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#cloro
Sérgio Santos 1w

Sérgio Santos stated that the government of Jair Bolsonaro was the worst in Brazil's history and said that he exposed, in his opinion, the behavior of the financial market and the Federal Medical Council. According to Santos, the market did not protest against the use of public resources for the reelection by a politician whom he described as an ex-convict. He also criticized the Council for not having released a note against the use of chloroquine in the treatment of covid, despite, as he wrote, a person he did not identify recommending it daily. Santos accused the Council of being dominated by supporters of Bolsonaro. Santos added that Bolsonaro's son would have exposed voters who, according to him, were not opposed to corruption but were against the poor and contrary to the left. #Bolsonaro #Corrupção #PolíticaBrasileira (translated)

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Bruno Guzzo® 2w

"When Brazil had people dying without oxygen and needing a vaccine, where was Flávio Bolsonaro? On Twitter saying he had been cured with chloroquine. Now he comes to pose as a poor little thing, a victim of fake news." https://t.co/ynTs9ECCUH #Brasil #Vacina #Cloroquina (translated)

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Gustavo Petro 2w

Los expertos en la preparación de la licitación de la desalinizadora de Santa Marta dijeron que es completamente viable. Una desalinizadora necesita mar y un lote de terreno y su tecnologíia ya esta homologda mundialmente. En Arabia Saudita hay una desalinizadora para 14 millones de habitantes la de Santa Marta es para medio millón. Su desecho es sal marina que se utiliza para nutrir la ganadería y para compuestos químicos del Cloro y el sodio Abelardo miente y quiere es un negocio para poderosos en Santa Marta, fue armado de pistola corriendo por alguna calle mientras lo filmaban sólo para quitarle el agua potable a las y los samarios. #Desalinización #SantaMarta #AguaPotable

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Joaquin Teixeira Eterno 3w

A verdade é que um contrato de 130 milhões, usar o jatinho do Vorcaro, lulinha e roubar aposentados não são nada perto dos escândalos do governo passado, vou citar alguns: importunação da baleia, se babar comendo frango com farofa, viagra pro exército, leite condensado, falar que o índio tinha uma tampa de nescau na boca, chamar a esposa do macron de feia, dar cloroquina pro avestruz, vó da primeira-dama, levantar um anão achando que era uma criança, jóias sauditas etc #Política #Escândalos #Brasil

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20 minutos 4w

La Agencia Espacial Europea (ESA) ha lanzado el satélite FLEX, liderado por el español José Moreno, para estudiar cómo responden las plantas al cambio climático mediante la detección de la fluorescencia de la clorofila desde el espacio. #FLEX #CambioClimático #Vegetación

www.20minutos.es
FLEX, el satélite liderado por un español que estudiará cómo responden las plantas al cambio climático
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André Guedes 🇺🇦 Sep 2

Se a oposição se unir com foco total contra os escândalos do Supremo e não ficar com papinho de "Bolsonaro livre", "Viva detergente Ypê" e "cloroquina funciona", há chance de que algo mude nesse país #Política #Oposição #Brasil

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Paula Schmitt Aug 20

Bill Gates estava investindo em ao menos 4 vacinas, principalmente a Pfizer. Só tinha um problema: nos EUA, p/um produto ter licença emergencial e ser injetado em massa sem completar os testes, é PROIBIDO q exista um tratamento seguro e comprovado como a cloroquina e ivermectina #Vacinas #BillGates #Saúde

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20 minutos Aug 14

En Viana, once personas, incluidos dos niños de 5 y 9 años con pronóstico reservado, han sido intoxicadas por una nube de gas cloro en un complejo deportivo, lo que ha llevado a la movilización de equipos de emergencia y traslados a varios hospitales. #Intoxicación #GasCloro #Viana

www.20minutos.es
Once intoxicados por una nube de gas cloro en Viana: dos niños, con pronóstico reservado
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Paula Schmitt Aug 3

Em entrevista à CNN, Flavio Dino explica porque usava a cloroquina e a ivermectina no combate à Covid no Maranhão. Deve ser porque ele tinha a missão de salvar vidas -- algo que foi criminalizado na pandemia da loucura, histeria coletiva e mucho diñero https://t.co/3JKDRAu2ft #Covid19 #Saúde #Cloroquina

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Paula Schmitt Aug 3

Você conhece o "Estudo de Manaus"? Ele serviu p usar doses letais de cloroquina e, ao matar suas cobais, destruir um medicamento seguro usado em Cuba, Maranhão, Amapá, e tomado sigilosamente por David Uip, chefe de combate à pandemia no governo Dória. https://t.co/BDevP70Yrc #EstudoDeManaus #Cloroquina #SaúdePública

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Professor Bellei Aug 2

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

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Kiritkumar Gentilal Jul 30

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

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MΛRC VIDΛL Jul 29

Pues ya estaría. Cloroformo para desayunar. La Comisión Europea ya ha publicado su "Age Verification Blueprint", las especificaciones técnicas para una verificación de edad interoperable entre plataformas. Y la pieza que lo completa es la Cartera de Identidad Digital #VerificaciónDeEdad #CarteraDigital #ComisiónEuropea #Nocountrycodesarementionedinthetweet.

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Il Messaggero Jul 20

A causa di un guasto nel sistema di erogazione del cloro, nove persone, tra cui un bambino di 5 anni in gravi condizioni, sono rimaste intossicate in una piscina a Mentana, vicino a Roma, costringendo all'evacuazione di 50 bagnanti e portando all'apertura di indagini da parte delle autorità. #Cloro #Intossicazione #Roma

www.ilmessaggero.it
Esalazioni di cloro in piscina a Roma, nove persone intossicate: grave un bambino di 5 anni
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Il Fatto Quotidiano Jul 19

Una fuga di cloro in una piscina a Mentana, vicino Roma, ha intossicato otto bagnanti, incluso un bambino di 5 anni in codice rosso portato all'ospedale Sant’Andrea, con altri quattro ragazzi tra i 10 e i 15 anni trasferiti in codice giallo, mentre il circolo sportivo è stato evacuato e messo sotto sequestro per investigazioni. #FugaDiCloro #PiscinaRoma #Intossicazione

www.ilfattoquotidiano.it
Fuga di cloro in una piscina vicino Roma, 8 intossicati: un bimbo di 5 anni in codice rosso in ospedale
10072
Il Messaggero Jul 19

A Mentana, un'emergenza causata da una fuga di cloro in piscina ha intossicato otto persone, tra cui un bambino di 5 anni in codice rosso, portando all'evacuazione di circa cinquanta bagnanti e alla chiusura temporanea del circolo sportivo. #Mentana #intossicazione #cloro

www.ilmessaggero.it
Fuga di cloro in una piscina a Mentana, 8 intossicati: bambino di 5 anni in codice rosso, cinquanta gli evacuati
10072
ANSA.it Jul 19

Otto bagnanti, tra cui un bimbo di 5 anni in codice rosso, sono stati intossicati a causa delle esalazioni di cloro nella piscina di un circolo sportivo a Mentana, vicino Roma, portando all'evacuazione di circa cinquanta persone e alla chiusura temporanea della struttura. #Mentana #intossicazione #cloro

www.ansa.it
++ Otto intossicati per fuga cloro in piscina, bimbo in codice rosso ++
9479
José María Olmo Jul 13

#EXCLUSIVA Marco y el caos. Un hacker prorruso que se escondía en Palencia apagó el horno de un tanatorio del Levante, desactivó el sistema de riego de la Ciudad de las Artes de Valencia, manipuló el cloro de una red de depuración de agua, apagó las cámaras frigoríficas con comida perecedera de una fábrica de Zaragoza y activó los motores de un embalse de Canarias. La Policía Nacional lo ha detenido por delitos de terrorismo. https://t.co/UUEAOXOkdn #Seguridad #Cibercrimen #Terrorismo

15660
eldiario.es Jun 24

Científicos españoles han desarrollado una molécula sintética, llamada X57, capaz de reprogramar cloroplastos de las plantas para que temporalmente dejen de realizar fotosíntesis y se conviertan en almacenes de nutrientes como vitaminas y proteínas, ofreciendo así una alternativa para aumentar la nutrición de los cultivos sin modificar su ADN. #Plantas #Nutrición #BiologíaVegetal

www.eldiario.es
Científicos españoles logran "reprogramar" las plantas para producir nutrientes a la carta
20231
vampipe ⍨ Jun 16

Ya tengo nombre para su brigada de limpieza… Cloro Brigada. Ahora, póngase a trabajar en lo que importa en lugar de dar sólo show. https://t.co/JVaVDtLBnr #Limpieza #Trabajo #Brigada

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