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#Espetáculo
André Ventura 2d

The author asked to observe what, according to him, drugs were doing to young people and cities. He questioned why no one was stopping the situation and why there was still leniency towards traffickers and transporters, in addition to asking who benefited from what he described as a horror show in almost every city. https://t.co/gJWLwdJDTi #Drogas #Juventude #Segurança #PT (translated)

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A
Adam Smith 3d

Democratic Congressman Adam Smith, coordinator of the parliamentary group on the Armed Forces Committee of the House of Representatives, stated to Politico that the public execution "ridicules" the American legal system and refuses to make the event "a spectacle." #ExecuçãoPública #NidalHasan #DireitosHumanos (translated)

Fuzilamento de ex-militar será transmitido em direto
observador.pt
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Zenless Zone Zero PT-BR 3d

The Zenless Zone Zero PT-BR account announced that the collaboration between Zenless Zone Zero and Honkai: Star Rail would arrive in Version 3.4. According to the post, Kafka and Robin would go to Nova Eridu to live an adventure with the Proxies. The account also stated that the show was just beginning. #zzzero #zenlesszonezero #Robin #Kafka #ZZZxHSR #ZenlessZoneZero #HonkaiStarRail #Jogos (translated)

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The author claimed that Olavo de Carvalho argued that the right should occupy cultural spaces and institutions before coming to power, to prevent the left from dominating public and institutional opinion. According to him, the right took a long time to act, but the institutions themselves began to confront each other publicly, exposing what he called a pretense of harmony among the Powers. He wrote that, without the commodity boom and amidst public demands for favors and scandals that, according to him, involved even the highest court, the PT contested an election with the least political capital in its history. He said the party suffered a significant defeat, even in strongholds where it used to be the majority, and predicted that Lula would reach the second round morally and politically defeated, with few allies elected to the positions of deputy, senator, and governor. The author attributed part of this weariness to the popular perception of the institutions and the cost of what he described as an "institutional theater." He stated that workers, entrepreneurs, students, churchgoers, and consumers felt the effects in their wallets and daily lives. He also said that Lula could still win by a margin of 51% to 49% and appoint four more people he referred to as "emperors." Finally, he wrote that he did not consider politics a solution for the country, as he understood the problem to be spiritual. He said he observed what he called, quoting Hans-Hermann Hoppe, a "failing god," and concluded by asking for divine mercy for the nation. #Política #Direita #Lula (translated)

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Sérgio Santos 2w

Adriana and Pilar staring at each other through the glass and Adriana giving a kiss, the kiss that Pilar gave her in the first phase. SPECTACLE. #WhoCares #Quemamacuida https://t.co/qzrs1vTywG #Amor #Teatro #Momentos (translated)

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ERIKA HILTON 2w

✨ FANDOMS COM LULA Em defesa do Brasil, da democracia e de um futuro com mais justiça social, fãs e fandoms de diferentes artistas estão se unindo em uma só voz para declarar seu apoio ao presidente Lula. Eu, como fã e como alguém que articula com os fã-clubes desde meu terceiro dia de mandato, apoio a reeleição do Presidente Lula. Foi ele quem nos ouviu e criou o Decreto dos Fãs, garantindo os direitos de quem só quer ver seu artista favorito e a água gratuita em shows. São as suas políticas públicas que investem diretamente na cultura e a torna acessível para todas as pessoas. É seu governo que fez o Brasil ter pleno emprego e é ele quem assina, desde seu primeiro ano de governo, o aumento real do salário mínimo, ajudando a população a ter mais meios de ter contato com a arte. É ele quem pegou a minha proposta pelo FIM da escala 6x1 e transformou em uma bandeira do governo, o que dará ao povo o direito à VIDA além do trabalho. O direito ao tempo para ir num show ou espetáculo. Os fandoms estão na luta, e eu também sou fã. Principalmente, da juventude desse país. #Fandoms #Lula #Cultura

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João Luiz Mauad 3w

👇 “No filme "O Poderoso Chefão" (1972), Don Vito Corleone reúne os chefes das famílias mafiosas para restaurar a ordem depois de uma guerra. O objetivo não é a punição, mas proteger a organização e impedir que disputas entre os seus destruam o grupo. É difícil não lembrar da cena depois do espetáculo grotesco oferecido pelo STF na terça (15). A corte deveria responder a uma pergunta prosaica: há razões para investigar Alexandre de Moraes por suas relações com Daniel Vorcaro? Tratava-se apenas de autorizar apuração com base num catatau de graves indícios. Mas nem isso o plenário fez. Moraes —que votou em questão de ordem num caso que lhe afeta—, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin sequestraram a sessão com acusações, questões processuais e confrontos que terminaram por impedir a decisão. Dino pediu vista de modo desesperado, mesmo já tendo votado sobre a questão. Assim, parece que tudo acabará em pizza. Caindo em contradição, Gilmar resumiu o episódio. Acusou André Mendonça de praticar um "jogo de omertà, de máfia". Depois, disse que "mesmo o colega que esteja eventualmente envolvido" não poderia ser submetido àquele "vexame": "Até a máfia tem ética". Primeiro, a omertà aparece como vício; em seguida, o código mafioso surge como regra de decência no trato com um colega sobre o qual pairam suspeitas. De tal formulação infere-se que a ética da máfia —fundada na lealdade ao grupo, na proteção dos integrantes e em conchavos para resolver lutas internas— deveria ser adotada quando o STF se vê diante de escrutínio externo. Um acinte ao espírito republicano. Não foi a primeira vez. Em fevereiro, quando um relatório da PF mostrou conexões de Dias Toffoli com o Master, os ministros se reuniram a portas fechadas. Toffoli deixou a relatoria, mas não foi declarado suspeito e ainda recebeu apoio público dos colegas. Opacidade, espírito de corpo e resistência a investigações formam padrão intolerável numa instituição que tem o dever de demonstrar, com palavras e atos, que ninguém está acima da lei. Don Corleone invejaria o STF.” #STF #ética #justiça

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Mídia Vascaína 3w

💢🏟️❤️ O espetáculo mais bonito do planeta. A entrada do Vasco em São Januário, o caldeirão. A casa do legítimo clube do povo. https://t.co/CrjK4yAnmz #Vasco #SãoJanuário #Futebol

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Cabine Desportiva 3w

Marco Silva: "Dá resultado condicionar árbitros" "Eu não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar árbitros antes dos jogos, depois dos jogos, durante a semana, de toda a forma e mais alguma, e por vezes dá resultado." Não houve coisas estranhas? "Eu não vou entrar por aí. Acho que o míster Farioli virá aqui a seguir: aproveite e faça-lhe a pergunta. Isso não é para eu responder. Ele ontem falou, falou a semana passada de coisas estranhas, portanto, entrem vocês nessa conversa com ele, porque também gostam. Vamos vendendo bem o futebol português, e vamos ter espetáculos muito bons." #Futebol #Árbitros #MarcoSilva

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Rogério Marinho🇧🇷 3w

Chega de blindagem no Senado! Depois do espetáculo que blindou Moraes no STF, apresentamos hoje projeto para que 49 assinaturas de senadores bastem para abrir impeachment contra qualquer ministro, sem depender da vontade do presidente da Casa. Ninguém pode estar acima da lei! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/CajS7UuIvx #Impeachment #Senado #Justiça

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Adolfo Sachsida 4w

A quem Cármen Lúcia pediu desculpas? Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos. Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.” Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa. Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade. Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende. #CármenLúcia #STF #Justiça

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Victor Garcia 4w

Sr Terninho fez todo um espetáculo colocando o nome do Procurador-Geral da República numa suposta investigação. Hoje, diante do próprio Procurador-Geral da República, diz que não tem evidência nenhuma de nada. Foi mal, tava doidão. Que coisa, hein? #Política #Brasil #Investigação

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MarioFrias 4w

Fizeram contra mim um verdadeiro assassinato de reputação. Durante meses, tentaram transformar suspeitas em sentenças e insinuações em verdades. Chegaram ao absurdo de associar meu nome ao PCC. Logo eu, que jamais tive qualquer relação com criminosos e que construí minha vida pública e profissional com trabalho, às claras e sem atalhos. Mas não se limitaram a destruir reputações no papel. Entraram na minha casa. Invadiram o lugar que deveria ser o último refúgio de qualquer homem: o seu lar. Apontaram armas para a minha sogra, uma senhora de idade, e para a minha filha, uma adolescente de apenas 15 anos. Minha família foi submetida ao medo, à humilhação e a uma violência que nenhuma manchete posterior será capaz de apagar. Enquanto isso, meu nome era lançado à lama. A condenação pública veio antes da prova. A suspeita virou espetáculo. Minha honra, minha família e mais de trinta anos de trabalho foram tratados como danos colaterais de uma narrativa já pronta. E agora surge a perícia: não havia dinheiro público no filme e os valores são rastreáveis. Há uma perversidade particular nisso tudo: destruir primeiro e esclarecer depois. Porque uma reputação construída durante uma vida inteira pode ser ferida em poucas manchetes, enquanto a verdade quase sempre chega silenciosa, meses depois, quando o estrago já foi feito. Não espero pedido de desculpas. Espero apenas que aqueles que tiveram tanta pressa para publicar acusações tenham, ao menos, a mesma coragem para publicar a verdade. Porque investigação séria procura fatos. Perseguição escolhe primeiro o culpado e depois procura um crime. #justiça #reputação #verdade

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Sport Club Internacional 4w

𝗩𝗘𝗘𝗘𝗘𝗘𝗘𝗘𝗘𝗘𝗡𝗖𝗘 𝗢 𝗖𝗟𝗨𝗕𝗘 𝗗𝗢 𝗣𝗢𝗩𝗢! ❤️🤍❤️🤍❤️🤍 TORCIDA DÁ ESPETÁCULO NO SETOR VISITANTE DA ARENA CONDÁ, BRUNO HENRIQUE E CARBONERO BALANÇAM AS REDES E O INTER BATE A CHAPECOENSE POR 2 A 1 NA 27ª RODADA DO BRASILEIRÃO! 🇦🇹🔥🇦🇹🔥 VAMOS, COLORADO! SEGUIMOS JUNTOS! 💪👊 #Brasileirão #Inter #Torcida

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Rodrigo Constantino 4w

O que se vê hoje no Supremo Tribunal Federal não é um “desentendimento institucional”, como repetem os comentaristas de plantão, mas a exposição pública daquilo que há anos se operava nos bastidores: um órgão que deixou de ser tribunal para se tornar comitê revolucionário permanente. A crise detonada pelas mensagens do banqueiro Vorcaro, pelos relatórios da Polícia Federal e pelas liminares contraditórias de Dino e Moraes não revela um acidente de percurso; revela o caráter mesmo da Corte. Quando ministros passam a investigar uns aos outros, a cassar decisões uns dos outros e a disputar o comando da polícia como se fosse um ministério de gabinete, o que resta da ideia clássica de jurisdição? Resta apenas o poder nua e crua, aquele que os antigos chamavam de potentia sem auctoritas. Alexandre de Moraes, durante sete anos, usou o inquérito das fake news como instrumento de governo extra-constitucional. Abriu, fechou, prendeu, desprendeu, censurou e intimidou segundo o critério de conveniência política do momento. Agora que o mesmo mecanismo se volta contra ele — ou ao menos ameaça fazê-lo —, a Corte se estremece. Fachin, no papel de bombeiro tardio, tira-lhe a relatoria, suspende liminares cruzadas e convoca o plenário para o dia 15 como quem tenta tapar o sol com a peneira. Não se trata de restauração da legalidade; trata-se de contenção de danos. O monstro que alimentaram durante anos começou a morder a própria mão. O espetáculo seria cômico se não fosse trágico para o país. De um lado, o ministro nomeado por Bolsonaro tenta, ainda que tardiamente e de forma limitada, mostrar que existem vínculos entre um dos mais poderosos juízes da República e um esquema de fraudes financeiras. Do outro, o bloco que há muito se considera dono do Estado reage como se a mera divulgação de documentos fosse um atentado à “democracia”. Essa inversão de linguagem é o sinal mais claro da revolução cultural que Olavo denunciava: o direito deixou de ser medida objetiva para se tornar arma de facção. Quem controla a narrativa controla o inquérito; quem controla o inquérito controla o adversário. Enquanto isso, o cidadão comum assiste à cena com a mesma perplexidade dos animais que, no final de A Revolução dos Bichos, já não distinguiam o homem do porco. Sessões canceladas, pronunciamentos desmarcados, prazos dados e retirados, confiança pública em queda livre. A Suprema Corte, que deveria ser o último reduto da estabilidade jurídica, tornou-se o palco principal da instabilidade política em ano eleitoral. Não é coincidência. Instituições capturadas não suportam o exame da realidade; elas só sobrevivem no escuro dos procedimentos sigilosos e das decisões monocráticas. O Brasil não enfrenta apenas uma crise de corte. Enfrenta a consequência lógica de ter permitido que um grupo de homens, sem mandato popular e sem freio efetivo, se arrogasse o papel de tutor permanente da nação. Enquanto o povo discute candidatos e plataformas, o verdadeiro poder continua sendo exercido por quem não se apresenta às urnas. A sessão do dia 15 poderá produzir algum recuo tático. Não produzirá a reforma moral e intelectual de que o país precisaria. Essa reforma começa quando se deixa de tratar o STF como oráculo intocável e se passa a enxergá-lo pelo que ele se tornou: um dos principais instrumentos da revolução permanente que há décadas corrói as bases da civilização brasileira. #STF #Justiça #Política

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Mercado Azul Sep 8

FC Porto lutou muito, Diogo Costa deu espetáculo, mas Haaland estragou a festa. https://t.co/T2IQSdDB0i #FCPorto #EPL #Futebol

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Lucas Gabriel Sep 6

Léo Pereira é um espetáculo de zagueiro. Quanto recurso tem o zagueiro do Flamengo. Cracaço de bola, um dos pilares do sistema defensivo e, para mim, o melhor zagueiro da América do Sul. QI de jogo altíssimo. https://t.co/m78rDXl0Sc #Futebol #Flamengo #Zagueiro

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Corinthians Sep 6

Alô, Fiel! É hora de transformar as arquibancadas em um espetáculo! ⚫⚪ Chegue mais cedo, siga as orientações e faça parte do Mosaico da Fiel dos 116 anos do Coringão e do maior poropopó da história! Duas ações com Esportes da Sorte para deixar a Neo Química Arena ainda mais no clima! #SCCPxCHA #NeoQuimicaArena #VaiCorinthians #Corinthians #Futebol #Mosaico

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Canal do Pedrosa Sep 6

E só pra constar: o senhor Davi de Oliveira Lacerda é mais um produto vergonhoso da comissão de arbitragem da CBF. É mais um árbitro que não tem a mínima condição de apitar um jogo desse tamanho. O Fluminense não tem nada a ver com isso. É o espetáculo. Arbitragem medíocre. #Arbitragem #CBF #Fluminense

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Matheus Sep 5

Só quem já sofreu homofobia sabe o peso de ser ridicularizado, constrangido e acuado como o João Victor Gonçalves foi. É revoltante ver marmanjo hétero transformando uma humilhação em espetáculo e chamando de “brincadeira” aquilo que foi violência. Homofobia não é entretenimento! #Homofobia #Respeito #DireitosHumanos

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