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#tabaco
Nachez 2d

Nachez stated that during that weekend, cigarettes and vapes had been confiscated from Formula 1 personnel. He also wrote that circulars had been sent to the teams to remind them of the strict rules regarding tobacco products, chewing gum, and the prohibition of being naked in a room with the curtains open, citing information from Thomas Maher. https://t.co/6Vqrn255L4 #Fórmula1 #Salud #Tabaco (translated)

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Observador 6d

The nicotine pouches will be discussed in parliament on Wednesday, with experts divided over their effects as an alternative to tobacco and concerns about the allowed nicotine concentrations, which exceed those of smoking cessation options. #Saúde #Nicotina #Legislação (translated)

observador.pt
Bolsas de nicotina vão quarta-feira ao parlamento
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E
EL MUNDO 6d

The Secretary of State for Health, Javier Padilla, has announced that the Ministry will expedite the approval of the royal decrees for the MIR and Tobacco, as well as the statutes of the Public Health Agency, before the dissolution of the Cortes due to the early elections. #SaludPública #RealesDecretos #Sanidad (translated)

www.elmundo.es
El secretario de Estado de Sanidad asegura que van a "acelerar" para aprobar los reales decretos MIR y de Tabaco y los estatutos de la Agencia de Salud Pública
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José Luis Martínez-Almeida 2w

A mediados del pasado mes de febrero, el alcalde de Madrid, José Luis Martínez-Almeida, reclamó públicamente al Gobierno central que recuperase la antigua fábrica de tabacos para dar un servicio real al distrito, sugiriendo destinar el espacio a la promoción de pisos asequibles. #Tabacalera #ViviendasAsequibles #DerechoALaCiudad

Urtasun cedió 800 metros de un histórico edificio de Madrid al sindicato acampado en Sol tras vetar el plan de Almeida de hacer «viviendas asequibles»
www.abc.es
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totocaputo 3w

LAS EXPORTACIONES AGROINDUSTRIALES REGISTRARON UN NUEVO RÉCORD HISTÓRICO EN LOS PRIMEROS 8 MESES DEL AÑO ✅ Entre enero y agosto de 2026, las exportaciones de la agroindustria crecieron 13% en relación a igual período del año pasado, alcanzando los USD37.525 millones y registrando un nuevo récord histórico para dicho período ✅ El crecimiento fue generalizado a lo largo de todo el sector. Entre los productos que se destacaron pueden mencionarse girasol (+869%), crustáceos congelados (+77%), miel (+59%), aceite de girasol (+55%), limón (+45%), carne bovina congelada (+40%), carne bovina fresca o refrigerada (+36%), maderas aserradas (+25%), tabaco desvenado (+18%) y queso muzzarella (+15%), entre otros ✅ Asimismo, a pesar de representar aún montos relativamente bajos, se registraron récords de valores exportados en orégano, café tostado sin descafeinar, semillas de coriandro, kiwi, semillas de trébol, salvados de cereales, aceite de jojoba y preparaciones de tomate, entre otros ✅ Los principales destinos de las ventas del sector fueron India, China, Vietnam, Brasil, EE.UU., Chile, Perú, Arabia Saudita, Indonesia y Malasia #Agroindustria #Exportaciones #CrecimientoEconómico

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eldiario.es Sep 8

El comercio ilegal de tabaco le cuesta anualmente a la Unión Europea alrededor de 13.000 millones de euros, según un informe del Tribunal de Cuentas Europeo que destaca la ineficacia de las estrategias actuales y la falta de cohesión entre los Estados miembros para combatir este problema. #ComercioIlegal #Tabaco #UniónEuropea

www.eldiario.es
El comercio ilegal de tabaco le cuesta unos 13.000 millones de euros anuales a la Unión Europea
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E
EL MUNDO Sep 8

El Tribunal de Cuentas de la UE alerta sobre el aumento de la producción ilegal de tabaco en la Unión Europea, que genera pérdidas anuales de 13.000 millones de euros en impuestos y favorece el crimen organizado, señalando la necesidad de una mayor cooperación y armonización entre los Estados miembros para combatir este problema. #Contrabando #TabacoIlegal #TribunalDeCuentasUE

www.elmundo.es
El Tribunal de Cuentas de la UE avisa del aumento de la producción ilegal de tabaco, con pérdidas de 13.000 millones
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20 minutos Sep 8

La UE pierde anualmente 13.000 millones de euros por el tráfico ilícito de tabaco, y aunque el Tribunal de Cuentas Europeo señala que España se destaca por su control especializado, advierte sobre los esfuerzos insuficientes que persisten en la lucha contra esta problemática. #TráficoIlícito #ControlDelTabaco #UniónEuropea

www.20minutos.es
La UE pierde 13.000 millones al año por el tráfico ilícito de tabaco y España destaca por "su control especializado"
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Observador Sep 8

A Organização Mundial da Saúde alertou que mulheres fumadoras têm 40% mais risco de infertilidade em comparação com as não fumadoras, destacando também os efeitos nocivos do tabagismo na fertilidade masculina e a importância de deixar de fumar para reduzir esse risco. #Saúde #Tabaco #Infertilidade

observador.pt
Mulheres fumadoras com risco de infertilidade 40% maior
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E
EL MUNDO Aug 27

El juicio contra Meta, impulsado por fiscales que argumentan similitudes con el histórico juicio a las tabacaleras de los años 90, busca responsabilizar a la empresa por los daños que sus redes sociales, diseñadas para enganchar a los usuarios, causan a los menores, lo que podría redefinir la industria tecnológica y sus prácticas de negocio. #Meta #redessociales #tabaco

www.elmundo.es
El día que el tabaco perdió la impunidad: el espejo de los 90 en el que ahora se miran Meta y el resto de redes sociales
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eldiario.es Aug 19

La doctora Cristina Díaz explica que los beneficios de dejar de fumar se inician casi de inmediato, con cambios significativos en la salud, como la normalización de la tensión arterial a los 20 minutos y la regeneración de los pulmones a lo largo de varios años, destacando que dejar el tabaco puede aumentar la esperanza de vida en hasta diez años. #DejarDeFumar #Salud #Prevención

www.eldiario.es
Cristina Díaz, médico de familia: “A los 20 minutos de apagar el último cigarro, la tensión arterial empieza a normalizarse”
19989
Kiritkumar Gentilal Aug 13

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

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Observador Aug 12

O artigo de Guilherme Waldemar Oliveira Martins defende que a política de combate ao tabagismo em Portugal deve ser integrada e eficaz, propondo a transferência das competências operacionais do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo para o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), para abordar a dependência da nicotina de forma holística, semelhante a outras dependências, e assim melhorar os resultados na saúde pública. #Tabaco #Saúde #Dependências

observador.pt
Tabaco: nem grandes reformas, nem grandes ideologias...
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ABC TU DIARIO EN ESPAÑOL Aug 10

Javier Albares, experto en medicina del sueño, advierte que el uso excesivo de pantallas por niños, normalizado en la sociedad actual como ocurrió con el tabaco, afecta gravemente su desarrollo mental y emocional, limitando su capacidad de interacción, creatividad y actividades físicas, por lo que debemos ser más conscientes y responsables en su uso. #PantallasEnNiños #SaludInfantil #DesarrolloHumano

www.abc.es
Javier Albares: «Las pantallas en niños son un problema importante»
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ElBuni Aug 5

Jefe union de kiosqueros : "nosotros queremos 2 leyes simples Prohibir poner mas de 1 kiosco por cuadra Prohibir vender bebidas, golosinas y tabaco en cualquier lugar que no sea kiosco de barrio Le complica la vida al consumidor pero nos beneficia" Pais lamentablemente gaga https://t.co/abD16OALuM #Ley #Kioscos #Comunidad

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ABC TU DIARIO EN ESPAÑOL Aug 4

El neurofisiólogo Javier Albares advierte que dormir menos de siete horas puede ser tan nocivo para la salud como fumar un paquete de tabaco, subrayando que el sueño debería considerarse un pilar esencial del bienestar al igual que la nutrición y el ejercicio físico. #Sueño #Bienestar #Salud

www.abc.es
«Dormir menos de 7 horas es tan perjudicial como fumar un paquete de tabaco»
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Gustavo Petro Jul 26

Buscan para posesionarse el nuevo presidente y no encuentran lugar en Colombia, deberían hacerlo en Miami, pues buscan el aire acondicionado, cuando tenemos muchos aires naturales en Colombia. Si eres, Abelardo, costeño colombiano, busca el mar o la sierra nevada de Santa Marta que tiene todos los climas del mundo en poco espacio. Los verdaderos perfumes nacen de la tierra y el mar, por eso hicimos un café excelso, el mejor del mundo, aromas del café excelso y del tabaco y de las guayabas de Gabriel, y de las flores y hasta del ron, que Abelardo no supo producir, porque esas cosas que se hacen en la artesanía popular, se hacen con amor; si la mujer que te ama, te brinda un tabaco, a mí no me gusta por mi alergia a la nicotina, será un buen tabaco, pero si en la mujer que te brinda tabaco no dejaste amor, sino odio en su corazón, te podrá envenenar. No ha aprendido de la Espriella ni de los árabes, ni de las wayúus, ni de la cultura romana e incluso de la italiana que sabe de calores, y por eso sus fiestas eran bajo los árboles e incluso bajo la Vid, que era el elixir vital del mediterráneo con el cual, los romanos tenían fiestas eróticas y de comida después de la victoria militar, donde todo era posible para frenar el impulso de la sangre apasionada, pero hasta un momento en que había que detener la orgía del eros, después de la orgía de la muerte, pero había que continuar, y la vida no es solo vino, y estar dispuestos y listos, a batallar, a cabalgar y a caminar, sin el lecho nupcial caliente y esperando. El construir civilización humana, era la pasión, hasta las estrellas, "ad astram" Ojalá la esposa de la Espriella, que debe hacerle conocer a sus hijos la cultura cordobesa de verdad y que les enseñe y aprendan a bailar el jazz caribeño que es el Porro y danzar con las estrellas; pero no he visto a de la Espriella que se atreva a bailar un porro, la "María Varilla", al menos, que es el himno de Córdoba, creo que bailaría como cachaco chapineruno o paisa del poblado, horrible. Creo que, Abelardo, no sería el bailarín del nuevo día que escribió mi amigo entrañable del M19, Enán Lora de Ciénaga de Oro, en su poema a Bolívar, pero debería atreverse, "carpe diem", que el poeta Walt Whitman, enseñándole a los estadounidenses algo latino, porque la civilización debe educar a la barbarie, les dijo en su poesía libertaria: aprovecha el día, que no es "time is money", sino que es vive la vida con intensidad como si fuera el último segundo de tu existencia. Frase romana que está en la sangre de los que hoy expulsan como animales que no quieren en su hacienda, cuando siempre hemos sido civilizadores y humanos y americanos. Si Abelardo va a Cali que se baile una salsa y no vaya de corbata, y póngase un lino blanco italiano o colombiano que es muy cómodo en los calores como nos enseñaron los árabes para encubrir nuestra denudez pecaminosa que nunca debimos esconder porque el cuerpo desnudo desnuda el alma. Pero para eso no hay que saber de modas futiles, llenas de lentejuelas y plumas, sino de cultura que hace la verdadera moda a través del trabajo y el conocimiento. Que lo diga Versace si aún viviera. Por soberbia el presidente ilegítimo no quiere posesionarse en la plaza de Bolívar porque le remuerde en la conciencia ese libertador incómodo para las oligarquías cachacas de chapinero alto, paisas del poblado y hasta santandereanos, que olvidaron los comuneros y el agua, caleñas y payanesas, siempre de piel blanca tal como el gabinete ilegítimo que se posesiona para cambiar la cultura colombiana excelsa por narcocultura. Que le de la cara a Bolívar en su plaza y que invite al pueblo para ver si los votos eran de verdad o de mentira. #Colombia #Cultura #AireLibre

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Mónica García Jul 23

Hablo con @el_pais sobre la nueva Ley Antitabaco con la que queremos evitar las 50.000 muertes al año que el tabaquismo provoca en nuestro país. Hace 16 años fuimos pioneros al prohibir el tabaco en el interior de los bares, restaurantes y centros de trabajo, ahora volveremos a #LeyAntitabaco #SaludPública #Tabaquismo #ES

Mónica García Jul 22

Dice Feijóo que no le gusta la Ley del Tabaco que presentamos ayer porque "es una cortina de humo" y "divide a los españoles". En lo primero estamos de acuerdo, una cortina de humo que queremos quitar de terrazas, marquesinas, playas y demás espacios comunes. Y sobre lo segundo, #LeyDelTabaco #CortinaDeHumo #EspaciosComunes #ES

20 minutos Jul 22

La nueva ley antitabaco en España ha generado divisiones entre fumadores y no fumadores, ya que amplía los espacios libres de humo y prohíbe el consumo de tabaco entre menores, mientras algunos consideran que las restricciones son excesivas, pero otros creen que contribuirán a mejorar la salud pública. #LeyAntitabaco #EspaciosSinHumo #SaludPública

www.20minutos.es
La calle se divide ante la ley antitabaco: "Si hubiera sido cuando yo era pequeña, no habría empezado a fumar"
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