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#Estatística
Gabriel Sá 5d

Gabriel Sá informed that, due to the provisional measure that prohibited the bets, São Paulo would play the next matches with the Superscore brand instead of the main sponsorship on the shirt. According to him, the sports statistics platform was part of the same economic group as Superbet, and the values of the contract were kept confidential amid the uncertainty. #SãoPaulo #futebol #esportes (translated)

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Observador 2w

Inflation in Portugal accelerated to 3.6% in September, driven mainly by the increase in fuel prices, according to the National Institute of Statistics (INE). #Inflação #Combustíveis #Economia (translated)

observador.pt
Combustíveis atiram inflação para 3,6% em setembro
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Marcelo de Carvalho 2w

RECADO AOS “ INSTITUTOS “ DE PESQUISA Sabemos que vocês não tem nenhuma responsabilidade e quando erram e são confrontados com as diferenças entre o que disseram e o resultado, soltam explicações cretinas que quem estudou noções de estatística no segundo grau ri. Mas um conselho ou sugestão: a cada ano que passa a mídia tradicional que esconde seus erros passa a ser menos relevante e as redes sociais tem maior alcance e repercussão. Portanto para não perderem O RESTO de credibilidade a sugestao é : Ajustem seus números ….. #Pesquisa #Estatística #Credibilidade

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DataFut 2w

Estatística inacreditável: Pela primeira vez nesse século, um jogo da NFL teve 2 Field Goals nos últimos 7 segundos (via @ScottHanson). O palco do jogo? MARACANÃ. Tinha que ser. https://t.co/R6jHrHdjql #NFL #Estatística #Maracanã

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M. Tips 2w

Quem me acompanha sabe que eu sempre deixei bem claro a importância de ter outras fontes de renda e não depender das apostas. E é nesse momento que esse tipo de preocupação começa a fazer sentido.. A gente já tem que lutar contra os altos e baixos das apostas, com a máfia das estatísticas e agora também contra um governo que tenta sempre o pior caminho possível no sentido de regulamentar e fiscalizar Sei que a maioria que me acompanha trabalha honestamente como eu e enxerga nas apostas uma atividade complementar que muitas vezes acaba virando um estilo de vida e entretenimento pelo esporte futebol Eu estou bem e espero que vocês também aproveitem esse tempo longe pra organizar a vida e se preparar para o futuro A nossa comunidade vai sofrer restrições e seremos impedidos de postar e veicular nossos conteúdos sobre apostas até que as questões envolvendo o tema no Brasil sejam solucionadas Quero agradecer a todos que acompanharam a página e de alguma forma se sentem parte Espero poder voltar com boas notícias em breve. #Apostas #RendaExtra #Futebol

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Adolfo Sachsida 3w

Hoje, o próximo presidente do Brasil, @FlavioBolsonaro, teve a gentileza de se reunir com parte de nossa equipe econômica. É uma equipe que me enche de orgulho: são quase 100 voluntários — PhDs, doutores, professores, pesquisadores e especialistas em economia, direito, estatística, administração e diversas outras áreas do conhecimento — trabalhando desde novembro do ano passado na construção de propostas concretas para o Brasil. Gente qualificada, experiente e, acima de tudo, disposta a dedicar seu tempo e conhecimento ao país. Nosso trabalho é transformar boas ideias em medidas efetivas para recolocar o Brasil no Caminho da Prosperidade. O Brasil tem solução 🙏🇧🇷 #Brasil #Economia #Prosperidade

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Observador 3w

Um agente de inteligência artificial da OpenAI obteve acesso não autorizado ao portal de estatísticas Medicare do governo australiano em junho, embora as autoridades acreditem que não houve comprometimento de dados pessoais, e o primeiro-ministro Anthony Albanese expressou preocupação com a forma tardia como a empresa reportou o incidente. #InteligênciaArtificial #OpenAI #SegurançaDaInformação

observador.pt
Agente da OpenAI entrou em site do governo australiano
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Cabine Desportiva 3w

Villas-Boas visa Rui Costa "Não sei. Há um episódio curioso, na época passada, em Guimarães, entre o Sudakov e um jogador do Vitória. Não sei se é dessa dualidade de critérios a que se refere. Equipa que mais faltas faz e menos cartões leva? A estatística que eu conheço é que o FC Porto tem 21 pontos e sete vitórias em sete jogos. É a essa estatística que me quero agarrar." #Futebol #Porto #RuiCosta

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DataFut 3w

Erling Haaland marcou em todos 25 times que ele enfrentou na Premier League. Estatística impressionante visto que ele tá na 5º temporada no Manchester City. #PremierLeague #ManchesterCity #Haaland

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DataFut 3w

Raphinha na temporada ⚽️⚽️🅰️ vs Elche ⚽️ vs Athletic ⚽️⚽️ vs Rayo Vallecano ⚽️ vs Valencia ⚽️⚽️ vs Feyenoord 🇳🇱 🅰️🅰️ vs Levante ⚽️⚽️⚽️ vs Racing ⚽️⚽️⚽️ vs Sevilla 14 GOLS e 3 ASSISTÊNCIAS em 8 JOGOS. https://t.co/LA6fi86j92 #Raphinha #Futebol #Estatísticas

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DataFut 3w

Estatística INSANA ‼️📊 Desde 2024/25, o Tottenham jogou 41 jogos em casa na Premier League. E venceu apenas 9 vezes, teve 10 empates e perdeu 22 vezes — cerca de 30% de APROVEITAMENTO! ⚠️🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 https://t.co/khFuxMkPTR #Tottenham #PremierLeague #Estatísticas

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Pâm 🌸 3w

FLÁVIO PODE VENCER NO PRIMEIRO TURNO? Durante o programa de Claudio Dantas, Yeda Brandi, Eli Vieira e Dantas analisaram a evolução de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e afirmou que esse cenário já não pode ser descartado. Flávio reduziu sua rejeição entre 3 e 5 pontos e ainda possui um potencial de crescimento de 23 pontos percentuais, especialmente entre os cerca de 32 milhões de eleitores que estavam indecisos. Yeda destacou também o avanço entre os católicos, a aproximação com o eleitorado feminino e a convergência dos principais institutos, que já registram uma tendência de crescimento. Até o Datafolha, teria apontado uma alta de cinco pontos em apenas 17 dias — uma movimentação considerada estatisticamente expressiva. Flávio precisa construir duas grandes ondas para vencer já no primeiro turno. A primeira seria fazer os institutos convergirem para o seu crescimento — etapa que, na avaliação dela, já aconteceu. Agora, a disputa entra em uma nova fase: transformar a queda da rejeição e o apoio dos antigos indecisos em uma onda capaz de definir a eleição ainda no primeiro turno. 🇧🇷👉🏻22 e confirma? #FlávioBolsonaro #Eleições2024 #PolíticaBrasileira

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Rodrigo Constantino 4w

Gilmar Mendes saiu em defesa de Paulo Gonet com a solenidade de quem descreve um santo: reputação ilibada, lisura insuspeita, honra manchada por vazamento seletivo. Faltou só o halo. O decano, que acabou de chamar André Mendonça de pixuleco eleitoral, quer que o país acredite que o Procurador-Geral é um monge togado, vítima de linchamento. O detalhe inconveniente é que o monge e o decano foram sócios no IDP — a faculdade de Direito que Brasília trata, sem pudor, como a empresa da família Mendes. Em 2017, Gonet vendeu sua fatia — cerca de 43% — para Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar, por R$ 12 milhões. No mesmo dia, o IDP tomou R$ 26 milhões emprestados no Bradesco. Negócio particular, disseram. Timing de mercado, insistiram. Quem quiser chamar isso de coincidência está no direito de o fazer; quem quiser chamar de “lisura insuspeita” precisa de uma dose extra de desfaçatez. O PGR de hoje cobrou do ministro de ontem e o filho do ministro pagou. Depois disso, Gilmar virou cabo eleitoral da indicação de Gonet à PGR. Reputação ilibada, claro. Só não convém abrir o balcão. Agora o mesmo Gilmar explodiu porque Mendonça levantou o sigilo das conversas do caso Master. O relatório da PF descreve mensagens atribuídas a Gonet, via o advogado Ciro Soares: “já estou com saudade”, “estou na torcida”, “tomara que tenha charuto e Macallan”. Vorcaro retribuiu o carinho, autorizou o filho do PGR na viagem a Londres e pediu a Moraes que “reforçasse com Andrei e Paulo” para ninguém “de baixo” fazer “sacanagem”. Gonet diz que não é amigo do banqueiro e que a saudade era para o intermediário. Pode ser. O problema é outro: o chefe do Ministério Público aparece no celular do investigado falando de uísque e charuto no mesmo dossiê em que o banqueiro pede intervenção na ponta da investigação. Gilmar chama isso de nada ilícito e compara Mendonça a Moro e Dallagnol. É o clássico: vazamento só é método quando fere o clube. Quando o clube se protege, vira “instituição séria” e “devido processo”. O decano não defendeu um desconhecido. Defendeu o ex-sócio que vendeu a cota para o filho, o padrinho da PGR, o nome que Vorcaro citava quando o banco estava afundando. Se isso é lisura insuspeita, o verbete precisa de errata. E o código de ética que Mendonça cobrou hoje deixa de ser firula: vira manual de sobrevivência para uma Corte que ainda finge que sócio, genro, filho e PGR são coincidências estatísticas. #GilmarMendes #PGR #Ética

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DataFut 4w

Essa estatística é completamente insana. Haaland ficou impedido apenas 25 vezes na Premier em QUATRO TEMPORADAS. Posicionamento absurdo. #Haaland #PremierLeague #Estatística

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Portal Vôlei Brasil 🏐🇧🇷 4w

Julia Bergmann, Luzia Nezzo e Gabi Guimarães foram as maiores pontuadoras do Brasil na partida contra o Chile, confira o desempenho individual de cada uma 🔎 🇧🇷 Julia Bergmann 🔢 13 Pontos 📈 A: 12 | B: 01 | S: 00 🏐 16 Bolas Recebidas ✅ 12 Pontos 🔁 04 Tentativas ❌ 00 Erros 📈 75,00% de Eficiência 📈 75,00% de Aproveitamento ______ 🇧🇷 Luzia Nezzo 🔢 10 Pontos 📈 A: 08 | B: 01 | S: 01 🏐 09 Bolas Recebidas ✅ 08 Pontos 🔁 01 Tentativa ❌ 00 Erros 📈 77,77% de Eficiência 📈 88,88% de Aproveitamento ______ 🇧🇷 Gabi Guimarães 🔢 09 Pontos 📈 A: 08 | B: 00 | S: 01 🏐 21 Bolas Recebidas ✅ 08 Pontos 🔁 08 Tentativas ❌ 05 Erros 📈 14,28% de Eficiência 📈 38,09% de Aproveitamento ______ Esses são os únicos dados disponibilizados pela organização da competição após a partida. As estatísticas coletadas pela FIVB em parceria com a Voleysur ⚠️ #Voleibol #Brasil #DesempenhoAtlético

15012
Observador 4w

O artigo de Francisco Camacho discute a crescente percepção de insegurança em Lisboa, enfatizando que essa percepção é alimentada por experiências diretas e relatos de criminalidade nas ruas, como o consumo de drogas e tiroteios, apesar de algumas estatísticas indicarem uma leve queda na criminalidade violenta. #Insegurança #Lisboa #Criminalidade

observador.pt
Sobre a percepção da insegurança em Lisboa
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Portal Vôlei Brasil 🏐🇧🇷 Sep 9

🔢 Pontuação Geral | 🇧🇷 Brasil x Venezuela 🇻🇪 #VoleiNoSporTV 🇧🇷 Ana Cristina: 12 Pontos (11A | 01B | 00S) 🇧🇷 Lorena Viezel: 11 Pontos (09A | 02B | 00S) 🇧🇷 Rosamaria Montibeller: 09 Pontos (07A | 02B | 00S) 🇧🇷 Julia Bergmann: 08 Pontos (07A | 00B | 01S) 🇧🇷 Diana Duarte: 07 Pontos (05A | 02B | 00S) 🇧🇷 Gabi Guimarães: 06 Pontos (05A | 01B | 00S) 🇧🇷 Helena Wenk: 04 Pontos (03A | 01B | 00S) 🇧🇷 Sabrina Machado: 03 Pontos (02A | 00B | 01S) 🇧🇷 Roberta Ratzke: 02 Pontos (00A | 00B | 02S) 🇧🇷 Luzia Nezzo: 01 Ponto (01A | 00B | 00S) 🇻🇪 Alejandra Arguello: 08 Pontos (05A | 03B | 00S) 🇻🇪 Artigas Reibeht: 06 Pontos (05A | 01B | 00S) 🇻🇪 Isabella Gonzalez: 05 Pontos (05A | 00B | 00S) 🇻🇪 Mariangel Vivas Requena: 04 Pontos (03A | 00B | 01S) 🇻🇪 Gabriela Molina: 04 Pontos (03A | 00B | 01S) 🇻🇪 Diana Paredes: 02 Pontos (01A | 00B | 01S) 🇻🇪 Isabel Mosquera: 01 Ponto (00A | 00B | 01S) 🇻🇪 Colina Lezama: 01 Ponto (01A | 00B | 00S) ➡️ A: Ataque | B: Bloqueio | S: Saque Estatísticas coletadas pela FIVB ⚠️ #Volei #Brasil #Esportes

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DataFut Sep 8

“Aproveitem e desfrutem” Nesse vídeo, apresento algumas estatísticas do Palmeiras no Campeonato Brasileiro que mostram que as críticas da torcida do Verdão sobre o desempenho do time estão CORRETAS. https://t.co/tbokKvy9l1 #Palmeiras #CampeonatoBrasileiro #Futebol

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MBL - Movimento Brasil Livre Sep 5

Enquanto alguns se matam em Brasília, Lula finge que nada demais está acontecendo e mal fala sobre o escândalo do Banco Master. E, agora, a nova propaganda eleitoral do homem mais honesto do Brasil é dizer que ZEROU a fila do INSS. É isso mesmo, por meio de uma mudança que altera o critério dos pedidos, o entendimento do governo é de que isso é suficiente para dizer que a fila foi zerada. Lula divulga para o seu eleitorado que, como um mágico, fez os 235 mil aposentados que estão esperando pelo seu direito simplesmente sumirem das estatísticas. É um tapa na cara do brasileiro que tenta ser honesto neste país. #Lula #INSS #Brasil

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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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