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#Improbidade
Leandro Governador 13 7d

Leandro Grass thanked the 569,930 people who, according to him, voted for him and brought the competition to the second round. He stated that he faced the government's machine, abuse of communication power, and a campaign based, in his assessment, on lies and fear. He also thanked supporters who campaigned and his family. Grass said that on the 25th, the voters of Brasília would choose between him — a professor, former district deputy, and former president of IPHAN — and Celina Leão. Regarding her, he stated that she was being prosecuted for impropriety in the Drácon case and was the vice of Ibaneis in the government which he called the “BRB-Master scandal.” The candidate said he would seek to form a broad front, including with those who did not vote for him, and that he intended to defeat the government and “return the DF to its people.” He also supported the re-election of President Luiz Inácio Lula da Silva and stated that, with Lula in office, he would expand popular pharmacies, the number of vacancies in Pé-de-Meia and ProUni, the number of doctors, full-time schools, and social benefits, in addition to offering more credit to attract companies. #Brasília #Eleições2024 #Lula (translated)

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Moraes acusou um colega do Supremo, André Mendonça, de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. A "prova"? Relatórios anônimos da PF, sem data, sem assinatura, sem autor, carimbados pela própria corporação: "DOCUMENTO DE TRABALHO - SEM VALOR PROBATÓRIO". Tudo dentro do inquérito das fake news, no mesmo dia em que Mendonça retirou o sigilo das peças que mostram a relação de Moraes com Vorcaro, o dono do Banco Master: pelo menos 52 mensagens, encontros, e o contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do ministro. A resposta de Mendonça, em 76 páginas, desmonta a operação. Moraes escreveu que requisitou os papéis por causa de "notícias da existência" dos relatórios, citando até os nomes envolvidos. Ou seja: sabia o conteúdo de documentos restritos antes de recebê-los, e a decisão não explica como. Pior: segundo Mendonça, a inteligência da PF passou pelo menos um mês fazendo "monitoramento e coleta dirigida" sobre um ministro do Supremo e sobre o advogado-geral da União. Por isso ele pede que a Presidência avalie investigar Moraes por abuso de autoridade e denunciação caluniosa, e mande descobrir quem produziu esses relatórios, por ordem de quem e para quê. O sistema começou a se mover. Fachin tirou Moraes da condução das investigações do inquérito e disse que encerrá-lo é urgente, adotando passos nessa direção. Até a Globo mudou o tom, e o Merval admitiu ao vivo: "A gente tende a aceitar certas medidas que são claramente fora da lei, do normal, porque acha que o sujeito lá merece ser condenado". Ele descreveu, sem perceber, a definição exata de estado de exceção. Mas a militância de redação segue vendendo tudo isso como "defesa da democracia". Errado. O que é ilegal contra um ministro do Supremo era ilegal contra o blogueiro, o deputado e o aposentado do 8 de janeiro. Se os procedimentos violaram a Constituição e o devido processo legal, só existe um caminho: anular TUDO, libertar os presos políticos, que se contam às centenas, e afastar as autoridades que impuseram esse regime! E o eleitor precisa entender o prazo dessa escolha. A cadeira de Barroso segue vazia, e Fux, Cármen Lúcia e Gilmar saem por idade até 2030. Quatro cadeiras. Quase metade do Supremo. Mais um mandato do Descondenado significa a blindagem do ministro e a consolidação do estado de exceção por décadas. #SupremoTribunal #Justiça #Democracia

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Deltan Dallagnol 3w

O MESMO MINISTRO, DUAS RÉGUAS DIFERENTES. Há poucas semanas, o ministro Floriano de Azevedo Marques, indicado por Lula e amigo de Moraes, restabeleceu os direitos de campanha de Anthony Garotinho, incluindo o acesso ao fundo eleitoral e ao horário gratuito. Na decisão, afirmou que não seria possível impor medidas tão drásticas antes do julgamento definitivo. A defesa também destacou o entendimento de que o tempo perdido numa campanha provoca um prejuízo irreversível. Garotinho possui uma condenação definitiva por improbidade administrativa em um caso envolvendo R$ 234,4 milhões desviados da saúde no Rio de Janeiro. Mesmo assim, Floriano preservou seu direito de fazer campanha. Comigo, apesar da Justiça Eleitoral do Paraná ter confirmado a minha candidatura, o mesmo ministro adotou a medida oposta e suspendeu toda a minha campanha antes do julgamento do plenário do TSE. Na sua opinião, por que o entendimento dele foi diferente comigo? Escreva nos comentários. #Justiça #Eleitoral #Campanha

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Claudio Dantas Sep 9

Alexandre de Moraes é relator de um inquérito nefasto há 7 anos, período no qual acumulou inúmeras violações constitucionais relatadas em 67 pedidos de impeachment NUNCA apreciados pelo Senado. O plenário do STF também NUNCA viu nada de errado na conduta do ministro. Mas, agora, querem te convencer de que é preciso retirar a relatoria de André Mendonça sobre os casos Master e INSS depois de apenas 7 meses, por suposto abuso de poder, improbidade e crime de responsabilidade. Quem acusa é Moraes, suspeito de vender proteção a Daniel Vorcaro e montar com o chefe da PF uma central de dossiês contra autoridades da República, a partir justamente do inquérito das fake news. Só pode ser brincadeira... ou chantagem. #Justiça #Impeachment #STF

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DR. PAULO FARIA Sep 9

8 DE SETEMBRO DE 2026: A CRISE QUE COLOCOU STF E POLÍCIA FEDERAL EM CONFRONTO ABERTO O que aconteceu nesta terça-feira, 8 de setembro, ultrapassa em muito uma divergência circunstancial entre integrantes do Supremo Tribunal Federal. A sucessão de acontecimentos envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e Gilmar Mendes expôs uma crise institucional de proporções ainda difíceis de dimensionar. No centro da controvérsia estão investigações relacionadas ao Banco Master, relatórios produzidos pela Polícia Federal, acusações envolvendo a condução de procedimentos investigatórios e, sobretudo, uma questão que se tornou inevitável: quais são os limites institucionais quando aqueles encarregados de investigar, fiscalizar e julgar passam a questionar reciprocamente a legalidade de suas próprias atuações? A crise ganhou outra dimensão depois que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça por supostos abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em episódio relacionado à condução das investigações dos casos Master e INSS. Mendonça reagiu no plano jurisdicional e colocou sob severo questionamento a produção e a utilização de relatórios de inteligência da Polícia Federal, inclusive material que teria servido de fundamento para medidas dirigidas contra ele. O conflito, portanto, deixou de estar restrito à interpretação de atos processuais. Passou a envolver diretamente a regularidade da atuação da Polícia Federal e a relação institucional entre integrantes da própria Suprema Corte. O acontecimento mais contundente desta terça-feira foi a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão provocou imediata repercussão política e jurídica, mas existe um aspecto que não pode ser ignorado: submetida a questão à Segunda Turma do STF, Mendonça recebeu os votos de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria de três dos cinco integrantes do colegiado para referendar o afastamento. Independentemente das avaliações políticas sobre a decisão, esse dado possui enorme relevância institucional, porque demonstra que a posição adotada pelo relator não permaneceu isolada dentro do próprio Supremo. Nesse cenário entrou Gilmar Mendes, que pediu vista e interrompeu a conclusão do julgamento, defendendo uma análise mais aprofundada da matéria e levantando preocupação específica quanto aos efeitos de uma decisão dessa natureza durante o período eleitoral. O pedido de vista, contudo, não significou a revogação automática da medida cautelar. Pelo contrário, a controvérsia permanece aberta e tende a avançar para uma discussão ainda maior dentro do Tribunal, especialmente diante da possibilidade de submissão da matéria ao Plenário. O presidente do STF, Edson Fachin, também ingressou diretamente na administração da crise ao determinar a prestação de informações pelos envolvidos. Há, portanto, algo muito maior acontecendo em Brasília do que uma simples disputa entre ministros, e no centro do furação, Alexandre de Moraes x André Mendonça. AM x AM! Mendonça, em suas razões, questiona procedimentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal e determina o afastamento de sua cúpula. E hoje a Segunda Turma formou maioria favorável à medida, com votos de Nunes Marques e Luiz Fux, uma vez que Toffoli se declarou impedido. Gilmar Mendes - agindo como o dono da razão - interrompe a conclusão do julgamento e introduz no debate a possível repercussão eleitoral da decisão. Paralelamente, documentos e informações relacionados ao Banco Master continuam alimentando uma crise que alcançou simultaneamente o STF e a direção da principal instituição de polícia judiciária da União. O problema institucional que emerge desse episódio é muito mais profundo e não pode ser reduzido à preferência política por este ou aquele personagem. Quando ministros da Suprema Corte passam a formular acusações ou questionamentos graves sobre a atuação de outros integrantes do Tribunal, enquanto a própria direção da Polícia Federal é atingida por decisão judicial fundada em suspeitas relacionadas à produção e utilização de informações de inteligência, a discussão deixa de pertencer exclusivamente aos envolvidos. Torna-se assunto de interesse público. Transparência, contraditório, documentação verificável e estrita observância da lei passam a ser indispensáveis para que a sociedade compreenda exatamente o que aconteceu. O Brasil chega ao final deste 8 de setembro com uma pergunta que nenhuma instituição deveria considerar inconveniente: quando investigadores, autoridades policiais e integrantes da mais alta Corte do país entram em rota de colisão, quem fiscaliza o exercício desses poderes e quais mecanismos efetivamente impedem que qualquer autoridade, independentemente do cargo que ocupe, ultrapasse os limites estabelecidos pela Constituição? A resposta não pode depender de nomes, preferências políticas ou circunstâncias eleitorais, mas da Constituição, da lei, das provas e da possibilidade de controle efetivo dos atos praticados pelo poder público. Dr. Paulo Faria Jornalista 4090/GO #STF #PolíciaFederal #CriseInstitucional

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Karina Michelin Sep 7

As manifestações deste 7 de Setembro viraram um verdadeiro termômetro para o destino do Brasil. E quem diz isso é a colunista Roseann Kennedy, do Estadão: os atos devem funcionar como um “termômetro” para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidir como conduzir o confronto aberto entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. A informação expõe a dimensão da crise instalada na Corte; Fachin passou a centralizar os procedimentos que envolvem os dois ministros depois que Moraes pediu investigação contra Mendonça, acusando-o de abuso de autoridade, improbidade e parcialidade na condução de apurações ligadas ao Banco Master. Na sexta-feira, 4 de setembro, Fachin retirou o pedido do inquérito das fake news - relatado pelo próprio Moraes - e determinou que fosse tratado em procedimento sob sua presidência. Do outro lado está a apuração sobre mensagens atribuídas a Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal e, na véspera do 7 de Setembro, liberou a Petição 16.662 para julgamento presencial no plenário. Agora, cabe a Fachin decidir quando o caso será pautado. Não é somente o presidente do STF que estaria observando a força e o tom das manifestações antes de definir seus próximos movimentos; é também o governo Lula e todos os colaboracionistas envolvidos neste plano de poder. Não se trata mais apenas de divergência jurídica entre ministros - o Supremo atravessa uma crise interna marcada por acusações recíprocas, questionamentos sobre investigações, documentos da Polícia Federal e a própria credibilidade institucional da Corte. Quando até um dos maiores jornais do país registra que as ruas podem pesar na condução desta crise, o recado é evidente - a pressão popular será decisiva, e Brasília está ouvindo. Neste 7 de Setembro, a dimensão dos atos poderá ir muito além de uma fotografia política do país. Ela chega diretamente ao momento em que Fachin terá de decidir se o Supremo enfrentará a crise às claras - ou se continuará tentando sufocá-la atrás das portas fechadas dos gabinetes, enquanto a confiança dos brasileiros nas instituições desmorona do lado de fora. #Brasil #STF #7deSetembro

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Vinicios Betiol Sep 4

O presidente do STF, Edson Fachin, deu 5 dias pra PGR se manifestar sobre as denúncias do Alexandre de Moraes de que o André Mendonça agiu por motivação política. Mendonça é acusado de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Será que ele vai fazer companhia ao Bolsonaro? #STF #politica #justica

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Karina Michelin Sep 4

Alexandre de Moraes acaba de transformar o Supremo Tribunal Federal num campo de guerra. Dois dias depois de André Mendonça retirar o sigilo do relatório da PF que o identificou como destinatário de dezenas de mensagens de Daniel Vorcaro, Moraes reagiu tentando colocar sob investigação o ministro que expôs o caso. Moraes pediu a Edson Fachin a abertura de uma investigação contra Mendonça por “improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade”. O acusa de direcionar, por razões políticas, as operações Compliance Zero, que apura o Banco Master, e Sem Desconto, sobre o saque bilionário aos aposentados do INSS. Para executar o contra-ataque, Moraes recorreu ao infame inquérito das fake news - a investigação sem fim aberta sem provocação da PGR, relatada por ele próprio e na qual concentra os papéis de vítima, investigador e julgador. O inquérito-curinga, que já engoliu todas as fronteiras legais, agora é apontado contra um ministro do próprio STF. O escândalo é ainda maior: a ofensiva se apoia em relatórios de inteligência produzidos paralelamente pela PF, sem assinatura de delegado e carimbados pela própria corporação como “sem valor probatório”. Os documentos registram que não servem para imputar crimes, embasar representações ou instruir procedimentos. Mesmo assim, nas mãos de Moraes, viraram “fortes indícios” contra Mendonça. A lógica é obscena; quando um relatório expõe Moraes, o sistema tenta anulá-lo. Quando um documento sem valor probatório ataca quem permitiu a exposição, ele vira munição para uma investigação. Isso sim é criminoso - autoproteção com a máquina do Estado. Agora Fachin terá de decidir se submete os dois casos ao plenário ou se ajuda a enterrar as provas sob mais uma camada de sigilo e manobras processuais. O Supremo, que deveria conter abusos, transformou-se no epicentro da maior crise institucional da história do Brasil. Um ministro citado em provas usa o poder para retaliar outro - enquanto ninguém responde ao essencial: qual era, afinal, a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro? #STF #Justiça #CriseInstitucional

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Carlos Viana Sep 4

O perigo está rondando André Mendonça. E não é força de expressão. O relator que permitiu que viesse a público um relatório da Polícia Federal com 218 páginas agora passa a ser questionado dentro do próprio Supremo. Alexandre de Moraes acionou o presidente do STF, Edson Fachin, pedindo providências contra Mendonça por supostos atos de improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Ao mesmo tempo, Paulo Gonet pediu a nulidade do relatório, alegando extrapolação. Percebam a inversão: A pergunta deveria ser: O QUE EXISTE NESSE RELATÓRIO? Mas o debate começa a virar: QUEM PERMITIU QUE ISSO APARECESSE? Isso é gravíssimo. Quando documentos produzidos pela própria Polícia Federal trazem elementos envolvendo autoridades, a resposta institucional não pode ser atacar a existência do relatório antes de esclarecer seu conteúdo. Se não houve nada, que se explique. Se houve irregularidade, que se apure. Mas existe uma linha que o Brasil não pode aceitar que seja ultrapassada: NÃO SE PODE TRANSFORMAR QUEM ABRIU A PORTA EM PROBLEMA E ESQUECER O QUE FOI ENCONTRADO DO OUTRO LADO. Instituições não existem para proteger autoridades da verdade. Existem para proteger a verdade, inclusive quando ela incomoda autoridades. O Brasil não pertence a meia dúzia de poderosos. PERTENCE AO POVO BRASILEIRO. #Justiça #Transparência #DireitosHumanos

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Paulo Kogos Sep 4

Estamos em um momento crítico da história. Isso JAMAIS aconteceu no Brasil. Moraes está usando um inquérito ilegal criado e relatado por ele mesmo para em benefício próprio acusar falsamente de crimes o ministro André Mendonça, o que é absolutamente ilegal. Moraes não tem poder algum para acusar ninguém de crimes, muito menos um colega do Supremo. Apenas a PGR pode denunciar ministros do STF por crimes. Desde que o relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro veio a público, a principal alegação de Moraes e seus aliados é a de que Mendonça teria mandado investigar Moraes sem autorização do plenário, o que a PGR também alegou no pedido de nulidade do relatório. Moraes acusa Mendonça de improbidade administrativa e de abuso de autoridade, de quebra de imparcialidade e de favorecimento a grupos políticos. Diz que Mendonça teria direcionado provas contra ele e contra outros magistrados, e que teria usurpado a condução das investigações da polícia. São, palavra por palavra, as mesmas acusações que caberiam com folga sobre a trajetória do próprio Moraes ao longo dos últimos anos. O acusador de hoje descreve o adversário usando o espelho. O que assistimos hoje é a lógica da guerra substituindo por completo a lógica da Justiça dentro da mais alta corte do país. Não se discute mais o que é verdade. Discute-se quem consegue apontar a arma primeiro. Moraes não respondeu às conversas com Vorcaro explicando-as, ele partiu para cima de quem as trouxe à tona. A cada movimento de apuração, ele responde com um movimento de retaliação maior, na aposta de que tem mais poder acumulado do que todos, inclusive o executivo, o legislativo e até seus colegas do STF. Enquanto Moraes triplica a aposta, 81 senadores seguem sentados, decidindo, com o próprio silêncio, se este país ainda tem um legislativo ou se já é governado inteiramente por Alexandre de Moraes. A quinta-feira de hoje foi mais um teste. Falta saber quem, afinal, terá coragem de responder. #Justiça #STF #Brasil

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Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 Sep 4

O carrasco, pseudo juíz, Alexandre de Moraes utilizou o inquérito das “fake news” para apontar possíveis crimes atribuídos ao também ministro André Mendonça, entre eles abuso de autoridade e improbidade administrativa. Moraes teria ainda solicitado ao presidente do STF, Edson Fachin, providências relacionadas ao caso e a entrega de documentos obtidos pela Polícia Federal que mencionem integrantes da Corte. O episódio coloca ministros do Supremo em lados opostos e reacende uma questão que vai muito além dos nomes envolvidos: Quem fiscaliza o Supremo quando a acusação parte de dentro do próprio Supremo? #Supremo #Justiça #Politica

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Fernanda Salles Sep 4

🚨 ATENÇÃO: Moraes acusa Mendonça de crimes e pede que ministro seja investigado no inquérito das fake news “Há, portanto, a presença de fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade pelo Ministro André Mendonça, no exercício da relatoria das PETs 15041 (Operação Sem Desconto) e 15556 (Operação Compliance Zero)”, diz trecho da decisão de Moraes. #FakeNews #ImprobidadeAdministrativa #Justiça

16600
Victor Garcia Sep 4

🚨 Moraes pede a Fachin investigação contra André Mendonça por suspeitas de abuso de autoridade, improbidade e favorecimento político no caso Vorcaro. #Justiça #Política #Investigação

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Sam Pancher Sep 4

O ministro Alexandre de Moraes usou o inquérito das Fake News para proferir um despacho em que acusa o ministro André Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Documento foi enviado ao ministro Edson Fachin. https://t.co/MmVwM3cBLc #FakeNews #ImprobidadeAdministrativa #AbusoDeAutoridade

48983
Fernando Holiday Sep 4

🚨 URGENTE Alexandre de Moraes inclui André Mendonça no inquérito das Fake News e pede que seja investigado por improbidade e abuso de autoridade. Definitivamente, Moraes está fora de si. Precisa ser interditado imediatamente! #FakeNews #Improbidade #AbusoDeAutoridade

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Allan Dos Santos Aug 25

A PF investiga suspeita de desvio de R$ 750 mil do fundo eleitoral do PRTB em 2024, com benefício a Leonardo Avalanche, presidente do partido e vice de Pablo Marçal, e familiares. Denúncia aponta repasse ao escritório do secretário-geral Samuel Azevedo. Os sigilos indicam empresas intermediárias, saques e uso da conta do filho de 13 anos para ocultar valores. Relatórios parciais foram enviados à Justiça de SP com suspeita de crimes eleitorais e improbidade. Avalanche nega irregularidades e diz que falará só no inquérito. Marçal não respondeu. #Corrupção #Justiça #Eleições2024

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Felipe Moura Brasil Aug 5

A família Bolsonaro também articulou o afrouxamento da lei de improbidade, quando Jair Bolsonaro era alvo de processo no caso Wal do Açaí. É mais um ponto em comum com Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder de Lula no Senado, além do amigão Willer Tomaz, alvo de buscas da PF.👇 https://t.co/mN3teZDfIU #Política #Brasil #Corrupção

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