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#Polarização
Observador 1d

Barack Obama, former president of the USA, criticized authoritarianism and political polarization in a lecture in Lisbon, while Donald Trump suggested that Ukraine would need a new president to facilitate the resolution of the conflict with Russia. #BarackObama #Autoritarismo #GameChangersForum (translated)

observador.pt
As notícias das 22h
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danni 2d

Danni wrote that, while they had a normal polarization between left and right, the scenario of their group opposed a center government to fascism. #política #democracia #direitoshumanos (translated)

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Guilherme Cortez 3d

Guilherme Cortez stated that Augusto Cury had campaigned for pacification and for the end of hate and polarization but supported the Bolsonaros, whom he accused of advocating for firearms, offending women, and minimizing femicides. Cortez said that the voters were not naive and argued that anyone who was not on the side of hate should vote for number 13. #Paz #Política #Eleições (translated)

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Observador 4d

The 2026 Brazilian presidential election revealed a deeply divided country, with Flávio Bolsonaro and Luiz Inácio Lula da Silva emerging as candidates for the runoff despite high levels of rejection, reflecting a political polarization that has consolidated over the past decade. #EleiçõesBrasil #Polarização #LulaBolsonaro (translated)

observador.pt
Uma eleição entre 2 Brasis
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Observador 4d

The article by Jaime Nogueira Pinto questions what lies behind the recent choice of the Brazilian people, suggesting that manipulation through misinformation and support for the far-right were fundamental factors in the election results. #Brasil #Desinformação #Polarização (translated)

observador.pt
Viva o povo brasileiro?
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Netenho Cavalcante 4d

Netenho Cavalcante wrote that conversations about politics should be light and respectful, despite the polarization, and said that democracy allowed for different opinions. He stated that he would support number 22 because he believed change was necessary and predicted that Flávio Bolsonaro would be the next president of Brazil. #Política #Democracia #Mudança (translated)

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Observador 5d

In the midst of current ideological polarization, Pope Leo XIV's visit to France gathered crowds in search of the message of Jesus Christ, symbolizing a presence that transcends political and social divisions. #PapaLeãoXIV #IgrejaCatólica #Unidade (translated)

observador.pt
Leão rugiu no deserto
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poponze 5d

Poponze wrote that Juliette stated that, with the second round of the 2026 elections approaching, it was not the time to attack anyone. According to her, the polarization was already producing very bad effects, and it was necessary to talk, understand, and reflect on the right and wrong, as there were 20 days left. https://t.co/pMhDHqYLmU #Eleições2026 #Polarização #Diálogo (translated)

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Xico Graziano 7d

Xico Graziano wrote that Renan Santos led the MBL, founded the Missão party, presented proposals that he considered interesting for the country, and contested the elections with idealism. According to Graziano, ideological polarization consumed the energy of the campaign, and politicians rarely engaged in self-criticism after a defeat, preferring to attribute it to others or external factors. The author stated that Santos had launched good ideas but questioned whether Missão had been able to find fertile ground for them or if the proposals themselves hindered their realization. He also mentioned that the party's challenge continued to be formulating a development model without populism, based on economic freedom, technological education, and the empowerment of individuals, without public assistance that he called handouts or oversight of progressive agendas. He added that the model should include fighting organized crime and expressed hope that it would be viable in Brazil. #política #RenanSantos #ideologia (translated)

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Alessandro Vieira 7d

Alessandro Vieira congratulated everyone who ran in the elections, regardless of the outcome, and said that the decision to run deserved recognition in an environment he described as marked by electoral corruption and a polarization that, according to him, practically silenced the debate on ideas and trajectories. He also thanked the people of Sergipe for granting him another term as a senator of the Republic. #Eleições #Política #Democracia (translated)

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Observador 7d

Paulo Nogueira, Manuel Castello Branco, and Diogo Pasuch discuss the implications of the first round of the presidential elections in Brazil, highlighting the polarization between Lula and Flávio Bolsonaro and how this shapes the political landscape of the country. #Eleições2026 #Brasil #Polarização (translated)

observador.pt
Resultados no Brasil: três opiniões rápidas
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Sérgio Santos 1w

Sérgio Santos published a text attributed to Juliette Freire, in which she said she spent the day anguished by violence, intolerance, and polarization. Freire stated that she recognized the mistakes and successes of the left and said that her political position came from personal experiences, including receiving the Bolsa Família, attending public school, and entering university through quotas. She also reported that her grandmother sometimes ate palm hearts and that her mother had consequences from childhood malnutrition. Freire advocated for a country that generated wealth and valued work but also created opportunities for those who started life with fewer resources. She also said that she made her choices without treating politicians as idols and without considering people who thought differently as enemies. #Política #JustiçaSocial #Educação (translated)

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Lopez 1w

Lopez wrote that, on the eve of the first round, Renan Santos's performance, the candidate from Missão, had shaken the financial market's convictions about the presidential election. According to him, analysts and market agents began to consider the movements around the candidate and the fate of his voters in the final stretch. Lopez stated that there was concern that a possible migration of votes from Renan and other candidates outside the polarization could alter the balance between Lula and Flávio Bolsonaro in the final days before the vote. With the first round scheduled for Sunday, he added, the behavior of this electorate had become one of the main uncertainties. #Eleições2023 #PolíticaBrasileira #MercadoFinanceiro (translated)

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Bruno Dias (Midia Bh) 2w

This fake news from Santa had a brutal impact on Flavio's campaign. It seems that the PT has given up on the evangelical electorate and is trying to create a "new polarization" pulling the Catholics towards them. I hope it doesn't work in the long run. It would be terrible for Brazil if the left instrumentalized the people's faith. #FakeNews #Política #Eleições (translated)

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Pedro Ronchi 2w

De um lado o Lula proibindo as bets no Brasil, do outro lado o Flávio Bolsonaro proibindo publicações na rede social. Essa é a polarização. #Política #Brasil #Polarização

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Victor Garcia 3w

O que todos vão descobrir é que todo mundo se cansou da polarização e que nenhum voto mudou desde 2022. Flávio foi um presente para Lula, que vai ganhar com margem parecida. Sem Flávio, o Brasil optaria por uma mudança. #Brasil #Eleições2024 #Polarização

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Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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CarlosPRJ 3w

DataFolha jamais erra em apontar quem lidera o pleito . Mesmo em cenário de forte polarização. Pode não cravar o percentual, mas em apontar quem lidera, jamais erra. #DataFolha #Política #Eleições

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Observador 4w

O artigo discute a falta de participação da Europa no debate sobre Inteligência Artificial, enfatizando a polarização das opiniões sobre seus riscos e benefícios, e a necessidade urgente de desenvolver capacidades técnicas e de governança próprias na região. #InteligênciaArtificial #Política #Europa

observador.pt
Os dois novos polos na política de Inteligência Artificial
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Sérgio Humberto 4w

A democracia não pode ser dada como garantida. Constrói-se e protege-se todos os dias através da liberdade, da participação, de instituições fortes e do respeito pelo Estado de direito. Num tempo marcado pela desinformação, pela polarização e pela crescente desconfiança nas https://t.co/5aX5K9iXsV #Democracia #Liberdade #EstadoDeDireito #BR