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#Vinho
Jones Manoel 17h

Jones Manoel stated that re-elected deputies already had teams that could produce digital communication in support of Lula while they rested, even without going out to the streets. He said that this was not restricted to Eduardo Paes and mentioned the social networks of Tabata Amaral and the elected or re-elected progressive deputies in Pernambuco. He also said that, throughout the first round, he criticized those who attacked UP, PSTU, and PCB, and claimed that in the second round, the activists were the ones campaigning, while members of the "broad front" would be drinking expensive wine on a beach. #Política #Eleições2023 #ComunicaçãoDigital (translated)

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Tina Svensson 🇸🇪 ✨MEGA💫 1w

Tina Svensson claimed that children were indoctrinated with a series of extreme elements. She referred to men in fetish clothing reading stories under a derogatory stage name and to textbooks in schools. She asked when left-wing extremists would realize that these phenomena were not compatible. #vänsterextremism #barnuppfostran #utbildning (translated)

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Carlos Viana 2w

🚨 BOMB! VORCARO ORGANIZED A LUXURY LUNCH FOR MORAES. Beluga caviar, wagyu, truffle, and foie gras. Wines from the banker’s cellar, with labels exceeding R$ 50 thousand per bottle. Everything for the "most important guest". In a luxury hotel in Campos do Jordão. The messages are on Vorcaro's cellphone. He took care of every detail and gave an order to the staff: "avoid mentioning my name... to not embarrass". Weeks later, the Master signed a contract worth R$ 131 million with the office of Moraes' wife. WE WILL GET YOU OUT OF THERE, THE TIME IS COMING MORAES #Luxo #Almoço #Exclusivo (translated)

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Pri 2w

ORA, ORA, ORA… CAVIAR, SCALLOPS, WAGYU AND WINES WORTH TENS OF THOUSANDS OF REAIS. Images from Daniel Vorcaro's cellphone show the "ultra VIP" lunch organized for Alexandre de Moraes in Campos do Jordão. Meanwhile, the average Brazilian is paying the bill. What kind of relationship is this? https://t.co/q74LnrSKCp #AlmoçoVIP #Caviar #Wagyu (translated)

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H
Hernâni Magalhães 2w

​📷 Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe) pequeno passeriforme, aqui discreto no alto de um poste. Mas o seu nome científico carrega uma história fascinante. ​A palavra Oenanthe deriva do grego antigo oinos (vinho ou videira) e anthos (flor), literalmente, “flor da videira”.

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Nikolas Ferreira 3w

Eu avisei. Segundo mensagens, Roberta Luchsinger presenteou Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo e nº 2 do Ministério da Saúde, com um Cartier de ouro de R$ 66 mil reais, uma obra de arte de mais de 80 mil reais e bancou seu aniversário regado a Whsky, vinho gin e champagne.. No mesmo período, Roberta negociava no mesmo Ministério uma proposta envolvendo medicamentos à base de canabidiol estimada em R$ 626 milhões. Um relógio de R$ 66 mil e diversos presentes caros para o nº 2 da pasta enquanto se buscava abrir um negócio de centenas de milhões no mesmo ministério é, no mínimo, um fato que merece explicações. E é por isso que dissemos desde o início: o dossiê do Lulinha não terminou. As perguntas só estão aumentando e vamos pedir investigação de cada novo fato que vier a tona. #Política #Corrupção #Investigação

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Gonçalo Piroca de Cavalo 3w

O meu desejo hoje é que no céu haja muito vinho para o Jorge palma Era um génio, já não se fazem artistas como Jorge palma, essa fornada de pessoas já não vai existir mais Que descanse em paz #JorgePalma #DescanseEmPaz #Música Portuguesa

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Antonio Tabet Sep 5

Só no Rio você vê, às 9h30, um carro vinho entrando numa rua de Copacabana na contramão, sendo auxiliado por um manobrista e nem pode reclamar com a Guarda Municipal. Sabe por quê? Porque o motorista e o manobrista SÃO agentes da Guarda Municipal. Uniformizados. Bom dia. #RioDeJaneiro #Copacabana #GuardaMunicipal

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@Jesuino Archanjo | MasterChef 13 Aug 26

Elegância também é saber envelhecer. Na prova de eliminação de hoje, tive a oportunidade de escolher os vinhos para os meus colegas. Em meio à tensão da competição, ouvi uma frase que fez referência à minha idade, em um tom que considerei desnecessário e preconceituoso. Tenho 60 anos — e tenho muito orgulho de cada um deles. Carrego experiência, histórias, aprendizado e, acima de tudo, a disposição de continuar aprendendo e enfrentando novos desafios. No MasterChef, estamos ali para cozinhar, competir e realizar sonhos. A idade não diminui ninguém. Pelo contrário: ela pode trazer maturidade para entender que respeito nunca sai de moda. No fim, prefiro responder com aquilo que sempre me trouxe até aqui: talento, trabalho, respeito e elegância. E que a competição continue… porque, para segurar minha mão, eu prefiro que seja a vida. ❤️👨🏻‍🍳 #Respeito #IdadeÉSóUmNúmero #Elegância

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Update Swift Brasil Aug 25

Taylor Swift sobre por que a faixa “Nothing New” ficou fora do álbum “RED” em 2012: “Escrevi quando tinha 22 anos e pensava: ‘Estou acabada e sou entediante. Todo mundo já se cansou de mim. É triste.’ Então entendo por que não coloquei a música em Red, porque isso parece um pensamento passageiro quando você tem 22 anos. É uma noite triste com uma garrafa de vinho. Mas, quando eu tinha cerca de 30 anos e estava regravando a música, pensei: ‘Ah, não. Isso bate diferente.’” #TaylorSwift #NothingNew #RedAlbum

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Luís Reis Aug 18

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

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SCCP News Aug 10

⚫️⚪️ | Em nota, o Red Bull Bragantino expôs um erro do Corinthians para o jogo desta noite: o Timão ERROU o uniforme que foi combinado cordialmente entre os clubes para ser utilizado em Bragança Paulista. O kit corinthiano seria composto por meiões, calções e camisa branca. No entanto, a equipe entrou em campo com seu manto e meiões alvinegros. Confira a nota: "Neste domingo (9), o Red Bull Bragantino estreia seu novo uniforme perante sua torcida. O novo kit é formado por camisa vinho, calção preto e meião vinho. Em reunião durante a semana, ficou acordado entre as partes que o Corinthians jogaria inteiro de branco, mas como o clube da capital acabou trazendo apenas um kit de jogo e com camisa preta e meião de mesma cor, o Red Bull Bragantino precisou alterar seu meião, descaracterizando seu novo uniforme, para que o jogo pudesse ser realizado." 📸 | Reprodução #Futebol #Corinthians #RedBullBragantino

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Time do Povo Aug 10

Que vergonha alheia: o Corinthians trouxe apenas um kit de uniforme para Bragança... o Timão descumpriu o combinado cordial das equipes e irritou a diretoria do RBB. Confira a nota oficial do Red Bull Bragantino: "Neste domingo (9), o Red Bull Bragantino estreia seu novo uniforme perante sua torcida. O novo kit é formado por camisa vinho, calção preto e meião vinho. Em reunião durante a semana, ficou acordado entre as partes que o Corinthians jogaria inteiro de branco, mas como o clube da capital acabou trazendo apenas um kit de jogo e com camisa preta e meião de mesma cor, o Red Bull Bragantino precisou alterar seu meião, descaracterizando seu novo uniforme, para que o jogo pudesse ser realizado." #Futebol #Corinthians #RedBullBragantino

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Planeta do Futebol 🌎 Aug 4

Os itens mais caros arrematados no leilão do Instituto Neymar Jr: • Experiência com João Adibe, presidente da Cimed (inclui viagem ao Caribe, participação em convenção da empresa, acesso ao camarote da Cimed no Carnaval e passeio no novo jato particular do empresário): R$ 3,1 milhões • Cetro do Rei Pelé: R$ 1,2 milhão • Partida de videogame com Neymar e Luva de Pedreiro: R$ 1 milhão • Camisa da Seleção Brasileira autografada por Pelé e Neymar: R$ 950 mil • Garrafa de vinho autografada por Neymar + um jantar com o craque: R$ 630 mil • Fim de semana na mansão de Neymar em Mangaratiba, com traslado de helicóptero e acesso ao kartódromo particular: R$ 600 mil • Chuteira usada e autografada por Neymar: R$ 500 mil • Experiência VIP para acompanhar um jogo do Santos ao lado de Neymar: R$ 450 mil 🗞️ @correio24horas | @VEJA 📸 Instituto Neymar Jr #Leilão #Neymar #Experiências

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Planeta do Futebol 🌎 Aug 4

🤯 Uma garrafa de vinho foi arrematada por R$ 630 MIL no leilão do Instituto Neymar Jr. https://t.co/a4a8nXzFm0 #Vinho #Leilão #NeymarJr

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Meio Independente Jul 31

🚨ATENÇÃO: PF aponta envio de vinhos de luxo a ministros de Lula em investigação do Banco Master https://t.co/oWOTs6OUgW #investigação #Lula #corrupção

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Felipe Moura Brasil Jul 31

O que há em comum entre os casos de Jaques Wagner, Lulinha e Guido Mantega? Todos recebiam, direta ou indiretamente, dinheiro de empresários para abrir as portas do governo Lula a seus negócios e interesses? Tirem suas conclusões:👇 1) Jaques Wagner (PT-BA) articulou encontro em seu gabinete entre executivos do Master e o ministro da AGU, Jorge Messias. Em áudio, o senador relatou que era o local “mais protegido e discreto para todo mundo” e disse a seu amigo Augusto Lima, o “Guga”: “eu posso ir lá embaixo, chegar mais ou menos junto com você... e você não precisa nem passar pela identificação”. No dia seguinte ao encontro, Messias adicionou o contato de Lima no WhatsApp e ativou o recurso de mensagens temporárias, configurado para apagar automaticamente as conversas após sete dias. Lima comprou um apartamento de R$ 2,45 milhões para a filha de Wagner em Salvador, e uma empresa ligada ao empresário, a PKL One Participações S.A., transferiu R$ 3,5 milhões para a BN Financeira Ltda., associada ao núcleo familiar do senador. Sem falar em ingressos de mais de R$ 63 mil para show de diva pop e em anotações sobre “Lembranças de Final de Ano” com o nome do petista ligado a vinhos entre R$ 2.500 a R$ R$ 5.300. 2) Lulinha agora é investigado pela Polícia Federal por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência na autorização da comercialização de cannabis medicinal. O tráfico de influência teria sido exercido junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência, no governo de seu pai. A suspeita da PF é que Lulinha tenha atuado com sua amiga Roberta Luchsinger em favor da empresa World Cannabis, ligada a Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, lobista preso no caso do roubo dos aposentados. O pedido de abertura de inquérito, já aceito pelo ministro André Mendonça, do STF, menciona contatos entre os alvos e servidores, inclusive do gabinete de Lula. Roberta recebeu, em parcelas, R$ 1,5 milhão do Careca do INSS, segundo a PF; e, em mensagens, orientou o lobista a descartar telefones após uma busca e apreensão. Em outra mensagem, o Careca do INSS pediu a um operador que transferisse R$ 300 mil a uma empresa em nome de Roberta e, questionado sobre o destinatário do dinheiro, respondeu que seria “o filho do rapaz”. Segundo Edson Claro, testemunha no processo, o lobista fez um pagamento de R$ 25 milhões para Lulinha e pagava também uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. A defesa do filho de Lula só admite as despesas pagas pelo Careca do INSS em viagem de Lulinha a Portugal em novembro de 2024, feita alegadamente para conhecer um projeto comercial e visitar uma fábrica de produção de cannabis medicinal. 3) Guido Mantega articulou encontro entre o presidente Lula e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em 4 de dezembro de 2024, no Palácio do Planalto. A reunião contou com a presença de ministros e de Gabriel Galípolo, então futuro presidente do Banco Central. Mantega recebia cerca de R$ 1 milhão mensais de Vorcaro para atuar alegadamente como consultor estratégico. #Corrupção #Lula #Política

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Jotinha Jul 18

E galera, e nao eh que o que falamos envelheceu como um bom vinho novamente? TMJ e obrigado pelas 40k de pessoas simultaneas assistindo a gente! amo todos voces <3 #BoaVibe #Gratidão #ShowAoVivo

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FC Porto Jul 17

𝑨 𝒄𝒍𝒂𝒔𝒔𝒊𝒄 🍷 Porto Ferreira Vinhos🤝 Sogrape #FCPortoAndebol https://t.co/OR3YgdNJMo #Vinho #Porto #Sogrape

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Adolfo Sachsida Jul 15

Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica

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