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#Velocidade
Observador 12h

The government reaffirmed the construction of the high-speed station in Santo Ovídio, as part of the works on the high-speed line between Porto and Lisbon, with the start of the first section scheduled for Monday. #TGV #AltaVelocidade #Infraestruturas (translated)

observador.pt
Governo reafirma estação em Santo Ovídio na alta velocidade
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Jornal Expresso 12h

The construction of the high-speed line between Porto and Lisbon, considered one of the largest projects of this century, begins this Monday. #JavaScript #AdBlocker #WebDevelopment (translated)

expresso.pt
Construção da alta velocidade Porto-Lisboa, "uma das maiores obras deste século", arranca esta segunda-feira
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Info George Russell 🇧🇷 2d

George Russell said he made a mistake by miscalculating the track conditions and maintaining speed in the corner instead of easing off the throttle. He stated that he crossed the white line, which is inappropriate in the rain, and deemed the punishment severe in light of the error. https://t.co/ujOvJ48up8 #F1 #GeorgeRussell #Motores (translated)

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20 minutos 2d

A driver of a Porsche 911 was arrested in France for driving at 312 km/h on a highway with a speed limit of 130 km/h, which constitutes the most serious speeding offense recorded in the country. #VelocidadExcesiva #Porsche911 #InfracciónDeTráfico (translated)

www.20minutos.es
El conductor de un Porsche 911 es detenido por circular a más de 310 km/h en la autopista
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Observador 2d

The Municipal Chamber of Gaia rejected the construction of a high-speed station in Santo Ovídio, requesting an assessment of an alternative in Mafamude to avoid negative impacts on mobility, commerce, and the environment in the region. #TransporteFerroviário #VilaNovaDeGaia #AltaVelocidade (translated)

observador.pt
Gaia rejeita estação de alta velocidade em Santo Ovídio
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Sport Club Internacional 4d

Sport Club Internacional announced that Vitinho scored after receiving a pass from Alan Patrick, who was set up by a pivot play from Alerrandro. According to the club, Vitinho advanced diagonally from the left and finished powerfully with his left foot. #Inter #Futebol #Vitinho (translated)

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Observador 6d

The first expropriations for the construction of the high-speed line between Porto and Lisbon are advancing in Aveiro, covering more than 1,000 plots, with the completion of the first phase expected by 2030 and the second by 2032. #Comboios #AltaVelocidade #Infraestruturas (translated)

observador.pt
Alta-velocidade. Expropriações para linha avançam em Aveiro
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Estagiário da F1 7d

The F1 intern stated that a video taken from the stands showed the cars drastically reducing speed at the same time during the formation lap, due to a bug in the FIA's software. According to him, Verstappen compared the scene to a "Lego race" and said that the cars were maintaining the same speed and that the situation was insane. https://t.co/wJL7y6hEMt #F1 #Verstappen #Tecnologia (translated)

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Observador 1w

Portugal ranked 19th in Europe in terms of cybercrime impact in the first half of 2026, according to the Microsoft Digital Defense Report, as cyber risks increase in complexity and speed, requiring organizations to have greater resilience and response capabilities to attacks. #Cibersegurança #Tecnologia #Microsoft (translated)

observador.pt
Microsoft alerta: Portugal no top 20 de ciberataques
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Observador 1w

The GNR seized a high-speed boat and 2,350 liters of gasoline suspected of being linked to drug trafficking at the Boca do Rio beach in Vila do Bispo, as a result of an operation by the Coastal Control Unit. #Algarve #Narcotráfico #GNR (translated)

observador.pt
GNR apreende barco e 2.350 litros de gasolina no Algarve
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Nachez 1w

Nachez published data on lap times, sectors, and speeds of the FP2 from the Malaysian GP and wondered if Q2 was possible. https://t.co/Tdo6HWtZnR #GPdeMalasia #FP2 #F1 (translated)

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Observador 2w

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu em Bruxelas a criação de uma verdadeira união dos transportes na Europa, destacando a importância da construção de uma linha de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, que deverá permitir viagens diretas entre as capitais em cerca de três horas até 2034. #Transportes #UniãoEuropeia #LisboaMadrid

observador.pt
Lisboa-Madrid. Von der Leyen quer "união dos transportes"
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Victor Garcia 2w

Censurar 1600 posts que repercutiram uma informação que veio da Globo não me parece a solução para frear; Na verdade, isso só aumenta a velocidade. #liberdade #censura #informação

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Nachez 2w

📊 Sectores y velocidades FP3 GP de Bakú No sé qué hace Alonso en el S1, pero es él. Se pierde todo en la recta final del S2 (antes de T15) y en el S3 Los RB parecen haber introducido peoras El Cadillac de Pérez, con el motor ADUO Ferrari y alguna mejora ha dado un salto enorme #F1 #GPdeBakú #Alonso

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Lázaro Rosa 🇧🇷 2w

FOTOS: Esse é avião do criminoso Daniel Vorcaro usado por Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira. Legacy 650, fabricado pela Embraer, tem capacidade para 3 tripulantes e 13 passageiros, alcance de até 6.780 km e velocidade de cerca de 850 km/h. FLÁVIO CANDIDATO DO CRIME AEROFLAVIO AQUI TODO MUNDO É SILVA #FlávioBolsonaro #Aeronáutica #Criminalidade

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Lula 3w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

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T
Tiago Estevinha 3w

Vivemos na era da hiperconexão e da velocidade frenética. As telas encurtam distâncias e trazem informação instantânea, mas também geram ruído e ansiedade. O grande desafio de hoje é desacelerar, filtrar o supérfluo e resgatar a nossa humanidade. #sociedade #mundomoderno

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Paulo Henrique Araujo 3w

🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina

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Luís Reis 3w

Violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais. A violência verbal e as manifestações de ódio nas redes sociais tornaram‑se um dos fenómenos mais preocupantes do espaço público digital. O que começa muitas vezes como um comentário impulsivo transforma‑se rapidamente num ambiente tóxico que afeta a dignidade humana, corrói a convivência democrática e normaliza práticas discriminatórias. O discurso de ódio — seja através de insultos, ameaças, difamação, racismo, sexismo ou desinformação — funciona como um veneno social, porque alimenta preconceitos, fomenta discriminação e pode até abrir caminho para violência real. 🧭 A lógica do ódio digital O ambiente das redes sociais favorece a impulsividade: anonimato, velocidade, ausência de contexto e mecanismos de recompensa (likes, partilhas) amplificam comportamentos agressivos. O ódio expressa-se tanto de forma explícita — insultos diretos, ataques pessoais — como de forma subtil, através de narrativas de desumanização, construção de grupos como ameaça ou linguagem codificada, tal como identificado no manual da APAV. As consequências são profundas: afetam a autoestima, o bem‑estar emocional e a saúde mental, sobretudo de crianças e adolescentes, que são mais vulneráveis a estes ambientes hostis . 🛡️ Como combater o ódio e a violência verbal O combate ao discurso de ódio exige ação simultânea em várias frentes — individual, comunitária, institucional e tecnológica. As principais recomendações internacionais e nacionais convergem em estratégias claras: Empatia ativa — colocar-se no lugar do outro antes de publicar, reconhecendo que palavras têm impacto real. Pensamento crítico — verificar informação, desconfiar de conteúdos manipulados e distinguir opinião de agressão. Diálogo construtivo — conversar sobre temas complexos com respeito, desmontando preconceitos e promovendo compreensão. Denúncia responsável — usar as ferramentas das plataformas para reportar conteúdos ofensivos, como recomenda a ONU . Educação digital — ensinar crianças e jovens a reconhecer ódio, proteger a privacidade e compreender que liberdade de expressão não inclui agressão . Confiança na informação — combater a desinformação, que alimenta discursos discriminatórios, como alerta a CIG . Apoio às vítimas — disponibilizar canais de ajuda legal, psicológica e institucional, como os oferecidos pela APAV . Responsabilidade individual — usar o espaço digital para criar oportunidades, fortalecer vínculos e não cair em provocações, evitando responder agressão com agressão . 🌐 Dimensão democrática O discurso de ódio não é apenas um problema de convivência: é uma ameaça direta à democracia. A ONU e o Conselho da Europa alertam que estas práticas minam o respeito pela diversidade, deterioram normas sociais e normalizam exclusão e hostilidade . A liberdade de expressão é essencial, mas não inclui o direito de humilhar, discriminar ou incitar violência. ✒️ Síntese final O ódio nas redes sociais não é apenas ruído: é um ataque à dignidade humana e à saúde democrática. Combatê-lo exige empatia, educação, denúncia, responsabilidade e políticas públicas firmes. Cada utilizador tem o poder — e o dever — de transformar o espaço digital num lugar mais seguro, mais humano e mais respeitador.

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20 minutos 3w

Indra ha presentado DRIZZLE, un dron interceptor español que alcanza velocidades de 400 km/h y está diseñado para neutralizar drones enemigos, incorporando tecnología avanzada de detección y seguimiento, además de un modelo desechable para facilitar su producción a gran escala. #Drones #TecnologíaEspañola #DefensaAérea

www.20minutos.es
Un dron dentro de otro dron: así funciona DRIZZLE, el interceptor español que alcanza los 400 km/h
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