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#Roménia
Sorin Grindeanu 6d

A few minutes after the announcement, the leader of the Social Democratic Party (PSD) — the largest force in Parliament — Sorin Grindeanu, criticized the fact that the Romanian President's decision continues to "challenge parliamentary math." #Romênia #Política #LucaNiculescu (translated)

Luca Niculescu nomeado primeiro-ministro da Roménia
observador.pt
2040
Nicușor Dan 6d

"a man whose job is to harmonize positions" #Romênia #Política #LucaNiculescu (translated)

Luca Niculescu nomeado primeiro-ministro da Roménia
observador.pt
2040
Observador 6d

Luca Niculescu was appointed Prime Minister of Romania by President Nicusor Dan, in an attempt to resolve the political crisis that the country has been facing for almost five months. #Romênia #Política #LucaNiculescu (translated)

observador.pt
Luca Niculescu nomeado primeiro-ministro da Roménia
2040
poponze 1w

Poponze reported that 54 countries and territories had already announced the results of the Brazilian elections abroad. According to the author, Lula won in 43: South Africa, Germany, Angola, Saudi Arabia, Australia, Austria, Belgium, Cape Verde, China, South Korea, Croatia, Denmark, Egypt, Slovakia, Slovenia, Spain, Estonia, Finland, France, Hungary, Ireland, Italy, Jordan, Kuwait, Lebanon, Malaysia, Morocco, Norway, New Zealand, the Netherlands, Palestine, Poland, Kenya, the United Kingdom, Romania, Senegal, Serbia, Singapore, Syria, Sweden, Switzerland, the Czech Republic, and East Timor. Flávio Bolsonaro, wrote poponze, won in 11: Qatar, United Arab Emirates, Philippines, Greece, Hong Kong, Indonesia, Israel, Japan, Mozambique, Taiwan, and Thailand. #Eleições2023 #Lula #ResultadosEleitorais (translated)

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Xyksper 1w

Xyksper stated that, among the European countries with completed counting up to that point, only Greece had given a majority to Flávio, with 46.6% against 39.7%. According to him, Lula had won in the other countries already counted: Germany, Austria, Croatia, Denmark, Slovakia, Slovenia, Spain, Estonia, Finland, Italy, Norway, Romania, Serbia, Sweden, Switzerland, and the Czech Republic. The author added that the results from Portugal, the United Kingdom, France, Belgium, the Netherlands, and Ireland were still pending. #Eleições2026 #Lula #Bolsonaro #RenanSantosMBL #Apuração #Eleições2026 #Lula #Bolsonaro (translated)

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Max Cardoso 2w

Segue o plano do sistema para anular a eleição se Flávio vencer. Estão utilizando o caso da Romênia como exemplo. Lá a eleição foi anulada pelo tribunal constitucional porque alegaram uma interferência russa. Tentaram a mesma coisa nos EUA quando Trump venceu pela primeira vez. #Eleições #Política #Anulação

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David Ágape 3w

Entrevistei Stéphane Luçon (@sfglucon) — jornalista francês radicado na Romênia — que investigou a eleição anulada de 2024 e as acusações de interferência russa. Agora, em 2026, o mesmo roteiro volta a aparecer no Brasil: Moraes fala em interferência externa, a Abin monitora possível influência americana e o PT levou acusações semelhantes aos tribunais. A entrevista ajuda a entender o que aconteceu na Romênia e o que o Brasil pode aprender com isso. PS: Entevista em inglês legendada em português. https://t.co/7d2459dqjM #Eleições2024 #InterferênciaExterna #JornalismoInvestigativo

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Eduardo Bolsonaro🇧🇷 3w

🚨 LEU A DECISÃO DE MORAES SEMANA PASSADA? NÃO?!?!?! VEJA👇 “Item 131. A tentativa de golpe não se encerrou em 8/JAN/2023, aimplesmente mudou seu ‘modus operandi’. Mas, assim como na 1ª vez, o STF saberá como reagir e sairá fortalecido, mantendo a defesa plena da constituição, Estado de Direito e democracia” Conclusão: -Moraes diz que as acusações contra ele são de caráter político-eleitoral > ISSO ANULOU ELEIÇÃO NA ROMÊNIA, POR EXEMPLO -Tudo faz parte da mesma tentativa de golpe de 2023 e está inserido no processo do golpe de Bolsonaro > MORAES É O RELATOR DESTE PROCESSO -Também faz parte de processo de interferência estrangeira e uso de fake news > MORAES É O RELATOR DESTE PROCESSO TAMBÉM, NO QUAL ME CONDENOU POR COAÇÃO DEVIDO A MINHA AÇÃO NOS EUA + APENAS RECENTEMENTE QUE O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS SAIU DE SUAS MÃOS, NÃO SEM A TES INSERIR MENDONÇA NELE. MAS ESTE INQ. DAS FAKE NEWS TAMBÉM ESTAVA SOB SUA RELATORIA E NADA IMPEDE QUE ELE ABRA UM OUTRO SEMELHANTE (JÁ FEZ ISSO NO PASSADO, ABRINDO O INQUÉRITO DAS MILÍCIAS DIGITAIS) De acordo com Moraes, todos os acusados de golpe estão presos, exceto, agora, o @MinAMendonca e o @FlavioBolsonaro que neste momento passam a ser acusados. **Eu, inclusive, tomaria muito cuidado com os conselhos daqueles que jamais combateram este regime, mas se acham em posição de comando para dizer aos outros o que fazer, pois isto é o segredo para dar merda: estes agentes do regime, conscientes ou não, após seguidos os seus conselhos, sairiam ilesos e Mendonça e Flávio com sérios problemas, tal qual @jairbolsonaro. #STF #Democracia #EstadoDeDireito

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Eduardo Bolsonaro🇧🇷 3w

🚨ASSISTA o @pfigueiredo08 Show de ontem 22/9 Moraes em inúmeras vezes ACUSA Mendonça de agir eleitoralmente e com apoio estrangeiro, citando as sanções da Magnitsky e visto 🇷🇴É a narrativa que anulou a eleição na Romênia, ganha pelo direitista Georgescou @CG_Romania. Fizeram outra eleição e a direita perdeu https://t.co/HB7Kiu4N2D #Eleições #Política #Notícias

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Observador 3w

Um estudo revela que a vacinação infantil na União Europeia está em declínio desde a pandemia, com Portugal e Luxemburgo destacando-se por manter altas taxas de cobertura vacinal, enquanto outros países, como a Roménia, enfrentam níveis preocupantes abaixo de 80%. #VacinaçãoInfantil #Saúde #UniãoEuropeia

observador.pt
Estudo aponta recuo na vacinação infantil na UE
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Hoje no Mundo Militar 4w

Neste dia, no ano de 1939, a União Soviética de Stalin, respeitando o pacto que tinha assinado com a Alemanha nazista de Hitler, invadiu a Polônia. Os dois ditadoras dividiram não só a Polônia, mas todo o leste da Europa, com Stalin recebendo de Hitler carta branca para invadir partes da Finlândia, Romênia e Países Bálticos. Durante quase dois anos, Stalin apoiou diretamente o esforço de guerra de Hitler, enviando para o ditador nazista grandes quantidades de minérios e até mesmo petróleo e combustível, itens que Hitler usou para invadir a França, Bélgica, Noruega e atacar o Reino Unido. É por isso que, na Rússia, apesar de seus soldados terem começado a lutar desde setembro de 1939, a 2ª GM (chamada por eles de a Grande Guerra Patriótica) só começou em junho de 1941, quando Hitler traiu o pacto com Stalin e invadiu a União Soviética. O objetivo disso é esconder que, por quase 2 anos, Hitler e Stalin estiveram do mesmo lado do campo de batalha. #História #SegundaGuerraMundial #Polônia

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Hoje no Mundo Militar Aug 29

Infelizmente ainda não, João. Os países que efetivamente equipararam o nazismo e o comunismo foram aqueles que mais sofreram debaixo desses dois regimes, como a Ucrânia, República Checa, os três Países Bálticos e a Geórgia. Alguns países europeus tem restrições severas, como é o caso da Polônia, Romênia e Hungria, mas ainda não há equiparação direta. #História #Nazismo #Comunismo

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Observador Aug 21

A Polícia Judiciária deteve em Lisboa um homem de 23 anos, condenado na Roménia por atos sexuais com menores, a pedido das autoridades romenas, e o tribunal determinou a sua prisão preventiva até à extradição. #CrimesSexuais #Lisboa #Justiça

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PJ detém homem condenado por abuso de menores na Roménia
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Observador Aug 16

Um drone que entrou no espaço aéreo da Roménia foi abatido, destacando a vulnerabilidade do país como membro da NATO em relação às consequências da guerra na Ucrânia. #Incêndios #FutebolClubeDoPorto #GuerraNaUcrânia

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9h. Drone que entrou na Roménia é abatido
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Observador Aug 13

A Roménia desliga a sua única central nuclear, que fornece 20% da eletricidade do país, devido aos mínimos históricos do caudal do Danúbio provocados pela seca severe. #Roménia #Danúbio #energia

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Roménia desliga central nuclear devido a caudal do Danúbio
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Observador Jul 30

Mais de 27,5% da população da União Europeia, incluindo 33,1% dos portugueses, não conseguia, em 2025, pagar uma semana de férias fora de casa, com a Roménia a registar a maior taxa (61,4%) e Luxemburgo a menor (10,6%). #UniãoEuropeia #Férias #Economia

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27,5% da população da UE sem meios de pagar semana de férias
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Observador Jul 24

A Roménia abateu, pela primeira vez desde o início da invasão da Ucrânia, um drone no seu espaço aéreo, conforme anunciou o Presidente Nicusor Dan, que informou que o incidente ocorreu por volta das 11h e está a ser alvo de investigação. #GuerraNaUcrânia #Roménia #Drones

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Roménia abate drone sobre o seu território
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Observador Jul 19

Os irmãos Andrew e Tristan Tate foram detidos em Miami a pedido do Reino Unido, enfrentando acusações de violação e tráfico sexual, após já terem sido presos na Roménia em 2022 por crimes semelhantes, enquanto tentam contestar as alegações que consideram difamatórias. #AndrewTate #TristanTate #TráficoSexual

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Irmãos Tate detidos em Miami por violação e tráfico sexual
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Fabian Figueiredo 🍉 Jul 18

Em 2026, nenhum país da UE alterou prazos de classificação de exames. A Roménia até antecipou resultados. A Ucrânia, em guerra, cumpriu. A Suécia viu os riscos e travou a tempo. Portugal? O Governo, contra todos os avisos, instalou o caos. Não foi azar.Foi escolha. CPI, urgente. #Educação #Portugal #CPI #RO #UA #SE #PT

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Kiritkumar Gentilal Jun 29

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

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