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#Incredulidade
Sérgio Santos 2w

Dom Orlando Brandes:"Maria venceu o dragão.Temos muitos dragões que ela vai vencer.O dragão q é o tentador,o dragão q já foi vencido (a pandemia) e temos o dragão do ÓDIO,da mentira,do desemprego,da fome,da incredulidade.O povo ama Nossa Senhora Aparecida"https://t.co/vzmMiKpQt8 #Maria #NossaSenhora #Esperança

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José Correia Guedes Sep 10

Faz amanhã 25 anos que o mundo mudou. Mudou em geral mas mudou especialmente para a aviação comercial. Mudou para os passageiros, para os pilotos, para as tripulações em geral e para todos quantos trabalham nesta indústria. Para pior, muito pior. Arriscaria mesmo dizer que perdeu a graça. Para mim, pelo menos, perdeu muito do encanto que tinha. A tortura dos procedimentos de segurança, o stress de saber que ao mais pequeno desvio levava com um F16 em cima, a impossibilidade de conversar com os meus passageiros e até de os receber no cockpit, a memória de milhares de vítimas inocentes esmagadas por aviões que deviam ser instrumentos de prazer e conveniência em vez de armas de destruição maciça, enfim, tudo isso mudou em 11 de Setembro de 2001. Mudou também Nova Iorque, my kind of town. Cada vez que lá ia após os atentados as memórias continuavam presentes. O ground zero que sempre olhava com incredulidade ("como foi possível alguém fazer isto?"), os memoriais carregados de flores e fotografias dos que perderam a vida, até os cheiros teimosamente persistentes nalguns lugares. Foi o dia em que percebemos com tristeza que o Boeing ou Airbus que tanto prazer nos dava pilotar podia ser também um míssil capaz de dizimar milhares de vidas com um único golpe. Sim, o mundo e em particular a aviação comercial mudaram em 11 de Setembro de 2001. Para pior, muito pior. Não esqueçam #Aviação #Memória #11deSetembro

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Raul Moura Aug 17

Anunciar duas vezes uma não renovação seria o que? Eu juro que eu não consigo por em palavras isso… Loucura? Insanidade? Falta de noção? Ilógico? Incredulidade? Muita coragem? Culhão? Não sei. Ultrapassaria o inexplicável. #Loucura #Insanidade #Incredulidade

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Informa Fogo Aug 14

O clima no vestiário após a derrota no Peru foi de incredulidade, vergonha e muita tensão. Jogadores reconheceram a atuação muito abaixo do esperado e fizeram fortes cobranças entre si, com momentos de nervos à flor da pele e grande inconformidade. A diretoria também se reuniu com os capitães e a comissão técnica para manifestar profunda insatisfação com o desempenho. As lideranças do elenco assumiram a responsabilidade de juntar os cacos e tentar recuperar o grupo. Agora, o foco é uma resposta imediata contra o Vitória. Apesar do vexame no Peru, internamente o Botafogo ainda acredita que pode reverter a situação contra o Cienciano, no Rio. — TF #Futebol #Botafogo #Derrota

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Observador Jul 8

O empresário Valter Lavitola é suspeito de ter planeado um atentado com bomba em frente à casa do jornalista italiano Sigfrido Ranucci, ocorrido em outubro de 2025, levando à detenção de quatro pessoas e à investigação por tentativa de homicídio em massa, enquanto Ranucci expressou a sua incredulidade devido à sua amizade com Lavitola. #Itália #Crime #SigfridoRanucci

observador.pt
Empresário suspeito de planear atentado a amigo jornalista
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Kiritkumar Gentilal Jul 6

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

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Cabine Desportiva Jul 6

UEFA arrasa FIFA: "A decisão de ontem de suspender, por um período probatório de um ano, a aplicação da suspensão automática de um jogo na sequência do cartão vermelho mostrado ao jogador Folarin Balogun ultrapassou um limite inaceitável. O futebol, tal como qualquer outro desporto, assenta em regras, que constituem a base para uma competição justa, honesta e transparente. Por vezes, as regras estão abertas a interpretação. Neste caso, não. Uma suspensão automática mínima de um jogo na sequência de um cartão vermelho não é uma opção discricionária e não requer a decisão de um órgão competente para ser aplicada. Trata-se de um princípio consagrado nos regulamentos, que não pode ser sujeito a exceções, muito menos no meio de um torneio em que vários outros jogadores se encontraram na mesma situação e cumpriram regularmente a sua suspensão. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida pelos seus guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade de uma competição é comprometida. Da mesma forma, tal decisão cria um precedente no torneio em curso, onde situações semelhantes exigirão agora um tratamento igual, em detrimento da competição. O futebol é o desporto mais amado do mundo porque é um jogo bonito e inspira confiança por ser praticado em todo o lado com as mesmas regras. Um torneio nunca é um caso isolado e, se o torneio em questão for o Mundial, tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas para o jogo como um todo. Manifestamos a nossa incredulidade perante uma decisão tão sem precedentes, incompreensível e injustificável." #Futebol #UEFA #FIFA

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Observador Jun 28

László Krasznahorkai, em entrevista durante o festival Babell no Porto, expressa sua incredulidade em relação à conquista do Nobel da Literatura e reflete sobre a queda de Viktor Orbán, afirmando que a esperança é uma ilusão, ecoando seu ceticismo sobre questões políticas e existenciais. #LászlóKrasznahorkai #ViktorOrbán #Literatura

observador.pt
Krasznahorkai, Orbán e o Nobel: “Ainda não acredito”
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Diario de Noticias May 13

Afonso Eulálio tornou-se o terceiro ciclista português a vestir a camisola rosa na Volta a Itália, após ser segundo na quinta etapa da 109.ª edição da prova, destacando-se no pelotão internacional e expressando a sua incredulidade e entusiasmo pela conquista. #Giro2026 #AfonsoEulálio #CamisolaRosa

www.dn.pt
Giro de Itália: Afonso Eulálio torna-se o terceiro português a vestir a camisola rosa. "Ainda não acredito"
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