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#Corporativismo
Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 22h

Julio Schneider stated that it would be difficult to improve the Judiciary in the face of corporatism and the blatant concern for self-interests. He also said it would be clear to whom, according to him, that group served, and used derogatory language to refer to its members. https://t.co/lyvrWVfiFh #Judiciário #Reforma #Política (translated)

2024
Vinicius Carrion 22h

Vinicius Carrion stated that corporatism and the focus on personal interests would hinder the improvement of the Judiciary. He said that the need for reform indicated, in his assessment, that the system was already weak and did not meet the expectations of taxpayers. https://t.co/8zQY5EPJgz #Justiça #ReformaJudiciária #Corporativismo (translated)

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Felipe Moura Brasil 2w

A noticiada presença do procurador-geral da República no casamento do filho do magistrado que ele tenta blindar contra abertura de investigação, defendendo nulidade de relatório policial, é mais um motivo de suspeição que torna indefensável sua atuação no caso Master. O corporativismo do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que na sexta-feira (25/9) blindou o PGR por 5 votos a 4 contra abertura de apuração, deixou Paulo Gonet à vontade para confraternizar no sábado (26/9) com a família Moraes, sob a proteção amiga de Gilmar Mendes, o supremo influenciador que exaltou em rede social a decisão do CSMPF e o modo de agir de seu ex-sócio e afilhado político, notadamente à sua imagem e semelhança. A amizade íntima entre o procurador-geral da República e Alexandre de Moraes - também organizador da degustação de charutos e whisky Macallan, na qual Gonet foi fotografado fumando à mesa com Daniel Vorcaro - turbina a desconfiança da sociedade em relação à sua capacidade de atuar com imparcialidade e independência. O mesmo sistema que desmantelou uma força-tarefa anticorrupção com base em ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens entre magistrado e procurador roubadas por hackers não tem agora qualquer cerimônia em demonstrar e legitimar a intimidade presencial entre as partes envolvidas no mesmo processo. Na República do Escambo, a casta do sistema tem uma ética própria de proteger-se acima de tudo e de todos, esfregando na cara dos demais cidadãos sua condição de pairar acima das regras impostas a eles em tribunais e órgãos de fiscalização e controle instrumentalizados por ela. É uma afetação deliberada de poder por parte de quem se apossou das instituições brasileiras, em razão da covardia e do rabo preso de políticos da esquerda lulista, do velho tucanato e do Centrão bolsonarista, todos eles hoje fingindo, em campanha eleitoral, ter interesse em reformar o sistema de Justiça que ajudaram a desvirtuar. O efeito dominó da ganância incontida resulta em regimes autoritários, onde a reação sistêmica contra quem ousa apontar meios indecentes de faturamento produz cada vez mais disfuncionalidade institucional, concentração de poder, intimidação, censura, retaliação e injustiça. O Brasil continua aprisionado neste ciclo, no qual, a julgar pelas preferências do eleitorado, está fadado a permanecer por mais quatro anos, pelo menos. Não por falta de aviso, os brasileiros seguirão tendo notícias, e pagando as contas, das festas nababescas da casta mais cínica de sua história. #justiça #corrupção #política

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Gaspar Llamazares 2w

Veo que lo que molesta es que Garzón se atrevió con los capos de la droga y con Pinochet, apoyó a las víctimas de la dictadura franquista y destapó la Gürtel del PP. La respuesta fue el corporativismo y el conservadurismo judicial de todos los colores. #Garzón #Justicia #DerechosHumanos #ES #CL

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Óscar Puente 3w

El lugar donde ha vaciado el spray este esbirro, al que algunos desde su corporativismo mal entendido están defendiendo porque es muy majo y les trata muy bien, está encima de una escuela infantil con niños y niñas de 0 a 3 años. #SeguridadInfantil #Educación #ResponsabilidadSocial

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Rosa María Artal 3w

Togas contra el Gobierno: diez ejemplos de ataques sin consecuencias que retratan el corporativismo judicial https://t.co/sfRlsZAAnv #Justicia #Gobierno #Corporativismo #Nospecificcountrycodescanbeidentifiedfromthegiventweet.

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🚨 MÁFIA, CRIME ORGANIZADO, INFILTRAÇÕES… André Mendonça já advertiu: o caso Banco Master tem “contornos de máfia” e de “crime organizado mafioso”. Agora, diante da tentativa de blindagem e do corporativismo dentro do STF, essa declaração ganha ainda mais gravidade. https://t.co/aJD9g1EM3l #Máfia #CrimeOrganizado #STF

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Esther Palomera 4w

Bolaños recurre el archivo de sus denuncias contra el juez Peinado y acusa al Poder Judicial de "corporativismo" vía @eldiarioes https://t.co/TurP8U1OhN #Bolaños #PoderJudicial #justicia #ES

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elDiario.es 4w

‼️Bolaños recurre el archivo de sus denuncias contra el juez Peinado y acusa al Poder Judicial de “corporativismo” https://t.co/BONg7eByNH Por @elenaherrerad #Justicia #PoderJudicial #Denuncias

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𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠ 4w

Fachin determinou a remessa à Presidência dos casos Master e INSS com todos os processos a eles relacionados. Não é (ainda) a substituição da relatoria por ele como pessoa-ministro, mas agora a PRESIDÊNCIA DO STF terá acesso a tudo. Conhecendo o histórico de corporativismo do Supremo, é aí que se forma uma colônia de pulgas atrás da orelha. Por que? Porque, em relação aos casos Master e INSS, o ofício não diz “para Fachin”, diz “… à Presidência”. E foi nessa mesma decisão que Fachin determinou que todo e qualquer procedimento envolvendo potencial investigação de integrantes do STF seja encaminhado à Presidência. Ou seja, a Presidência passa a concentrar poderes, inclusive o de direcionar quem será investigado ou não. O argumento de que um presidente do STF é como qualquer outro ministro passa a não existir mais se essa regra permanecer. Por ora, não sabemos os caminhos que essa remessa seguirá e a quais interesses atenderá. O que sabemos é que a Presidência do STF é uma função institucional que muda de ocupante. Hoje é Fachin, mas em 2027, pela tradição (eu espero que a tradição seja jogada no lixo), quem assume é Moraes. #STF #Fachin #Justiça

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Mª Victoria Rosell Aguilar 4w

Sobre “cacerías” jurídicas: hay corporativismo y autodefensa judicial. No es suficiente garantía “el recurso” cuando el daño es devastador. Y también el daño electoral, ahora que las derechas quieren hablar tanto de “pucherazos”. Esto incidió gravemente en procesos electorales. https://t.co/P4mf8YF1Hp #CaceríasJurídicas #DerechosElectorales #Justicia #Nocountrycodesareapplicabletothetweetprovided.

eldiario.es Sep 6

Argelia Queralt, vocal del Consejo General del Poder Judicial, sostiene que los jueces son un poder del Estado con mayor responsabilidad democrática que otros colectivos y aboga por una mayor transparencia y autocrítica dentro del órgano, criticando el corporativismo que podría afectar la confianza de los ciudadanos en la justicia. #Justicia #ConsejoJudicial #Transparencia

www.eldiario.es
Argelia Queralt: "Los jueces son un poder del Estado y tienen más responsabilidad democrática que otros colectivos"
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Luís Reis Aug 18

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

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Rosa María Artal Jul 7

Las encuestas hablan de una sociedad mayoritariamente convencida de que se practica actualmente el lawfare. Ahora el corporativismo judicial de esa facción ya no solo protesta por las críticas, sino que se va acercando más a la policía del pensamiento.https://t.co/Xq3mcLf37h #Lawfare #LibertadDeExpresión #JusticiaSocial #Nospecificcountrycodescanbeidentifiedinthetweetprovided.

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Carles Enric Jun 21

La policia nacional es un cuerpo respetable. Como son los médicos, los profesores, los jueces y hasta la mayoría de politicos. Dicho lo cual hay antecedentes claros, en las FCSE, que hay algunos, como en cualquier profesión, que es indigno del cuerpo. La decisión del Juez Peinado solo indica ese límite. La salida de tono corporativista de @JupolNacional y otros sindicatos policiales debería ser corregida para no convertirse en el hazmereir de los cuerpos en europa como son los @mossos Las policías están al servicio del Estado, de los ciudadanos, no del Gobierno de turno ni de su corporativismo de siglos pasados. Y si no saben comunicar que tengan la boca callada. Que las estupideces son usadas por los que se creen más listos y los dejan a la altura del betún. #Policía #Justicia #ServiciodeEstado

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Andre Marsiglia Jun 2

Em 2024, seis ministros do STF foram ao Gilmarpalooza. Em 2025, cinco. Em 2026, apenas dois: Moraes e Gilmar Mendes. Dino, confirmado, pediu desculpas e não compareceu. O caso Master está abalando a maior força do STF: seu corporativismo e a blindagem recíproca entre ministros #STF #PolíticaBrasil #Justiça

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Patricia Bullrich Jun 2

Hablé con el Presidente y le comuniqué que voy a ejercer mi derecho a la objeción de conciencia respecto del retiro del pliego de la Dra. Michelli a Jueza Federal. Conozco y respeto plenamente la facultad constitucional del Presidente de la Nación para proponer y retirar pliegos. Del mismo modo, considero que expresar mis principios también forma parte de la responsabilidad que tengo como dirigente y como integrante de este espacio. Soy parte de este proyecto y apoyo con convicción la transformación histórica que está impulsando el Presidente Javier Milei para terminar con décadas de decadencia económica, corporativismo y desorden. Por eso hablé con él. Para que esta decisión sea tomada en su justa dimensión. En una gestión que avanza por una verdadera autopista de aciertos, una diferencia en un tema puntual no debilita el rumbo: lo fortalece. El debate sincero, el respeto por las convicciones del otro y los valores republicanos también son parte del cambio. Sigo empujando este carro con la misma fuerza del primer día para que la Argentina sea grande otra vez y definitivamente deje atrás el fracaso. Mi compromiso con este proyecto es total. Y también lo es mi compromiso con los principios que sostuve toda mi vida. #Argentina #Política #Compromiso

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