Zheng Qinwen made history by becoming the first Chinese tennis player to win the Beijing tournament, defeating the Russian Mirra Andreeva in the final. #Ténis #ZhengQinwen #Pequim (translated)

Zheng Qinwen made history by becoming the first Chinese tennis player to win the Beijing tournament, defeating the Russian Mirra Andreeva in the final. #Ténis #ZhengQinwen #Pequim (translated)

The European Commissioner for Trade, Maros Sefcovic, stated that he hopes for "concrete results" from the negotiations that began on Thursday in Beijing to correct the trade imbalance between China and the European Union (EU), amid growing bilateral tensions. #UniãoEuropeia #Comércio #China (translated)
Daniil Medvedev was disqualified in the semi-finals of the Beijing Open after accidentally hitting a ball in the face of a spectator, while Novak Djokovic advances to the final, increasing his record of victories in the tournament. #Ténis #Medvedev #GoldenBoy (translated)

The Chinese influence in Brazil is being perceived more positively than the American one, reflecting a critical moment for the U.S., especially with the repercussions of the recent presidential elections in Brazil and the growing geopolitical competition between Washington and Beijing. #Brasil #Geopolítica #InfluênciaChinesa (translated)
The Geopolitical Analysis stated that the Brazilian agribusiness could be severely harmed if the right became hegemonic in the country. According to the author, the sector benefited from sales to China, but Beijing purchased Brazilian products for reasons of competitiveness and strategic partnership, without a special bond with Brazil. He also wrote that, in a direct competition with the United States, the end of a Brazilian government aligned with Beijing could lead China to diversify its suppliers and reduce demand for Brazilian products. #Agronegócio #China #EUA (translated)
Novak Djokovic advanced to the final of the Beijing tournament after Daniil Medvedev was disqualified for hitting a spectator with the ball during the semifinals. #Ténis #Djokovic #Medvedev (translated)

Clarke de Souza wrote that 11 more sections had been counted in Asia and that Flávio maintained an advantage among overseas voters, with 58.4% against 28.8%, in 98 of the 1,351 sections. According to him, the difference had decreased after the inclusion of results from China, Malaysia, and Singapore, where Lula was leading. De Souza reported that in Nagoya, Flávio had 73.7% of the votes and Lula 13.6%, with 7,368 votes against 1,356 in 42 of the 58 sections. In China, Lula was ahead in Beijing, with 77.6% against 16.4%; in Shanghai, with 63.7% against 22.5%; and in Canton, with 52.2% against 38.0%. The author estimated that these locations accounted for about 360 votes. He also pointed out Lula's lead in Singapore, with 54.6% against 26.4%, and in Kuala Lumpur, with 53.7% against 32.9%. In Japan, where 60 of the 119 sections had been counted, Flávio had 73.2% and Lula 13.6%. De Souza said that Flávio's result was one point above what Bolsonaro obtained in 2022. He added that Tokyo, the largest electoral college in Japan, still had no ballots published, although voting had already ended and there was a long queue. #Eleições2023 #Brasil #Política (translated)
MI5 reported that a Chinese organization, financed by the Beijing government, used academic research in UK universities for espionage activities, posing a threat to British national security. #ReinoUnido #Espionagem #China (translated)

Sefcovic afirmou na semana passada que Bruxelas pretende “reequilibrar” o comércio com Pequim, abordando o futuro das exportações chinesas para a UE e o acesso das empresas europeias ao mercado chinês. #Economia #China #UniãoEuropeia
Num comunicado, o ministro mencionou o conceito de “estabilidade estratégica construtiva”, uma fórmula que Xi reiterou durante a visita e que Pequim utiliza para definir a relação bilateral desde a viagem de Trump à China, em maio. #China #EUA #RelaçõesInternacionais
Trump revelou aos jornalistas ter conversado sobre o Irão, aliado de Pequim, com o homólogo chinês. #Trump #Irão #EstreitoDeOrmuz
Durante uma visita à Casa Branca, o presidente chinês, Xi Jinping, divertiu-se com uma apresentação do ex-presidente Donald Trump em que este mostrou o retrato de Joe Biden como caneta automática, em meio a tensões entre Washington e Pequim. #RelaçõesInternacionais #XiJinping #DonaldTrump
📌Pequim confirmou que Xi Jinping fará uma visita de Estado de 23 a 25 de setembro e se encontrará com Donald Trump em Washington no dia 24. Xi não vai aos Estados Unidos desde novembro de 2023, quando se reuniu com Joe Biden em San Francisco. A Washington, não vai desde 2015; há 11 anos. E o encontro ocorre apenas quatro meses depois de Trump ter sido recebido por Xi em Pequim. Comércio, IA, terras raras e Taiwan estão entre os principais temas na mesa. #China #EUA #Diplomacia
A União Europeia solicitou à China que limite voluntariamente as exportações de automóveis híbridos para o mercado europeu, visando evitar uma escalada nas tensões comerciais entre Bruxelas e Pequim. #China #UniãoEuropeia #Exportações

🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina
Enquanto a gente está justificadamente preocupado com o STF no Brasil, parece que uma merda ainda maior está acontecendo no mundo. Os chefes das três IAs mais poderosas do Ocidente - Anthropic (Claude), OpenAI (ChatGPT) e xAI (Grok, do Elon) - acabaram de se alinhar em público para desacelerar o avanço da fronteira da tecnologia. Dario Amodei publicou hoje o texto pedindo para "segurar o ritmo". Altman respondeu que concorda. Musk: "Dario is right." Quando esses três concordam em alguma coisa, alguma cagada já aconteceu. Não foi um acordo formal assinado à mesa. Foi pior: um alinhamento público, do nada, no sábado. O pedido não é parar a IA. É desacelerar a melhoria das capacidades de ponta porque, segundo o próprio Amodei, a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade deles de entender e controlar o que criaram. A Anthropic já admite que o Claude escreve a maior parte do código da própria empresa. Ou seja: a IA está cada vez mais construindo a próxima IA. Já tínhamos relatos de agentes saindo do sandbox, se comunicando entre si, invadindo sistemas, trapaceando em testes e mentindo para os próprios criadores - no estilo HAL 9000. O episódio mais citado envolve agentes da OpenAI que, em avaliação interna, escaparam, se coordenaram e atacaram infraestrutura externa. Amodei foi além: avisou que, em 6 a 12 meses, um enxame desse tipo poderia tomar pedaços da internet e causar prejuízo de centenas de bilhões. Três cenários daqui para frente: 1. Segunda na bolsa. Quase toda a valorização de Nvidia, Microsoft, Google e das próprias labs foi precificada no avanço exponencial da IA. Se o mercado ler isso como freio real, e não só discurso de segurança, pode ser banho de sangue. Se ler como teatro para acalmar Washington, o tombo fica menor - mas a desconfiança fica. 2. A China não vai fazer o mesmo. Enquanto Ocidente discute "pacing", Pequim trata isso como oportunidade. O risco estratégico é óbvio: o lado que freia por medo entrega vantagem para o lado que não freia. 3. O pior cenário não é o crash de segunda. É o motivo do freio ser verdadeiro. Se os caras que ganham trilhões acelerando agora pedem para desacelerar juntos, o cálculo deles mudou. Ou viram algo que o público ainda não viu, ou sabem que o próximo salto - autoaperfeiçoamento recursivo - pode sair do controle. A coisa está realmente assustadora. #IA #Tecnologia #SegurançaDigital
Teerão, Pequim e Moscovo criticaram a decisão da AIEA de encaminhar o programa nuclear do Irão ao Conselho de Segurança da ONU, acusando-a de agravar a tensão e de ser uma tentativa de exercer pressão sobre Teerão. #Irão #ConselhoDeSegurança #Nuclear
As chancelarias da Rússia e da China anunciaram que pretendem aprofundar os laços estratégicos com a Coreia do Norte. Isso veio poucos dias após a Rússia inaugurar a primeira ponte rodoviária com a Coreia do Norte. Segundo fontes de inteligência sul coreana, a ditadura de Kim Jong-un prepara o envio de um novo contingente de soldados para ajudar Putin na sua invasão da Ucrânia. Uma força que pode ultrapassar os 30 mil soldados. O eixo Moscou-Pequim-Pyonyang vai assim se fortalecendo. #Rússia #China #CoreiaDoNorte
Na televisão russa, a Rossiya 24 transmite Igor Sechin, presidente da Rosneft, aliado próximo de Vladimir Putin e um dos homens mais poderosos do setor energético russo. Ele discursava durante o VIII Fórum Empresarial de Energia Rússia - China, realizado em Vladivostok nesta sexta-feira, 4 de setembro. Sechin exaltava a força energética russa, a parceria estratégica com Pequim, a capacidade de Moscou de abastecer a China e uma relação bilateral que, segundo ele, alcançou níveis sem precedentes. Chegou a encerrar sua fala citando Mao Tsé-Tung: “o vento do Leste prevalece sobre o vento do Oeste”. Enquanto isso, em Sochi, um russo assiste à transmissão ao vivo, ouve aquela narrativa falaciosa e ironiza: “tudo parece funcionar, tudo parece fantástico.” Então vira a câmera para a janela e mostra uma imensa coluna de fumaça. Era a região de Adler, onde uma instalação petrolífera da Lukoil havia sido atingida em meio a mais uma ofensiva de drones ucranianos. O homem que grava resume o absurdo: “em quem acreditar? No que seus próprios olhos estão vendo ou no que a televisão está dizendo?” Esse vídeo vale mais do que qualquer discurso sobre propaganda.Porque esse método não pertence apenas à Rússia. Regimes autoritários e governos cada vez mais dependentes de controle narrativo aprenderam a fabricar uma realidade paralela - Rússia, China e Brasil conhecem muito bem esse mecanismo. Selecionam números, escondem crises, repetem discursos otimistas, atacam quem contradiz a versão oficial e tentam convencer a população de que aquilo que ela vê, sente e vive não corresponde à “verdade” apresentada pelo regime. Mas existe algo que nenhuma máquina de propaganda controla para sempre: a realidade. E, no final, a pergunta do cidadão russo serve para qualquer um: em quem acreditar - na propaganda ou nos próprios olhos? Eu fico com a segunda opção. #Propaganda #Realidade #Autocracia
A China não tem interesse em um fim rápido da guerra na Ucrânia, pois o conflito desgasta o poder militar ocidental e aumenta a dependência de Moscovo em relação a Pequim, conforme analisado pela especialista em relações internacionais, Liliana Reis. #GuerraNaUcrânia #RelaçõesInternacionais #UniãoEuropeia
