WRLD

Search

#Equidade
Observador 4d

The Portuguese Association of Medicines for Equity in Health (Equalmed) demanded that the government update the prices of generic medicines by at least 5% in 2027, citing the need for urgent measures to prevent the disruption of essential medicines due to difficulties in production and rising costs. #MedicamentosGenéricos #PreçosFármacos #SaúdePortugal (translated)

observador.pt
Associação pede atualização de 5% nos preços dos genéricos
2917
Glenn Micallef 4d

“When teenagers suffer, during protests, injuries that change their lives, that is something that should concern us all. Authorities must maintain order, but their response must be proportional, especially when minors are involved,” said the Maltese European Commissioner for Intergenerational Equity, Youth, Culture and Sport, Glenn Micallef, in a message posted on social media. #França #ProtestosEstudantis #Educação (translated)

"Polícias não receberam instrução de confrontar estudantes"
observador.pt
2025
Glenn Micallef 5d

"When adolescents suffer life-changing injuries during protests, that is something that should concern us all. Authorities must maintain order, but their response should be proportional, especially when minors are involved." The European Commissioner for Intergenerational Equity, Youth, Culture, and Sport, Glenn Micallef, expressed concern on Tuesday about the student protests that have shaken France for two weeks and demanded a "proportional response" from the authorities, given that minors are involved. #França #ProtestosEstudantis #DireitosDosJovens (translated)

França. UE pede "resposta proporcional" a protestos
observador.pt
1920
Observador 6d

The article addresses the inequality of access to healthcare in Portugal, highlighting the case of the luso-Brazilian twins and the ethical implications of the influences of political figures to expedite treatments, revealing a systemic problem of privileges that affects equity in the healthcare system. #JustiçaSocial #Ética #SaúdePública (translated)

observador.pt
Desastre
1699
Observador 1w

The case of the twins reveals the existence of a healthcare system in Portugal marked by inequality, where access to the National Health Service favors those with political connections, to the detriment of the equity that should characterize it. #SNS #Saúde #Portugal (translated)

observador.pt
O caso das gémeas mostra a importância de um telefone no SNS
2167
Flavia Ferronato 1w

I will only believe that there is some justice or fairness in this dispute if tomorrow Kassio releases Jair. Otherwise, I will continue to think that there are only bananas. #Justiça #Equidade #Política (translated)

37018
Observador 2w

O artigo destaca que, apesar do progresso legislativo em Portugal em relação aos direitos das pessoas com deficiência, a efetividade e a equidade na aplicação desses direitos ainda são insuficientes, evidenciando a necessidade de melhorias na execução, fiscalização e alocação orçamentária. #DireitosDasPessoasComDeficiência #Inclusão #Acessibilidade

observador.pt
O desafio dos direitos das pessoas com deficiência
1494
Lula 3w

O trabalhador precisa de tempo para descansar, se qualificar e conviver com a família. Concretizar esse objetivo passa pelo fim da escala 6×1, para garantir ao trabalhador 2 dias livres por semana. Essa mudança é fundamental para aliviar a sobrecarga doméstica que ainda recai sobre as mulheres. #Trabalho #DireitosTrabalhistas #EquidadeDeGênero

63667
Observador 3w

O artigo de João Casanova de Almeida discute a necessidade urgente de decisões eficazes para reverter a má performance dos alunos no sistema educativo português, enfatizando que a educação deve ser uma questão de Estado acima de ideologias políticas para garantir igualdade de oportunidades e melhorar o acesso ao ensino superior. #Educação #PolíticasPúblicas #Equidade

observador.pt
A ideologia enfraquece quando se impõe a realidade
7539
Observador 4w

Num contexto de envelhecimento rápido e de crescimento económico lento, a reforma do sistema público de pensões em Portugal é imprescindível, uma vez que o aumento da população seniores e a sua mobilização em torno dos seus interesses financeiros complicam o debate sobre a sustentabilidade e a equidade do sistema. #Pensões #Envelhecimento #Economia

observador.pt
Serão as pensões irreformáveis?
15727
Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

936
Observador Aug 31

Portugal enfrenta um aumento regular de ondas de calor e riscos climáticos, o que exige a construção de cidades mais resilientes e a implementação de programas que integrem a adaptação climática com justiça social e equidade. #ResiliênciaClimática #AlteraçõesClimáticas #CidadesSustentáveis

observador.pt
Quando o calor deixa de ser exceção
19902
Luís Reis Aug 19

O conceito de mulher progressista fundamenta-se na procura pela igualdade, autonomia e transformação social, questionando normas e papéis tradicionais de género que historicamente limitaram a atuação feminina na sociedade. ​Embora não exista um perfil único — já que as trajetórias e realidades variam amplamente —, é possível identificar atributos e valores centrais frequentemente associados a esta perspetiva. ​Principais Atributos e Valores ​Autonomia e Autodeterminação: Dá prioridade à independência financeira, emocional e intelectual. Defende a liberdade de escolha sobre a própria carreira, vida pessoal, maternidade e corpo. ​Defesa da Igualdade de Direitos: Luta ativamente pela equidade entre géneros em todas as esferas — da equiparação salarial no mercado de trabalho à divisão justa das tarefas domésticas. ​Consciência Social e Interseccionalidade: Compreende que a agenda feminina não é isolada. Tem em consideração como o género se cruza com questões de raça, classe social, orientação sexual e acessibilidade. ​Questionamento de Papéis Tradicionais: Desconstrói expetativas históricas impostas às mulheres, rejeitando a ideia de que o casamento ou a maternidade sejam destinos obrigatórios para a realização pessoal. ​Sororidade e Rede de Apoio: Valoriza a solidariedade entre mulheres em vez da rivalidade, procurando fortalecer o coletivo através da empatia e do incentivo mútuo. ​Pensamento Crítico e Abertura à Aprendizagem: Mantém uma postura de questionamento perante dogmas, valorizando a educação, a ciência e a evolução constante de ideias. ​Envolvimento Social e Ambiental: Tende a apoiar causas coletivas, desde a defesa dos Direitos Humanos até à sustentabilidade ambiental e à justiça climática. ​Em essência: A mulher progressista orienta o seu percurso pela liberdade de ser quem escolheu ser e pela construção de uma sociedade mais justa e plural para todas as pessoas.

470
Observador Aug 18

O estudo solicitado pelo governo propõe a criação de uma mesada pública para crianças e sugere a unificação e simplificação do sistema de segurança social em Portugal, enfatizando que, embora os sistemas de pensões estejam em deficit, é inadequado analisá-los isoladamente, já que eles apresentam uma interdependência financeira que deve ser considerada para garantir a equidade entre gerações. #SegurançaSocial #Pensões #Poupança

observador.pt
Peritos propõem mesada pública e poupar através do consumo
15877
MarioFrias Aug 13

Repare na total ausência de justiça e equidade dos jornalistas militantes: não consideraram uma afronta à Constituição quando inocentes foram presos por se manifestarem ou por escreverem numa estátua com batom. Também acharam bastante "constitucional" prender um deputado por crime de opinião e um presidente por um golpe que não houve. Mas agora que o monstro socialista se volta contra sua classe, eles estão até lendo trechos da Constituição. O acordo implícito "Ditadura para eles e liberdade total para nós" foi quebrado... #Justiça #LiberdadeDeExpressão #Constituição

22973
Observador Aug 10

Diretores de escolas expressam preocupação com a equidade no acesso ao ensino superior devido a atrasos na divulgação dos resultados das reapreciações dos exames nacionais, temendo que alunos que só receberam as notas mais tarde fiquem em desvantagem nas suas candidaturas. #ExamesNacionais #Educação #AcessoAoEnsinoSuperior

observador.pt
Diretores preocupados com atrasos na reapreciação de exames
15325
Júlia Zanatta Jul 22

Dia mais tranquilo da equipe que fez a caderneta de gestante do Governo Lula em que mulher virou “pessoa que gesta”: https://t.co/GSWi5J3YZW #DireitosHumanos #Gestação #Equidade

23565
Ivan Kleber Jul 17

Brasil 🇧🇷/China 🇨🇳: A China sai em defesa do governo Lula sobre a seção 301 O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian afirmou que uma guerra tarifária não tem vencedores e não serve aos interesses de nenhuma das partes, ressaltando que a China está disposta a trabalhar com o Brasil e outros países para salvaguardar conjuntamente o sistema multilateral de comércio, tendo a OMC como núcleo, e defender a justiça e a equidade internacionais. #Brasil #China #ComércioInternacional

19558
E
EL MUNDO Jul 8

El informe de la OMS revela que el 92% de la población mundial enfrentará el cáncer al menos una vez en su vida, destacando que la tasa de supervivencia depende más del entorno socioeconómico que de factores biológicos, con proyecciones alarmantes de un aumento significativo en los diagnósticos de cáncer para 2050. #Cáncer #EquidadEnSalud #OMS

www.elmundo.es
El cáncer golpea al 92% de la población mundial al menos una vez en su vida
16623
Observador Jul 6

O artigo de Humberto Domingues analisa como a saúde da população portuguesa reflete as transformações sociais e demográficas do país, destacando a necessidade de planejar serviços públicos de saúde que respondam eficientemente às complexas necessidades de uma sociedade em crescimento e envelhecida, enfrentando desafios como desigualdades territoriais e o acesso limitado aos cuidados. #Saúde #Equidade #PlaneamentoSocial

observador.pt
Quando a saúde reflecte o país que estamos a construir
15442