rate to 5.7%, with construction leading the growth, although agriculture experienced a significant loss of jobs. #EmpregoNorte #Desemprego #Exportações (translated)

observador.pt
Norte cria 37 mil empregos e reduz desemprego
1688
Bruno Guzzo® 4d

Bruno Guzzo stated that GloboNews had challenged Flávio Bolsonaro's position, which, according to him, was against the end of the 6x1 schedule and claimed to have a better proposal. Guzzo wrote that the model defended by Bolsonaro had existed in Brazil since 2017, was inspired by the United States, and had not generated as many jobs as expected. https://t.co/nbWDTaivbU #FlávioBolsonaro #Trabalho #Política (translated)

2926
Jones Manoel 4d

The historian and YouTuber Jones Manoel assessed that the first round of the campaign focused on defending President Lula's legacy and that, in the second round, it would be necessary to present proposals for the future. He advocated combining criticisms of Flávio Bolsonaro, whom he pointed out as a danger to Brazil, with an agenda primarily aimed at the working class and youth, including zero fare on public transport, expansion of the metro-rail system, ending the 6x1 work schedule, and reindustrialization to create jobs. https://t.co/jZC7LXcl71 #Lula2022 #FuturoDoBrasil #ClasseTrabalhadora (translated)

3716
JH Fonseca 1w

JH Fonseca stated that the money kept abroad could generate jobs in Brazil. He attributed this situation to the taxation imposed by Lula on workers and income and job generators, and said that capital fled when it was mistreated. https://t.co/Te4DtBAf2h #Emprego #Economia #Lula (translated)

24275
Mídia NINJA 2w

WHO SAID THAT BENEFICIARIES OF BOLSA FAMÍLIA DON'T WANT TO WORK? 8 out of 10 formal jobs created since 2023 have been filled by people who receive Bolsa Família. The numbers contradict the thesis that the program, resumed by the federal government in 2023, discourages work. #BolsaFamília #Emprego #InclusãoSocial (translated)

28246
jairme 2w

Tem que ser muito cara de pau pra dizer que um setor que movimenta R$ 410 bilhões em seis meses não pode ser proibido porque “gera 15 mil empregos”. R$ 410 BILHÕES. Em 6 meses. 15 mil empregos. É 1 emprego para cada R$ 26,5 MILHÕES. https://t.co/KIXCX4mXw3 #Economia #Empregos #SetorFinanceiro

46383
Planeta do Futebol 🌎 2w

Mais de 15 mil vagas de emprego podem acabar com fim das bets; ministérios se preocupam com perda de receita. A proibição pode eliminar cerca de 15,5 mil empregos, principalmente no setor de informática. As empresas do setor já sinalizaram que devem recorrer ao STF caso a medida seja mantida. De janeiro a julho de 2026, o setor gerou R$ 8,75 bilhões em arrecadação, além de R$ 2,5 bilhões em outorgas pagos em 2025 para operar no Brasil por 5 anos (até 2029). Há PREOCUPAÇÃO nos Ministérios da Fazenda, da Justiça e da Saúde com a perda da receita. A legislação das bets prevê repasses para assistência social e projetos da Justiça e da Saúde. Com uma eventual proibição, o Governo teria de buscar recursos para manter esses programas. 🗞️ @CNNBrasil 📸 Reprodução #Emprego #Economia #Legislação

14047
Planeta do Futebol 🌎 2w

⚠️ AGORA! Nota oficial do Fluminense: "O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm 6 meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa." 📸 FFC #Fluminense #Apostas #Esporte

21316
Fluminense F.C. 2w

O debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado. Há preocupações reais com endividamento e vício, mas qualquer decisão precisa considerar os seguintes pontos: • Segurança jurídica e previsibilidade: empresas que cumpriram a regulamentação e terceiros que firmaram contratos não podem ser surpreendidos de um dia para o outro. O clube assumiu compromissos financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm seis meses de estoque de camisas com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode custar milhares de empregos em toda a cadeia. • Efetividade da medida: proibir as empresas reguladas não acaba com as apostas. O mercado clandestino tende a ocupar esse espaço, sem fiscalização, sem tributação e sem nenhuma proteção ao apostador. • Impacto no esporte: os recursos não sustentam apenas o futebol profissional. Eles financiam categorias de base, futebol feminino e esportes olímpicos, que empregam centenas de atletas e profissionais no clube. • Arrecadação pública: o mercado regulado gerou bilhões em tributos e destinações previstas em lei para esporte, seguridade social, segurança pública, educação e saúde. Sem ele, esses recursos precisarão vir de outra fonte. Defendemos, no mínimo, um período de transição adequado caso haja mudanças. O caminho deve ser guiado por dados concretos e pela efetividade de cada alternativa. #Apostas #Regulamentação #Esporte

24427
Flamengo 2w

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

52781
Planeta do Futebol 🌎 2w

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

30539
Raisa Simplicio 2w

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

15327
E. Cavendish 3w

As torcidas organizadas já perceberam o tamanho do rombo financeiro nos times do coração por conta da proibição das Bets? (caso venha a acontecer) Vai ter time grande quebrando de vez. O correto seria um debate amplo com a sociedade para pesar os contras (que são muitos) e os prós (geração de empregos, setores que se beneficiam como o futebol, etc). Uma medida eleitoreira nesse momento não parece ser a melhor forma de solucionar. #Futebol #TorcidasOrganizadas #Política

13269
Observador 3w

Embora Portugal tenha alcançado um crescimento econômico e a criação de empregos, a riqueza per capita não está a aumentar, devido à baixa produtividade que continua a ser um grande desafio. #EconomiaPortuguesa #Produtividade #EmpregoPortugal

observador.pt
Portugal cresce e cria empregos, mas não estamos mais ricos
1501
Carlos Bolsonaro 3w

O agro é uma das grandes forças de Santa Catarina, gerando empregos e levando o nome do estado para o Brasil e o mundo. Ouvir as entidades do setor reforça nosso compromisso: o produtor catarinense terá voz e suas demandas serão defendidas em Brasília. Com @FlavioBolsonaro na Presidência, @jorginhomello e @souadrianosilva no Governo do Estado e @CarolDeToni ao meu lado no Senado, vamos trabalhar por Santa Catarina. O agro catarinense pode contar comigo. Carlos Bolsonaro — Senador 222 #SantaCatarina #Agro #Emprego

27828
Lula 3w

Mais medicamentos, mais tecnologia, mais tratamentos de saúde oferecidos pelo SUS de forma gratuita para a população brasileira. Foi para garantir isso que sempre fiz questão de fortalecer nossa base industrial da saúde, que inclui o Complexo Industrial da Eurofarma em Montes Claros (MG), que visitei hoje. Temos um dos maiores sistemas de saúde do mundo, que atende, com igualdade de condições, mais de cem milhões de pessoas. Temos o Farmácia Popular, que oferece 41 itens gratuitos para toda a população. Com o Agora Tem Especialistas, estamos levando tratamentos especializados à população. E agora estudamos até mesmo a introdução responsável de tratamento com canetas emagrecedoras pelo SUS.   Para tudo isso, precisamos produzir nossos medicamentos aqui no Brasil. A pandemia nos ensinou que não podemos ficar dependentes de outros países para cuidar da nossa gente. Investir na produção nacional de insumos e medicamentos de alta complexidade é gerar empregos de qualidade aqui e fortalecer a nossa soberania tecnológica. É garantir a saúde e a dignidade para o povo brasileiro. 📸 @ricardostuckert #SUS #Saúde #Medicamentos

15080